Questões de Concurso
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(Norma+Operacional+Básica+do+SUS+NOB%2FSUS+de+1996)
I – A Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde – NOB/SUS de 1996 é um instrumento de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS).
II – A Norma Operacional Básica 01/96 (NOB 01/96) foi um marco no processo de descentralização do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.
III – A Norma Operacional Básica 01/96 (NOB 01/96) criou novas condições de gestão para os municípios e estados, caracterizando as responsabilidades sanitárias do município pela saúde de seus cidadãos e redefinindo competências de Estados e Municípios.
(https://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/3650/-1/tratamento-psicoterapico-de-portadores-de-hivaids.html)
Sobre “Tratamento Psicoterápico de Portadores de HIV/AIDS”, analise os relatos enviados por alguns portadores de HIV/AIDS.
I – “É o paciente que delimita a importância do HIV na sua vida, e o papel do terapeuta / psicólogo é justamente ampliar as suas perspectivas, de modo que ele perceba que há muito mais do que apenas a AIDS para ser vivido”, o paciente explica, acrescentando que “nem por isso, esta é uma característica diferencial do tratamento do paciente com HIV, mas parte da terapia em si, com todas as pessoas, tendo em vista que o atendimento psicológico sempre pretende ampliar as consciências para os múltiplos aspectos de suas vidas”.
II – Na prática, disse um paciente: “o paciente de HIV não traz a questão da morte para a terapia,” porque. “O paciente HIV focaliza sua terapia na forma como vai viver a sua vida, não na doença”, ressalta, lembrando que apenas no primeiro momento da terapia, ou no momento em que o paciente descobre que tem o vírus, que o assunto é tratado, mas é importante que haja o acompanhamento do psicólogo.
III – “A negação e o isolamento, a raiva, a barganha, a depressão e, por fim, a aceitação, são fases comuns a todos os pacientes de doenças terminais, seja do câncer, seja da AIDS ou de qualquer outra, daí a importância da intervenção do psicólogo”.
IV – “A perda de alguém próximo, como um companheiro(a), pode levar a uma identificação com a situação, fazendo com que o paciente pense na sua própria finitude, na sua doença, nas suas negações, temores e angústias, provocando uma intensificação da dor e do sofrimento, por isso é preciso um acompanhamento com um psicólogo”.
Entre os relatos apresentados, marque a série que está coerente com a expectativa deles / pacientes para obterem o atendimento psicológico.
(FLAVELL. John H. A Psicologia do Desenvolvimento de Jean Piaget. Ed Pioneira S. Paulo. Cap.7. p.249.)
Marque a alternativa com a expressão que identifica coerentemente o assunto do texto.
(https://cadernosdepsicologias.crppr.org.br/reforma-psiquiatrica-brasileira-e-a-psicologia-no-sistema-unico-de-saude/)
Nessa dimensão, marque a alternativa incorreta.
(Bleger, 1964) - (http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=) – (Adaptado)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.
I – Psicologia Institucional é um termo cunhado por J. Bleger, psiquiatra argentino de orientação psicanalítica inglesa, que a um certo momento, buscou aliar psicanálise e marxismo para pensar a atuação do profissional em psicologia, para além das práticas terapêuticas e consultorias.
II – A Psicologia Institucional é um campo profissional, que permite a independência profissional e proporciona o trabalho interdisciplinar dentro das instituições, isto se torna enriquecedor, visto que mediados por um psicólogo outros profissionais farão contribuições em cima das observações e proposta do psicólogo.
III – O objetivo do trabalho institucional é promover a saúde e o bem-estar dos integrantes da instituição. Nesse contexto o psicólogo é um técnico da relação interpessoal, dos vínculos humanos e da explicitação do implícito.
IV – Bleger faz uma distinção entre a psicologia institucional e o trabalho psicológico em uma instituição. Sua opção é pelo desenvolvimento da psicologia institucional que tem como característica o trabalho com a instituição enquanto totalidade, utilizando o método clínico.