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Para o Coletivo de autores (1992), a capoeira, em seu conjunto de gestos, expressa de forma explícita a "voz" do oprimido na sua relação com o opressor. Diante desse conteúdo, os autores expressam que a Educação Física brasileira precisa:
Para o Coletivo de autores (1992), o jogo é uma invenção, um ato em que sua curiosidade e intencionalidade resultam num processo criativo para modificar, imaginariamente, a realidade presente. De acordo com a obra, com relação ao jogo, o professor deve:
De acordo com o Coletivo de Autores (1992), o aspecto mais complexo do ensino da dança na escola é:
A Revolução Burguesa trouxe nova compreensão social para o corpo, alterando o praticado pelo obscurantismo religioso do Feudalismo. As doenças, por exemplo, não eram mais explicadas a partir de castigo divino, mas sim a partir das ciências biológicas que passavam a responder pelos problemas da saúde humana. Segundo Soares (2012), nesse período, o exercício físico ganha protagonismo e a ginástica passa a integrar o currículo escolar. Para a autora, esse novo paradigma das ciências biológicas, difundido por pedagogos liberais, trouxe para o corpo um caráter:
Reconhecendo os avanços pedagógicos e educacionais presentes na Educação Física no final do século XX e no início deste século, Kunz (2014) faz uma avaliação sobre o dilema que o professor de Educação Física possui acerca do ensino do esporte, qual seja: ensinar o esporte para formação mais plena e crítica do estudante ou sucumbir ao esporte tal como ele é apresentado pela mídia. Para o autor, o esporte apresentado pela mídia busca formar o:
Dominar a história da Educação Física é fundamental para o trabalho pedagógico no espaço escolar. Assim, o Coletivo de Autores (1992), ao olhar para as aulas de Educação Física escolar, no Brasil, especificamente nas quatro primeiras décadas do século XX, assinala que foi marcante no sistema educacional a influência dos:
O esporte é um conteúdo fundamental do processo de ensino e aprendizagem da Educação Física escolar. Nesse sentido, Tubino (2011) assinala que o esporte possui três dimensões sociais, que são:
Refletindo sobre a dialética inclusão/exclusão no contexto da Educação Física escolar e a diversidade presente nesse espaço, Fonseca e Ramos (2017) declaram a necessidade de desconstruir uma Educação Física Escolar ancorada nas técnicas e no rendimento físico padronizado que exclui e discrimina alunos rotulados como inábeis e construir processualmente uma Educação Física com cunho educacional que se preocupa em atender a todos indistintamente, criando estratégias para a participação de todos, reconhecendo seus limites e possibilidades. Assim, buscando formular propostas de ensino e aprendizagem para a Educação Física escolar em uma perspectiva inclusiva, as autoras apontam como possibilidades: