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Q3925539 Pedagogia
O Ensino Fundamental brasileiro é dividido em dois segmentos, que são:
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Q3925520 Pedagogia

Considere o texto a seguir.


[...] a Educação Física na escola deveria promover reflexões acerca das relações de poder entre os grupos sociais nas práticas corporais, possibilitando a leitura de mundo sobre os textos da cultura que envolvem as danças, ginásticas, esportes, lutas, jogos e brincadeiras. Por fim, um conjunto de autores e autoras defendem um currículo crítico-libertador que estruture os projetos educativos em uma perspectiva crítica e politizada, problematizando as relações de opressão que existem nos marcadores socioculturais que atravessam as práticas corporais nas aulas de Educação Física escolar. [...] Nota-se que os currículos com perspectivas mais politizadas possuem uma maior preocupação com o processo de inclusão e participação dos(as) estudantes nas aulas de Educação Física [...].


JUCÁ, Luan Gonçalves; MALDONADO, Daniel Teixeira. A relação entre Educação Física escolar e Inclusão: uma revisão integrativa. In: Revista e-Curriculum, São Paulo, v. 22, p. 1-36, 2024. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/curriculum/v22/1809-3876-curriculum-22-e59193.pdf. Acesso em: 19 jan. 2026. Adaptado.


Sendo assim, uma prática político-pedagógica inspirada nessa perspectiva, visa a

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Q3925512 Pedagogia

No campo do treinamento esportivo, a individualidade biológica é um pressuposto definidor em relação à qualidade do treinamento e do desempenho do esportista. Na escola, podem-se também desenvolver práticas de esportes individuais considerando-se o planejamento do ensino e os eventos dos quais a escola participa. Competições esportivas, como xadrez, apresentação de solos de ginástica artística, preparação para corridas de rua, eventos de atletismo, torneio de lutas, dentre outras, também fazem parte do ensino do esporte na escola, uma vez que é possível encaminhar talentos e dar tratamento diferenciado para as singularidades, sem necessariamente desqualificar ou diminuir o trabalho coletivo.

Considerando-se uma educação voltada para a formação da cidadania, são aspectos que podem ser apropriados na prática dos esportes individuais:

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Q3925503 Pedagogia

Na Educação Física escolar, o esporte é um aliado no trabalho de construção da cidadania e do desenvolvimento da formação moral do sujeito.

Assim, considerando-se esse pressuposto, caracterizam, respectivamente, a fase da heteronomia e a fase da autonomia, as seguintes atitudes dos alunos frente às regras do jogo:

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Q3925500 Pedagogia

Considere que um professor tinha planejado uma aula em que os alunos teriam que fazer uma pirâmide humana. A turma era formada por 32 alunos que teriam a tarefa de fazer uma pirâmide de quatro andares, contando com a participação de todos eles, sem utilizar recurso material.

Essa atividade exemplifica uma situação em que se emprega a abordagem

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Q3925498 Pedagogia

A Serrinha, em Vaz Lobo, é uma comunidade da Zona Norte do Rio de Janeiro, próxima a Madureira. O jongo da Serrinha é uma dança tradicional de origem africana, dos pretos escravizados, que até hoje se faz presente nas festas e eventos específicos dessa comunidade, onde ocorrem as rodas de jongo. Numa escola situada nessa comunidade, quando o professor de Educação Física tematizar essa dança como conteúdo de ensino, estará considerando o local da escola e o enraizamento da comunidade à qual seus alunos pertencem, ministrando o ensino e possibilitando a reflexão sobre a dança do jongo.

Nessa proposta pedagógica que trabalha a partir da realidade dos alunos, o professor evidencia que trabalha considerando

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Q3925496 Pedagogia

Em uma reunião pedagógica, o professor de Educação Física falou que estava organizando um festival de pipas, visto que trabalharia com os alunos o desenvolvimento da coordenação motora ampla e o brincar como forte elemento da cultura popular. Todos acharam uma excelente ideia e resolveram usar a pipa como um objeto comum de estudo a todas as demais disciplinas. Surgiu, então, o projeto “Pipa no ar, céu colorido”. No planejamento desse projeto, a equipe pedagógica organizou atividades que abrangem desde a origem milenar da pipa na China, que será trabalhada por História; o estudo em arte sobre as cores primárias e secundárias, que transformarão as pipas em “telas voadoras”; o cálculo da área do papel de seda em Matemática, até a prática de coordenação motora ao soltar pipa e a reflexão sobre o local seguro para soltar pipa.

Ao integrar esses diferentes componentes curriculares em torno de um único objeto de estudo, de forma que os conhecimentos de uma área auxiliem na compreensão de outra, a proposta pedagógica assume o caráter de ensino

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Q3925494 Pedagogia

Uma escola pública decidiu inserir práticas sustentáveis no cotidiano das aulas, com o objetivo de integrar aprendizagem acadêmica, responsabilidade social e uso racional de recursos. Em uma turma de ensino médio, a professora de Biologia propôs transformar a sala de aula em um espaço de gestão sustentável, envolvendo os estudantes nas decisões sobre consumo de materiais e de energia e sobre organização das atividades. A coordenação pedagógica solicitou que a proposta, além de ambientalmente responsável, contribuísse para o desenvolvimento econômico e social, estimulando autonomia, participação e competências úteis para a vida em sociedade.

Considerando-se esse contexto, a ação pedagógica, no ambiente da sala de aula, que exemplifica uma prática sustentável alinhada, simultaneamente, ao desenvolvimento econômico e social é 

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Q3925493 Pedagogia

Em uma atividade de formação continuada, um grupo de professores de Biologia debate como a Alfabetização Científica, prevista nos PCN, e o Letramento Científico, da BNCC, podem subsidiar o exercício da cidadania. O grupo conclui que, para que o estudante possa atuar de forma consciente em uma sociedade tecnológica, o ensino de Biologia deve abandonar a visão da ciência como um corpo de verdades acabadas e neutras.

Para atingir esse objetivo pedagógico sob a ótica do movimento Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), o professor deve estruturar sua prática acadêmica de modo a

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Q3925311 Pedagogia

Numa atividade escolar em laboratório uma criança coloca a mão em uma superfície muito quente e a retira rapidamente. Depois de verificar que o aluno não havia se queimado, a professora aproveita para discutir como o corpo funciona de forma integrada.

No contexto apresentado, a professora deve explicar à turma que

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Q3925302 Pedagogia

Alfabetização e letramento matemáticos são processos distintos e complementares. A alfabetização matemática contempla a leitura e a escrita de números e símbolos, bem como o domínio de operações básicas. O letramento pressupõe o entendimento e a aplicação do conhecimento adquirido na alfabetização matemática, ou seja, a efetivação social desse conhecimento.


Considere as 3 atividades práticas a seguir, propostas para alunos de uma turma de 5o ano do Ensino Fundamental.

I - Comparar os preços de dois potes de geleia de mesma qualidade, um com 300g e o outro com 200g, e concluir qual deles apresenta melhor preço (considerando o valor cobrado por 1 kg de geleia em cada caso).

II - Efetuar a multiplicação de dois números naturais, cada um formado por três dígitos, utilizando o algoritmo da multiplicação.

III - Calcular as quantidades dos ingredientes necessários para fazer um bolo que sirva a 20 pessoas, tendo como base uma receita de bolo para servir 8 pessoas.


As atividades apresentadas correspondem, respectivamente, a:

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Q3925297 Pedagogia

Texto I

A importância do ato de ler


Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto. Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, eu me senti levado - e até gostosamente - a “reler” momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio em mim constituindo.


Ao ir escrevendo este texto, ia “tomando distância” dos diferentes momentos em que o ato de ler se veio dando na minha experiência existencial. Primeiro, a “leitura” do mundo, do pequeno mundo em que me movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo de minha escolarização, foi a leitura da “palavramundo”.


A retomada da infância distante, buscando a compreensão do meu ato de “ler” o mundo particular em que me movia - e até onde não sou traído pela memória -, me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, re-crio, e re-vivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra. Me vejo então na casa mediana em que nasci, no Recife, rodeada de árvores, algumas delas como se fossem gente, tal a intimidade entre nós - à sua sombra brincava e em seus galhos mais dóceis à minha altura eu me experimentava em riscos menores que me preparavam para riscos e aventuras maiores.


A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço - o sítio das avencas de minha mãe -, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi o meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, andei, falei. Na verdade, aquele mundo especial se dava a mim como o mundo de minha atividade perceptiva, por isso mesmo como o mundo de minhas primeiras leituras. Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto [...] se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia apreendendo no meu trato com eles nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais.


Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto se encarnavam no canto dos pássaros - o do sanhaçu, o do olha-pro-caminho-quem-vem, o do bem-te-vi, o do sabiá; na dança das copas das árvores sopradas por fortes ventanias que anunciavam tempestades, trovões, relâmpagos; as águas da chuva brincando de geografia: inventando lagos, ilhas, rios, riachos. Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto se encarnavam também no assobio do vento, nas nuvens do céu, nas suas cores, nos seus movimentos; na cor das folhagens, na forma das folhas, no cheiro das flores - das rosas, dos jasmins -, no corpo das árvores, na casca dos frutos. Na tonalidade diferente de cores de um mesmo fruto em momentos distintos: o verde da manga-espada verde, o verde da manga- -espada inchada; o amarelo esverdeado da mesma manga amadurecendo, as pintas negras da manga mais além de madura. [...]


FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 23. ed. São Paulo: Cortez, 1989. p. 6-7.

No Texto I, Paulo Freire tece uma sutil crítica à ideia de “escolarização”: “Primeiro, a ‘leitura’ do mundo, do pequeno mundo em que me movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo de minha escolarização, foi a leitura da ‘palavramundo’.” (parágrafo 2)


De acordo com o pressuposto defendido pelo educador, que atividade de leitura literária seria adequada ao conceito de “palavramundo” nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental?

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Q3925296 Pedagogia

Texto I

A importância do ato de ler


Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto. Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, eu me senti levado - e até gostosamente - a “reler” momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio em mim constituindo.


Ao ir escrevendo este texto, ia “tomando distância” dos diferentes momentos em que o ato de ler se veio dando na minha experiência existencial. Primeiro, a “leitura” do mundo, do pequeno mundo em que me movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo de minha escolarização, foi a leitura da “palavramundo”.


A retomada da infância distante, buscando a compreensão do meu ato de “ler” o mundo particular em que me movia - e até onde não sou traído pela memória -, me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, re-crio, e re-vivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra. Me vejo então na casa mediana em que nasci, no Recife, rodeada de árvores, algumas delas como se fossem gente, tal a intimidade entre nós - à sua sombra brincava e em seus galhos mais dóceis à minha altura eu me experimentava em riscos menores que me preparavam para riscos e aventuras maiores.


A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço - o sítio das avencas de minha mãe -, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi o meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, andei, falei. Na verdade, aquele mundo especial se dava a mim como o mundo de minha atividade perceptiva, por isso mesmo como o mundo de minhas primeiras leituras. Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto [...] se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia apreendendo no meu trato com eles nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais.


Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto se encarnavam no canto dos pássaros - o do sanhaçu, o do olha-pro-caminho-quem-vem, o do bem-te-vi, o do sabiá; na dança das copas das árvores sopradas por fortes ventanias que anunciavam tempestades, trovões, relâmpagos; as águas da chuva brincando de geografia: inventando lagos, ilhas, rios, riachos. Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto se encarnavam também no assobio do vento, nas nuvens do céu, nas suas cores, nos seus movimentos; na cor das folhagens, na forma das folhas, no cheiro das flores - das rosas, dos jasmins -, no corpo das árvores, na casca dos frutos. Na tonalidade diferente de cores de um mesmo fruto em momentos distintos: o verde da manga-espada verde, o verde da manga- -espada inchada; o amarelo esverdeado da mesma manga amadurecendo, as pintas negras da manga mais além de madura. [...]


FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 23. ed. São Paulo: Cortez, 1989. p. 6-7.

No Texto I, Paulo Freire compreende o ato da leitura como um processo que
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Q3925295 Pedagogia

A educação, como prática social, jamais ocorre em um vácuo de neutralidade. Toda proposta de ensino carrega consigo, implícita ou explicitamente, um projeto de sociedade e um projeto de ser humano que se deseja formar. Sendo assim, no Brasil, a partir do final da década de 1960 e durante a década de 1970, a política educacional foi fortemente marcada pela concepção tecnicista de educação.

Dentre os principais aspectos que justificavam a hegemonia dessa concepção no planejamento do ensino brasileira daquela época, destaca-se a(o)

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Q3925294 Pedagogia

Considere o diálogo a seguir. 

Antonio: [...] No ensino esqueceram-se das perguntas, tanto o professor como o aluno esqueceram-nas, e no meu entender todo conhecimento começa pela pergunta. [...]

Paulo: [...] Creio que a repressão à pergunta é uma dimensão apenas da repressão maior – a repressão ao ser inteiro, à sua expressividade em suas relações no mundo e com o mundo


FREIRE, Paulo; FAUNDEZ, Antonio. Por uma pedagogia da pergunta. 8. ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2017. p.67-68. Adaptado.


Nesse contexto, Paulo Freire e Antonio Faundez defendem que, nos processos de ensinar e de educar, os educadores devem

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Q3925293 Pedagogia

Uma aluna do 2o ano do Ensino Fundamental chegou à escola com um “boneco de alpiste” feito em casa com sua família. As crianças ficaram curiosas e perguntaram: “Será que o ‘cabelo’ dele vai crescer?”. Percebendo o interesse dos alunos, a professora sugeriu que a turma registrasse, dia a dia, as observações do crescimento do alpiste em um quadro de acompanhamento coletivo.

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), essa proposta se relaciona, principalmente, à seguinte habilidade específica do Ensino Fundamental de Língua Portuguesa:

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Q3925292 Pedagogia

Considere a situação a seguir.


A professora do 3º ano ia começar a contar uma história, quando uma criança falou:

— Olha, professora, a lagartixa aqui na parede!

Os alunos ficaram eufóricos e correram para observar de perto a lagartixa.

Percebendo o interesse das crianças, a professora guardou o livro e foi orientando a conversa. Os alunos compartilharam suas dúvidas e seus conhecimentos sobre lagartixas e fizeram muitas perguntas sobre esse animal. A professora foi registrando as curiosidades que surgiram no quadro. A partir daí, teve início um projeto de trabalho sobre animais, gerando muitas descobertas, troca de experiências e ampliação do conhecimento.


A situação apresentada caracteriza uma prática pedagógica que se organiza a partir da concepção de currículo como

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Q3925285 Pedagogia

Uma das alternativas para a Educação Musical Inclusiva é o Ensino Colaborativo, que envolve o trabalho em sala de aula entre o professor Regente e o professor de Educação Especial e é baseado na abordagem social da deficiência, ou seja, pressupõe que a escola deve ser transformada para atender os estudantes, e não o contrário.


Nesse contexto, constata-se que o Ensino Colaborativo propõe que

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Q3925277 Pedagogia

No ensino de Música ao longo do século XX, diferentes educadores formularam metodologias que influenciaram profundamente a Educação Musical em diversos contextos escolares, inclusive no Brasil.

Dentre eles, está Hans-Joachim Koellreutter, que apresenta como princípio central de sua proposta pedagógico- -musical uma

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Q3925269 Pedagogia

Na Educação Musical Básica, a prática de conjunto musical constitui um espaço privilegiado para o desenvolvimento de competências musicais, sociais e cognitivas. Em turmas do ensino médio, o professor precisa planejar situações de ensaio e performance coletiva que articulem escuta, execução, interação e reflexão crítica.


À luz dos fundamentos pedagógico-musicais da prática de conjunto no contexto escolar, constata-se que a(o)

Alternativas
Respostas
4581: C
4582: B
4583: A
4584: D
4585: D
4586: A
4587: B
4588: E
4589: A
4590: A
4591: C
4592: D
4593: B
4594: B
4595: C
4596: D
4597: D
4598: A
4599: A
4600: E