Questões de Concurso

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Q3911124 Inglês
Information questions, also known as Wh-questions, are essential tools for gathering data and maintaining social interaction in English. In what concerns the formation and usage of these interrogative structures, choose the correct alternative.
Alternativas
Q3911122 Inglês
A hegemonia do inglês na contemporaneidade transformou-o em uma ferramenta de comunicação entre falantes não nativos em diversos domínios sociais. Sobre o conceito de Inglês como Língua Franca (ILF), analise as afirmativas a seguir:

I.O Inglês como Língua Franca foca na cooperação entre os interlocutores para atingir a compreensão, aceitando variações que não prejudiquem a inteligibilidade da mensagem.
II.O aprendizado de Inglês como Língua Franca exige que o aluno renuncie à sua língua materna e cultura nacional para evitar a interferência de sons regionais locais.
III.Na perspectiva de língua franca, a competência intercultural é tão importante quanto a gramatical, permitindo navegar entre diferentes contextos de uso global.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3911121 Inglês
As metodologias evoluíram do foco na tradução e gramática para abordagens centradas na tarefa e na interação social. Sobre o ensino de línguas baseado em tarefas (Task-Based Language Teaching - TBLT), analise as afirmativas a seguir:

I.No ensino baseado em tarefas, o foco principal está na realização de uma atividade que simula um uso real da língua para atingir um objetivo comunicativo.
II.O papel do professor no ensino baseado em tarefas é o de facilitador que monitora a produção dos alunos e fornece suporte linguístico sob demanda (feedback).
III.A metodologia comunicativa veda o uso de imagens ou sons na sala de aula, exigindo que o professor ensine verbos apenas por meio da memorização de listas que devem ser repetidas mecanicamente.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3911118 Inglês
The mastery of fundamental grammatical structures and vocabulary is the basis for communicative competence in English. Concerning the use of verb tenses and word formation in English, register T for true statements and F for false statements:

(__)The Present Perfect tense is used to describe actions that happened at a specific time in the past, always requiring the use of precise dates like 'last Friday at 2 PM'.
(__)Prefixes and suffixes are used in English to change the meaning or the word class of a base word, such as adding '-ness' to an adjective to form a noun.
(__)The use of modal verbs like 'can', 'must' and 'should' allows the speaker to express different degrees of possibility, obligation and advice in a conversation.
(__)Passive voice is formed by using the verb 'to be' and the past participle of the main verb, focusing more on the action itself than on the person who performed it.

After the analysis, choose the alternative that presents the correct sequence:
Alternativas
Q3911113 Inglês
Reading comprehension involves several cognitive strategies that allow the reader to extract meaning from different genres of texts. Regarding reading strategies such as skimming and scanning in an educational context, choose the correct alternative.
Alternativas
Q3911112 Inglês
O ensino de inglês sob a perspectiva de Língua Franca (ELF) pressupõe o deslocamento do foco do falante nativo para a inteligibilidade e a comunicação global. Acerca das abordagens didáticas nesta prática, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A prática pedagógica como língua franca valoriza a diversidade de sotaques e variações linguísticas, priorizando o sucesso da interação comunicativa em contextos multiculturais.
(__)No ensino de inglês como língua franca, o erro é visto como uma falha cognitiva grave que deve ser punida com a exclusão do aluno das atividades orais da turma.
(__)As estratégias de acomodação linguística e negociação de significados são componentes centrais para que falantes de diferentes origens alcancem a compreensão mútua.
(__)A abordagem como língua franca exige que o aluno memorize sotaque britânico padrão da região de Londres, desconsiderando variações americanas ou indianas.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3910737 Redação Oficial
Um servidor precisa comunicar formalmente outro setor sobre a necessidade urgente de envio de documentos internos, sem caráter externo. O documento mais adequado para essa finalidade é:  
Alternativas
Q3910725 Linguística
Assinale a alternativa em que existe variação linguística diastrática. 
Alternativas
Q3910724 Português
Assinale a alternativa correta quanto a letras e fonemas. 
Alternativas
Q3910723 Português
De acordo com a norma padrão da língua, a crase está correta em: 
Alternativas
Q3910722 Português
Em “Esses problemas, ninguém resolve”, ocorre que tipo de figura de linguagem? 
Alternativas
Q3910721 Português
Analise as frases abaixo, e indique a que aplica perífrase verbal: 
Alternativas
Q3910720 Português
De acordo com a linguagem formal, está correta a regência em: 
Alternativas
Q3910719 Português

De acordo com o texto apresentado, responda à questão:


Machado de Assis

Crônica: O Verbo

Publicação: Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro)


Há um verbo que, pela frequência com que é usado, devia ser melhor compreendido.


Falo do verbo esperar.


Espera-se o bonde, espera-se o emprego, espera-se a felicidade.


E, enquanto se espera, vive-se.


O curioso é que quase nunca se examina o objeto da espera; espera-se porque se aprendeu a esperar, como se aprende a respirar.


Talvez por isso, quando o esperado chega, já não é o que se queria.

Assinale a alternativa correta sobre os elementos dêiticos no texto: 
Alternativas
Q3910718 Português

De acordo com o texto apresentado, responda à questão:


Machado de Assis

Crônica: O Verbo

Publicação: Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro)


Há um verbo que, pela frequência com que é usado, devia ser melhor compreendido.


Falo do verbo esperar.


Espera-se o bonde, espera-se o emprego, espera-se a felicidade.


E, enquanto se espera, vive-se.


O curioso é que quase nunca se examina o objeto da espera; espera-se porque se aprendeu a esperar, como se aprende a respirar.


Talvez por isso, quando o esperado chega, já não é o que se queria.

Julgue os itens com V ou F.



I ( ) A repetição do verbo “esperar” é um recurso estilístico intencional.


II ( ) A enumeração (“espera-se o bonde…”) tem efeito de banalização da espera.


III ( ) O texto apresenta progressão temática expectativa criada ao longo do texto.


IV. ( ) A última frase rompe com a expectativa criada ao longo do texto.


V ( ) O tom predominante da crônica é lírico e emotivo.



A sequência correta é: 

Alternativas
Q3910717 Português

De acordo com o texto apresentado, responda à questão:


Machado de Assis

Crônica: O Verbo

Publicação: Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro)


Há um verbo que, pela frequência com que é usado, devia ser melhor compreendido.


Falo do verbo esperar.


Espera-se o bonde, espera-se o emprego, espera-se a felicidade.


E, enquanto se espera, vive-se.


O curioso é que quase nunca se examina o objeto da espera; espera-se porque se aprendeu a esperar, como se aprende a respirar.


Talvez por isso, quando o esperado chega, já não é o que se queria.

O valor semântico de “quando” no trecho final do texto contribui para: 
Alternativas
Q3910716 Português

De acordo com o texto apresentado, responda à questão:


Machado de Assis

Crônica: O Verbo

Publicação: Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro)


Há um verbo que, pela frequência com que é usado, devia ser melhor compreendido.


Falo do verbo esperar.


Espera-se o bonde, espera-se o emprego, espera-se a felicidade.


E, enquanto se espera, vive-se.


O curioso é que quase nunca se examina o objeto da espera; espera-se porque se aprendeu a esperar, como se aprende a respirar.


Talvez por isso, quando o esperado chega, já não é o que se queria.

Em “O curioso é que quase nunca se examina o objeto da espera”, o “que” classifica-se como: 
Alternativas
Q3910662 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso


Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, "e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios tem sido apontada como estratégia eficaz". 

A oração destacada é classificada como: 
Alternativas
Q3910661 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso


Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
"Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato", reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção.

A oração destacada é classificada como:
Alternativas
Q3910656 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso


Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e "ex-atletas".

O vocábulo destacado é constituído pelo processo de formação de palavras denominado:
Alternativas
Respostas
17961: D
17962: B
17963: A
17964: A
17965: C
17966: C
17967: A
17968: C
17969: B
17970: C
17971: C
17972: B
17973: B
17974: D
17975: A
17976: E
17977: D
17978: B
17979: D
17980: A