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Q3894339 Português
No estudo da Semântica, a compreensão dos diferentes níveis de significação das palavras é essencial para a interpretação textual, especialmente na distinção entre o sentido denotativo e o conotativo. O sentido denotativo é aquele considerado o sentido literal, básico, dicionarizado da palavra, amplamente utilizado em textos que buscam objetividade e precisão, como notícias, artigos científicos e manuais de instrução. Por outro lado, o sentido conotativo refere-se aos significados subjetivos, culturais ou emocionais agregados à palavra, explorando seu potencial figurado. Esse uso é predominante em textos literários, publicitários e em muitas figuras de linguagem, onde a intenção é evocar sensações, sentimentos ou construir imagens metafóricas. Assinale a alternativa que define corretamente a relação entre denotação e conotação.
Alternativas
Q3894338 Português
O estudo dos verbos envolve a compreensão de suas flexões de modo (Indicativo, Subjuntivo, Imperativo) e tempo, que são cruciais para expressar a atitude do falante em relação ao fato (certeza, dúvida, hipótese, ordem). O Modo Indicativo é usado para fatos tidos como reais ou certos. O Modo Subjuntivo, por sua vez, é empregado para fatos hipotéticos, desejados ou duvidosos, sendo comum em orações subordinadas. A correta utilização de tempos como o Futuro do Pretérito (Indicativo) e o Pretérito Imperfeito (Subjuntivo) é essencial para construir relações de condição e consequência hipotética. Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.O Modo Indicativo expressa certeza (Ex: 'Ele *estuda*'), enquanto o Subjuntivo expressa dúvida ou hipótese (Ex: 'Espero que ele *estude*').
II.Na frase 'Se eu *tivesse* dinheiro, *compraria* o carro', o verbo 'tivesse' está no Pretérito Imperfeito do Subjuntivo, indicando uma condição hipotética no passado ou presente, e 'compraria' está no Futuro do Pretérito do Indicativo, indicando a consequência dessa condição.
III.O Futuro do Subjuntivo (Ex: 'Quando eu *puder*') indica uma ação futura, mas hipotética ou incerta, enquanto o Futuro do Presente do Indicativo (Ex: 'Eu *poderei*') indica uma ação futura tida como certa.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3894337 Português
A implementação do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa trouxe modificações significativas, especialmente na supressão de acentos gráficos, visando à unificação da ortografia nos países lusófonos. Essas mudanças afetaram regras consolidadas, como a acentuação dos ditongos abertos (ei, oi), dos hiatos (i, u) tônicos e a eliminação de diversos acentos diferenciais, gerando a necessidade de uma revisão profunda por parte dos falantes. A análise de palavras como 'ideia', 'heroico', 'feiura', 'creem' e o uso do acento diferencial em 'pôde' (passado) versus 'pode' (presente) são exemplos centrais dessas alterações. Acerca das regras de acentuação vigentes, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e, F para as falsas:

(__)A palavra 'feiura' perdeu o acento agudo no 'u' tônico do hiato porque o Novo Acordo determinou que o 'i' e o 'u' tônicos precedidos de ditongo em palavras paroxítonas não seriam mais acentuados.

(__)A palavra 'heroico' deixou de ser acentuada porque a nova regra eliminou o acento agudo de todos os ditongos abertos ('ei', 'oi'), tanto em palavras oxítonas quanto em paroxítonas.

(__)O acento diferencial foi completamente abolido da língua portuguesa, de modo que formas verbais como 'pôr' (verbo) e 'pôde' (pretérito) não recebem mais acento para se diferenciarem de 'por' (preposição) e 'pode' (presente).

(__)O Novo Acordo Ortográfico suprimiu o acento agudo dos ditongos abertos 'ei' e 'oi' em palavras paroxítonas (ex: ideia, assembleia, heroico) e o acento circunflexo dos hiatos 'ee' e 'oo' (ex: creem, leem, voo).


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3893896 Inglês
Read the following excerpt from a short story:
"He stood by the window, fingers twitching against the glass, watching the last train vanish into the fog. He hadn't said goodbye — not really. Maybe she would understand. Maybe she wouldn't." (Text prepared by the public tender examining board)
Which of the following best captures the main implicit idea suggested by the excerpt above?
Alternativas
Q3893895 Inglês
McDonald's sales drop as diners face 'uncertainty'

McDonald's has suffered its biggest drop in US sales since the height of Covid, a fall that it said was driven by people's concerns over the US economy.

Despite a marketing tie-in with the Minecraft movie and extended price deals, US customers made fewer visits to the burger chain in the first three months of this year, compared to a year ago.

Chief executive Chris Kempczinski said customers were "grappling with uncertainty".

But he assured investors that the firm could "navigate even the toughest of market conditions".

McDonald's has been working for months to try to reignite enthusiasm among customers, after facing a backlash over rising prices, especially from lower income households.

However, revenue at US McDonald's outlets that have been open at least a year sank 3.6% in the first three months of 2025 compared to a year earlier.

That is the steepest decline in like-for-like sales in the US since the three months to the end of June 2020 when pandemic restrictions were in place.

The surprise drop in sales coincided with a contraction in the US economy, which shrank at an annual rate of 0.3% in the first three months of 2025, the first quarterly decline in output since 2022.

Reacting to the growth figures, President Trump called for patience, saying he needed "a little bit of time" and described the numbers as a reflection of the "Biden economy", a reference to his predecessor as president.

However, Danni Hewson, head of financial analysis at AJ Bell, said Americans were nervous and cutting back on discretionary spending as a result.

"They're worried prices will rise even higher and that household budgets, already feeling the impact of previous inflation, will be stretched beyond breaking point," she said.

"They're also nervous about the potential for job losses if the economy continues to stutter as businesses try and make sense of an evolving tariff environment."

McDonald's figures reflect the first two months of Donald Trump's presidency, with the reporting period ending just before his barrage of tariff announcements on 2 April.

Dubbed "Liberation Day", that broadside prompted further confusion among many firms and consumers.

Mr Kempczinski said: "Consumers today are grappling with uncertainty, but they can always count on McDonald's [...] for exceptional value".

"McDonald's has a 70-year legacy of innovation, leadership, and proven agility, all of which give us confidence in our ability to navigate even the toughest of market conditions and gain market share," he added.

Over the same three-month period to March, the slump in McDonald's US sales dragged its global like-for-like revenue down 1%, despite growing sales in Japan, Australia, and the Middle East.

Businesses have had a mix of reactions since Trump began revealing and enforcing his plans for tariffs, which are a tax payable by a person or firm buying a good from overseas.

This week, technology giant Intel said costs would rise and a recession was more likely because of Trump's tariffs.

Sportswear brand Adidas said they would lead to higher prices in the US for popular trainers including the Gazelle and Samba.

Meanwhile, delivery giant DHL paused deliveries worth more than $800 (£603) due to US trade policy before lifting them after negotiating "adjustments" to customs rules.

Trump and his allies have said the policies will help to bring more jobs to the US as firms base factories and operations the country to avoid the new taxes.

However, many companies and economists have said this will be difficult to achieve and will likely mean job losses and economic pain at least in the short term.

https://www.bbc.com/news/articles/cy4vzpggkjno
Which of the following best summarizes how the article builds its argument about economic anxiety and its effect on consumer behavior?
Alternativas
Q3893894 Inglês
McDonald's sales drop as diners face 'uncertainty'

McDonald's has suffered its biggest drop in US sales since the height of Covid, a fall that it said was driven by people's concerns over the US economy.

Despite a marketing tie-in with the Minecraft movie and extended price deals, US customers made fewer visits to the burger chain in the first three months of this year, compared to a year ago.

Chief executive Chris Kempczinski said customers were "grappling with uncertainty".

But he assured investors that the firm could "navigate even the toughest of market conditions".

McDonald's has been working for months to try to reignite enthusiasm among customers, after facing a backlash over rising prices, especially from lower income households.

However, revenue at US McDonald's outlets that have been open at least a year sank 3.6% in the first three months of 2025 compared to a year earlier.

That is the steepest decline in like-for-like sales in the US since the three months to the end of June 2020 when pandemic restrictions were in place.

The surprise drop in sales coincided with a contraction in the US economy, which shrank at an annual rate of 0.3% in the first three months of 2025, the first quarterly decline in output since 2022.

Reacting to the growth figures, President Trump called for patience, saying he needed "a little bit of time" and described the numbers as a reflection of the "Biden economy", a reference to his predecessor as president.

However, Danni Hewson, head of financial analysis at AJ Bell, said Americans were nervous and cutting back on discretionary spending as a result.

"They're worried prices will rise even higher and that household budgets, already feeling the impact of previous inflation, will be stretched beyond breaking point," she said.

"They're also nervous about the potential for job losses if the economy continues to stutter as businesses try and make sense of an evolving tariff environment."

McDonald's figures reflect the first two months of Donald Trump's presidency, with the reporting period ending just before his barrage of tariff announcements on 2 April.

Dubbed "Liberation Day", that broadside prompted further confusion among many firms and consumers.

Mr Kempczinski said: "Consumers today are grappling with uncertainty, but they can always count on McDonald's [...] for exceptional value".

"McDonald's has a 70-year legacy of innovation, leadership, and proven agility, all of which give us confidence in our ability to navigate even the toughest of market conditions and gain market share," he added.

Over the same three-month period to March, the slump in McDonald's US sales dragged its global like-for-like revenue down 1%, despite growing sales in Japan, Australia, and the Middle East.

Businesses have had a mix of reactions since Trump began revealing and enforcing his plans for tariffs, which are a tax payable by a person or firm buying a good from overseas.

This week, technology giant Intel said costs would rise and a recession was more likely because of Trump's tariffs.

Sportswear brand Adidas said they would lead to higher prices in the US for popular trainers including the Gazelle and Samba.

Meanwhile, delivery giant DHL paused deliveries worth more than $800 (£603) due to US trade policy before lifting them after negotiating "adjustments" to customs rules.

Trump and his allies have said the policies will help to bring more jobs to the US as firms base factories and operations the country to avoid the new taxes.

However, many companies and economists have said this will be difficult to achieve and will likely mean job losses and economic pain at least in the short term.

https://www.bbc.com/news/articles/cy4vzpggkjno
What is the main rhetorical effect of calling April 2 "Liberation Day" in the article?
Alternativas
Q3893893 Inglês
McDonald's sales drop as diners face 'uncertainty'

McDonald's has suffered its biggest drop in US sales since the height of Covid, a fall that it said was driven by people's concerns over the US economy.

Despite a marketing tie-in with the Minecraft movie and extended price deals, US customers made fewer visits to the burger chain in the first three months of this year, compared to a year ago.

Chief executive Chris Kempczinski said customers were "grappling with uncertainty".

But he assured investors that the firm could "navigate even the toughest of market conditions".

McDonald's has been working for months to try to reignite enthusiasm among customers, after facing a backlash over rising prices, especially from lower income households.

However, revenue at US McDonald's outlets that have been open at least a year sank 3.6% in the first three months of 2025 compared to a year earlier.

That is the steepest decline in like-for-like sales in the US since the three months to the end of June 2020 when pandemic restrictions were in place.

The surprise drop in sales coincided with a contraction in the US economy, which shrank at an annual rate of 0.3% in the first three months of 2025, the first quarterly decline in output since 2022.

Reacting to the growth figures, President Trump called for patience, saying he needed "a little bit of time" and described the numbers as a reflection of the "Biden economy", a reference to his predecessor as president.

However, Danni Hewson, head of financial analysis at AJ Bell, said Americans were nervous and cutting back on discretionary spending as a result.

"They're worried prices will rise even higher and that household budgets, already feeling the impact of previous inflation, will be stretched beyond breaking point," she said.

"They're also nervous about the potential for job losses if the economy continues to stutter as businesses try and make sense of an evolving tariff environment."

McDonald's figures reflect the first two months of Donald Trump's presidency, with the reporting period ending just before his barrage of tariff announcements on 2 April.

Dubbed "Liberation Day", that broadside prompted further confusion among many firms and consumers.

Mr Kempczinski said: "Consumers today are grappling with uncertainty, but they can always count on McDonald's [...] for exceptional value".

"McDonald's has a 70-year legacy of innovation, leadership, and proven agility, all of which give us confidence in our ability to navigate even the toughest of market conditions and gain market share," he added.

Over the same three-month period to March, the slump in McDonald's US sales dragged its global like-for-like revenue down 1%, despite growing sales in Japan, Australia, and the Middle East.

Businesses have had a mix of reactions since Trump began revealing and enforcing his plans for tariffs, which are a tax payable by a person or firm buying a good from overseas.

This week, technology giant Intel said costs would rise and a recession was more likely because of Trump's tariffs.

Sportswear brand Adidas said they would lead to higher prices in the US for popular trainers including the Gazelle and Samba.

Meanwhile, delivery giant DHL paused deliveries worth more than $800 (£603) due to US trade policy before lifting them after negotiating "adjustments" to customs rules.

Trump and his allies have said the policies will help to bring more jobs to the US as firms base factories and operations the country to avoid the new taxes.

However, many companies and economists have said this will be difficult to achieve and will likely mean job losses and economic pain at least in the short term.

https://www.bbc.com/news/articles/cy4vzpggkjno
Based on the article, which of the following statements best represents the implicit reason behind the decrease in McDonald's US sales, beyond what is explicitly stated?
Alternativas
Q3893892 Inglês
McDonald's sales drop as diners face 'uncertainty'

McDonald's has suffered its biggest drop in US sales since the height of Covid, a fall that it said was driven by people's concerns over the US economy.

Despite a marketing tie-in with the Minecraft movie and extended price deals, US customers made fewer visits to the burger chain in the first three months of this year, compared to a year ago.

Chief executive Chris Kempczinski said customers were "grappling with uncertainty".

But he assured investors that the firm could "navigate even the toughest of market conditions".

McDonald's has been working for months to try to reignite enthusiasm among customers, after facing a backlash over rising prices, especially from lower income households.

However, revenue at US McDonald's outlets that have been open at least a year sank 3.6% in the first three months of 2025 compared to a year earlier.

That is the steepest decline in like-for-like sales in the US since the three months to the end of June 2020 when pandemic restrictions were in place.

The surprise drop in sales coincided with a contraction in the US economy, which shrank at an annual rate of 0.3% in the first three months of 2025, the first quarterly decline in output since 2022.

Reacting to the growth figures, President Trump called for patience, saying he needed "a little bit of time" and described the numbers as a reflection of the "Biden economy", a reference to his predecessor as president.

However, Danni Hewson, head of financial analysis at AJ Bell, said Americans were nervous and cutting back on discretionary spending as a result.

"They're worried prices will rise even higher and that household budgets, already feeling the impact of previous inflation, will be stretched beyond breaking point," she said.

"They're also nervous about the potential for job losses if the economy continues to stutter as businesses try and make sense of an evolving tariff environment."

McDonald's figures reflect the first two months of Donald Trump's presidency, with the reporting period ending just before his barrage of tariff announcements on 2 April.

Dubbed "Liberation Day", that broadside prompted further confusion among many firms and consumers.

Mr Kempczinski said: "Consumers today are grappling with uncertainty, but they can always count on McDonald's [...] for exceptional value".

"McDonald's has a 70-year legacy of innovation, leadership, and proven agility, all of which give us confidence in our ability to navigate even the toughest of market conditions and gain market share," he added.

Over the same three-month period to March, the slump in McDonald's US sales dragged its global like-for-like revenue down 1%, despite growing sales in Japan, Australia, and the Middle East.

Businesses have had a mix of reactions since Trump began revealing and enforcing his plans for tariffs, which are a tax payable by a person or firm buying a good from overseas.

This week, technology giant Intel said costs would rise and a recession was more likely because of Trump's tariffs.

Sportswear brand Adidas said they would lead to higher prices in the US for popular trainers including the Gazelle and Samba.

Meanwhile, delivery giant DHL paused deliveries worth more than $800 (£603) due to US trade policy before lifting them after negotiating "adjustments" to customs rules.

Trump and his allies have said the policies will help to bring more jobs to the US as firms base factories and operations the country to avoid the new taxes.

However, many companies and economists have said this will be difficult to achieve and will likely mean job losses and economic pain at least in the short term.

https://www.bbc.com/news/articles/cy4vzpggkjno
How can the tone and structure of the article be best described based on journalistic genres and intent?
Alternativas
Q3893891 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora "emérita" da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido [...].
Considerando o contexto e o uso do termo destacado na frase, assinale a alternativa que apresenta o sinônimo mais apropriado e semanticamente equivalente a "emérita", conforme empregado no trecho. 
Alternativas
Q3893890 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.

Nos anos 1990, o time de Itzhaki fez outra descoberta relevante.


Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase: 

Alternativas
Q3893888 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3893887 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
A classificação dos textos em tipologias e gêneros permite compreender a intenção comunicativa predominante e os traços formais e temáticos que os caracterizam (BAKHTIN, 2011).
Assinale a alternativa que identifica corretamente a tipologia predominante e o gênero textual representado no texto base.
Alternativas
Q3893886 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3893885 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Até então, "havia" um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3893884 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro.
O número de artigos simples presente na frase mencionada é de:
Alternativas
Q3893883 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
[...] uma série de eventos que "culminariam" em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente "levassem" à morte dessas células.
Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:
Alternativas
Q3893830 Inglês
McDonald's sales drop as diners face 'uncertainty'

McDonald's has suffered its biggest drop in US sales since the height of Covid, a fall that it said was driven by people's concerns over the US economy.

Despite a marketing tie-in with the Minecraft movie and extended price deals, US customers made fewer visits to the burger chain in the first three months of this year, compared to a year ago.

Chief executive Chris Kempczinski said customers were "grappling with uncertainty".

But he assured investors that the firm could "navigate even the toughest of market conditions".

McDonald's has been working for months to try to reignite enthusiasm among customers, after facing a backlash over rising prices, especially from lower income households.

However, revenue at US McDonald's outlets that have been open at least a year sank 3.6% in the first three months of 2025 compared to a year earlier.

That is the steepest decline in like-for-like sales in the US since the three months to the end of June 2020 when pandemic restrictions were in place.

The surprise drop in sales coincided with a contraction in the US economy, which shrank at an annual rate of 0.3% in the first three months of 2025, the first quarterly decline in output since 2022.

Reacting to the growth figures, President Trump called for patience, saying he needed "a little bit of time" and described the numbers as a reflection of the "Biden economy", a reference to his predecessor as president.

However, Danni Hewson, head of financial analysis at AJ Bell, said Americans were nervous and cutting back on discretionary spending as a result.

"They're worried prices will rise even higher and that household budgets, already feeling the impact of previous inflation, will be stretched beyond breaking point," she said.

"They're also nervous about the potential for job losses if the economy continues to stutter as businesses try and make sense of an evolving tariff environment."

McDonald's figures reflect the first two months of Donald Trump's presidency, with the reporting period ending just before his barrage of tariff announcements on 2 April.

Dubbed "Liberation Day", that broadside prompted further confusion among many firms and consumers.

Mr Kempczinski said: "Consumers today are grappling with uncertainty, but they can always count on McDonald's [...] for exceptional value".

"McDonald's has a 70-year legacy of innovation, leadership, and proven agility, all of which give us confidence in our ability to navigate even the toughest of market conditions and gain market share," he added.

Over the same three-month period to March, the slump in McDonald's US sales dragged its global like-for-like revenue down 1%, despite growing sales in Japan, Australia, and the Middle East.

Businesses have had a mix of reactions since Trump began revealing and enforcing his plans for tariffs, which are a tax payable by a person or firm buying a good from overseas.

This week, technology giant Intel said costs would rise and a recession was more likely because of Trump's tariffs.

Sportswear brand Adidas said they would lead to higher prices in the US for popular trainers including the Gazelle and Samba.

Meanwhile, delivery giant DHL paused deliveries worth more than $800 (£603) due to US trade policy before lifting them after negotiating "adjustments" to customs rules.

Trump and his allies have said the policies will help to bring more jobs to the US as firms base factories and operations the country to avoid the new taxes.

However, many companies and economists have said this will be difficult to achieve and will likely mean job losses and economic pain at least in the short term.

https://www.bbc.com/news/articles/cy4vzpggkjno
How can the tone and structure of the article be best described based on journalistic genres and intent?
Alternativas
Q3893826 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora "emérita" da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido [...].
Considerando o contexto e o uso do termo destacado na frase, assinale a alternativa que apresenta o sinônimo mais apropriado e semanticamente equivalente a "emérita", conforme empregado no trecho. 
Alternativas
Q3893825 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3893823 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro.
O número de artigos simples presente na frase mencionada é de:
Alternativas
Respostas
17021: D
17022: C
17023: C
17024: B
17025: E
17026: E
17027: E
17028: B
17029: C
17030: E
17031: A
17032: B
17033: A
17034: C
17035: E
17036: C
17037: C
17038: B
17039: E
17040: C