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I. O vocativo é empregado para dirigir-se ao destinatário no início do documento; no corpo do texto, admitem-se os pronomes de tratamento tanto em sua forma abreviada quanto por extenso; e o endereçamento corresponde ao texto constante do envelope que contém a correspondência oficial.
II. No caso de autoridade com o cargo de Ministro de Estado, o endereçamento deve ser feito pela forma "A Sua Excelência o Senhor"; o vocativo, por "Senhor Ministro,"; e, no corpo do texto, deve-se empregar o pronome de tratamento "Vossa Excelência".
III. Os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento devem concordar com a pessoa a quem se dirigem, como na construção 'Vossa Senhoria designará vosso substituto'.
IV. Os adjetivos empregados com pronomes de tratamento devem concordar com o sexo da pessoa a quem se referem, e não com o substantivo que integra a locução. Assim, se o interlocutor for homem, o correto é: Vossa Excelência está atarefado; se for mulher: Vossa Excelência está atarefada.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
Muitas palavras, como o vocábulo 'só', podem apresentar-se de forma idêntica, mas com significados diferentes, os quais, em certos casos, podem ser distinguidos por valores semânticos distintos. Com base nisso, analise o emprego de 'só' no contexto acima e nas frases a seguir:
I. Todos saíram e só um ficou.
II. Viajei por um lugar distante e só.
III. Ele se sentiu muito só durante a viagem.
IV. Foi indicado que saíssem só após a tempestade cessar.
Após a análise, identifique a alternativa CORRETA que apresenta o vocábulo 'só' nas frases com o mesmo valor gramatical do apresentado no trecho inicial.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
O emprego da vírgula decorre de diferentes regras gramaticais. No trecho em análise, por exemplo, ela foi utilizada para isolar um adjunto adverbial intercalado na frase. Avalie, agora, o uso desse sinal de pontuação nas frases a seguir, conforme outras regras de emprego.
I. O lobo, viu-o o caçador.
II. Ele sairá daqui logo, ou eu me desligarei do grupo.
III. Teve duas fases a nossa paixão, ou ligação, ou qualquer outro nome que se atribua ao que vivemos.
IV. Abrem-se lírios, e jasmins, e rosas.
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta as frases cujo emprego da vírgula está de acordo com a norma-padrão.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e7w5xxnngo>. Acesso em 12/2/2026, com adaptações.
Dados os sentidos do texto, a conjunção “Embora” expressa uma
Revista Piauí, dez/2025.
Infere-se do texto que a primeira conferência do clima realizada na Amazônia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
Com base nas classes de palavras, julgue as afirmativas a seguir:
I. O termo 'entender' é um verbo que adquire valor nominal, exercendo a função de núcleo do sujeito da oração.
II. O vocábulo 'crucial' é um adjetivo exercendo a função de predicativo do sujeito.
III. O pronome 'que' em 'para que os cientistas possam prever' exerce função de conjunção subordinativa integrante causal.
IV. O termo 'mais' é um advérbio de intensidade, modificando o verbo 'prever' exercendo a função de adjunto adverbial.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
I. O vocábulo 'aquecimento' é formado pelo mesmo processo de formação do vocábulo 'adjacente'.
II. A palavra 'recuo' exemplifica derivação regressiva, pois é formada a partir da redução do verbo 'recuar' pela retirada da terminação de infinitivo.
III. O vocábulo 'marinho' é formado por um processo em que se adiciona um sufixo, que possui existência independente na língua, resultando em uma nova palavra com mudança da classificação morfológica.
IV. O vocábulo 'gelo' é um exemplo de palavra que não pode ser reduzida a grupos menores de palavras porque possui apenas um núcleo que carrega toda a significação da palavra que é reconhecida no mundo em que vivemos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
I. O compositor demonstra desconhecimento das regras gramaticais, o que empobrece a expressividade do texto.
II. A letra traz inovação lexical de origem estrangeira, incorporada ao português informal.
III. O emprego dessas variações revela uma estratégia estética de valorização da fala popular.
IV. As variações utilizadas produzem um efeito humorístico e afetivo, marcado pela oralidade e pela identidade popular.
I. A tese defendida pelo autor é a de que verdadeiro mérito político depende mais da sorte que da virtude pessoal.
II. Utiliza como argumento exemplos de líderes históricos que se destacaram por sua capacidade de ação.
III. Ciro, Rômulo e Teseu fundaram reinos, não pela sorte, mas porque souberam aproveitar a ocasião.
IV. A argumentação do texto é construída por analogia.