Questões de Concurso
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Karina é auxiliar administrativo da Prefeitura Municipal de Pinheiro Preto e entre as suas atribuições está a digitação de cartas, memorandos e outros documentos, tarefa em que deve observar as normas e recomendações relativas à digitação qualitativa. Com base em Kaspary (2017), analise a sentença abaixo, relativa à digitação qualitativa:
Em atos normativos, as datas devem ser escritas por extenso sem que o algarismo indicativo do dia seja precedido de zero, por exemplo: “3 de fevereiro de 2026” e não “03 de fevereiro de 2026” (1ª parte). O primeiro dia do mês, em atos normativos, deve ser indicado pelo algarismo 1 precedido de zero, por exemplo: “01 de fevereiro de 2026” (2ª parte). Os números cardinais, quando designam um ano, devem ser escritos sem ponto ou espaço separando as classes, por exemplo “2025” ou “2026” e não “2.025” ou “2 026” (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.
Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás
desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial
para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e
sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de
bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.
Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi)
Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos,
explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o
desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.
Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno
do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já
haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou
se seria possível produzir também tecido a partir do material.
Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a
sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando
começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de
roupas tem crescido de forma tão exacerbada.
O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia
uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão
longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e
com poucos recursos", afirmou.
Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode
mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com
dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do
planeta", completou.
Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização,
a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se
fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um
pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.
Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três
horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de
80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é
feita a clarificação do material com água oxigenada.
O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o
bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa.
"Fica como se fosse um mini algodão. Então, a gente faz o processo de
fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais.
Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou
Gabrielle.
Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que
representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso
ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país
processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra
2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço.
Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por
safra.
De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é
descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica)
nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos,
como, por exemplo, ração animal.
Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".
https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.
Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás
desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial
para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e
sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de
bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.
Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi)
Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos,
explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o
desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.
Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno
do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já
haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou
se seria possível produzir também tecido a partir do material.
Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a
sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando
começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de
roupas tem crescido de forma tão exacerbada.
O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia
uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão
longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e
com poucos recursos", afirmou.
Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode
mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com
dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do
planeta", completou.
Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização,
a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se
fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um
pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.
Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três
horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de
80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é
feita a clarificação do material com água oxigenada.
O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o
bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa.
"Fica como se fosse um mini algodão. Então, a gente faz o processo de
fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais.
Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou
Gabrielle.
Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que
representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso
ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país
processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra
2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço.
Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por
safra.
De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é
descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica)
nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos,
como, por exemplo, ração animal.
Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".
https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
Levando em conta os aspectos fonológicos da língua, abrangendo a prosódia e a ortoepia, tanto dos vocábulos presentes no texto quanto de outros alheios a esse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. Nos vocábulos 'entrevista' e 'projeto', nota-se que os segmentos iniciais concorrem para uma articulação mais fluente: no primeiro, em razão da ocorrência de um dígrafo vocálico; no segundo, pela justaposição imediata de duas consoantes inseparáveis.
II. A letra 'u', quando ocorre após 'g' ou 'q', pode assumir diferentes comportamentos fonéticos: em certos casos, realiza-se como vogal ou semivogal, sendo efetivamente pronunciada, como em 'quando'; em outros, integra um dígrafo, não se manifestando na cadeia sonora, como em 'equino'.
III. Determinadas formas admitidas pelo sistema ortográfico comportam variações na grafia em razão de diferentes realizações fonéticas, como ocorre com 'abrupto', que pode ser registrado tanto com hífen (ab-rupto) quanto sem hífen (abrupto), sendo ambas as formas consideradas corretas.
IV. A silabada configura um desvio de prosódia que consiste no deslocamento indevido do acento tônico de uma palavra. Em muitos casos, por desconhecer a sílaba tônica correta, o falante acaba por não a pronunciar de forma adequada. Desse modo, vocábulos como 'ureter' e 'sutil' são corretamente pronunciados com acento tônico na última sílaba, ao passo que 'rubrica' e 'avaro' são, por vezes, indevidamente articulados como proparoxítonos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Com base na regência verbal e no acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos abaixo, retirados do texto:
• “___, no entanto, um mistério fascinante por trás desses padrões”.
• “os gatos que possuem mutações em ambas ___ cópias desse gene”.
• “À medida que os estudos avançam, novas descobertas sobre a genética felina vêm ___ tona”.
De acordo com o texto, sobre as manchas e listras de felinos, analise as assertivas abaixo:
I. Embora existam muitos tipos diferentes de felinos com suas próprias variações de cor, ao gato doméstico é atribuído o padrão de pelagem com listras.
II. Atualmente, para os pesquisadores, é possível explicar como desvendar o padrão de cores dos felinos utilizando mecanismos genéticos.
III. Os cientistas conseguiram identificar que certos genes influenciam diretamente as dimensões e a configuração das manchas e listras que aparecem no pelo de gatos domésticos.
Quais estão corretas?
I. O nível fonológico apresenta maior destaque no início da alfabetização, quando a criança está aprendendo a relacionar fonemas e grafemas. Contudo, sua relevância diminui nas etapas posteriores, deixando de exercer influência significativa sobre a ortografia e a compreensão leitora.
II. O nível morfológico favorece a leitura fluente, pois o reconhecimento de afixos e radicais auxilia na identificação mais rápida de palavras complexas. Entretanto, sua contribuição para a escrita limita-se predominantemente à elaboração de enunciados simples.
III. O nível semântico, relacionado à amplitude vocabular e à eficiência no acesso lexical, contribui para a fluidez e para a compreensão textual, porém sua importância restringe-se, sobretudo, às fases iniciais do processo de alfabetização.
Está(ão) INCORRETA(S):
No âmbito da Administração Pública, os atos oficiais possuem estrutura e finalidade específicas, conforme orientações do Manual de Redação da Presidência da República. Sobre os diferentes tipos de atos oficiais, assinale a alternativa CORRETA.
A constituição de um repertório literário implica o reconhecimento de obras e de seus respectivos autores, bem como a compreensão dos elementos temáticos que as caracterizam. Considerando esses aspectos, analise as assertivas a seguir.
I.Clarice Lispector é autora de "A paixão segundo G.H.", obra em que a narrativa se constrói a partir de uma experiência limite da protagonista, marcada por intensa introspecção e questionamento existencial.
II.Carolina Maria de Jesus escreveu "Quarto de despejo", obra em que registra, em forma de diário, a vida em uma favela paulistana.
III.Jorge Amado é autor de "Capitães da Areia", romance que retrata a vida de meninos em situação de rua na cidade de Salvador.
IV.Conceição Evaristo é autora de "Olhos d'água", coletânea de contos que tematiza experiências marcadas por desigualdade, memória e resistência.
Acerca das assertivas acima, assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
CNPq 75 anos: uma jornada estratégica para o Brasil
A criação do CNPq, em 1951, foi um dos movimentos mais visionários da história do Brasil. Em um contexto em que o sistema científico nacional ainda era incipiente, a decisão de instituir uma agência dedicada à ciência e à tecnologia revelou a compreensão de que o conhecimento seria essencial ao desenvolvimento.
Idealizado pelo almirante Álvaro Alberto, com apoio da comunidade científica, o então Conselho Nacional de Pesquisas nasceu vinculado à presidência da República, com a missão de formar recursos humanos, apoiar a pesquisa e estruturar a ciência no país.
Ao longo de 75 anos, o CNPq consolidou-se como um dos pilares do sistema nacional de ciência e tecnologia. Milhares de estudantes foram formados por meio de suas bolsas, da iniciação científica ao pós-doutorado, e gerações de pesquisadores tiveram suas trajetórias viabilizadas pela agência, contribuindo para a expansão e qualificação da produção científica brasileira.
Seu impacto ultrapassa o financiamento individual. O CNPq foi decisivo na consolidação da pós graduação, no fortalecimento de instituições estratégicas e na articulação de programas estruturantes em diversas áreas do conhecimento.
Também teve papel relevante na promoção da cooperação internacional, estabelecendo parcerias com instituições de dezenas de países e inserindo o Brasil em redes globais de pesquisa. O apoio à formação no exterior teve efeito multiplicador, com o retorno de cientistas que criaram novos grupos e ampliaram a capilaridade do sistema científico.
Programas como o Pronex, os Institutos do Milênio e os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) consolidaram redes de excelência. A Plataforma Lattes tornou-se ferramenta central para organização e avaliação da atividade científica no país.
Mesmo diante de restrições orçamentárias, o CNPq manteve sua atuação graças ao compromisso de seu corpo técnico e da comunidade científica. O sistema de avaliação por pares assegurou que mérito e relevância permanecessem critérios fundamentais na concessão de apoio.
Celebrar os 75 anos do CNPq é reconhecer que não há desenvolvimento sustentável sem investimento contínuo em ciência, tecnologia e educação. Em um mundo cada vez mais orientado pelo conhecimento, a estabilidade do financiamento científico é condição estratégica para inovar, competir e enfrentar desafios econômicos, sociais e ambientais. A inovação, em suas diversas dimensões, nasce desse ecossistema, convertendo conhecimento em soluções e desenvolvimento.
Nós, que tivemos a honra de presidir o CNPq em diferentes momentos de sua história, testemunhamos de perto o impacto transformador dessa instituição. Sabemos que seus resultados não se constroem no curto prazo, mas ao longo de décadas, com continuidade de políticas públicas, compromisso institucional e confiança na ciência.
O CNPq foi, é e continuará sendo uma instituição essencial para o Brasil. Seu impacto se constrói ao longo do tempo, com continuidade de políticas públicas e visão de longo prazo —bases indispensáveis para que a ciência siga contribuindo para o futuro do país.
"A criação do CNPq, em 1951, foi um dos movimentos mais visionários da história do Brasil. Em um contexto em que o sistema científico nacional ainda era incipiente, a decisão de instituir uma agência dedicada à ciência e à tecnologia revelou a compreensão de que o conhecimento seria essencial ao desenvolvimento".
De acordo com o trecho, avalie as assertivas que se seguem no que diz respeito à gramática normativa vigente.
I.Em relação à norma-padrão, há um desvio ortográfico no emprego da palavra "incipiente", uma vez que, no contexto utilizado, o termo deveria ter sido substituído por "insipiente", já que apresenta valor semântico de "inicial", embora isso em nada prejudique a consolidação comunicativa.
II.No segmento "Em um contexto em que", o termo "em que" é constituído por conjunção integrante acompanhada de preposição e pode ser substituído, sem prejuízo sintático-semântico, pelo termo "onde", segundo a norma-padrão.
III.A forma verbal "revelou" encontra-se no pretérito perfeito do modo indicativo, uma vez que aponta uma ação concluída no passado, tomada como fato certo no eixo da enunciação, e apresenta como núcleo do sujeito o termo "decisão".
IV.A última oração do trecho classifica-se como oração subordinada substantiva completiva nominal.
Acerca das assertivas acima, assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
CNPq 75 anos: uma jornada estratégica para o Brasil
A criação do CNPq, em 1951, foi um dos movimentos mais visionários da história do Brasil. Em um contexto em que o sistema científico nacional ainda era incipiente, a decisão de instituir uma agência dedicada à ciência e à tecnologia revelou a compreensão de que o conhecimento seria essencial ao desenvolvimento.
Idealizado pelo almirante Álvaro Alberto, com apoio da comunidade científica, o então Conselho Nacional de Pesquisas nasceu vinculado à presidência da República, com a missão de formar recursos humanos, apoiar a pesquisa e estruturar a ciência no país.
Ao longo de 75 anos, o CNPq consolidou-se como um dos pilares do sistema nacional de ciência e tecnologia. Milhares de estudantes foram formados por meio de suas bolsas, da iniciação científica ao pós-doutorado, e gerações de pesquisadores tiveram suas trajetórias viabilizadas pela agência, contribuindo para a expansão e qualificação da produção científica brasileira.
Seu impacto ultrapassa o financiamento individual. O CNPq foi decisivo na consolidação da pós graduação, no fortalecimento de instituições estratégicas e na articulação de programas estruturantes em diversas áreas do conhecimento.
Também teve papel relevante na promoção da cooperação internacional, estabelecendo parcerias com instituições de dezenas de países e inserindo o Brasil em redes globais de pesquisa. O apoio à formação no exterior teve efeito multiplicador, com o retorno de cientistas que criaram novos grupos e ampliaram a capilaridade do sistema científico.
Programas como o Pronex, os Institutos do Milênio e os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) consolidaram redes de excelência. A Plataforma Lattes tornou-se ferramenta central para organização e avaliação da atividade científica no país.
Mesmo diante de restrições orçamentárias, o CNPq manteve sua atuação graças ao compromisso de seu corpo técnico e da comunidade científica. O sistema de avaliação por pares assegurou que mérito e relevância permanecessem critérios fundamentais na concessão de apoio.
Celebrar os 75 anos do CNPq é reconhecer que não há desenvolvimento sustentável sem investimento contínuo em ciência, tecnologia e educação. Em um mundo cada vez mais orientado pelo conhecimento, a estabilidade do financiamento científico é condição estratégica para inovar, competir e enfrentar desafios econômicos, sociais e ambientais. A inovação, em suas diversas dimensões, nasce desse ecossistema, convertendo conhecimento em soluções e desenvolvimento.
Nós, que tivemos a honra de presidir o CNPq em diferentes momentos de sua história, testemunhamos de perto o impacto transformador dessa instituição. Sabemos que seus resultados não se constroem no curto prazo, mas ao longo de décadas, com continuidade de políticas públicas, compromisso institucional e confiança na ciência.
O CNPq foi, é e continuará sendo uma instituição essencial para o Brasil. Seu impacto se constrói ao longo do tempo, com continuidade de políticas públicas e visão de longo prazo —bases indispensáveis para que a ciência siga contribuindo para o futuro do país.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
CNPq 75 anos: uma jornada estratégica para o Brasil
A criação do CNPq, em 1951, foi um dos movimentos mais visionários da história do Brasil. Em um contexto em que o sistema científico nacional ainda era incipiente, a decisão de instituir uma agência dedicada à ciência e à tecnologia revelou a compreensão de que o conhecimento seria essencial ao desenvolvimento.
Idealizado pelo almirante Álvaro Alberto, com apoio da comunidade científica, o então Conselho Nacional de Pesquisas nasceu vinculado à presidência da República, com a missão de formar recursos humanos, apoiar a pesquisa e estruturar a ciência no país.
Ao longo de 75 anos, o CNPq consolidou-se como um dos pilares do sistema nacional de ciência e tecnologia. Milhares de estudantes foram formados por meio de suas bolsas, da iniciação científica ao pós-doutorado, e gerações de pesquisadores tiveram suas trajetórias viabilizadas pela agência, contribuindo para a expansão e qualificação da produção científica brasileira.
Seu impacto ultrapassa o financiamento individual. O CNPq foi decisivo na consolidação da pós graduação, no fortalecimento de instituições estratégicas e na articulação de programas estruturantes em diversas áreas do conhecimento.
Também teve papel relevante na promoção da cooperação internacional, estabelecendo parcerias com instituições de dezenas de países e inserindo o Brasil em redes globais de pesquisa. O apoio à formação no exterior teve efeito multiplicador, com o retorno de cientistas que criaram novos grupos e ampliaram a capilaridade do sistema científico.
Programas como o Pronex, os Institutos do Milênio e os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) consolidaram redes de excelência. A Plataforma Lattes tornou-se ferramenta central para organização e avaliação da atividade científica no país.
Mesmo diante de restrições orçamentárias, o CNPq manteve sua atuação graças ao compromisso de seu corpo técnico e da comunidade científica. O sistema de avaliação por pares assegurou que mérito e relevância permanecessem critérios fundamentais na concessão de apoio.
Celebrar os 75 anos do CNPq é reconhecer que não há desenvolvimento sustentável sem investimento contínuo em ciência, tecnologia e educação. Em um mundo cada vez mais orientado pelo conhecimento, a estabilidade do financiamento científico é condição estratégica para inovar, competir e enfrentar desafios econômicos, sociais e ambientais. A inovação, em suas diversas dimensões, nasce desse ecossistema, convertendo conhecimento em soluções e desenvolvimento.
Nós, que tivemos a honra de presidir o CNPq em diferentes momentos de sua história, testemunhamos de perto o impacto transformador dessa instituição. Sabemos que seus resultados não se constroem no curto prazo, mas ao longo de décadas, com continuidade de políticas públicas, compromisso institucional e confiança na ciência.
O CNPq foi, é e continuará sendo uma instituição essencial para o Brasil. Seu impacto se constrói ao longo do tempo, com continuidade de políticas públicas e visão de longo prazo —bases indispensáveis para que a ciência siga contribuindo para o futuro do país.
Na correspondência oficial, a impressão pode ocorrer em ambas as faces do papel. Nesse caso, as margens esquerda e direita terão as distâncias invertidas nas páginas pares (margem espelho) (1ª parte). Para destaques, deve-se utilizar, sem abuso, o negrito. Deve-se evitar destaques com uso de itálico, sublinhado, letras maiúsculas, sombreado, sombra, relevo, bordas ou qualquer outra forma de formatação que afete a sobriedade e a padronização do documento (2ª parte). Os textos devem ser impressos nas cores preta, azul marinho ou cinza chumbo em papel branco (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
Produção agrícola maior deve fortalecer geração de bioenergia.
Episódios recentes envolvendo rotas marítimas próximas ao Estreito de Ormuz — corredor estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo — retomou o debate sobre a segurança da oferta global de energia, desde o abastecimento aos preços dos fretes, da inflação energética e estabilidade logística.
O Brasil aparece como um caso particular entre as grandes economias: ao mesmo tempo em que o mercado global acompanha a volatilidade do petróleo, o país amplia a produção agrícola e, com ela, a oferta potencial de matérias-primas para energia renovável. A avaliação é da Fex Agro da rede de revendas de insumos em Mato Grosso.
Segundo o CEO da empresa, Daniel Barbosa, o avanço da colheita de grãos amplia a oferta de ativos energéticos ligados ao agronegócio brasileiro é uma oportunidade para que o país avance na geração de alternativas, como os biocombustíveis.
"Num ambiente em que o mundo volta a perceber o quanto ainda depende do petróleo, o Brasil apresenta uma combinação muito difícil de replicar: uma safra em grande escala, uma base energética renovável consolidada e capacidade industrial para agregar valor dentro da própria cadeia produtiva", afirma.
Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam avanço consistente da safra, com mais de 50% da área de soja, principal cultura agrícola do país, colhida.
O executivo se demonstra otimista ao defender que a expansão da produção agrícola reforça a disponibilidade de insumos para diferentes rotas energéticas. "O país colhe grãos, mas também amplia a oferta de matéria-prima para etanol, biodiesel, biometano e novas alternativas energéticas. Poucos países possuem um programa de biocombustíveis tão avançado quanto o brasileiro, o que aumenta a resiliência diante de choques externos", ressalta.
A discussão ganha relevância no momento em que o setor de biocombustíveis apresenta propostas para acelerar a transição energética no país, após a COP30, evento que culminou no documento "Fósseis", com etapas de transição até 2040.
O documento sugere ampliar o uso de etanol, biodiesel, combustível sustentável de aviação (SAF), biometano, produzido a partir de resíduos agropecuários, especialmente em regiões produtoras, e hidrogênio de baixa emissão de carbono.
Para a Fex Agro, a atual conjuntura internacional tende a reforçar a relevância desse modelo energético. "Quando petróleo, frete e segurança logística voltam ao centro do debate global, países capazes de produzir energia a partir do próprio campo passam a ter outro peso econômico. O Brasil já tem essa estrutura e ainda possui espaço para expandi-la", afirma o executivo.
Barbosa também defende maior visibilidade internacional para a sustentabilidade da produção agrícola brasileira. Segundo ele, a legislação ambiental e o modelo de preservação adotado pelos produtores ainda são pouco reconhecidos fora do país.
O etanol brasileiro permanece como um dos pilares da transição. Além da produção tradicional a partir da cana-de-açúcar, cresce o modelo baseado no milho, no qual a fabricação do biocombustível ocorre junto à geração de DDG, insumo proteico utilizado na nutrição animal.
"O milho sintetiza bem esse novo entendimento sobre as energias renováveis: da mesma matéria-prima saem energia, proteína e valor industrial. É uma cadeia que responde simultaneamente a três demandas globais — energia, alimento e eficiência produtiva", afirma Barbosa.
https://www.cnnbrasil.com.br/agro/producao-agricola-maior-deve-fortale
cer-geracao-de-bioenergia/
Analise a transitividade dos verbos 'colher' e 'ampliar' no trecho e nos diferentes contextos que serão apresentados. Assinale V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
(__) O verbo 'colher' atua como transitivo direto, podendo variar sua transitividade conforme o contexto, como na frase "Quando começou a chover, minha mãe colheu a roupa do varal para não molhar", em que assume função bitransitiva.
(__) O verbo 'colher', no contexto, atua com a mesma transitividade observada na frase "Quando era criança, o menino colhia passarinhos escondido dos pais".
(__) O verbo ampliar atua como transitivo direto, assim como na frase "A indústria faz campanha para ampliar o uso de seus produtos".
(__) O verbo 'ampliar', no contexto, apresenta transitividade distinta da apresentada na frase " Ampliara a fazenda com as terras que adquirira dos vizinhos".
Após análise das afirmativas, identifique a sequência CORRETA.
“A insônia clínica crônica requer mais do que apenas jogos de palavras”.

