Questões de Concurso
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“Noite de luar”
Assinale a alternativa que identifica corretamente o tipo de verso.
Analise o trecho a seguir:
“A professora explicou que os alunos compreenderam o conteúdo e aplicaram o conceito corretamente.”
Considerando a relação sintática entre as orações e a estrutura do predicado na oração subordinada, o período classifica-se como:
No âmbito da Análise do Discurso e da História Cultural, os conceitos de condições de produção, circulação e recepção do texto são empregados para compreender a constituição social dos sentidos.
À luz dessa perspectiva teórico-metodológica, assinale a alternativa correta.
No campo dos estudos narrativos, o conceito de “epifania” é recorrente na análise de textos breves, especialmente em determinadas formas literárias modernas.
Considerando esse conceito, assinale a alternativa que caracteriza corretamente o conceito no âmbito da narrativa literária.
Considere o enunciado abaixo, proferido em um comentário político veiculado na mídia digital:
“Esse governo realmente construiu um admirável mundo novo.”
A interpretação crítica desse enunciado depende do reconhecimento de sua relação com a obra Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley. À luz dos estudos sobre intertextualidade e significação contextual, assinale a alternativa que explica o funcionamento semântico-discursivo dessa construção.
“Antes mesmo de deixar a cidade, ele já sabia que, anos depois, retornaria apenas para reconhecer o corpo da mãe e encerrar uma história que ainda nem havia começado.”
O fragmento narrativo apresenta um deslocamento temporal específico em relação ao eixo principal da narrativa. Considerando os elementos estruturais da narrativa, assinale a alternativa correta quanto ao recurso empregado.
“Embora o texto apresente argumentos consistentes, apenas alguns dados sustentam plenamente a conclusão.”
Com base nessa abordagem, assinale a alternativa correta quanto à identificação dos elementos linguísticos destacados.
“O desmatamento cresce no país. A perda de áreas florestais afeta ecossistemas inteiros. Espécies desaparecem e o equilíbrio ambiental se rompe. Comunidades locais sofrem consequências diretas. As políticas públicas são insuficientes para conter esse processo.”
Quanto à coerência global e à coesão sequencial, esse texto é:
(__) O modo narrativo organiza o discurso a partir de uma sequência temporal de eventos, reais ou fictícios, que envolvem agentes, ações e transformações. Sua lógica fundamental é a da mudança no tempo: algo acontece, rompe um estado inicial e conduz a um novo estado final.
(__) O modo descritivo organiza o discurso a partir da caracterização de seres, objetos, espaços ou estados, estruturando-se prioritariamente pela progressão temporal dos acontecimentos e pela sucessão de ações.
(__) O modo expositivo tem como finalidade principal informar, explicar ou sistematizar conhecimentos. Ele se orienta pela lógica da clareza, da ordenação conceitual e da progressão lógica, sendo típico de textos científicos, didáticos, enciclopédicos e institucionais.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta.
“Na alma antiga ecoa a dor”
Durante a contagem silábica poética desse verso, observa-se a fusão sonora entre vogais de palavras distintas, reduzindo o número de sílabas métricas. Esse fenômeno recebe, na teoria da versificação, a denominação de:
Assinale a alternativa que apresenta figuras de linguagem associadas a esses efeitos no texto lírico.
Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta um exemplo de hipérbato.
“Sob o pretexto de modernização administrativa, o novo regulamento reorganiza fluxos, redefine prioridades e, silenciosamente, normaliza a exclusão de sujeitos historicamente marginalizados.”
Com base nos conceitos de denotação, conotação e efeitos de sentido, bem como em pressupostos da semântica discursiva, analise as afirmações a seguir.
I. O termo “modernização administrativa” opera predominantemente em nível denotativo, uma vez que remete a um processo técnico de reorganização institucional, semanticamente estável e desprovido de valoração ideológica.
II. A expressão “silenciosamente” produz um efeito de sentido que ultrapassa a descrição de modo de ação, funcionando como operador argumentativo que sugere ocultamento, assimetria de poder e ausência de debate público.
III. O enunciado constrói seus efeitos de sentido prioritariamente por meio da conotação, mobilizando escolhas lexicais que ativam uma memória discursiva crítica associada a discursos de denúncia social.
IV. A oposição entre “modernização” e “exclusão” instaura um conflito semântico-discursivo que evidencia a impossibilidade de neutralidade da denotação, uma vez que sentidos aparentemente técnicos são ressignificados no interior da formação discursiva.
Está(ão) correta(s) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa corretamente esse deslocamento discursivo promovido pela obra.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Folhas Secas
A inesquecível aula de Matemática e natureza
Eu estava dando uma aula de Matemática e todos os alunos acompanhavam atentamente.
Todos?
Quase. Carolina equilibrava o apontador na ponta da régua, Lucas recolhia as borrachas dos vizinhos e construía um prédio, Renata conferia as canetas e os lápis do seu estojo vermelhíssimo e Hélder olhava para o pátio.
O pátio? O que acontecia no pátio?
Após o recreio, dona Natália varria calmamente as folhas secas e amontoava e guardava tudo dentro de um enorme saco plástico azul. Terminando o varre-varre, dona Natália amarrou a boca do saco plástico e estacionou aquele bafuá de folhas secas perto do portão. Hélder observava atentamente. E eu observava a observação de Hélder - sem descuidar da minha aula de Matemática. De repente, Hélder foi arregalando os olhos e franzindo a testa.
Qual o motivo do espanto?
Hélder percebeu alguma coisa no meio das folhas movendo-se desesperadamente, com aflição, sufoco, falta de ar. Hélder buscava interpretações para a cena, analisava possibilidades, mas o perfil do passarinho já se delineava na transparência azul do plástico.
Um pássaro novo caiu do ninho e foi confundido com as folhas secas e foi varrido e agora lutava pela liberdade.
- Ele tá preso!
O grito de Hélder interrompeu o final da multiplicação de 15 por 127. Todos os alunos olharam para o pátio. E todos nós concordamos, sem palavras: o bico do passarinho tentava romper aquela estranha pele azul. Hélder saiu da sala e nós fomos atrás. E antes
que eu pudesse pronunciar a primeira sílaba da palavra "calma", o saco plástico simplesmente explodiu, as folhas voaram e as crianças pularam de alegria.
Alguns alunos dizem que havia dois passarinhos presos. Outros viram três passarinhos voando felizes e agradecidos. Lucas diz que era um beija-flor. Renata insiste que era uma cigarra. Eu, sinceramente, só vi folhas secas voando.
Para concluir esta inesquecível aula de Matemática, pegamos vassouras, pás e sacos plásticos e fomos varrer novamente o pátio.
Conto de Francisco Marques (Chico dos Bonecos), ilustrado por Ivan Zigg.
https://novaescola.org.br/conteudo/3172/folhas-secas
"O saco plástico simplesmente explodiu, as folhas voaram e as crianças pularam de alegria."
De acordo com o uso do verbo 'explodir' no texto, indique a reescrita que não mantém o sentido pretendido.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Folhas Secas
A inesquecível aula de Matemática e natureza
Eu estava dando uma aula de Matemática e todos os alunos acompanhavam atentamente.
Todos?
Quase. Carolina equilibrava o apontador na ponta da régua, Lucas recolhia as borrachas dos vizinhos e construía um prédio, Renata conferia as canetas e os lápis do seu estojo vermelhíssimo e Hélder olhava para o pátio.
O pátio? O que acontecia no pátio?
Após o recreio, dona Natália varria calmamente as folhas secas e amontoava e guardava tudo dentro de um enorme saco plástico azul. Terminando o varre-varre, dona Natália amarrou a boca do saco plástico e estacionou aquele bafuá de folhas secas perto do portão. Hélder observava atentamente. E eu observava a observação de Hélder - sem descuidar da minha aula de Matemática. De repente, Hélder foi arregalando os olhos e franzindo a testa.
Qual o motivo do espanto?
Hélder percebeu alguma coisa no meio das folhas movendo-se desesperadamente, com aflição, sufoco, falta de ar. Hélder buscava interpretações para a cena, analisava possibilidades, mas o perfil do passarinho já se delineava na transparência azul do plástico.
Um pássaro novo caiu do ninho e foi confundido com as folhas secas e foi varrido e agora lutava pela liberdade.
- Ele tá preso!
O grito de Hélder interrompeu o final da multiplicação de 15 por 127. Todos os alunos olharam para o pátio. E todos nós concordamos, sem palavras: o bico do passarinho tentava romper aquela estranha pele azul. Hélder saiu da sala e nós fomos atrás. E antes
que eu pudesse pronunciar a primeira sílaba da palavra "calma", o saco plástico simplesmente explodiu, as folhas voaram e as crianças pularam de alegria.
Alguns alunos dizem que havia dois passarinhos presos. Outros viram três passarinhos voando felizes e agradecidos. Lucas diz que era um beija-flor. Renata insiste que era uma cigarra. Eu, sinceramente, só vi folhas secas voando.
Para concluir esta inesquecível aula de Matemática, pegamos vassouras, pás e sacos plásticos e fomos varrer novamente o pátio.
Conto de Francisco Marques (Chico dos Bonecos), ilustrado por Ivan Zigg.
https://novaescola.org.br/conteudo/3172/folhas-secas
"Carolina equilibrava o apontador na ponta da régua, Lucas recolhia as borrachas dos vizinhos e construía um prédio, Renata conferia as canetas e os lápis do seu estojo vermelhíssimo e Hélder olhava para o pátio."
De acordo com o texto, qual é o objetivo do narrador ao descrever detalhadamente as ações dos alunos?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Folhas Secas
A inesquecível aula de Matemática e natureza
Eu estava dando uma aula de Matemática e todos os alunos acompanhavam atentamente.
Todos?
Quase. Carolina equilibrava o apontador na ponta da régua, Lucas recolhia as borrachas dos vizinhos e construía um prédio, Renata conferia as canetas e os lápis do seu estojo vermelhíssimo e Hélder olhava para o pátio.
O pátio? O que acontecia no pátio?
Após o recreio, dona Natália varria calmamente as folhas secas e amontoava e guardava tudo dentro de um enorme saco plástico azul. Terminando o varre-varre, dona Natália amarrou a boca do saco plástico e estacionou aquele bafuá de folhas secas perto do portão. Hélder observava atentamente. E eu observava a observação de Hélder - sem descuidar da minha aula de Matemática. De repente, Hélder foi arregalando os olhos e franzindo a testa.
Qual o motivo do espanto?
Hélder percebeu alguma coisa no meio das folhas movendo-se desesperadamente, com aflição, sufoco, falta de ar. Hélder buscava interpretações para a cena, analisava possibilidades, mas o perfil do passarinho já se delineava na transparência azul do plástico.
Um pássaro novo caiu do ninho e foi confundido com as folhas secas e foi varrido e agora lutava pela liberdade.
- Ele tá preso!
O grito de Hélder interrompeu o final da multiplicação de 15 por 127. Todos os alunos olharam para o pátio. E todos nós concordamos, sem palavras: o bico do passarinho tentava romper aquela estranha pele azul. Hélder saiu da sala e nós fomos atrás. E antes
que eu pudesse pronunciar a primeira sílaba da palavra "calma", o saco plástico simplesmente explodiu, as folhas voaram e as crianças pularam de alegria.
Alguns alunos dizem que havia dois passarinhos presos. Outros viram três passarinhos voando felizes e agradecidos. Lucas diz que era um beija-flor. Renata insiste que era uma cigarra. Eu, sinceramente, só vi folhas secas voando.
Para concluir esta inesquecível aula de Matemática, pegamos vassouras, pás e sacos plásticos e fomos varrer novamente o pátio.
Conto de Francisco Marques (Chico dos Bonecos), ilustrado por Ivan Zigg.
https://novaescola.org.br/conteudo/3172/folhas-secas
"Alguns alunos dizem que havia dois passarinhos presos. Outros viram três passarinhos voando felizes e agradecidos. Lucas diz que era um beija-flor. Renata insiste que era uma cigarra. Eu, sinceramente, só vi folhas secas voando."
Cada aluno tinha uma versão diferente sobre o que tinha dentro do saco plástico. Isso indica que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Folhas Secas
A inesquecível aula de Matemática e natureza
Eu estava dando uma aula de Matemática e todos os alunos acompanhavam atentamente.
Todos?
Quase. Carolina equilibrava o apontador na ponta da régua, Lucas recolhia as borrachas dos vizinhos e construía um prédio, Renata conferia as canetas e os lápis do seu estojo vermelhíssimo e Hélder olhava para o pátio.
O pátio? O que acontecia no pátio?
Após o recreio, dona Natália varria calmamente as folhas secas e amontoava e guardava tudo dentro de um enorme saco plástico azul. Terminando o varre-varre, dona Natália amarrou a boca do saco plástico e estacionou aquele bafuá de folhas secas perto do portão. Hélder observava atentamente. E eu observava a observação de Hélder - sem descuidar da minha aula de Matemática. De repente, Hélder foi arregalando os olhos e franzindo a testa.
Qual o motivo do espanto?
Hélder percebeu alguma coisa no meio das folhas movendo-se desesperadamente, com aflição, sufoco, falta de ar. Hélder buscava interpretações para a cena, analisava possibilidades, mas o perfil do passarinho já se delineava na transparência azul do plástico.
Um pássaro novo caiu do ninho e foi confundido com as folhas secas e foi varrido e agora lutava pela liberdade.
- Ele tá preso!
O grito de Hélder interrompeu o final da multiplicação de 15 por 127. Todos os alunos olharam para o pátio. E todos nós concordamos, sem palavras: o bico do passarinho tentava romper aquela estranha pele azul. Hélder saiu da sala e nós fomos atrás. E antes
que eu pudesse pronunciar a primeira sílaba da palavra "calma", o saco plástico simplesmente explodiu, as folhas voaram e as crianças pularam de alegria.
Alguns alunos dizem que havia dois passarinhos presos. Outros viram três passarinhos voando felizes e agradecidos. Lucas diz que era um beija-flor. Renata insiste que era uma cigarra. Eu, sinceramente, só vi folhas secas voando.
Para concluir esta inesquecível aula de Matemática, pegamos vassouras, pás e sacos plásticos e fomos varrer novamente o pátio.
Conto de Francisco Marques (Chico dos Bonecos), ilustrado por Ivan Zigg.
https://novaescola.org.br/conteudo/3172/folhas-secas
"Terminando o varre-varre, dona Natália amarrou a boca do saco plástico."
O vocábulo 'varre-varre' está grafado corretamente com hífen. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo grafado INCORRETAMENTE com esse sinal.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Folhas Secas
A inesquecível aula de Matemática e natureza
Eu estava dando uma aula de Matemática e todos os alunos acompanhavam atentamente.
Todos?
Quase. Carolina equilibrava o apontador na ponta da régua, Lucas recolhia as borrachas dos vizinhos e construía um prédio, Renata conferia as canetas e os lápis do seu estojo vermelhíssimo e Hélder olhava para o pátio.
O pátio? O que acontecia no pátio?
Após o recreio, dona Natália varria calmamente as folhas secas e amontoava e guardava tudo dentro de um enorme saco plástico azul. Terminando o varre-varre, dona Natália amarrou a boca do saco plástico e estacionou aquele bafuá de folhas secas perto do portão. Hélder observava atentamente. E eu observava a observação de Hélder - sem descuidar da minha aula de Matemática. De repente, Hélder foi arregalando os olhos e franzindo a testa.
Qual o motivo do espanto?
Hélder percebeu alguma coisa no meio das folhas movendo-se desesperadamente, com aflição, sufoco, falta de ar. Hélder buscava interpretações para a cena, analisava possibilidades, mas o perfil do passarinho já se delineava na transparência azul do plástico.
Um pássaro novo caiu do ninho e foi confundido com as folhas secas e foi varrido e agora lutava pela liberdade.
- Ele tá preso!
O grito de Hélder interrompeu o final da multiplicação de 15 por 127. Todos os alunos olharam para o pátio. E todos nós concordamos, sem palavras: o bico do passarinho tentava romper aquela estranha pele azul. Hélder saiu da sala e nós fomos atrás. E antes
que eu pudesse pronunciar a primeira sílaba da palavra "calma", o saco plástico simplesmente explodiu, as folhas voaram e as crianças pularam de alegria.
Alguns alunos dizem que havia dois passarinhos presos. Outros viram três passarinhos voando felizes e agradecidos. Lucas diz que era um beija-flor. Renata insiste que era uma cigarra. Eu, sinceramente, só vi folhas secas voando.
Para concluir esta inesquecível aula de Matemática, pegamos vassouras, pás e sacos plásticos e fomos varrer novamente o pátio.
Conto de Francisco Marques (Chico dos Bonecos), ilustrado por Ivan Zigg.
https://novaescola.org.br/conteudo/3172/folhas-secas
"Após o recreio, dona Natália varria calmamente as folhas secas e amontoava e guardava tudo dentro de um enorme saco plástico azul."
Com base nas regras de concordância, marque com V, as afirmativas verdadeiras, ou com F, as falsas:
(__)As formas verbais 'varria' e 'amontoava' deveriam estar no plural, pois se referem a mais de uma ação.
(__)A forma verbal 'amontoava' concorda adequadamente com 'folhas secas'.
(__)A forma verbal 'guardava' está concordando adequadamente com 'dona Natália'.
(__)Os adjetivos 'enorme', 'plástico' e 'azul' estão no singular para concordar com 'saco', que também encontra-se sem flexão.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é: