Questões de Concurso
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É uma doença silenciosa, mas que pode ser prevenida com atitudes simples. (4º parágrafo)
( ) A nova faixa de hipertensão está abaixo da antiga de 12/8.
( ) Não controlar a hipertensão é a principal causa de mortes no mundo.
( ) É recomendado medir a pressão ao menos uma vez por ano e ter acompanhamento médico regular.
Leia o texto e responda à questão

Disponível em: https://www.cienciaeclima.eco.br/2017/11/25-tiras-de-jornal-sobre-o-aquecimento.html
Texto 01
Leia o texto e responda à questão
O segundo dia da Cúpula de Líderes da pré-COP30, em Belém (PA), começou nesta sexta-feira (7) com a tradicional “foto de família”, que reuniu mais de 40 chefes de Estado e de governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupou o centro da imagem, ladeado por líderes de países parceiros na Conferência do Clima da ONU, que será realizada oficialmente entre 10 e 21 de novembro.
A foto simboliza o início da fase política da conferência. O encontro, organizado pela Presidência brasileira, reúne representantes de cerca de 140 países e busca dar “direção política” aos debates que ocorrerão na COP30.
Após o registro oficial, Lula seguiu a agenda de reuniões bilaterais com líderes europeus e africanos. O presidente também reafirmou, em conversa com Emmanuel Macron, a prioridade do combate ao desmatamento e à crise climática, e manifestou a expectativa de concluir ainda neste ano o Acordo Mercosul-União Europeia.
Adaptado (Barros, Paulo. https://www.infomoney.com.br/politica/lideres-mundiais-posam-para-foto-de-familia-na-cop30-em-belem/)
Texto 01
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O segundo dia da Cúpula de Líderes da pré-COP30, em Belém (PA), começou nesta sexta-feira (7) com a tradicional “foto de família”, que reuniu mais de 40 chefes de Estado e de governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupou o centro da imagem, ladeado por líderes de países parceiros na Conferência do Clima da ONU, que será realizada oficialmente entre 10 e 21 de novembro.
A foto simboliza o início da fase política da conferência. O encontro, organizado pela Presidência brasileira, reúne representantes de cerca de 140 países e busca dar “direção política” aos debates que ocorrerão na COP30.
Após o registro oficial, Lula seguiu a agenda de reuniões bilaterais com líderes europeus e africanos. O presidente também reafirmou, em conversa com Emmanuel Macron, a prioridade do combate ao desmatamento e à crise climática, e manifestou a expectativa de concluir ainda neste ano o Acordo Mercosul-União Europeia.
Adaptado (Barros, Paulo. https://www.infomoney.com.br/politica/lideres-mundiais-posam-para-foto-de-familia-na-cop30-em-belem/)
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O segundo dia da Cúpula de Líderes da pré-COP30, em Belém (PA), começou nesta sexta-feira (7) com a tradicional “foto de família”, que reuniu mais de 40 chefes de Estado e de governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupou o centro da imagem, ladeado por líderes de países parceiros na Conferência do Clima da ONU, que será realizada oficialmente entre 10 e 21 de novembro.
A foto simboliza o início da fase política da conferência. O encontro, organizado pela Presidência brasileira, reúne representantes de cerca de 140 países e busca dar “direção política” aos debates que ocorrerão na COP30.
Após o registro oficial, Lula seguiu a agenda de reuniões bilaterais com líderes europeus e africanos. O presidente também reafirmou, em conversa com Emmanuel Macron, a prioridade do combate ao desmatamento e à crise climática, e manifestou a expectativa de concluir ainda neste ano o Acordo Mercosul-União Europeia.
Adaptado (Barros, Paulo. https://www.infomoney.com.br/politica/lideres-mundiais-posam-para-foto-de-familia-na-cop30-em-belem/)
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O segundo dia da Cúpula de Líderes da pré-COP30, em Belém (PA), começou nesta sexta-feira (7) com a tradicional “foto de família”, que reuniu mais de 40 chefes de Estado e de governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupou o centro da imagem, ladeado por líderes de países parceiros na Conferência do Clima da ONU, que será realizada oficialmente entre 10 e 21 de novembro.
A foto simboliza o início da fase política da conferência. O encontro, organizado pela Presidência brasileira, reúne representantes de cerca de 140 países e busca dar “direção política” aos debates que ocorrerão na COP30.
Após o registro oficial, Lula seguiu a agenda de reuniões bilaterais com líderes europeus e africanos. O presidente também reafirmou, em conversa com Emmanuel Macron, a prioridade do combate ao desmatamento e à crise climática, e manifestou a expectativa de concluir ainda neste ano o Acordo Mercosul-União Europeia.
Adaptado (Barros, Paulo. https://www.infomoney.com.br/politica/lideres-mundiais-posam-para-foto-de-familia-na-cop30-em-belem/)
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O segundo dia da Cúpula de Líderes da pré-COP30, em Belém (PA), começou nesta sexta-feira (7) com a tradicional “foto de família”, que reuniu mais de 40 chefes de Estado e de governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupou o centro da imagem, ladeado por líderes de países parceiros na Conferência do Clima da ONU, que será realizada oficialmente entre 10 e 21 de novembro.
A foto simboliza o início da fase política da conferência. O encontro, organizado pela Presidência brasileira, reúne representantes de cerca de 140 países e busca dar “direção política” aos debates que ocorrerão na COP30.
Após o registro oficial, Lula seguiu a agenda de reuniões bilaterais com líderes europeus e africanos. O presidente também reafirmou, em conversa com Emmanuel Macron, a prioridade do combate ao desmatamento e à crise climática, e manifestou a expectativa de concluir ainda neste ano o Acordo Mercosul-União Europeia.
Adaptado (Barros, Paulo. https://www.infomoney.com.br/politica/lideres-mundiais-posam-para-foto-de-familia-na-cop30-em-belem/)
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Texto 02
De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
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Texto 02
De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
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De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
Leia o texto e responda à questão.
Texto 02
De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025