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Q4093589 Português

Assinale a alternativa cujas formas verbais preenchem corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem: 



- ___________ muitas coisas para lhe contar. 


- Já __________ muitas pessoas no local da festa.


- Naquele paraíso, __________ tudo de bom.


- Ainda ___________ muitos segredos entre nós.

Alternativas
Q4093587 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada está sendo substantivada, dando nome a uma categoria.
Alternativas
Q4093585 Português

"Não posso compreender que a literatura consista no culto ao dicionário." (Lima Barreto)



A forma verbal destacada no pensamento acima se encontra no: 

Alternativas
Q4093584 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4093583 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade



    O sonho de desbravar o universo sempre esteve presente nos filmes e na literatura de ficção científica, mas, ao longo das últimas décadas, sempre se desfez diante de incontornáveis limitações tecnológicas.


    Vivemos hoje um tempo no qual essas barreiras parecem finalmente estar caindo, principalmente porque empresas privadas como a SpaceX, do bilionário Elon Musk, da Tesla, a Blue Origin, de Jeff Bezos, da Amazon, ea Virgin Galactic, de Richard Branson, decidiram acelerar seus foguetes e entrar para valer na corrida pelo turismo espacial.


    O caminho rumo ao espaço não é mais uma exclusividade de governos, pois, ainda que EUA, Rússia, China, India, Comunidade Europeia, Emirados Arabes Unidos, entre outros, também estejam lançando ou reativando seus programas, a exploração espacial em larga escala só irá acontecer em parceria com o setor privado.


    A chamada Missão Marte já está em andamento. Recentemente, Emirados Árabes, China e EUA pousaram novas sondas no planeta vermelho. No entanto, colocar humanos em solo marciano em condições habitáveis é outra história.


    "Nós temos e acreditamos na tecnologia para enviar humanos a Marte. Para ir estudar lá e retornar", afirma Jim Green, diretor de Ciências Planetárias da Nasa, a agência espacial norte-americana. "Na realidade não é se a tecnologia pode nos deter, é por causa dela que podemos fazer isso. O público americano é bastante generoso e continua nos financiando, e isso é especial. Nós planejamos ter humanos em Marte na década de 2030, ainda em meu tempo de vida", afirma. 

    

    Segundo estudos, uma viagem ao planeta vermelho duraria por volta de 180 dias. Os astronautas ficariam lá entre 20 e 30 dias e voltariam para casa em uma viagem de outros 220 dias, num total de 14 meses. (...)



ESTÚDIO FOLHA. Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade. UOL. Disponível em .<https://estudio.folha.uol.com.br/johnniewalker/2021/02/viagem-ao-espaco-deixa-de-ser-ficcaopara-se-tornar-realidade.shtml>.

"O sonho de desbravar o universo sempre esteve presente nos filmes"



A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

Alternativas
Q4093582 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade



    O sonho de desbravar o universo sempre esteve presente nos filmes e na literatura de ficção científica, mas, ao longo das últimas décadas, sempre se desfez diante de incontornáveis limitações tecnológicas.


    Vivemos hoje um tempo no qual essas barreiras parecem finalmente estar caindo, principalmente porque empresas privadas como a SpaceX, do bilionário Elon Musk, da Tesla, a Blue Origin, de Jeff Bezos, da Amazon, ea Virgin Galactic, de Richard Branson, decidiram acelerar seus foguetes e entrar para valer na corrida pelo turismo espacial.


    O caminho rumo ao espaço não é mais uma exclusividade de governos, pois, ainda que EUA, Rússia, China, India, Comunidade Europeia, Emirados Arabes Unidos, entre outros, também estejam lançando ou reativando seus programas, a exploração espacial em larga escala só irá acontecer em parceria com o setor privado.


    A chamada Missão Marte já está em andamento. Recentemente, Emirados Árabes, China e EUA pousaram novas sondas no planeta vermelho. No entanto, colocar humanos em solo marciano em condições habitáveis é outra história.


    "Nós temos e acreditamos na tecnologia para enviar humanos a Marte. Para ir estudar lá e retornar", afirma Jim Green, diretor de Ciências Planetárias da Nasa, a agência espacial norte-americana. "Na realidade não é se a tecnologia pode nos deter, é por causa dela que podemos fazer isso. O público americano é bastante generoso e continua nos financiando, e isso é especial. Nós planejamos ter humanos em Marte na década de 2030, ainda em meu tempo de vida", afirma. 

    

    Segundo estudos, uma viagem ao planeta vermelho duraria por volta de 180 dias. Os astronautas ficariam lá entre 20 e 30 dias e voltariam para casa em uma viagem de outros 220 dias, num total de 14 meses. (...)



ESTÚDIO FOLHA. Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade. UOL. Disponível em .<https://estudio.folha.uol.com.br/johnniewalker/2021/02/viagem-ao-espaco-deixa-de-ser-ficcaopara-se-tornar-realidade.shtml>.

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação que se encontra no texto "Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade".
Alternativas
Q4093581 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade



    O sonho de desbravar o universo sempre esteve presente nos filmes e na literatura de ficção científica, mas, ao longo das últimas décadas, sempre se desfez diante de incontornáveis limitações tecnológicas.


    Vivemos hoje um tempo no qual essas barreiras parecem finalmente estar caindo, principalmente porque empresas privadas como a SpaceX, do bilionário Elon Musk, da Tesla, a Blue Origin, de Jeff Bezos, da Amazon, ea Virgin Galactic, de Richard Branson, decidiram acelerar seus foguetes e entrar para valer na corrida pelo turismo espacial.


    O caminho rumo ao espaço não é mais uma exclusividade de governos, pois, ainda que EUA, Rússia, China, India, Comunidade Europeia, Emirados Arabes Unidos, entre outros, também estejam lançando ou reativando seus programas, a exploração espacial em larga escala só irá acontecer em parceria com o setor privado.


    A chamada Missão Marte já está em andamento. Recentemente, Emirados Árabes, China e EUA pousaram novas sondas no planeta vermelho. No entanto, colocar humanos em solo marciano em condições habitáveis é outra história.


    "Nós temos e acreditamos na tecnologia para enviar humanos a Marte. Para ir estudar lá e retornar", afirma Jim Green, diretor de Ciências Planetárias da Nasa, a agência espacial norte-americana. "Na realidade não é se a tecnologia pode nos deter, é por causa dela que podemos fazer isso. O público americano é bastante generoso e continua nos financiando, e isso é especial. Nós planejamos ter humanos em Marte na década de 2030, ainda em meu tempo de vida", afirma. 

    

    Segundo estudos, uma viagem ao planeta vermelho duraria por volta de 180 dias. Os astronautas ficariam lá entre 20 e 30 dias e voltariam para casa em uma viagem de outros 220 dias, num total de 14 meses. (...)



ESTÚDIO FOLHA. Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade. UOL. Disponível em .<https://estudio.folha.uol.com.br/johnniewalker/2021/02/viagem-ao-espaco-deixa-de-ser-ficcaopara-se-tornar-realidade.shtml>.

O texto "Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade" enquadra-se no gênero:
Alternativas
Q4093530 Português
"Essa é uma importante questão______"  
Assinale a alternativa em que todas as expressões completam corretamente a lacuna acima, de acordo com as normas de regência verbal. 
Alternativas
Q4093529 Português
Assinale C ou E conforme cada enunciado abaixo esteja respectivamente certo ou errado em relação à concordância do verbo destacado. A seguir, assinale a sequência obtida.

( ) O relógio da catedral bateu dez horas. ( ) Choveram confetes durante a festa. ( ) Haviam muitos pontos importantes. ( ) Homologou-se a lista de intenções.
Alternativas
Q4093527 Português
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem:

- Havia uma grande tendência__ suspender as aulas em função do feriado prolongado.
- Pedi __ela que mantivesse __más companhias afastadas, para sua segurança.
- Foi disparado um tiro__ queima-roupа, conforme foi relatado __polícia técnica.
Alternativas
Q4093524 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada está sendo empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q4093521 Português
A velhinha e o celular


     Era noite e eu costumava dormir cedo naquela época. Já estava nos primeiros preparativos para isso quando escutei que batiam à porta. Eu não conhecia muita gente por ali e imaginei que só podia ser a velhinha. De vez em quando ela vinha pedir a minha ajuda em alguma coisa. Por alguma razão, ela havia simpatizado comigo. Talvez eu tenha mesmo a aparência de bom moço. Costumo ser paciente com os outros, provavelmente por saber que é assim que eu preciso que os outros sejam comigo. Só que não é sempre que estou de boa vontade. Essa velhinha já havia batido à minha porta em horas inoportunas. Nunca deixei de atender, mas foi ao custo de muito domínio próprio que escondi o meu incômodo.

     (...) Como em noites anteriores, ela me estendeu o seu celular. Um modelo antiquíssimo, desses que só servem para telefonar e mandar mensagem. Para a velhinha, eu representava a geração Z, aquela gente que já nasceu conectada e que entende tudo sobre tecnologia. Os óculos, de certo, completavam essa impressão. Mas a verdade é que eu pouco entendo desse mundo, mal consigo lidar com o meu próprio celular. Muitas vezes já aconteceu de me passarem o celular para ver se eu resolvia algum problema e eu devolver sem ter conseguido absolutamente nada. A sorte é que o problema da velhinha era mais fácil.

     Ora, ela apenas não estava conseguindo ligar o dito cujo. Não era a primeira vez que isso acontecia, ela imaginava que fosse algum problema do celular, que tivesse estragado ou algo do tipo. Mas eu peguei o celular e, como das outras vezes, segurei o botão de ligar por alguns segundos, até que ele desse algum sinal de vida. Não demorou e uma imagem apareceu na tela, comprovando o sucesso do meu método. Eu era jovem e não podia entender como é que alguém não conseguia ligar o celular. Uma vez, vá lá. Mas eu já havia explicado para a velhinha várias vezes como é que se faz para ligar um celular, e ela sempre voltava, e sempre achava que o problema era o celular.

     (...) Devolvido o celular, ela me agradeceu, com exagero, deu boa noite e voltou para casa. Talvez nós nos víssemos novamente na noite seguinte.


FENDRICH, Henrique. A velhinha e o celular. Escotilha.
Disponível em
<https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/velhinha-e-o-celular/>.
O texto "A velhinha е о сelular" é predominantemente:
Alternativas
Q4093443 Português
Assinale a alternativa em que as duas palavras foram grafadas corretamente quanto ao uso ou não do hífen: 
Alternativas
Q4093440 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

SC trata apenas 33,9% do esgoto e, neste ritmo, só atingirá metas de saneamento em 2055

Sem lei estadual de regionalização, Estado coleta pouco mais de um terço do esgoto e segue distante da meta de universalização prevista no novo marco legal

Santa Catarina, Estado reconhecido pelos bons indicadores de qualidade de vida, está muito atrás da média nacional quando o assunto é coleta e tratamento de esgoto. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento (SNIS), apenas 33,9% da população catarinense é atendida por redes coletoras ligadas a estações de tratamento, enquanto a média nacional chega a 59,7%.
O Instituto Trata Brasil calcula que, no ritmo atual, o Estado só atingirá as metas do novo marco legal do saneamento em 2055 — ou seja, 30 anos após o prazo estabelecido pela lei, que prevê 99% da população com acesso à água potável e 90% com tratamento de esgoto até 2033.
A falta de tratamento adequado resulta em um despejo diário de 775 milhões de litros de esgoto bruto na natureza, o equivalente a 310 piscinas olímpicas cheias de água suja. Para o professor de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Rodrigo Mohedano, os prejuízos vão muito além do meio ambiente: "A gente acaba com todos os sistemas ecossistêmicos que a natureza gera para nós. O prejuízo não é só ambiental, mas também na saúde pública, na economia, no turismo e na qualidade de vida".
De acordo com a presidente-executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto, os investimentos no setor estão muito abaixo do necessário.

[...] (Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/noticias/sc-trata-apenas-339-do-esgoto-e-n este-ritmo-so-atingira-metas-de-saneamento-em-2055. Acesso em: 06 mai. 2026. Adaptado.)
De acordo com o texto, entende-se por "universalização" do acesso à água potável e ao tratamento de esgoto que: 
Alternativas
Q4093404 Português
Assinale a alternativa em que as duas palavras foram grafadas corretamente quanto ao uso ou não do hífen: 
Alternativas
Q4093403 Português
Analise as sentenças quanto à colocação pronominal:
I.Chama-se à própria responsabilidade o cuidar do acesso à água.
II.A agência se coloca à disposição para discutir e cuidar do acesso à água para toda a população.
III.Sempre chamaram-no à responsabilidade, afinal, era responsável pela agência que regula o saneamento básico da cidade.
IV.Quem nos explicará os pormenores da nova legislação de saneamento básico?
Está correta a colocação dos pronomes átonos em:
Alternativas
Q4093397 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

[...] Aproximadamente 147,5 milhões de brasileiros vivem em municípios onde o processo de implementação da Tarifa Social de Água e Esgoto já foi iniciado, o que corresponde a cerca de 69% da população do País. Desse total, 94,6 milhões de pessoas (44% dos brasileiros) residem em municípios atendidos por prestadores que já concluíram o processo de implementação, conforme os critérios estabelecidos na legislação federal.
A implementação da Tarifa Social também dialoga com o contexto de acesso aos serviços de saneamento básico no País. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que a ausência de acesso aos serviços de água e esgoto está fortemente associada à renda, com maior incidência entre as famílias de menor rendimento.
Entre as pessoas sem acesso à rede de abastecimento de água, cerca de 44% possuem renda domiciliar per capita inferior a meio salário-mínimo. Além disso, cerca de 38% da população não conectada à rede de esgoto está nessa mesma faixa de renda, reforçando a importância de políticas públicas voltadas à inclusão social e à ampliação do acesso a esses serviços essenciais.

[...] (Disponível em: https://www.gov.br/ana/pt-br/assuntos/noticias-e-eventos/noticias/lista-i nedita-aponta-que-quase-1-9-mil-municipios-brasileiros-estao-com-a-ta rifa-social-de-agua-e-esgoto-implementada-conforme-a-legislacao-fede ral. Acesso em: 06 mai. 2026. Adaptado.)
A partir da leitura do texto, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A maioria da população brasileira (69%) é beneficiária da Tarifa de Água e Esgoto.
(__)Dados estatísticos confirmam que o acesso aos serviços de água e esgoto está atrelado à classe social brasileira, isto é, as pessoas pertencentes a classes sociais mais empobrecidas estão mais suscetíveis a não ter acesso aos serviços.
(__)Hoje, 38% da população brasileira não tem acesso à rede de esgoto, reforçando a necessidade de políticas públicas como a Tarifa Social.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4093210 Português
[...]

Jaqueline Góes


A biomédica baiana Jaqueline Góes de Jesus ganhou projeção internacional ao integrar a equipe que, em 2020, sequenciou o genoma do SARS-CoV-2 apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso de covid-19 no Brasil. Anos antes, ela já havia participado do sequenciamento do vírus da zika, contribuindo para o monitoramento genético da epidemia que afetou milhares de famílias no país. Especialista em vigilância genômica, Jaqueline atua na linha de frente da ciência que identifica, rastreia e compreende a evolução de vírus, informação essencial para orientar políticas públicas e estratégias de controle.

Sua trajetória é marcada tanto pela excelência acadêmica quanto pelo impacto simbólico: mulher negra e nordestina na ciência, tornou-se referência para novas gerações ao ocupar espaços historicamente pouco diversos na pesquisa biomédica. Com formação pela Universidade Federal da Bahia e doutorado pelo Instituto Gonçalo Moniz, da Fiocruz Bahia, Jaqueline combina rigor científico e compromisso social, defendendo a importância do investimento contínuo em ciência para que o Brasil responda com agilidade a futuras emergências sanitárias.

Celina Turchi

A epidemiologista brasileira Celina Turchi ganhou reconhecimento internacional ao liderar a equipe que estabeleceu a relação entre a infecção pelo vírus da zika durante a gestação e o aumento de casos de microcefalia no Brasil, em 2015. À frente de um grupo multidisciplinar ligado à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Celina coordenou pesquisas que foram decisivas para alertar a comunidade científica e a Organização Mundial da Saúde sobre a gravidade da epidemia. Seu trabalho ajudou a orientar protocolos clínicos, estratégias de vigilância e políticas públicas de saúde em um momento crítico.

Com formação em medicina e doutorado em saúde pública, Celina construiu uma carreira dedicada ao estudo de doenças infecciosas e à resposta a emergências sanitárias. Reconhecida pela revista Time como uma das pessoas mais influentes do mundo em 2016, ela se tornou símbolo da capacidade da ciência brasileira de responder rapidamente a crises globais, aliando rigor científico, articulação internacional e compromisso com a saúde pública.

Quarraisha Abdool Karim

A epidemiologista sul-africana Quarraisha Abdool Karim é uma das maiores autoridades mundiais em HIV/Aids. Professora na University of KwaZulu-Natal e pesquisadora associada à Columbia University, ela liderou estudos decisivos sobre prevenção da infecção em mulheres jovens na África Subsaariana − grupo historicamente mais vulnerável ao vírus. Seu trabalho foi fundamental para demonstrar a eficácia de microbicidas vaginais à base de antirretrovirais, ampliando as estratégias de prevenção sob controle feminino e influenciando políticas globais de saúde.

Com uma trajetória marcada pela ciência aplicada à realidade social, Quarraisha também atuou como presidente da The World Academy of Sciences, reforçando a importância da pesquisa produzida no Sul Global. Ao longo de décadas, ela tem defendido que combater epidemias exige não apenas inovação biomédica, mas também enfrentamento das desigualdades de gênero e acesso à informação. Seu legado une excelência científica e compromisso com justiça social, mostrando como a pesquisa pode transformar vidas em larga escala.

Jane Catherine

Ngila A química analítica queniana Catherine Ngila é referência internacional em monitoramento ambiental e qualidade da água. Sua pesquisa se concentra no desenvolvimento de métodos sensíveis para detectar poluentes − como metais pesados e contaminantes orgânicos − em rios, solos e sistemas urbanos. Ao combinar química de precisão com desafios ambientais concretos, Catherine contribui para políticas públicas mais eficazes e para a proteção de comunidades vulneráveis à contaminação hídrica.

Ao longo da carreira, ocupou posições de liderança acadêmica na University of Johannesburg e integrou organismos internacionais ligados à cooperação científica. Defensora ativa da participação feminina nas ciências exatas, ela também atua na formação de jovens pesquisadoras africanas, reforçando a importância da diversidade na produção de conhecimento e na busca por soluções sustentáveis para o continente.

[...]

(Disponível em:
https://vidasimples.co/sustentabilidade/oito-cientistas-mulheres-que-est
ao-mudando-o-mundo/. Acesso em: 04 mai. 2026. Adaptado.)
Nas sentenças indicadas a seguir, há três situações em que conjunções e locuções conjuntivas estabelecem relações de coordenação entre os elementos que elas articulam. Analise cada sentença e identifique o sentido construído:
1.Sua trajetória é marcada tanto pela excelência acadêmica quanto pelo impacto simbólico: mulher negra e nordestina na ciência [...]
2. Ao longo de décadas, ela tem defendido que combater epidemias exige não apenas inovação biomédica, mas também enfrentamento das desigualdades de gênero e acesso à informação.
Analise as assertivas e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Na sentença 1, tem-se uma construção sintática em que as conjunções estabelecem uma comparação, destacando a superioridade entre os elementos comparados. O primeiro elemento é superior ao segundo.
(__)Na sentença 2, o sentido construído é de adição, materializado pelo par conjuntivo "não apenas... mas também".
(__)Na sentença 1, é possível substituir a conjunção "quanto" por "como", mantendo o sentido de comparação.
(__)Na sentença 2, as palavras "apenas" e "também" conferem, a cada sintagma a que se relacionam, destaque e realce. Assim, ambos são importantes no contexto temático.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4093208 Português
[...]

Jaqueline Góes


A biomédica baiana Jaqueline Góes de Jesus ganhou projeção internacional ao integrar a equipe que, em 2020, sequenciou o genoma do SARS-CoV-2 apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso de covid-19 no Brasil. Anos antes, ela já havia participado do sequenciamento do vírus da zika, contribuindo para o monitoramento genético da epidemia que afetou milhares de famílias no país. Especialista em vigilância genômica, Jaqueline atua na linha de frente da ciência que identifica, rastreia e compreende a evolução de vírus, informação essencial para orientar políticas públicas e estratégias de controle.

Sua trajetória é marcada tanto pela excelência acadêmica quanto pelo impacto simbólico: mulher negra e nordestina na ciência, tornou-se referência para novas gerações ao ocupar espaços historicamente pouco diversos na pesquisa biomédica. Com formação pela Universidade Federal da Bahia e doutorado pelo Instituto Gonçalo Moniz, da Fiocruz Bahia, Jaqueline combina rigor científico e compromisso social, defendendo a importância do investimento contínuo em ciência para que o Brasil responda com agilidade a futuras emergências sanitárias.

Celina Turchi

A epidemiologista brasileira Celina Turchi ganhou reconhecimento internacional ao liderar a equipe que estabeleceu a relação entre a infecção pelo vírus da zika durante a gestação e o aumento de casos de microcefalia no Brasil, em 2015. À frente de um grupo multidisciplinar ligado à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Celina coordenou pesquisas que foram decisivas para alertar a comunidade científica e a Organização Mundial da Saúde sobre a gravidade da epidemia. Seu trabalho ajudou a orientar protocolos clínicos, estratégias de vigilância e políticas públicas de saúde em um momento crítico.

Com formação em medicina e doutorado em saúde pública, Celina construiu uma carreira dedicada ao estudo de doenças infecciosas e à resposta a emergências sanitárias. Reconhecida pela revista Time como uma das pessoas mais influentes do mundo em 2016, ela se tornou símbolo da capacidade da ciência brasileira de responder rapidamente a crises globais, aliando rigor científico, articulação internacional e compromisso com a saúde pública.

Quarraisha Abdool Karim

A epidemiologista sul-africana Quarraisha Abdool Karim é uma das maiores autoridades mundiais em HIV/Aids. Professora na University of KwaZulu-Natal e pesquisadora associada à Columbia University, ela liderou estudos decisivos sobre prevenção da infecção em mulheres jovens na África Subsaariana − grupo historicamente mais vulnerável ao vírus. Seu trabalho foi fundamental para demonstrar a eficácia de microbicidas vaginais à base de antirretrovirais, ampliando as estratégias de prevenção sob controle feminino e influenciando políticas globais de saúde.

Com uma trajetória marcada pela ciência aplicada à realidade social, Quarraisha também atuou como presidente da The World Academy of Sciences, reforçando a importância da pesquisa produzida no Sul Global. Ao longo de décadas, ela tem defendido que combater epidemias exige não apenas inovação biomédica, mas também enfrentamento das desigualdades de gênero e acesso à informação. Seu legado une excelência científica e compromisso com justiça social, mostrando como a pesquisa pode transformar vidas em larga escala.

Jane Catherine

Ngila A química analítica queniana Catherine Ngila é referência internacional em monitoramento ambiental e qualidade da água. Sua pesquisa se concentra no desenvolvimento de métodos sensíveis para detectar poluentes − como metais pesados e contaminantes orgânicos − em rios, solos e sistemas urbanos. Ao combinar química de precisão com desafios ambientais concretos, Catherine contribui para políticas públicas mais eficazes e para a proteção de comunidades vulneráveis à contaminação hídrica.

Ao longo da carreira, ocupou posições de liderança acadêmica na University of Johannesburg e integrou organismos internacionais ligados à cooperação científica. Defensora ativa da participação feminina nas ciências exatas, ela também atua na formação de jovens pesquisadoras africanas, reforçando a importância da diversidade na produção de conhecimento e na busca por soluções sustentáveis para o continente.

[...]

(Disponível em:
https://vidasimples.co/sustentabilidade/oito-cientistas-mulheres-que-est
ao-mudando-o-mundo/. Acesso em: 04 mai. 2026. Adaptado.)
Analise, no excerto a seguir, o uso ou não do acento grave (crase), considerando também a regência verbal quando for o caso:

" À frente de um grupo multidisciplinar ligado à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Celina coordenou pesquisas que foram decisivas para alertar a comunidade científica e a Organização Mundial da Saúde sobre a gravidade da epidemia. Seu trabalho ajudou a orientar protocolos clínicos, estratégias de vigilância e políticas públicas de saúde em um momento crítico."
Agora, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Em "À frente", usa-se o acento grave indicativo de crase porque se trata de uma locução adverbial constituída por substantivo feminino.
(__)Em "à Fiocruz", o uso do acento grave está correto porque antecede palavra feminina que não repele artigo.
(__)A razão de não se usar acento grave em "a comunidade científica e a Organização Mundial e Saúde" é porque esse trecho se trata do complemento direto do verbo alertar, logo, não precisa de preposição acompanhando o verbo e regendo o complemento. Assim, por não haver a necessidade da preposição "a", não existe a possibilidade de sua fusão com o artigo feminino que acompanha "comunidade" e "Organização...".
(__)Em "Seu trabalho ajudou a orientar", a ausência de crase se justifica porque não se usa crase diante de verbo no infinitivo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q4093207 Português
[...]

Jaqueline Góes


A biomédica baiana Jaqueline Góes de Jesus ganhou projeção internacional ao integrar a equipe que, em 2020, sequenciou o genoma do SARS-CoV-2 apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso de covid-19 no Brasil. Anos antes, ela já havia participado do sequenciamento do vírus da zika, contribuindo para o monitoramento genético da epidemia que afetou milhares de famílias no país. Especialista em vigilância genômica, Jaqueline atua na linha de frente da ciência que identifica, rastreia e compreende a evolução de vírus, informação essencial para orientar políticas públicas e estratégias de controle.

Sua trajetória é marcada tanto pela excelência acadêmica quanto pelo impacto simbólico: mulher negra e nordestina na ciência, tornou-se referência para novas gerações ao ocupar espaços historicamente pouco diversos na pesquisa biomédica. Com formação pela Universidade Federal da Bahia e doutorado pelo Instituto Gonçalo Moniz, da Fiocruz Bahia, Jaqueline combina rigor científico e compromisso social, defendendo a importância do investimento contínuo em ciência para que o Brasil responda com agilidade a futuras emergências sanitárias.

Celina Turchi

A epidemiologista brasileira Celina Turchi ganhou reconhecimento internacional ao liderar a equipe que estabeleceu a relação entre a infecção pelo vírus da zika durante a gestação e o aumento de casos de microcefalia no Brasil, em 2015. À frente de um grupo multidisciplinar ligado à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Celina coordenou pesquisas que foram decisivas para alertar a comunidade científica e a Organização Mundial da Saúde sobre a gravidade da epidemia. Seu trabalho ajudou a orientar protocolos clínicos, estratégias de vigilância e políticas públicas de saúde em um momento crítico.

Com formação em medicina e doutorado em saúde pública, Celina construiu uma carreira dedicada ao estudo de doenças infecciosas e à resposta a emergências sanitárias. Reconhecida pela revista Time como uma das pessoas mais influentes do mundo em 2016, ela se tornou símbolo da capacidade da ciência brasileira de responder rapidamente a crises globais, aliando rigor científico, articulação internacional e compromisso com a saúde pública.

Quarraisha Abdool Karim

A epidemiologista sul-africana Quarraisha Abdool Karim é uma das maiores autoridades mundiais em HIV/Aids. Professora na University of KwaZulu-Natal e pesquisadora associada à Columbia University, ela liderou estudos decisivos sobre prevenção da infecção em mulheres jovens na África Subsaariana − grupo historicamente mais vulnerável ao vírus. Seu trabalho foi fundamental para demonstrar a eficácia de microbicidas vaginais à base de antirretrovirais, ampliando as estratégias de prevenção sob controle feminino e influenciando políticas globais de saúde.

Com uma trajetória marcada pela ciência aplicada à realidade social, Quarraisha também atuou como presidente da The World Academy of Sciences, reforçando a importância da pesquisa produzida no Sul Global. Ao longo de décadas, ela tem defendido que combater epidemias exige não apenas inovação biomédica, mas também enfrentamento das desigualdades de gênero e acesso à informação. Seu legado une excelência científica e compromisso com justiça social, mostrando como a pesquisa pode transformar vidas em larga escala.

Jane Catherine

Ngila A química analítica queniana Catherine Ngila é referência internacional em monitoramento ambiental e qualidade da água. Sua pesquisa se concentra no desenvolvimento de métodos sensíveis para detectar poluentes − como metais pesados e contaminantes orgânicos − em rios, solos e sistemas urbanos. Ao combinar química de precisão com desafios ambientais concretos, Catherine contribui para políticas públicas mais eficazes e para a proteção de comunidades vulneráveis à contaminação hídrica.

Ao longo da carreira, ocupou posições de liderança acadêmica na University of Johannesburg e integrou organismos internacionais ligados à cooperação científica. Defensora ativa da participação feminina nas ciências exatas, ela também atua na formação de jovens pesquisadoras africanas, reforçando a importância da diversidade na produção de conhecimento e na busca por soluções sustentáveis para o continente.

[...]

(Disponível em:
https://vidasimples.co/sustentabilidade/oito-cientistas-mulheres-que-est
ao-mudando-o-mundo/. Acesso em: 04 mai. 2026. Adaptado.)
As sentenças a seguir foram extraídas do texto. Analise-as quanto à colocação dos pronomes átonos destacados, observando o contexto sintático em que cada um aparece:

I."Sua pesquisa se concentra no desenvolvimento de métodos sensíveis para detectar poluentes − como metais pesados e contaminantes orgânicos − em rios, solos e sistemas urbanos."
II."[...] mulher negra e nordestina na ciência, tornou-se referência para novas gerações ao ocupar espaços historicamente pouco diversos na pesquisa biomédica."
III."[...]ela se tornou símbolo da capacidade da ciência brasileira de responder rapidamente a crises globais [...]."

Está correta a colocação pronominal em: 
Alternativas
Respostas
4221: E
4222: A
4223: B
4224: A
4225: C
4226: D
4227: D
4228: A
4229: D
4230: E
4231: D
4232: E
4233: E
4234: C
4235: B
4236: D
4237: B
4238: C
4239: B
4240: B