Questões de Concurso

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Q3967255 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
Assinale a alternativa em que as palavras, extraídas do texto, apresentam, em sequência, um dígrafo consonantal, um ditongo crescente e um ditongo decrescente:
Alternativas
Q3967254 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
O vocábulo “autoprogramar” é um exemplo de palavra formada pelo processo de:  
Alternativas
Q3967253 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
Considere os elementos de comunicação empregados na construção do texto e marque a função de linguagem predominante nele:
Alternativas
Q3967252 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
Considere a leitura integral do texto, analise as ideias apresentadas e marque a principal intencionalidade do autor:
Alternativas
Q3967251 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
O autor do texto, em estudo, afirma em seu parágrafo inicial que ele é um ensaio. Considerando essa informação, analise as afirmações a seguir sobre esse gênero textual:

I. O ensaio discorre sobre um assunto específico sem esgotá-lo.
II. Pode ser um artigo científico, um relato de caso, um relatório científico.
III. Caracteriza-se pela visão de síntese e tratamento crítico.
IV. Predomina o discurso expositivo-argumentativo.

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3967230 Português
Texto de apoio: Dicas de Verão

O uso do protetor solar é fundamental em todas as estações do ano, mas no verão o cuidado deve ser maior. Para garantir a proteção, o produto deve ser aplicado 30 minutos antes da exposição ao sol. Além disso, se a pessoa entrar na água ou suar muito, é necessário reaplicar o creme. O uso correto do filtro solar ajuda a prevenir queimaduras e doenças graves de pele no futuro."

De acordo com as orientações do texto, o que deve ser feito para que o protetor solar funcione corretamente?
Alternativas
Q3967229 Português
Texto de apoio: Relato de um Funcionário

"Ontem, o supervisor e eu terminamos o relatório de estoque. Em seguida, entregamos o documento ao gerente que ficou satisfeito com o nosso trabalho."

No trecho acima, a expressão em destaque "O supervisor e eu" pode ser substituída corretamente, sem alterar o sentido do texto, pelo pronome:
Alternativas
Q3967228 Português
Texto de apoio: Cadastro de Cliente

"Para completar o seu cadastro na loja e receber os descontos, o cliente deve preencher o formulário com o seu NOME completo e endereço."

Analisando apenas a palavra destacada (NOME), assinale a alternativa que indica corretamente a quantidade de vogais e consoantes que a formam:
Alternativas
Q3967227 Português
Texto de apoio: Duas situações de comunicação:

Situação 1: "E aí, beleza? Vou chegar um pouco atrasado pro churrasco hoje, valeu?"
Situação 2: "Prezados senhores, informo que haverá um pequeno atraso para o início da reunião. Atenciosamente, a Gerência."

Analisando as duas situações acima, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3967226 Português
Texto de apoio: Oportunidade de Emprego

"Empresa de grande porte contrata ajudante geral. Procuramos uma pessoa pontual, organizada e que tenha disposição para aprender. Oferecemos salário atrativo e boas condições de trabalho."

No anúncio acima, as palavras destacadas (pontual, organizada e atrativo) são classificadas na língua portuguesa como:
Alternativas
Q3967225 Português
Observe a frase publicitária:

'Economize água hoje para que não falte amanhã. O planeta agradece.'

A palavra 'amanhã' no texto refere-se a: 
Alternativas
Q3967224 Português
Leia o aviso abaixo:

'Sr. Motorista, ao estacionar, certifique-se de que as portas estão travadas e não deixe objetos de valor à vista nos bancos. A empresa não se responsabiliza por perdas ou danos.'

Qual é o objetivo principal deste texto?
Alternativas
Q3967223 Português
Texto de apoio para responder à questão.


Cuidados com a Saúde


"Beber água é essencial para o funcionamento do corpo, principalmente nos dias mais quentes. A falta de líquidos pode causar dor de cabeça, cansaço e tontura. Os médicos recomendam que não se deve esperar sentir sede para beber água. Além disso, crianças e idosos precisam de atenção redobrada, pois perdem líquidos com mais facilidade e podem ficar desidratados rapidamente."
No texto Cuidados com a Saúde, as palavras destacadas "essencial" e "redobrada" podem ser substituídas, sem mudar o sentido do texto, respectivamente por: 
Alternativas
Q3967222 Português
Texto de apoio para responder à questão.


Cuidados com a Saúde


"Beber água é essencial para o funcionamento do corpo, principalmente nos dias mais quentes. A falta de líquidos pode causar dor de cabeça, cansaço e tontura. Os médicos recomendam que não se deve esperar sentir sede para beber água. Além disso, crianças e idosos precisam de atenção redobrada, pois perdem líquidos com mais facilidade e podem ficar desidratados rapidamente."
De acordo com o texto, qual é a recomendação dos médicos sobre o consumo de água?
Alternativas
Q3967221 Português
Texto de apoio para questão: Comunicado Interno

"Atenção, colaboradores.
Informamos que, na próxima sexta-feira, o estacionamento da empresa estará fechado para pintura das faixas de sinalização. Pedimos que, neste dia, todos utilizem as vagas da rua lateral ou o transporte público. O uso do estacionamento será liberado novamente na segunda-feira pela manhã."

De acordo com o comunicado, o que os colaboradores devem fazer na próxima sexta-feira? 
Alternativas
Q3967035 Português
Leia o texto e responda à questão.

O mito do “multitarefa”: a mente em 15 abas e a sensação de não concluir nada

Eu descobri que minha mente não é um cérebro. É um navegador. E eu sou o tipo de pessoa que abre abas como quem coleciona possibilidades: com entusiasmo, sem critério e com a esperança ingênua de que “depois eu volto”.

Começa sempre com uma intenção nobre. Vou responder um e-mail. Abro o computador, encaro a caixa de entrada e penso: “Agora vai”. Aí vejo uma mensagem pedindo um arquivo. Preciso achar o arquivo. Abro a pasta. Não lembro onde salvei. Pesquiso pelo nome. Aparecem três versões: “final”, “final mesmo” e “final agora vai”. Abro as três, para comparar. Três abas mentais.

No meio disso, lembro que tenho que pagar uma conta. Abro o app do banco. Ele pede senha, biometria, confirmação por SMS e, se pudesse, pediria uma redação sobre responsabilidade financeira. Enquanto espero o código, olho uma notificação: “Você tem 24 mensagens não lidas”. Eu não tenho 24 mensagens. Eu tenho 24 pequenas urgências em formato de balão.

Eu volto para o e-mail. Escrevo “Olá, tudo bem?”. Pauso. Porque aparece a dúvida existencial do multitarefa: eu ponho vírgula depois do “Olá”? Eu estou sendo formal demais? Releio. De repente, estou revisando o tom, a pontuação e o sentido da vida.

Aí eu lembro do café. Vou até a cozinha. No caminho, vejo a pia. A pia olha para mim como um lembrete de que eu tenho um lar e um passado. Eu lavo uma xícara “rapidinho”. Só que “rapidinho” é uma palavra mentirosa. Quando vejo, estou lavando mais três coisas, organizando a esponja e pensando que talvez eu devesse comprar uma plantinha, porque adultos compram plantinhas para se sentirem equilibrados.

Volto para o computador com o café. Sento. Abro a aba errada. Estou lendo sobre plantas. Como cheguei aqui? Ah, sim: a plantinha. O algoritmo, sempre gentil, me oferece “10 plantas que sobrevivem a quem esquece de regar”. Eu me sinto visto.

Fecho. Ou tento fechar. Porque surge um pop-up: “Você tem certeza que deseja sair?”. O computador tem mais cuidado comigo do que eu mesmo. Abro o documento do arquivo “final”. Percebo um erro. Vou corrigir. Mas antes, preciso confirmar um dado.

Abro uma busca rápida. A busca rápida vira um buraco. Em dois cliques, estou lendo uma discussão de 2017 entre desconhecidos com opiniões fortes e pouca pontuação. Eu nem concordo com ninguém, mas sigo lendo, como se fosse importante para a minha carreira.

Meu celular vibra. Mensagem. Eu respondo. Enquanto respondo, alguém manda áudio. Eu ouço no 1,5x, porque eu sou multitarefa e moderno. O áudio fala de um assunto que exige resposta cuidadosa. Eu penso “vou responder depois”. Só que “depois” é a prateleira onde eu guardo tudo o que eu não quero lidar agora. Essa prateleira está lotada.

Em algum momento, eu olho para o alto da tela: 15 abas abertas. Quinze. Algumas são úteis. Outras são lembranças de decisões interrompidas. Uma delas é uma música que eu nem dei play. Ela está ali apenas para me julgar em silêncio.

O mito do multitarefa é que ele parece eficiência. Na prática, ele é uma forma elegante de fragmentar a atenção. Você faz um pouco de tudo e termina com a sensação de não ter feito nada. É como cozinhar 15 pratos ao mesmo tempo e, no fim, comer biscoito em pé.

No final do dia, eu fecho o notebook e sinto uma vitória estranha: não resolvi tudo, mas sobrevivi ao meu próprio navegador mental. E penso que talvez a solução não seja fazer mais coisas. Talvez seja fechar abas. Uma de cada vez. E, principalmente, aceitar que foco não é uma virtude mística. É só uma escolha repetida. Com teimosia. E com menos “rapidinhos”.

Fonte: Banca Examinadora
A sequência “abro uma busca rápida… em dois cliques… discussão de 2017…” exemplifica, principalmente,
Alternativas
Q3967034 Português
Leia o texto e responda à questão.

O mito do “multitarefa”: a mente em 15 abas e a sensação de não concluir nada

Eu descobri que minha mente não é um cérebro. É um navegador. E eu sou o tipo de pessoa que abre abas como quem coleciona possibilidades: com entusiasmo, sem critério e com a esperança ingênua de que “depois eu volto”.

Começa sempre com uma intenção nobre. Vou responder um e-mail. Abro o computador, encaro a caixa de entrada e penso: “Agora vai”. Aí vejo uma mensagem pedindo um arquivo. Preciso achar o arquivo. Abro a pasta. Não lembro onde salvei. Pesquiso pelo nome. Aparecem três versões: “final”, “final mesmo” e “final agora vai”. Abro as três, para comparar. Três abas mentais.

No meio disso, lembro que tenho que pagar uma conta. Abro o app do banco. Ele pede senha, biometria, confirmação por SMS e, se pudesse, pediria uma redação sobre responsabilidade financeira. Enquanto espero o código, olho uma notificação: “Você tem 24 mensagens não lidas”. Eu não tenho 24 mensagens. Eu tenho 24 pequenas urgências em formato de balão.

Eu volto para o e-mail. Escrevo “Olá, tudo bem?”. Pauso. Porque aparece a dúvida existencial do multitarefa: eu ponho vírgula depois do “Olá”? Eu estou sendo formal demais? Releio. De repente, estou revisando o tom, a pontuação e o sentido da vida.

Aí eu lembro do café. Vou até a cozinha. No caminho, vejo a pia. A pia olha para mim como um lembrete de que eu tenho um lar e um passado. Eu lavo uma xícara “rapidinho”. Só que “rapidinho” é uma palavra mentirosa. Quando vejo, estou lavando mais três coisas, organizando a esponja e pensando que talvez eu devesse comprar uma plantinha, porque adultos compram plantinhas para se sentirem equilibrados.

Volto para o computador com o café. Sento. Abro a aba errada. Estou lendo sobre plantas. Como cheguei aqui? Ah, sim: a plantinha. O algoritmo, sempre gentil, me oferece “10 plantas que sobrevivem a quem esquece de regar”. Eu me sinto visto.

Fecho. Ou tento fechar. Porque surge um pop-up: “Você tem certeza que deseja sair?”. O computador tem mais cuidado comigo do que eu mesmo. Abro o documento do arquivo “final”. Percebo um erro. Vou corrigir. Mas antes, preciso confirmar um dado.

Abro uma busca rápida. A busca rápida vira um buraco. Em dois cliques, estou lendo uma discussão de 2017 entre desconhecidos com opiniões fortes e pouca pontuação. Eu nem concordo com ninguém, mas sigo lendo, como se fosse importante para a minha carreira.

Meu celular vibra. Mensagem. Eu respondo. Enquanto respondo, alguém manda áudio. Eu ouço no 1,5x, porque eu sou multitarefa e moderno. O áudio fala de um assunto que exige resposta cuidadosa. Eu penso “vou responder depois”. Só que “depois” é a prateleira onde eu guardo tudo o que eu não quero lidar agora. Essa prateleira está lotada.

Em algum momento, eu olho para o alto da tela: 15 abas abertas. Quinze. Algumas são úteis. Outras são lembranças de decisões interrompidas. Uma delas é uma música que eu nem dei play. Ela está ali apenas para me julgar em silêncio.

O mito do multitarefa é que ele parece eficiência. Na prática, ele é uma forma elegante de fragmentar a atenção. Você faz um pouco de tudo e termina com a sensação de não ter feito nada. É como cozinhar 15 pratos ao mesmo tempo e, no fim, comer biscoito em pé.

No final do dia, eu fecho o notebook e sinto uma vitória estranha: não resolvi tudo, mas sobrevivi ao meu próprio navegador mental. E penso que talvez a solução não seja fazer mais coisas. Talvez seja fechar abas. Uma de cada vez. E, principalmente, aceitar que foco não é uma virtude mística. É só uma escolha repetida. Com teimosia. E com menos “rapidinhos”.

Fonte: Banca Examinadora
Em “Vou responder um e-mail… Agora vai”, a locução verbal “vou responder” indica
Alternativas
Q3967033 Português
Leia o texto e responda à questão.

O mito do “multitarefa”: a mente em 15 abas e a sensação de não concluir nada

Eu descobri que minha mente não é um cérebro. É um navegador. E eu sou o tipo de pessoa que abre abas como quem coleciona possibilidades: com entusiasmo, sem critério e com a esperança ingênua de que “depois eu volto”.

Começa sempre com uma intenção nobre. Vou responder um e-mail. Abro o computador, encaro a caixa de entrada e penso: “Agora vai”. Aí vejo uma mensagem pedindo um arquivo. Preciso achar o arquivo. Abro a pasta. Não lembro onde salvei. Pesquiso pelo nome. Aparecem três versões: “final”, “final mesmo” e “final agora vai”. Abro as três, para comparar. Três abas mentais.

No meio disso, lembro que tenho que pagar uma conta. Abro o app do banco. Ele pede senha, biometria, confirmação por SMS e, se pudesse, pediria uma redação sobre responsabilidade financeira. Enquanto espero o código, olho uma notificação: “Você tem 24 mensagens não lidas”. Eu não tenho 24 mensagens. Eu tenho 24 pequenas urgências em formato de balão.

Eu volto para o e-mail. Escrevo “Olá, tudo bem?”. Pauso. Porque aparece a dúvida existencial do multitarefa: eu ponho vírgula depois do “Olá”? Eu estou sendo formal demais? Releio. De repente, estou revisando o tom, a pontuação e o sentido da vida.

Aí eu lembro do café. Vou até a cozinha. No caminho, vejo a pia. A pia olha para mim como um lembrete de que eu tenho um lar e um passado. Eu lavo uma xícara “rapidinho”. Só que “rapidinho” é uma palavra mentirosa. Quando vejo, estou lavando mais três coisas, organizando a esponja e pensando que talvez eu devesse comprar uma plantinha, porque adultos compram plantinhas para se sentirem equilibrados.

Volto para o computador com o café. Sento. Abro a aba errada. Estou lendo sobre plantas. Como cheguei aqui? Ah, sim: a plantinha. O algoritmo, sempre gentil, me oferece “10 plantas que sobrevivem a quem esquece de regar”. Eu me sinto visto.

Fecho. Ou tento fechar. Porque surge um pop-up: “Você tem certeza que deseja sair?”. O computador tem mais cuidado comigo do que eu mesmo. Abro o documento do arquivo “final”. Percebo um erro. Vou corrigir. Mas antes, preciso confirmar um dado.

Abro uma busca rápida. A busca rápida vira um buraco. Em dois cliques, estou lendo uma discussão de 2017 entre desconhecidos com opiniões fortes e pouca pontuação. Eu nem concordo com ninguém, mas sigo lendo, como se fosse importante para a minha carreira.

Meu celular vibra. Mensagem. Eu respondo. Enquanto respondo, alguém manda áudio. Eu ouço no 1,5x, porque eu sou multitarefa e moderno. O áudio fala de um assunto que exige resposta cuidadosa. Eu penso “vou responder depois”. Só que “depois” é a prateleira onde eu guardo tudo o que eu não quero lidar agora. Essa prateleira está lotada.

Em algum momento, eu olho para o alto da tela: 15 abas abertas. Quinze. Algumas são úteis. Outras são lembranças de decisões interrompidas. Uma delas é uma música que eu nem dei play. Ela está ali apenas para me julgar em silêncio.

O mito do multitarefa é que ele parece eficiência. Na prática, ele é uma forma elegante de fragmentar a atenção. Você faz um pouco de tudo e termina com a sensação de não ter feito nada. É como cozinhar 15 pratos ao mesmo tempo e, no fim, comer biscoito em pé.

No final do dia, eu fecho o notebook e sinto uma vitória estranha: não resolvi tudo, mas sobrevivi ao meu próprio navegador mental. E penso que talvez a solução não seja fazer mais coisas. Talvez seja fechar abas. Uma de cada vez. E, principalmente, aceitar que foco não é uma virtude mística. É só uma escolha repetida. Com teimosia. E com menos “rapidinhos”.

Fonte: Banca Examinadora
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego da crase, conforme a norma-padrão:
Alternativas
Q3967032 Português
Leia o texto e responda à questão.

O mito do “multitarefa”: a mente em 15 abas e a sensação de não concluir nada

Eu descobri que minha mente não é um cérebro. É um navegador. E eu sou o tipo de pessoa que abre abas como quem coleciona possibilidades: com entusiasmo, sem critério e com a esperança ingênua de que “depois eu volto”.

Começa sempre com uma intenção nobre. Vou responder um e-mail. Abro o computador, encaro a caixa de entrada e penso: “Agora vai”. Aí vejo uma mensagem pedindo um arquivo. Preciso achar o arquivo. Abro a pasta. Não lembro onde salvei. Pesquiso pelo nome. Aparecem três versões: “final”, “final mesmo” e “final agora vai”. Abro as três, para comparar. Três abas mentais.

No meio disso, lembro que tenho que pagar uma conta. Abro o app do banco. Ele pede senha, biometria, confirmação por SMS e, se pudesse, pediria uma redação sobre responsabilidade financeira. Enquanto espero o código, olho uma notificação: “Você tem 24 mensagens não lidas”. Eu não tenho 24 mensagens. Eu tenho 24 pequenas urgências em formato de balão.

Eu volto para o e-mail. Escrevo “Olá, tudo bem?”. Pauso. Porque aparece a dúvida existencial do multitarefa: eu ponho vírgula depois do “Olá”? Eu estou sendo formal demais? Releio. De repente, estou revisando o tom, a pontuação e o sentido da vida.

Aí eu lembro do café. Vou até a cozinha. No caminho, vejo a pia. A pia olha para mim como um lembrete de que eu tenho um lar e um passado. Eu lavo uma xícara “rapidinho”. Só que “rapidinho” é uma palavra mentirosa. Quando vejo, estou lavando mais três coisas, organizando a esponja e pensando que talvez eu devesse comprar uma plantinha, porque adultos compram plantinhas para se sentirem equilibrados.

Volto para o computador com o café. Sento. Abro a aba errada. Estou lendo sobre plantas. Como cheguei aqui? Ah, sim: a plantinha. O algoritmo, sempre gentil, me oferece “10 plantas que sobrevivem a quem esquece de regar”. Eu me sinto visto.

Fecho. Ou tento fechar. Porque surge um pop-up: “Você tem certeza que deseja sair?”. O computador tem mais cuidado comigo do que eu mesmo. Abro o documento do arquivo “final”. Percebo um erro. Vou corrigir. Mas antes, preciso confirmar um dado.

Abro uma busca rápida. A busca rápida vira um buraco. Em dois cliques, estou lendo uma discussão de 2017 entre desconhecidos com opiniões fortes e pouca pontuação. Eu nem concordo com ninguém, mas sigo lendo, como se fosse importante para a minha carreira.

Meu celular vibra. Mensagem. Eu respondo. Enquanto respondo, alguém manda áudio. Eu ouço no 1,5x, porque eu sou multitarefa e moderno. O áudio fala de um assunto que exige resposta cuidadosa. Eu penso “vou responder depois”. Só que “depois” é a prateleira onde eu guardo tudo o que eu não quero lidar agora. Essa prateleira está lotada.

Em algum momento, eu olho para o alto da tela: 15 abas abertas. Quinze. Algumas são úteis. Outras são lembranças de decisões interrompidas. Uma delas é uma música que eu nem dei play. Ela está ali apenas para me julgar em silêncio.

O mito do multitarefa é que ele parece eficiência. Na prática, ele é uma forma elegante de fragmentar a atenção. Você faz um pouco de tudo e termina com a sensação de não ter feito nada. É como cozinhar 15 pratos ao mesmo tempo e, no fim, comer biscoito em pé.

No final do dia, eu fecho o notebook e sinto uma vitória estranha: não resolvi tudo, mas sobrevivi ao meu próprio navegador mental. E penso que talvez a solução não seja fazer mais coisas. Talvez seja fechar abas. Uma de cada vez. E, principalmente, aceitar que foco não é uma virtude mística. É só uma escolha repetida. Com teimosia. E com menos “rapidinhos”.

Fonte: Banca Examinadora
Assinale a alternativa com concordância verbal correta, conforme a norma-padrão:
Alternativas
Q3967031 Português
Leia o texto e responda à questão.

O mito do “multitarefa”: a mente em 15 abas e a sensação de não concluir nada

Eu descobri que minha mente não é um cérebro. É um navegador. E eu sou o tipo de pessoa que abre abas como quem coleciona possibilidades: com entusiasmo, sem critério e com a esperança ingênua de que “depois eu volto”.

Começa sempre com uma intenção nobre. Vou responder um e-mail. Abro o computador, encaro a caixa de entrada e penso: “Agora vai”. Aí vejo uma mensagem pedindo um arquivo. Preciso achar o arquivo. Abro a pasta. Não lembro onde salvei. Pesquiso pelo nome. Aparecem três versões: “final”, “final mesmo” e “final agora vai”. Abro as três, para comparar. Três abas mentais.

No meio disso, lembro que tenho que pagar uma conta. Abro o app do banco. Ele pede senha, biometria, confirmação por SMS e, se pudesse, pediria uma redação sobre responsabilidade financeira. Enquanto espero o código, olho uma notificação: “Você tem 24 mensagens não lidas”. Eu não tenho 24 mensagens. Eu tenho 24 pequenas urgências em formato de balão.

Eu volto para o e-mail. Escrevo “Olá, tudo bem?”. Pauso. Porque aparece a dúvida existencial do multitarefa: eu ponho vírgula depois do “Olá”? Eu estou sendo formal demais? Releio. De repente, estou revisando o tom, a pontuação e o sentido da vida.

Aí eu lembro do café. Vou até a cozinha. No caminho, vejo a pia. A pia olha para mim como um lembrete de que eu tenho um lar e um passado. Eu lavo uma xícara “rapidinho”. Só que “rapidinho” é uma palavra mentirosa. Quando vejo, estou lavando mais três coisas, organizando a esponja e pensando que talvez eu devesse comprar uma plantinha, porque adultos compram plantinhas para se sentirem equilibrados.

Volto para o computador com o café. Sento. Abro a aba errada. Estou lendo sobre plantas. Como cheguei aqui? Ah, sim: a plantinha. O algoritmo, sempre gentil, me oferece “10 plantas que sobrevivem a quem esquece de regar”. Eu me sinto visto.

Fecho. Ou tento fechar. Porque surge um pop-up: “Você tem certeza que deseja sair?”. O computador tem mais cuidado comigo do que eu mesmo. Abro o documento do arquivo “final”. Percebo um erro. Vou corrigir. Mas antes, preciso confirmar um dado.

Abro uma busca rápida. A busca rápida vira um buraco. Em dois cliques, estou lendo uma discussão de 2017 entre desconhecidos com opiniões fortes e pouca pontuação. Eu nem concordo com ninguém, mas sigo lendo, como se fosse importante para a minha carreira.

Meu celular vibra. Mensagem. Eu respondo. Enquanto respondo, alguém manda áudio. Eu ouço no 1,5x, porque eu sou multitarefa e moderno. O áudio fala de um assunto que exige resposta cuidadosa. Eu penso “vou responder depois”. Só que “depois” é a prateleira onde eu guardo tudo o que eu não quero lidar agora. Essa prateleira está lotada.

Em algum momento, eu olho para o alto da tela: 15 abas abertas. Quinze. Algumas são úteis. Outras são lembranças de decisões interrompidas. Uma delas é uma música que eu nem dei play. Ela está ali apenas para me julgar em silêncio.

O mito do multitarefa é que ele parece eficiência. Na prática, ele é uma forma elegante de fragmentar a atenção. Você faz um pouco de tudo e termina com a sensação de não ter feito nada. É como cozinhar 15 pratos ao mesmo tempo e, no fim, comer biscoito em pé.

No final do dia, eu fecho o notebook e sinto uma vitória estranha: não resolvi tudo, mas sobrevivi ao meu próprio navegador mental. E penso que talvez a solução não seja fazer mais coisas. Talvez seja fechar abas. Uma de cada vez. E, principalmente, aceitar que foco não é uma virtude mística. É só uma escolha repetida. Com teimosia. E com menos “rapidinhos”.

Fonte: Banca Examinadora
Em “Enquanto espero o código, olho uma notificação”, a oração iniciada por “Enquanto” é
Alternativas
Respostas
3881: A
3882: B
3883: C
3884: A
3885: D
3886: C
3887: D
3888: B
3889: C
3890: A
3891: D
3892: B
3893: A
3894: C
3895: B
3896: A
3897: D
3898: C
3899: B
3900: D