Questões de Concurso

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Q3981630 Português

Os sinônimos são palavras que tem o mesmo significado, podendo, assim, uma palavra ser substituída pela outra. Na frase “Antes de sair para o trabalho, ele deu um beijo nela.”, qual palavra pode ser substituída pela palavra beijo sem mudar o sentido da frase?  


Alternativas
Q3981564 Português
Durante a leitura de um texto, o professor orienta os estudantes a inferirem significados a partir do contexto e dos conhecimentos prévios, antes de recorrer ao dicionário. Essa prática fortalece: 
Alternativas
Q3981561 Inglês
Em uma situação desencadeadora, estudantes do 8º ano simulam organizar um evento escolar e precisam negociar funções e horários em inglês. Alguns erros aparecem, mas há troca real de informações. Nessa situação, a prática favorece principalmente:
Alternativas
Q3981461 Português
Quais os tempos verbais destacados nas frases abaixo, respectivamente?

Todos irão para a escola.
Eles me contaram a história.
O dia está lindo. 
Alternativas
Q3981459 Português

Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras no gênero feminino:

 

Alternativas
Q3981458 Português
Assinale a palavra escrita corretamente:
Alternativas
Q3981457 Português
Assinale a alternativa onde temos uma frase interrogativa: 
Alternativas
Q3979491 Português
Analise o texto a seguir e responda à questão.

Texto III

Review | Guerra dos Mundos (2025, Amazon Prime)

(Alexandre Fernandes)

    Você é daqueles que sentem um pequeno infarto quando, ao assistir qualquer vídeo na internet, se deparam com uma propaganda da qual não é possível pular? Parecem ali os 30 segundos mais sofridos da história da civilização, não é mesmo?
    Você questiona sua fé, se pergunta quais crimes cometeu contra humanidade para receber tal castigo, pensa até em ter que desviar o olhar daquela tela?
   Exageros à parte, assistir uma propaganda indesejada não é das tarefas mais prazerosas, especialmente quando não é o seu objetivo – e longe de mim criticar a indústria da propaganda e do marketing, de onde vêm meu ganha pão, inclusive. Mas se eu quero ver algo, quero ver aquele algo que escolhi, certo?
    Agora, pegue aquele cenário inicial de ódio e desolação e multiplique por 200 vezes. Foi o que senti ao me ver preso em uma grande peça publicitária mal feita da Amazon que é esta releitura de Guerra dos Mundos, lançada recentemente pela gigante de propriedade de Jeff Bezos.
Rapaz, que ódio desse “filme”. 
    Guerra dos Mundos em diferentes mundos
    Antes de preencher minhas artérias com o mais puro ódio, vale relembrar que Guerra dos Mundos é, originalmente, uma obra literária. A Guerra dos Mundos, escrita por H. G. Wells e publicada pela primeira vez em 1897, é considerada um clássico da ficção científica, narrando a invasão de nosso singelo planeta por uma raça mais inteligente e belicamente superior.
    Um episódio bastante curioso envolvendo o livro é que, durante sua leitura, em formato de dramatização, num programa de rádio norte-americano, o caos foi instaurado na população local.
    Em 30 de outubro de 1938 a rede de rádio CBS (Columbia Broadcasting System) interrompeu sua programação musical para noticiar uma suposta invasão de marcianos. No entanto, aquela “notícia em edição extraordinária” era só a leitura e interpretação do livro.
    Só que um estrago e tanto foi feito e o povo da terra da liberdade entrou em pânico, acreditando no que ouvia na rádio.
    Engraçado imaginar que houve uma época em que as pessoas acreditavam em qualquer coisa que ouviam ou viam por aí, sem qualquer raciocínio ou fact-checking, e saíam apavorados espalhando essas “mentiras”, com o simples objetivo de desencadear ainda mais medo e desespero… Enfim.[...]

(Disponível em: https://nerdinterior.com.br/reviews/review-guerra-dosmundos-2025-amazon-prime/. Acesso em 04/02/2026)
Na passagem “Exageros à parte, assistir uma propaganda indesejada não é das tarefas mais prazerosas, especialmente quando não é o seu objetivo” (3º§), o trecho destacado conta com a pontuação para transmitir ao leitor a ideia de que se trata de: 
Alternativas
Q3979490 Português
Analise o texto a seguir e responda à questão.

Texto III

Review | Guerra dos Mundos (2025, Amazon Prime)

(Alexandre Fernandes)

    Você é daqueles que sentem um pequeno infarto quando, ao assistir qualquer vídeo na internet, se deparam com uma propaganda da qual não é possível pular? Parecem ali os 30 segundos mais sofridos da história da civilização, não é mesmo?
    Você questiona sua fé, se pergunta quais crimes cometeu contra humanidade para receber tal castigo, pensa até em ter que desviar o olhar daquela tela?
   Exageros à parte, assistir uma propaganda indesejada não é das tarefas mais prazerosas, especialmente quando não é o seu objetivo – e longe de mim criticar a indústria da propaganda e do marketing, de onde vêm meu ganha pão, inclusive. Mas se eu quero ver algo, quero ver aquele algo que escolhi, certo?
    Agora, pegue aquele cenário inicial de ódio e desolação e multiplique por 200 vezes. Foi o que senti ao me ver preso em uma grande peça publicitária mal feita da Amazon que é esta releitura de Guerra dos Mundos, lançada recentemente pela gigante de propriedade de Jeff Bezos.
Rapaz, que ódio desse “filme”. 
    Guerra dos Mundos em diferentes mundos
    Antes de preencher minhas artérias com o mais puro ódio, vale relembrar que Guerra dos Mundos é, originalmente, uma obra literária. A Guerra dos Mundos, escrita por H. G. Wells e publicada pela primeira vez em 1897, é considerada um clássico da ficção científica, narrando a invasão de nosso singelo planeta por uma raça mais inteligente e belicamente superior.
    Um episódio bastante curioso envolvendo o livro é que, durante sua leitura, em formato de dramatização, num programa de rádio norte-americano, o caos foi instaurado na população local.
    Em 30 de outubro de 1938 a rede de rádio CBS (Columbia Broadcasting System) interrompeu sua programação musical para noticiar uma suposta invasão de marcianos. No entanto, aquela “notícia em edição extraordinária” era só a leitura e interpretação do livro.
    Só que um estrago e tanto foi feito e o povo da terra da liberdade entrou em pânico, acreditando no que ouvia na rádio.
    Engraçado imaginar que houve uma época em que as pessoas acreditavam em qualquer coisa que ouviam ou viam por aí, sem qualquer raciocínio ou fact-checking, e saíam apavorados espalhando essas “mentiras”, com o simples objetivo de desencadear ainda mais medo e desespero… Enfim.[...]

(Disponível em: https://nerdinterior.com.br/reviews/review-guerra-dosmundos-2025-amazon-prime/. Acesso em 04/02/2026)
Considerando o diálogo com a atualidade, no último parágrafo, ao afirmar que “houve uma época em que as pessoas acreditavam em qualquer coisa que ouviam ou viam por aí”, o autor assume uma postura: 
Alternativas
Q3979489 Português
Analise o texto a seguir e responda à questão.

Texto III

Review | Guerra dos Mundos (2025, Amazon Prime)

(Alexandre Fernandes)

    Você é daqueles que sentem um pequeno infarto quando, ao assistir qualquer vídeo na internet, se deparam com uma propaganda da qual não é possível pular? Parecem ali os 30 segundos mais sofridos da história da civilização, não é mesmo?
    Você questiona sua fé, se pergunta quais crimes cometeu contra humanidade para receber tal castigo, pensa até em ter que desviar o olhar daquela tela?
   Exageros à parte, assistir uma propaganda indesejada não é das tarefas mais prazerosas, especialmente quando não é o seu objetivo – e longe de mim criticar a indústria da propaganda e do marketing, de onde vêm meu ganha pão, inclusive. Mas se eu quero ver algo, quero ver aquele algo que escolhi, certo?
    Agora, pegue aquele cenário inicial de ódio e desolação e multiplique por 200 vezes. Foi o que senti ao me ver preso em uma grande peça publicitária mal feita da Amazon que é esta releitura de Guerra dos Mundos, lançada recentemente pela gigante de propriedade de Jeff Bezos.
Rapaz, que ódio desse “filme”. 
    Guerra dos Mundos em diferentes mundos
    Antes de preencher minhas artérias com o mais puro ódio, vale relembrar que Guerra dos Mundos é, originalmente, uma obra literária. A Guerra dos Mundos, escrita por H. G. Wells e publicada pela primeira vez em 1897, é considerada um clássico da ficção científica, narrando a invasão de nosso singelo planeta por uma raça mais inteligente e belicamente superior.
    Um episódio bastante curioso envolvendo o livro é que, durante sua leitura, em formato de dramatização, num programa de rádio norte-americano, o caos foi instaurado na população local.
    Em 30 de outubro de 1938 a rede de rádio CBS (Columbia Broadcasting System) interrompeu sua programação musical para noticiar uma suposta invasão de marcianos. No entanto, aquela “notícia em edição extraordinária” era só a leitura e interpretação do livro.
    Só que um estrago e tanto foi feito e o povo da terra da liberdade entrou em pânico, acreditando no que ouvia na rádio.
    Engraçado imaginar que houve uma época em que as pessoas acreditavam em qualquer coisa que ouviam ou viam por aí, sem qualquer raciocínio ou fact-checking, e saíam apavorados espalhando essas “mentiras”, com o simples objetivo de desencadear ainda mais medo e desespero… Enfim.[...]

(Disponível em: https://nerdinterior.com.br/reviews/review-guerra-dosmundos-2025-amazon-prime/. Acesso em 04/02/2026)
No texto III, o autor utiliza diferentes níveis de linguagem para expressar sua opinião sobre o filme. Considerando os recursos linguísticos empregados, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3979486 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.

Texto I

    Tinha um mês que Maria Teresa da Vazante havia tirado o diploma. Mariinha e Tuninha fizeram de um tudo para que a filha conseguisse aquele curso. Mariinha, por intermédio de Angélica, que ainda ia à cidade, arranjou uma vaga com desconto no Sacramentina e Silva, pelo vínculo que tinha com a instituição, e fez a matricula de Maria Teresa, que todo sábado, por seis meses, carreou até Santa Stella para comparecer às aulas.
    Esse foi um período difícil e de muita privação para todas elas, porque além do preço do curso tinha o transporte, que elas pagavam para Thadeu. E todo sábado ajeitavam a menina para a viagem, que a filha delas não poderia passar vergonha.
    A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava. Toda madrugada, antes do carro partir, Mariinha fazia centenas de recomendações a Thadeu para que ele não viesse embora sem Maria Teresa. A senhora tinha confiança nele, existia aquela união entre os Fontes e as mulheres da Vazante, mas a professora não conseguiu controlar seu medo. Durante os seis meses que o curso durou, a mãe agoniava o motorista com advertências e precauções.
    — Não, eu não acredito – Maria Teresa trocava olhares de felicidade com o noivo e as mães. – Será aquilo, mainha? – a menina estendeu o braço para segurar a mão de Tuninha.
    — Abre, nega! É tua! Foi um trabalho danado de conseguir, desde antes do teu curso acabar que venho fazendo esse plano – os olhos do noivo dançavam como o alívio de chuva que cai em tarde de sol refrescando a areia. 
    Mané da Gaita achou bonito tocar uma valsa doce naquele momento. Com a porta da casa aberta, o cheiro das rosas adocicava ainda mais o ambiente. Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo o que estava guardado naquele embrulho de coberta.
    — Sim! É uma máquina, mamãe!

(APARECIDA, Luciany. Mata Doce.Rio de Janeiro: Alfaguara, 2023, p.54)
A linguagem simbólica contribui para a expressividade no texto. Considere os fragmentos abaixo e assinale a opção em que a construção é totalmente literal, ou seja, sem conotação. 
Alternativas
Q3979485 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.

Texto I

    Tinha um mês que Maria Teresa da Vazante havia tirado o diploma. Mariinha e Tuninha fizeram de um tudo para que a filha conseguisse aquele curso. Mariinha, por intermédio de Angélica, que ainda ia à cidade, arranjou uma vaga com desconto no Sacramentina e Silva, pelo vínculo que tinha com a instituição, e fez a matricula de Maria Teresa, que todo sábado, por seis meses, carreou até Santa Stella para comparecer às aulas.
    Esse foi um período difícil e de muita privação para todas elas, porque além do preço do curso tinha o transporte, que elas pagavam para Thadeu. E todo sábado ajeitavam a menina para a viagem, que a filha delas não poderia passar vergonha.
    A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava. Toda madrugada, antes do carro partir, Mariinha fazia centenas de recomendações a Thadeu para que ele não viesse embora sem Maria Teresa. A senhora tinha confiança nele, existia aquela união entre os Fontes e as mulheres da Vazante, mas a professora não conseguiu controlar seu medo. Durante os seis meses que o curso durou, a mãe agoniava o motorista com advertências e precauções.
    — Não, eu não acredito – Maria Teresa trocava olhares de felicidade com o noivo e as mães. – Será aquilo, mainha? – a menina estendeu o braço para segurar a mão de Tuninha.
    — Abre, nega! É tua! Foi um trabalho danado de conseguir, desde antes do teu curso acabar que venho fazendo esse plano – os olhos do noivo dançavam como o alívio de chuva que cai em tarde de sol refrescando a areia. 
    Mané da Gaita achou bonito tocar uma valsa doce naquele momento. Com a porta da casa aberta, o cheiro das rosas adocicava ainda mais o ambiente. Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo o que estava guardado naquele embrulho de coberta.
    — Sim! É uma máquina, mamãe!

(APARECIDA, Luciany. Mata Doce.Rio de Janeiro: Alfaguara, 2023, p.54)
Em “Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo” (6º§), a sequência de verbos contribui para a sonoridade, mas também indicam uma ação:
Alternativas
Q3979484 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.

Texto I

    Tinha um mês que Maria Teresa da Vazante havia tirado o diploma. Mariinha e Tuninha fizeram de um tudo para que a filha conseguisse aquele curso. Mariinha, por intermédio de Angélica, que ainda ia à cidade, arranjou uma vaga com desconto no Sacramentina e Silva, pelo vínculo que tinha com a instituição, e fez a matricula de Maria Teresa, que todo sábado, por seis meses, carreou até Santa Stella para comparecer às aulas.
    Esse foi um período difícil e de muita privação para todas elas, porque além do preço do curso tinha o transporte, que elas pagavam para Thadeu. E todo sábado ajeitavam a menina para a viagem, que a filha delas não poderia passar vergonha.
    A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava. Toda madrugada, antes do carro partir, Mariinha fazia centenas de recomendações a Thadeu para que ele não viesse embora sem Maria Teresa. A senhora tinha confiança nele, existia aquela união entre os Fontes e as mulheres da Vazante, mas a professora não conseguiu controlar seu medo. Durante os seis meses que o curso durou, a mãe agoniava o motorista com advertências e precauções.
    — Não, eu não acredito – Maria Teresa trocava olhares de felicidade com o noivo e as mães. – Será aquilo, mainha? – a menina estendeu o braço para segurar a mão de Tuninha.
    — Abre, nega! É tua! Foi um trabalho danado de conseguir, desde antes do teu curso acabar que venho fazendo esse plano – os olhos do noivo dançavam como o alívio de chuva que cai em tarde de sol refrescando a areia. 
    Mané da Gaita achou bonito tocar uma valsa doce naquele momento. Com a porta da casa aberta, o cheiro das rosas adocicava ainda mais o ambiente. Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo o que estava guardado naquele embrulho de coberta.
    — Sim! É uma máquina, mamãe!

(APARECIDA, Luciany. Mata Doce.Rio de Janeiro: Alfaguara, 2023, p.54)
Em “A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava.” (3º§), as vírgulas são empregadas para isolar uma construção que possui o sentido de:
Alternativas
Q3979483 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.

Texto I

    Tinha um mês que Maria Teresa da Vazante havia tirado o diploma. Mariinha e Tuninha fizeram de um tudo para que a filha conseguisse aquele curso. Mariinha, por intermédio de Angélica, que ainda ia à cidade, arranjou uma vaga com desconto no Sacramentina e Silva, pelo vínculo que tinha com a instituição, e fez a matricula de Maria Teresa, que todo sábado, por seis meses, carreou até Santa Stella para comparecer às aulas.
    Esse foi um período difícil e de muita privação para todas elas, porque além do preço do curso tinha o transporte, que elas pagavam para Thadeu. E todo sábado ajeitavam a menina para a viagem, que a filha delas não poderia passar vergonha.
    A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava. Toda madrugada, antes do carro partir, Mariinha fazia centenas de recomendações a Thadeu para que ele não viesse embora sem Maria Teresa. A senhora tinha confiança nele, existia aquela união entre os Fontes e as mulheres da Vazante, mas a professora não conseguiu controlar seu medo. Durante os seis meses que o curso durou, a mãe agoniava o motorista com advertências e precauções.
    — Não, eu não acredito – Maria Teresa trocava olhares de felicidade com o noivo e as mães. – Será aquilo, mainha? – a menina estendeu o braço para segurar a mão de Tuninha.
    — Abre, nega! É tua! Foi um trabalho danado de conseguir, desde antes do teu curso acabar que venho fazendo esse plano – os olhos do noivo dançavam como o alívio de chuva que cai em tarde de sol refrescando a areia. 
    Mané da Gaita achou bonito tocar uma valsa doce naquele momento. Com a porta da casa aberta, o cheiro das rosas adocicava ainda mais o ambiente. Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo o que estava guardado naquele embrulho de coberta.
    — Sim! É uma máquina, mamãe!

(APARECIDA, Luciany. Mata Doce.Rio de Janeiro: Alfaguara, 2023, p.54)
Na narrativa, expressões como “Tinha um mês” e “todo sábado por seis meses” (1º§) revelam:
Alternativas
Q3979482 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.

Texto I

    Tinha um mês que Maria Teresa da Vazante havia tirado o diploma. Mariinha e Tuninha fizeram de um tudo para que a filha conseguisse aquele curso. Mariinha, por intermédio de Angélica, que ainda ia à cidade, arranjou uma vaga com desconto no Sacramentina e Silva, pelo vínculo que tinha com a instituição, e fez a matricula de Maria Teresa, que todo sábado, por seis meses, carreou até Santa Stella para comparecer às aulas.
    Esse foi um período difícil e de muita privação para todas elas, porque além do preço do curso tinha o transporte, que elas pagavam para Thadeu. E todo sábado ajeitavam a menina para a viagem, que a filha delas não poderia passar vergonha.
    A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava. Toda madrugada, antes do carro partir, Mariinha fazia centenas de recomendações a Thadeu para que ele não viesse embora sem Maria Teresa. A senhora tinha confiança nele, existia aquela união entre os Fontes e as mulheres da Vazante, mas a professora não conseguiu controlar seu medo. Durante os seis meses que o curso durou, a mãe agoniava o motorista com advertências e precauções.
    — Não, eu não acredito – Maria Teresa trocava olhares de felicidade com o noivo e as mães. – Será aquilo, mainha? – a menina estendeu o braço para segurar a mão de Tuninha.
    — Abre, nega! É tua! Foi um trabalho danado de conseguir, desde antes do teu curso acabar que venho fazendo esse plano – os olhos do noivo dançavam como o alívio de chuva que cai em tarde de sol refrescando a areia. 
    Mané da Gaita achou bonito tocar uma valsa doce naquele momento. Com a porta da casa aberta, o cheiro das rosas adocicava ainda mais o ambiente. Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo o que estava guardado naquele embrulho de coberta.
    — Sim! É uma máquina, mamãe!

(APARECIDA, Luciany. Mata Doce.Rio de Janeiro: Alfaguara, 2023, p.54)
De forma bastante delicada, é possível apreender, ao longo do texto, uma oposição que se estabelece entre:
Alternativas
Q3978763 Português
O grau diminutivo das palavras é usado, na maioria das vezes, para indicar o tamanho pequeno ou diminuído de algo ou alguém. Em qual das frases NÃO aparece uma palavra no diminutivo? Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3978760 Português
Texto para a questão.

O que perdemos por deixar de escrever à mão

Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar. E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem importância.
    
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre 1997 e 2012).
    
O hábito de escrever no papel tornou-se menos frequente devido à predominância de celulares, tablets e computadores, alterando uma prática fundamental da civilização humana.
    
Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a digitação.
    
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto na digitação o movimento é homogeneizado: nada distingue um clique para digitar um A ou um Z.
    
Quando toda a novidade presume avanço, aqui estão alguns efeitos dessa mudança:

    1. Impacto no aprendizado e na memória. O abandono gradual da escrita à mão, em favor da digitação, é um fenômeno que altera não apenas a forma como nos comunicamos, mas também como o nosso cérebro processa informações. Essa mudança de costumes traz benefícios de eficiência, mas impõe perdas significativas em termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão, o cérebro precisa planejar e executar movimentos complexos para cada letra, o que reforça a retenção de informações

    2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o tempo mais lento da escrita manual permite que o cérebro processe melhor o conteúdo

    3. Quem digita usa com frequência o "copie e cole", o que resulta numa retenção superficial, enquanto quem escreve à mão é forçado a resumir e selecionar conceitos-chave, o que facilita a compreensão e o armazenamento. A escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela envolve a integração da visão, do tato e do controle motor fino, muito valorizados na alfabetização infantil

     4. Refinamento da coordenação fina. A perda da prática manual pode levar a uma atrofia de habilidades motoras delicadas, essenciais em áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica de precisão
    
        Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de saudade.
    
        Acredite, a vida do robô é um modelo de eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar cartas para reler em dias tristes. J.J. Camargo. 

J.J. Camargo. Disponível em <https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2026/02/oque-perdemos-por-deixar-de-escrever-a-maocmltur7cr003401jnhitonyvt.html>.
No período “Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento...”, o termo “exauridos” indica que a exposição de razões técnicas chegou ao limite, como etapa já cumprida. Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo adequado para “exauridos” nesse contexto. 
Alternativas
Q3978759 Português
Texto para a questão.

O que perdemos por deixar de escrever à mão

Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar. E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem importância.
    
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre 1997 e 2012).
    
O hábito de escrever no papel tornou-se menos frequente devido à predominância de celulares, tablets e computadores, alterando uma prática fundamental da civilização humana.
    
Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a digitação.
    
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto na digitação o movimento é homogeneizado: nada distingue um clique para digitar um A ou um Z.
    
Quando toda a novidade presume avanço, aqui estão alguns efeitos dessa mudança:

    1. Impacto no aprendizado e na memória. O abandono gradual da escrita à mão, em favor da digitação, é um fenômeno que altera não apenas a forma como nos comunicamos, mas também como o nosso cérebro processa informações. Essa mudança de costumes traz benefícios de eficiência, mas impõe perdas significativas em termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão, o cérebro precisa planejar e executar movimentos complexos para cada letra, o que reforça a retenção de informações

    2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o tempo mais lento da escrita manual permite que o cérebro processe melhor o conteúdo

    3. Quem digita usa com frequência o "copie e cole", o que resulta numa retenção superficial, enquanto quem escreve à mão é forçado a resumir e selecionar conceitos-chave, o que facilita a compreensão e o armazenamento. A escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela envolve a integração da visão, do tato e do controle motor fino, muito valorizados na alfabetização infantil

     4. Refinamento da coordenação fina. A perda da prática manual pode levar a uma atrofia de habilidades motoras delicadas, essenciais em áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica de precisão
    
        Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de saudade.
    
        Acredite, a vida do robô é um modelo de eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar cartas para reler em dias tristes. J.J. Camargo. 

J.J. Camargo. Disponível em <https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2026/02/oque-perdemos-por-deixar-de-escrever-a-maocmltur7cr003401jnhitonyvt.html>.
No trecho do texto em que se afirma: “A escrita manual é uma tarefa multissensorial.”, o autor organiza a informação em uma oração simples. Considerando a análise sintática do período, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3978758 Português
Texto para a questão.

O que perdemos por deixar de escrever à mão

Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar. E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem importância.
    
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre 1997 e 2012).
    
O hábito de escrever no papel tornou-se menos frequente devido à predominância de celulares, tablets e computadores, alterando uma prática fundamental da civilização humana.
    
Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a digitação.
    
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto na digitação o movimento é homogeneizado: nada distingue um clique para digitar um A ou um Z.
    
Quando toda a novidade presume avanço, aqui estão alguns efeitos dessa mudança:

    1. Impacto no aprendizado e na memória. O abandono gradual da escrita à mão, em favor da digitação, é um fenômeno que altera não apenas a forma como nos comunicamos, mas também como o nosso cérebro processa informações. Essa mudança de costumes traz benefícios de eficiência, mas impõe perdas significativas em termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão, o cérebro precisa planejar e executar movimentos complexos para cada letra, o que reforça a retenção de informações

    2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o tempo mais lento da escrita manual permite que o cérebro processe melhor o conteúdo

    3. Quem digita usa com frequência o "copie e cole", o que resulta numa retenção superficial, enquanto quem escreve à mão é forçado a resumir e selecionar conceitos-chave, o que facilita a compreensão e o armazenamento. A escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela envolve a integração da visão, do tato e do controle motor fino, muito valorizados na alfabetização infantil

     4. Refinamento da coordenação fina. A perda da prática manual pode levar a uma atrofia de habilidades motoras delicadas, essenciais em áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica de precisão
    
        Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de saudade.
    
        Acredite, a vida do robô é um modelo de eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar cartas para reler em dias tristes. J.J. Camargo. 

J.J. Camargo. Disponível em <https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2026/02/oque-perdemos-por-deixar-de-escrever-a-maocmltur7cr003401jnhitonyvt.html>.
Considerando a articulação lógica entre as orações e o valor semântico do conectivo “se” no período “Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações.”, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3978757 Português
Texto para a questão.

O que perdemos por deixar de escrever à mão

Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar. E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem importância.
    
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre 1997 e 2012).
    
O hábito de escrever no papel tornou-se menos frequente devido à predominância de celulares, tablets e computadores, alterando uma prática fundamental da civilização humana.
    
Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a digitação.
    
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto na digitação o movimento é homogeneizado: nada distingue um clique para digitar um A ou um Z.
    
Quando toda a novidade presume avanço, aqui estão alguns efeitos dessa mudança:

    1. Impacto no aprendizado e na memória. O abandono gradual da escrita à mão, em favor da digitação, é um fenômeno que altera não apenas a forma como nos comunicamos, mas também como o nosso cérebro processa informações. Essa mudança de costumes traz benefícios de eficiência, mas impõe perdas significativas em termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão, o cérebro precisa planejar e executar movimentos complexos para cada letra, o que reforça a retenção de informações

    2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o tempo mais lento da escrita manual permite que o cérebro processe melhor o conteúdo

    3. Quem digita usa com frequência o "copie e cole", o que resulta numa retenção superficial, enquanto quem escreve à mão é forçado a resumir e selecionar conceitos-chave, o que facilita a compreensão e o armazenamento. A escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela envolve a integração da visão, do tato e do controle motor fino, muito valorizados na alfabetização infantil

     4. Refinamento da coordenação fina. A perda da prática manual pode levar a uma atrofia de habilidades motoras delicadas, essenciais em áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica de precisão
    
        Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de saudade.
    
        Acredite, a vida do robô é um modelo de eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar cartas para reler em dias tristes. J.J. Camargo. 

J.J. Camargo. Disponível em <https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2026/02/oque-perdemos-por-deixar-de-escrever-a-maocmltur7cr003401jnhitonyvt.html>.
Após enumerar efeitos cognitivos e motores ligados ao abandono da escrita à mão, o autor encerra com a imagem da carta de amor e da eficiência vazia atribuída ao robô. Nesse encadeamento, a conclusão cumpre a função de:
I. Substituir a argumentação técnica por um exemplo afetivo, voltando o tema ao âmbito estritamente pessoal.
II. Negar as vantagens de eficiência da digitação, tratando-as como prescindíveis para o mundo contemporâneo.
III. Reforçar que a questão envolve também perdas simbólicas e de memória afetiva, além de ganhos práticos.
IV. Comprovar, por meio de caso concreto, que a escrita manual é superior em qualquer tarefa cotidiana.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
3381: D
3382: A
3383: A
3384: B
3385: D
3386: D
3387: D
3388: C
3389: D
3390: B
3391: B
3392: B
3393: A
3394: D
3395: C
3396: D
3397: C
3398: B
3399: D
3400: C