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Q3983420 Português
        Fabiano estava de bom humor. Dias antes a enchente havia coberto as marcas postas no fim da terra de aluvião, alcançava as catingueiras, que deviam estar submersas. Certamente só apareciam as folhas, a espuma subia, lambendo ribanceiras que se desmoronavam.

        Dentro em pouco o despotismo de água ia acabar, mas Fabiano não pensava no futuro. Por enquanto a inundação crescia, matava bichos, ocupava grotas e várzeas. Tudo muito bem. E Fabiano esfregava as mãos. Não havia o perigo da seca imediata, que aterrorizara a família durante meses. A catinga amarelecera, avermelhara-se, o gado principiara a emagrecer e horríveis visões de pesadelo tinham agitado o sono das pessoas. De repente um traço ligeiro rasgara o céu para os lados da cabeceira do rio, outros surgiram mais claros, o trovão roncara perto, na escuridão da meia-noite rolaram nuvens cor de sangue. A ventania arrancara sucupiras e imburanas, houvera relâmpagos em demasia – e Sinha Vitória se escondera na camarinha com os filhos, tapando as orelhas, enrolando-se nas cobertas. Mas aquela brutalidade findara de chofre, a chuva caíra, a cabeça da cheia aparecera arrastando troncos e animais mortos. A água tinha subido, alcançado a ladeira, estava com vontade de chegar aos juazeiros do fim do pátio. Sinha Vitória andava amedrontada. Seria possível que a água topasse os juazeiros? Se isto acontecesse, a casa seria invadida, os moradores teriam de subir o morro, viver uns dias no morro, como preás.

        Suspirava atiçando o fogo com o cabo da quenga de coco. Deus não permitiria que sucedesse tal desgraça.

(Graciliano Ramos, Vidas Secas, 1998)
 Considere as frases:
• _______________ só as folhas que certamente apareciam, a espuma subia, lambendo ribanceiras que se desmoronavam.
•  Por enquanto a inundação crescia, matava bichos, chegava ________________ grotas e várzeas.
•  Não ___________________ o perigo da seca imediata, que aterrorizara a família durante meses.
•  Para Sinha Vitória, Deus não permitiria tal desgraça ________________ pessoas.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Alternativas
Q3983419 Português
        Fabiano estava de bom humor. Dias antes a enchente havia coberto as marcas postas no fim da terra de aluvião, alcançava as catingueiras, que deviam estar submersas. Certamente só apareciam as folhas, a espuma subia, lambendo ribanceiras que se desmoronavam.

        Dentro em pouco o despotismo de água ia acabar, mas Fabiano não pensava no futuro. Por enquanto a inundação crescia, matava bichos, ocupava grotas e várzeas. Tudo muito bem. E Fabiano esfregava as mãos. Não havia o perigo da seca imediata, que aterrorizara a família durante meses. A catinga amarelecera, avermelhara-se, o gado principiara a emagrecer e horríveis visões de pesadelo tinham agitado o sono das pessoas. De repente um traço ligeiro rasgara o céu para os lados da cabeceira do rio, outros surgiram mais claros, o trovão roncara perto, na escuridão da meia-noite rolaram nuvens cor de sangue. A ventania arrancara sucupiras e imburanas, houvera relâmpagos em demasia – e Sinha Vitória se escondera na camarinha com os filhos, tapando as orelhas, enrolando-se nas cobertas. Mas aquela brutalidade findara de chofre, a chuva caíra, a cabeça da cheia aparecera arrastando troncos e animais mortos. A água tinha subido, alcançado a ladeira, estava com vontade de chegar aos juazeiros do fim do pátio. Sinha Vitória andava amedrontada. Seria possível que a água topasse os juazeiros? Se isto acontecesse, a casa seria invadida, os moradores teriam de subir o morro, viver uns dias no morro, como preás.

        Suspirava atiçando o fogo com o cabo da quenga de coco. Deus não permitiria que sucedesse tal desgraça.

(Graciliano Ramos, Vidas Secas, 1998)
Na frase “Se isto acontecesse, a casa seria invadida, os moradores teriam de subir o morro, viver uns dias no morro, como preás.” (2º parágrafo), se o verbo “acontecer” for flexionado no tempo futuro, ele e os demais verbos destacados devem assumir, correta e respectivamente, as formas:
Alternativas
Q3983418 Português
        Fabiano estava de bom humor. Dias antes a enchente havia coberto as marcas postas no fim da terra de aluvião, alcançava as catingueiras, que deviam estar submersas. Certamente só apareciam as folhas, a espuma subia, lambendo ribanceiras que se desmoronavam.

        Dentro em pouco o despotismo de água ia acabar, mas Fabiano não pensava no futuro. Por enquanto a inundação crescia, matava bichos, ocupava grotas e várzeas. Tudo muito bem. E Fabiano esfregava as mãos. Não havia o perigo da seca imediata, que aterrorizara a família durante meses. A catinga amarelecera, avermelhara-se, o gado principiara a emagrecer e horríveis visões de pesadelo tinham agitado o sono das pessoas. De repente um traço ligeiro rasgara o céu para os lados da cabeceira do rio, outros surgiram mais claros, o trovão roncara perto, na escuridão da meia-noite rolaram nuvens cor de sangue. A ventania arrancara sucupiras e imburanas, houvera relâmpagos em demasia – e Sinha Vitória se escondera na camarinha com os filhos, tapando as orelhas, enrolando-se nas cobertas. Mas aquela brutalidade findara de chofre, a chuva caíra, a cabeça da cheia aparecera arrastando troncos e animais mortos. A água tinha subido, alcançado a ladeira, estava com vontade de chegar aos juazeiros do fim do pátio. Sinha Vitória andava amedrontada. Seria possível que a água topasse os juazeiros? Se isto acontecesse, a casa seria invadida, os moradores teriam de subir o morro, viver uns dias no morro, como preás.

        Suspirava atiçando o fogo com o cabo da quenga de coco. Deus não permitiria que sucedesse tal desgraça.

(Graciliano Ramos, Vidas Secas, 1998)
Considere as passagens do texto:
•  Dias antes a enchente havia coberto as marcas postas no fim da terra de aluvião... (1º parágrafo)
•  Dentro em pouco o despotismo de água ia acabar, mas Fabiano não pensava no futuro. (2º parágrafo)
•  Seria possível que a água topasse os juazeiros? (2º parágrafo)

No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas exprimem, correta e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3983417 Português
        Fabiano estava de bom humor. Dias antes a enchente havia coberto as marcas postas no fim da terra de aluvião, alcançava as catingueiras, que deviam estar submersas. Certamente só apareciam as folhas, a espuma subia, lambendo ribanceiras que se desmoronavam.

        Dentro em pouco o despotismo de água ia acabar, mas Fabiano não pensava no futuro. Por enquanto a inundação crescia, matava bichos, ocupava grotas e várzeas. Tudo muito bem. E Fabiano esfregava as mãos. Não havia o perigo da seca imediata, que aterrorizara a família durante meses. A catinga amarelecera, avermelhara-se, o gado principiara a emagrecer e horríveis visões de pesadelo tinham agitado o sono das pessoas. De repente um traço ligeiro rasgara o céu para os lados da cabeceira do rio, outros surgiram mais claros, o trovão roncara perto, na escuridão da meia-noite rolaram nuvens cor de sangue. A ventania arrancara sucupiras e imburanas, houvera relâmpagos em demasia – e Sinha Vitória se escondera na camarinha com os filhos, tapando as orelhas, enrolando-se nas cobertas. Mas aquela brutalidade findara de chofre, a chuva caíra, a cabeça da cheia aparecera arrastando troncos e animais mortos. A água tinha subido, alcançado a ladeira, estava com vontade de chegar aos juazeiros do fim do pátio. Sinha Vitória andava amedrontada. Seria possível que a água topasse os juazeiros? Se isto acontecesse, a casa seria invadida, os moradores teriam de subir o morro, viver uns dias no morro, como preás.

        Suspirava atiçando o fogo com o cabo da quenga de coco. Deus não permitiria que sucedesse tal desgraça.

(Graciliano Ramos, Vidas Secas, 1998)
O trecho da narrativa mostra um cenário
Alternativas
Q3983416 Português
Nova tecnologia, velhos riscos

        O Brasil dá um passo importante ao incorporar o supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático. Instalado na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, o novo equipamento eleva em 24 vezes a capacidade de processamento de dados em relação ao Tupã, que será substituído após anos de serviço. Trata-se de um salto tecnológico que posiciona o País entre os mais bem aparelhados do mundo para produzir previsões mais rápidas, detalhadas e confiáveis.

        Com o Jaci em operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026, o País passará a operar plenamente o novo modelo nacional de previsão climática e oceânica (Monan), capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. Em termos práticos, isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura, defesa civil, planejamento territorial e estudos de mudança do clima. Num país continental como o Brasil, marcado por grande diversidade ambiental e crescente exposição a eventos extremos, um equipamento como o Jaci é uma necessidade básica.

        O busílis é que, aqui, o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis, desarticuladas ou simplesmente inexistentes. Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos. Boletins e alertas, por si sós, não salvam vidas.

        Os exemplos estão à vista de todos. Nos últimos anos, ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. A tragédia que devastou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 e os tornados no Paraná e enchentes recorrentes em grandes cidades, sobretudo na região serrana do Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, não podem ser tratados como fatalidades naturais. Em grande medida, são desastres anunciados, agravados por décadas de ocupação desordenada do solo, impermeabilização urbana, moradias em encostas, desmatamento e ausência de planejamento.

        A ciência pode indicar onde e quando o risco se materializa. Mas cabe ao poder público, nas três esferas da administração, decidir como esses dados serão usados para prevenir danos, principalmente à integridade física dos cidadãos mais diretamente afetados. Isso implica investir em uma defesa civil estruturada, em planos diretores responsáveis, em habitação digna fora de áreas de risco, em infraestrutura de drenagem e em políticas ambientais modernas.

        O Jaci é a materialização de um Brasil capaz de produzir conhecimento de ponta. Falta assegurar que esse conhecimento não se perca no labirinto da inépcia administrativa e da miopia política, não raro acometida pela chamada “síndrome do céu azul”. Sem governança, coordenação e responsabilidade, a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.01.2026. Adaptado)
Considere as passagens:
•  ... capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. (2º parágrafo)
•  ... a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar. (6º parágrafo)

O par de preposições “da ... à” (1ª passagem) e a preposição “com” (2ª passagem) estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de 
Alternativas
Q3983415 Português
Nova tecnologia, velhos riscos

        O Brasil dá um passo importante ao incorporar o supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático. Instalado na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, o novo equipamento eleva em 24 vezes a capacidade de processamento de dados em relação ao Tupã, que será substituído após anos de serviço. Trata-se de um salto tecnológico que posiciona o País entre os mais bem aparelhados do mundo para produzir previsões mais rápidas, detalhadas e confiáveis.

        Com o Jaci em operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026, o País passará a operar plenamente o novo modelo nacional de previsão climática e oceânica (Monan), capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. Em termos práticos, isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura, defesa civil, planejamento territorial e estudos de mudança do clima. Num país continental como o Brasil, marcado por grande diversidade ambiental e crescente exposição a eventos extremos, um equipamento como o Jaci é uma necessidade básica.

        O busílis é que, aqui, o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis, desarticuladas ou simplesmente inexistentes. Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos. Boletins e alertas, por si sós, não salvam vidas.

        Os exemplos estão à vista de todos. Nos últimos anos, ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. A tragédia que devastou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 e os tornados no Paraná e enchentes recorrentes em grandes cidades, sobretudo na região serrana do Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, não podem ser tratados como fatalidades naturais. Em grande medida, são desastres anunciados, agravados por décadas de ocupação desordenada do solo, impermeabilização urbana, moradias em encostas, desmatamento e ausência de planejamento.

        A ciência pode indicar onde e quando o risco se materializa. Mas cabe ao poder público, nas três esferas da administração, decidir como esses dados serão usados para prevenir danos, principalmente à integridade física dos cidadãos mais diretamente afetados. Isso implica investir em uma defesa civil estruturada, em planos diretores responsáveis, em habitação digna fora de áreas de risco, em infraestrutura de drenagem e em políticas ambientais modernas.

        O Jaci é a materialização de um Brasil capaz de produzir conhecimento de ponta. Falta assegurar que esse conhecimento não se perca no labirinto da inépcia administrativa e da miopia política, não raro acometida pela chamada “síndrome do céu azul”. Sem governança, coordenação e responsabilidade, a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.01.2026. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3983414 Português
Nova tecnologia, velhos riscos

        O Brasil dá um passo importante ao incorporar o supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático. Instalado na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, o novo equipamento eleva em 24 vezes a capacidade de processamento de dados em relação ao Tupã, que será substituído após anos de serviço. Trata-se de um salto tecnológico que posiciona o País entre os mais bem aparelhados do mundo para produzir previsões mais rápidas, detalhadas e confiáveis.

        Com o Jaci em operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026, o País passará a operar plenamente o novo modelo nacional de previsão climática e oceânica (Monan), capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. Em termos práticos, isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura, defesa civil, planejamento territorial e estudos de mudança do clima. Num país continental como o Brasil, marcado por grande diversidade ambiental e crescente exposição a eventos extremos, um equipamento como o Jaci é uma necessidade básica.

        O busílis é que, aqui, o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis, desarticuladas ou simplesmente inexistentes. Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos. Boletins e alertas, por si sós, não salvam vidas.

        Os exemplos estão à vista de todos. Nos últimos anos, ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. A tragédia que devastou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 e os tornados no Paraná e enchentes recorrentes em grandes cidades, sobretudo na região serrana do Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, não podem ser tratados como fatalidades naturais. Em grande medida, são desastres anunciados, agravados por décadas de ocupação desordenada do solo, impermeabilização urbana, moradias em encostas, desmatamento e ausência de planejamento.

        A ciência pode indicar onde e quando o risco se materializa. Mas cabe ao poder público, nas três esferas da administração, decidir como esses dados serão usados para prevenir danos, principalmente à integridade física dos cidadãos mais diretamente afetados. Isso implica investir em uma defesa civil estruturada, em planos diretores responsáveis, em habitação digna fora de áreas de risco, em infraestrutura de drenagem e em políticas ambientais modernas.

        O Jaci é a materialização de um Brasil capaz de produzir conhecimento de ponta. Falta assegurar que esse conhecimento não se perca no labirinto da inépcia administrativa e da miopia política, não raro acometida pela chamada “síndrome do céu azul”. Sem governança, coordenação e responsabilidade, a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.01.2026. Adaptado)
A frase “Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos.” (3º parágrafo) mantém a conformidade com a norma-padrão de regência se as expressões destacadas forem substituídas, respectivamente, por:
Alternativas
Q3983413 Português
Nova tecnologia, velhos riscos

        O Brasil dá um passo importante ao incorporar o supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático. Instalado na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, o novo equipamento eleva em 24 vezes a capacidade de processamento de dados em relação ao Tupã, que será substituído após anos de serviço. Trata-se de um salto tecnológico que posiciona o País entre os mais bem aparelhados do mundo para produzir previsões mais rápidas, detalhadas e confiáveis.

        Com o Jaci em operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026, o País passará a operar plenamente o novo modelo nacional de previsão climática e oceânica (Monan), capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. Em termos práticos, isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura, defesa civil, planejamento territorial e estudos de mudança do clima. Num país continental como o Brasil, marcado por grande diversidade ambiental e crescente exposição a eventos extremos, um equipamento como o Jaci é uma necessidade básica.

        O busílis é que, aqui, o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis, desarticuladas ou simplesmente inexistentes. Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos. Boletins e alertas, por si sós, não salvam vidas.

        Os exemplos estão à vista de todos. Nos últimos anos, ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. A tragédia que devastou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 e os tornados no Paraná e enchentes recorrentes em grandes cidades, sobretudo na região serrana do Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, não podem ser tratados como fatalidades naturais. Em grande medida, são desastres anunciados, agravados por décadas de ocupação desordenada do solo, impermeabilização urbana, moradias em encostas, desmatamento e ausência de planejamento.

        A ciência pode indicar onde e quando o risco se materializa. Mas cabe ao poder público, nas três esferas da administração, decidir como esses dados serão usados para prevenir danos, principalmente à integridade física dos cidadãos mais diretamente afetados. Isso implica investir em uma defesa civil estruturada, em planos diretores responsáveis, em habitação digna fora de áreas de risco, em infraestrutura de drenagem e em políticas ambientais modernas.

        O Jaci é a materialização de um Brasil capaz de produzir conhecimento de ponta. Falta assegurar que esse conhecimento não se perca no labirinto da inépcia administrativa e da miopia política, não raro acometida pela chamada “síndrome do céu azul”. Sem governança, coordenação e responsabilidade, a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.01.2026. Adaptado)
Considere as passagens do texto:
•  ... isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura... (2º parágrafo)
•  ... o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis... (3º parágrafo)
•  ... e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. (4º parágrafo)

Os termos destacados são, correta e respectivamente, antônimos de
Alternativas
Q3983412 Português
Nova tecnologia, velhos riscos

        O Brasil dá um passo importante ao incorporar o supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático. Instalado na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, o novo equipamento eleva em 24 vezes a capacidade de processamento de dados em relação ao Tupã, que será substituído após anos de serviço. Trata-se de um salto tecnológico que posiciona o País entre os mais bem aparelhados do mundo para produzir previsões mais rápidas, detalhadas e confiáveis.

        Com o Jaci em operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026, o País passará a operar plenamente o novo modelo nacional de previsão climática e oceânica (Monan), capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. Em termos práticos, isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura, defesa civil, planejamento territorial e estudos de mudança do clima. Num país continental como o Brasil, marcado por grande diversidade ambiental e crescente exposição a eventos extremos, um equipamento como o Jaci é uma necessidade básica.

        O busílis é que, aqui, o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis, desarticuladas ou simplesmente inexistentes. Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos. Boletins e alertas, por si sós, não salvam vidas.

        Os exemplos estão à vista de todos. Nos últimos anos, ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. A tragédia que devastou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 e os tornados no Paraná e enchentes recorrentes em grandes cidades, sobretudo na região serrana do Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, não podem ser tratados como fatalidades naturais. Em grande medida, são desastres anunciados, agravados por décadas de ocupação desordenada do solo, impermeabilização urbana, moradias em encostas, desmatamento e ausência de planejamento.

        A ciência pode indicar onde e quando o risco se materializa. Mas cabe ao poder público, nas três esferas da administração, decidir como esses dados serão usados para prevenir danos, principalmente à integridade física dos cidadãos mais diretamente afetados. Isso implica investir em uma defesa civil estruturada, em planos diretores responsáveis, em habitação digna fora de áreas de risco, em infraestrutura de drenagem e em políticas ambientais modernas.

        O Jaci é a materialização de um Brasil capaz de produzir conhecimento de ponta. Falta assegurar que esse conhecimento não se perca no labirinto da inépcia administrativa e da miopia política, não raro acometida pela chamada “síndrome do céu azul”. Sem governança, coordenação e responsabilidade, a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.01.2026. Adaptado)
Na passagem do último parágrafo “... não raro acometida pela chamada ‘síndrome do céu azul’.”, as expressões destacadas remetem, correta e respectivamente, aos seguintes sentidos: 
Alternativas
Q3983411 Português
Nova tecnologia, velhos riscos

        O Brasil dá um passo importante ao incorporar o supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático. Instalado na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, o novo equipamento eleva em 24 vezes a capacidade de processamento de dados em relação ao Tupã, que será substituído após anos de serviço. Trata-se de um salto tecnológico que posiciona o País entre os mais bem aparelhados do mundo para produzir previsões mais rápidas, detalhadas e confiáveis.

        Com o Jaci em operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026, o País passará a operar plenamente o novo modelo nacional de previsão climática e oceânica (Monan), capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. Em termos práticos, isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura, defesa civil, planejamento territorial e estudos de mudança do clima. Num país continental como o Brasil, marcado por grande diversidade ambiental e crescente exposição a eventos extremos, um equipamento como o Jaci é uma necessidade básica.

        O busílis é que, aqui, o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis, desarticuladas ou simplesmente inexistentes. Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos. Boletins e alertas, por si sós, não salvam vidas.

        Os exemplos estão à vista de todos. Nos últimos anos, ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. A tragédia que devastou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 e os tornados no Paraná e enchentes recorrentes em grandes cidades, sobretudo na região serrana do Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, não podem ser tratados como fatalidades naturais. Em grande medida, são desastres anunciados, agravados por décadas de ocupação desordenada do solo, impermeabilização urbana, moradias em encostas, desmatamento e ausência de planejamento.

        A ciência pode indicar onde e quando o risco se materializa. Mas cabe ao poder público, nas três esferas da administração, decidir como esses dados serão usados para prevenir danos, principalmente à integridade física dos cidadãos mais diretamente afetados. Isso implica investir em uma defesa civil estruturada, em planos diretores responsáveis, em habitação digna fora de áreas de risco, em infraestrutura de drenagem e em políticas ambientais modernas.

        O Jaci é a materialização de um Brasil capaz de produzir conhecimento de ponta. Falta assegurar que esse conhecimento não se perca no labirinto da inépcia administrativa e da miopia política, não raro acometida pela chamada “síndrome do céu azul”. Sem governança, coordenação e responsabilidade, a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.01.2026. Adaptado)
O editorial reconhece a relevância da incorporação do supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático, fazendo a ressalva de que
Alternativas
Q3983282 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
Analise o emprego das classes de palavras dos termos destacados no seguinte fragmento: “Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: [...]” (2º§). Diante do exposto, assinale a alternativa que descreve corretamente a morfologia e o papel gramatical dos termos destacados. 
Alternativas
Q3983280 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
Considere as relações semânticas e o sentido do vocábulo “antídoto” em “A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.” (6º§). Sobre o termo em evidência, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3983279 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
No 3º §, ao inserir a máxima de Antoine de Saint-Exupéry, o autor estabelece um critério de eficácia comunicativa alinhado à argumentação desenvolvida no texto. Nesse contexto, a noção de “perfeição” relaciona-se à:
Alternativas
Q3983278 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
Ao longo do texto, o autor estabelece uma relação de causa e consequência para fundamentar o seu argumento. Nesse contexto, assinale a alternativa em que essa relação é apresentada corretamente, de acordo com as informações textuais. 
Alternativas
Q3983277 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
Quanto à concordância, considerando os fragmentos retirados do texto e suas respectivas afirmações, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3983276 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
No 8º§, a autora utiliza o termo “mal-entendidos”. Considerando as regras oficiais de ortografia vigentes e o uso do hífen com os prefixos “mal” e “bem”, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
Alternativas
Q3983275 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
Em “Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior.” (7º§), quanto ao valor semântico-sintático do trecho sublinhado, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3983274 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
A autora inicia o 5º§ e o 9º§ com a expressão “além disso”. O termo que pode introduzir o 9º§ sem alterar a sua relação semântica de sentido com o parágrafo anterior é:
Alternativas
Q3983273 Português
Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais

A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações. No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a confiança, reduz conflitos e acelera resultados.

Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.

Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo. Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada a retirar”.

Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.

Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.

Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.

Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora, antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é confronto, é mecanismo de alinhamento.

Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.

Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.

Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.

(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
A regência verbal compreende a relação entre verbo e seu complemento. Considerando as regras de regência prescritas pela gramática normativa da língua portuguesa, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3982391 Português
Assinale a alternativa em que NÃO ocorre desvio ortográfico, de pontuação ou de gramática (concordância, regência etc.).
Alternativas
Respostas
3341: D
3342: B
3343: C
3344: E
3345: D
3346: A
3347: B
3348: D
3349: E
3350: A
3351: A
3352: C
3353: B
3354: C
3355: D
3356: C
3357: D
3358: A
3359: D
3360: B