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I formular e zelar pelo cumprimento das normas relativas à utilização humanitária de animais com finalidade de ensino e pesquisa científica.
II monitorar e avaliar a introdução de técnicas alternativas que substituam a utilização de animais em ensino e pesquisa.
III estabelecer e rever, periodicamente, as normas para uso e cuidados com animais para ensino e pesquisa, em consonância com as convenções internacionais das quais o Brasil seja signatário.
IV estabelecer e rever, a cada 5 (cinco) anos, as normas técnicas para instalação e funcionamento de centros de criação, de biotérios e de laboratórios de experimentação animal, excluindo-se aqui as condições de trabalho nas referidas instalações.
De acordo com o descrito, estão corretos apenas os itens:
I. Deve ser coletada amostra em triplicata da matéria prima, do produto ou de qualquer substância que entre em sua elaboração, asseguradas a sua inviolabilidade e a sua conservação.
II. As amostras coletadas devem ser encaminhadas ao laboratório da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, sem necessidade de amostra de contraprova.
III. As amostras devem ser coletadas, manuseadas, acondicionadas, identificadas e transportadas de modo a garantir a manutenção de sua integridade física e a conferir conservação adequada ao produto.
Assinale a alternativa que contém todas as palavras para preenchimento das lacunas CORRETAMENTE.
I. São critérios para um microrganismo ser considerado indicador de qualidade: rápida e fácil detecção, facilmente distinguível de outros microrganismos, não deve ser contaminante natural e ser associado a um patógeno.
II. Coliformes totais, coliformes termotolerantes, E. coli e Enterococos são indicadores de contaminação fecal ou da qualidade higiênico-sanitária do alimento.
III. Aeróbios Mesófilos, Psicrotróficos, Termófilos e Bolores e Leveduras são indicadores de contaminação fecal ou da qualidade higiênico-sanitária do alimento.
IV. Os termodúricos são deteriorantes importantes pois resistem a temperatura acima da sua temperatura máxima de multiplicação, porém na indústria láctea não tem importância pois não resistem pasteurização.
I. É permitido que os queijos artesanais tradicionalmente elaborados a partir de leite cru sejam maturados por um período inferior a 30 dias, quando estudos técnico-científicos comprovarem que a redução do período de maturação não compromete a qualidade e a inocuidade do produto.
II. A produção de queijos elaborados a partir de leite cru ficar restrita a queijaria situada em região de indicação geográfica registrada ou tradicionalmente reconhecida e em propriedade certificada como livre de tuberculose e brucelose, de acordo com o disposto no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, ou controladas para brucelose e tuberculose pelo Órgão Estadual de Defesa Sanitária Animal, no prazo de até três anos a partir da publicação da IN n.º 30 de 2013.
III. A IN n.º 30 de 2013 sugere a implantação, nas propriedades produtoras dos queijos artesanais, o Programa de Controle de Mastite, Programa de Boas Práticas de Ordenha e de Fabricação e cloração e controle de potabilidade da água utilizada nas atividades, porém não descreve como práticas obrigatórias.
I. O sal inibe a multiplicação bacteriana devido ao aumento da pressão osmótica do meio com consequente redução da atividade de água.
II. A maioria dos microrganismos deteriorantes são sensíveis a presença de sal, porém alguns patogênicos apresentam uma relativa tolerância a sua presença, como o Staphylococcus aureus.
III. A presença do sal reduz a solubilidade do oxigênio na água, dificultando o desenvolvimento de microrganismos aeróbicos.
I. Mycobacterium bovis possui mecanismos eficientes de evasão da defesa imune e mantem-se no hospedeiro promovendo reação inflamatória intensa. No úbere, causa mastite lesando as células secretoras com alteração dos constituintes do leite.
II. Não há prova rápida para detectar a tuberculose no leite, a não ser cultura bacteriana.
III. A brucelose é uma zoonose que tem como agente etiológico a bactéria do gênero Brucella com produção de anticorpos, sem lesão das células secretoras e há prova para detectar anticorpo no leite.
IV. Coxiella burnetti, causadora da Febre Q, tem especial importância nos lácteos porque é o microrganismo patogênico mais resistente ao tratamento térmico, sendo utilizada como parâmetro para o binômio tempo e temperatura de pasteurização utilizado pelas indústrias de beneficiamento de leite e derivados.
I. Para pesquisa de brucelose, o Teste do antígeno acidificado tamponado, que é sensível e de fácil acidificação, é o teste de triagem realizado por veterinários habilitados, laboratórios credenciados ou laboratórios oficiais credenciados.
II. Os animais que reagirem ao teste de triagem para brucelose serão confirmados pelo 2-Mercaptoetanol (ME), que deve ser realizado associado ao teste de sororaglutinação lenta (SAL), e executado por laboratórios credenciados (oficiais ou não).
III. Para diagnostico da tuberculose, o teste cervical simples é a prova de rotina em gado de corte e a teste da prega ano-caudal deve ser utilizada como prova de triagem para gado de leite.