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O manejo alimentar influencia desempenho zootécnico e condições sanitárias; a biossegurança opera com prevenção e controle de riscos biológicos; as boas práticas organizam rotinas de manejo e; as certificações incorporam parâmetros de conformidade que podem abranger sustentabilidade, rastreabilidade, bem-estar, sanidade e regularidade procedimental.
Considerando as interfaces entre manejo alimentar, sanidade aquícola, biossegurança, BPM e certificações de sustentabilidade, analise as alternativas a seguir e assinale a que está CORRETA.
I. A IATF elimina a necessidade de observação de estro, mas sua eficácia depende da correta sincronização da emergência da onda folicular e da indução da ovulação com análogos de GnRH ou estrógenos.
II. A PIVE permite a utilização de doadoras jovens (bezerras pré-púberes) e gestantes, ampliando a intensidade de seleção e reduzindo o intervalo entre gerações.
III. Em programas de PIVE, a taxa de prenhez é invariavelmente superior à obtida com transferência de embriões convencional (TE) devido à maior qualidade dos embriões produzidos in vitro.
IV. A IATF com sêmen sexado apresenta taxas de concepção equivalentes às do sêmen convencional, independentemente do protocolo hormonal utilizado.
Quais estão corretas?
I. A fração “A” da proteína bruta (NNP) é rapidamente degradada no rúmen e contribui para o pool de amônia, sendo essencial para o crescimento microbiano quando há disponibilidade adequada de carboidratos fermentescíveis.
II. A Proteína Não Degradada no Rúmen (PNDR) é a única fonte de aminoácidos absorvidos no intestino delgado, uma vez que a proteína microbiana sintetizada no rúmen tem baixa digestibilidade intestinal.
III. O balanceamento de aminoácidos limitantes, como metionina e lisina, na proteína metabolizável duodenal pode melhorar a eficiência de utilização do nitrogênio e reduzir a excreção de ureia no leite e na urina.
IV. A predição do consumo de matéria seca em modelos nutricionais modernos considera fatores como peso vivo, produção de leite, dias em lactação e condições ambientais, sendo independente da densidade energética da dieta.
Quais estão corretas?
I. O componente arbóreo pode promover sequestro de carbono tanto na biomassa aérea quanto no solo, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas.
II. O sombreamento excessivo pode reduzir a produtividade das forrageiras, exigindo ajuste na densidade e no arranjo das árvores.
III. A renovação de nutrientes em sistemas ILPF é intensificada pela atuação conjunta de raízes profundas das árvores e pela deposição de resíduos orgânicos.
IV. A adoção de ILPF elimina a necessidade de correção e adubação do solo ao longo do tempo, devido ao equilíbrio natural do sistema.
V. O componente arbóreo pode influenciar o comportamento animal, alterando padrões de pastejo e uso do espaço.
Quais estão corretas?
I. Parto distócico em vacas leiteiras: frequentemente está relacionado ao nascimento de bezerros relativamente grandes, cuja incidência pode ser influenciada pelo manejo nutricional no período seco.
II. Cetose: distúrbio metabólico caracterizado pelo balanço energético positivo no pós-parto, cuja incidência pode ser reduzida pelo manejo nutricional com baixa energia durante o período seco.
III. Hipocalcemia: desordem metabólica que está relacionada à baixa concentração de cálcio no sangue no periparto, podendo ser prevenida por estratégias nutricionais no período seco utilizando-se concentrados com base aniônica, aumentado os níveis de minerais como Potássio (K+), Sódio (Na+) e Magnésio (Mg2+).
IV. Retenção de placenta: condição que está associada a falhas no manejo nutricional com baixos níveis de selênio e sanitário no período seco, afetando a expulsão das membranas fetais.
V. Mastite: o tratamento preventivo de mastite no período seco baseia-se na terapia intramamária com antibióticos de longa ação associada, preferencialmente, ao uso de selantes internos de teto, sendo uma prática corriqueira no manejo sanitário de vacas de leite.
Quais estão corretas?
I. A enterotoxemia em ruminantes está diretamente associada ao consumo de dietas com alto teor de proteína bruta, como pastagens jovens, uma vez que o excesso de nitrogênio no rúmen estimula a multiplicação de Clostridium perfringens e a produção de toxinas letais, sendo a principal causa de morte súbita em animais em bom estado corporal.
II. A intoxicação crônica por cobre em ovinos caracteriza-se por fase de acúmulo hepático assintomático, seguida de liberação maciça do metal, resultando em hemólise intravascular aguda, hemoglobinúria e morte súbita, frequentemente precipitada por estresse.
III. A deficiência de selênio e vitamina E pode levar à miopatia nutricional (doença do músculo branco), que, em sua forma cardíaca, pode resultar em morte súbita sem sinais clínicos prévios evidentes.
IV. A polioencefalomalácia em pequenos ruminantes, frequentemente associada à deficiência de tiamina ou intoxicação por enxofre, caracteriza-se tipicamente por evolução hiperaguda com sinais neurológicos, sendo a morte súbita o achado mais comum.
V. A intoxicação por plantas cianogênicas leva à inibição da citocromo oxidase na cadeia respiratória mitocondrial, resultando em hipóxia histotóxica e morte rápida, podendo ocorrer em surtos após ingestão de brotações jovens.