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Os alimentos podem ser contaminados por Bacillus cereus durante o manuseio, processamento, estocagem ou distribuição, podendo o microrganismo crescer e determinar a ocorrência de doenças de origem alimentar. Assim, o Bacillus cereus é:
I. ( ) Na região amazônica, em sistemas familiares, a integração da apicultura a SAFs (Sistemas agroflorestais) e reserva legal (RL) pode aumentar a renda por diversificação de produtos e serviços de polinização, além de reduzir a sazonalidade por meio de floradas escalonadas;
II. ( ) Para instalações e manejo do apiário, recomenda-se local seco e bem drenado, barreira vegetal para direção do voo, orientação das colmeias a leste/nordeste. Espaçamento 1,5-2 m entre colmeias e 3-4 m entre linhas, água limpa e permanente a curta distância e sombreamento parcial;
III. ( ) No ciclo biológico e organização social, a rainha completa o desenvolvimento em aproximadamente 21 dias, a operária em 16 dias e o zangão em 24 dias;
IV. ( ) Materiais e equipamentos essenciais incluem fumigador (com combustível não tóxico), formão, EPI completo (macacão, véu, luvas, botas), alimentadores, e na colheita desoperculador e centrífuga;
V. ( ) Na apicultura, as práticas de manejo avançado incluem, entre outras, o uso de xarope 1:1 (água e açúcar) como estímulo pré-florada e divisão de colmeias quando fortes.
I. Nas águas, a maior taxa de crescimento de forrageira permite reduzir o período de ocupação e encurtar o descanso, mantendo a altura da saída que preserve meristemas; a adubação nitrogenada deve ser fracionada e associada a eventos de chuva para maximizar e mitigar perdas.
II. O diferimento de áreas ao fim das águas/início das chuvas, com adubação nitrogenada tardia sobre dossel já seco, eleva de forma consistente o teor de proteína e a digestibilidade do material diferido;
III. O ajuste de lotação deve ser proativo: maior lotação nas águas e redução na seca, priorizando categorias de maiores exigências; suplementação proteica na seca é estratégia para destravar consumo de fibra de baixa qualidade.
IV. A suplementação mineral é contínua; nas águas, o uso indiscriminado de NNP (ureia) em mistura múltipla sem sincronização energética pode elevar risco de intoxicação e não gerar ganho adicional quando o pasto já tem alta PB e boa oferta de carboidratos.
V. Em sistemas intensivos, a adubação fosfatada e potássica tem papel relevante apenas na estação chuvosa, sendo dispensável na seca, já que não há resposta vegetativa.