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I. Trabalhadores rurais que tiveram contato com a mucosa oral de bovinos ou equídeos suspeitos de raiva devem ser avaliados para profilaxia pós-exposição, independentemente de sinais clínicos nos animais.
II. Em casos de mordida de cão ou gato, se o animal não apresentar sinais sugestivos de raiva, o indicado é iniciar imediatamente a profilaxia.
III. Animais agressores devem ser observados por 10 dias; se permanecerem vivos e saudáveis, a raiva humana é descartada.
IV. A excreção do vírus em cães e gatos ocorre durante todo o período de incubação.
Estão corretas
A sequência correta de preenchimento das lacunas é
I. A crueldade contra animais não apresenta relação com outras formas de violência, sendo um fenômeno independente.
II. A Teoria do Elo defende que a violência animal está conectada a outras violências, como a doméstica e o abuso infantil, em um ciclo de perpetuação.
III. A Teoria do Elo considera apenas a violência contra animais como fator isolado de risco social.
IV. A Teoria do Elo restringe-se ao estudo de crimes ambientais, sem relação com a saúde humana.
Está(ão) correta(s)
I. A via de eliminação se dá apenas através da saliva da pulga Ctenocephalides felis, a pulga do gato.
II. A pulga Ctenocephalides felis consegue transmitir a bactéria aos felinos através da saliva, assim como também pelas fezes durante o repasto sanguíneo.
III. Ao contrário de sua denominação, a via de transmissão não ocorre apenas pela arranhadura do gato, mas também pela mordedura e lambedura do animal infectado.
IV. A porta de entrada da bactéria aos seres humanos se dá estritamente pela mucosa ocular.
V. O gato é o vetor essencial para a transmissão de Bartonella henselae a seres humanos.
Estão corretas
(_) Orientações quanto ao volume da dose e local da administração da Imunoglobulina Humana Antirrábica (IGHAR) é de 20UI/Kg de peso e a do Soro Antirrábico (SAR) é de 40UI/Kg de peso.
(_) Quanto à profilaxia antirrábica humana em casos de agressões graves por cães ou gatos: caso o cão ou gato agressor tenha sinais sugestivos de raiva no momento da agressão, indicar a profilaxia. Caso não apresente sinais sugestivos de raiva, indicar a observação do animal por 20 dias e não iniciar a profilaxia pós-exposição.
(_) Quanto à definição de profilaxia antirrábica humana em casos de agressões por animais silvestres (morcegos e outros mamíferos silvestres, inclusive os domiciliados), o acidente é sempre classificado como grave.
(_) A conduta adequada é lavar o local com água e sabão, abundantemente, e iniciar imediatamente o esquema profilático com SAR ou IGHAR e a administração de 4 (quatro) doses de vacina antirrábica nos dias 0, 3, 7 e 14, pela via intramuscular (IM) ou 4 (quatro) doses nos dias 0, 3, 7 e 14 pela via intradérmica (ID).
(_) Quanto à administração da vacina antirrábica (inativada) na profilaxia pré-exposição (PrEP): Via Intradérmica (ID) Esquema vacinal: 3 (três) doses, nos dias 0, 7 e 14. Volume da dose: 0,2mL. Local de aplicação: antebraço ou na região do abdômen.
A sequência correta é
I. Capacidade do agente de causar infecção, ou seja, invadir e multiplicar-se e acarretar o aparecimento da sintomatologia. É identificada pela frequência da manifestação clínica da doença na população.
II. Capacidade do agente de causar infecção, ou seja, invadir, instalar-se e multiplicar-se no organismo do hospedeiro, independentemente da ocorrência ou não de sintomatologia.
III. Exemplo de alta infecciosidade: Raiva animal e humana e Febre Aftosa animal.
IV. Capacidade do agente de causar infecção, ou seja, invadir, intalar-se e multiplicar-se acarretando a não ocorrência de sintomatologia.
V. Reflete a capacidade de permanência de um agente, uma vez introduzido numa população de hospedeiro, por tempo prolongado ou indefinidamente.
Estão corretas