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Considerando a Lei n° 11.892/2008 (Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica), assinale a alternativa incorreta.
Texto II
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ARAGUAIA REITORIA GABINETE DO REITOR
Ofício n.º 280/2016 – GAB/REITORIA/IFA
Palmas, 4 de julho de 2016.
A Sua Excelência o Senhor
Ministro Carlos Henrique Sousa e Silva
Ministério da Educação
Esplanada dos Ministérios, Bl. L – 8º andar
70.047-900 – Brasília – DF
Assunto: Distribuição de códigos de vaga e liberação de recursos Senhor Ministro,
Senhor Ministro,
1. Solicitamos a Vossa Excelência a distribuição de códigos de vaga para o Instituto Federal do Araguaia – IFA –, os quais serão destinados ao preenchimento dos cargos de Técnico Administrativo em Educação.
2. Solicitamos também que viabilizeis a liberação de recursos, por meio de Termo de Execução Descentralizada, com vistas à estruturação e à expansão das unidades do IFA.
3. Na oportunidade, informamos que, para atender a sua demanda registrada no Ofício n.º 235/2016-MEC, iniciamos estudos e análise quanto à viabilidade de implantação de novos campi do IFA.
Respeitosamente,
Neusa Maldonado
Reitora do Instituto Federal do Araguaia
Com base no texto II, assinale a alternativa correta quanto aos preceitos que regem a produção da redação oficial.
Texto I para as questões de 1 a 7.
Judeus, solitários & fantasmas
1. Será que o anti-semitismo ainda surpreende
alguém? Eu julgava que não. Lembrando as célebres
palavras do satirista Karl Kraus (1874-1936) sobre
a Viena do seu tempo ("O anti-semitismo é tão
comum que até os judeus o praticam"), deixei de
prestar atenção aos delírios anti-semitas que se
produzem todos os dias. Caso contrário, seria
impossível ler jornais ou assistir a programas de
TV. O anti-semitismo é tão comum que toda gente
o pratica.
12. Errei. Parcialmente, mas errei. Afinal, ainda
há surpresas. O Reino Unido está em chamas com
os escândalos das sucessivas afirmações anti-
semitas no Partido Trabalhista.
16. Tempos atrás, uma deputada afirmou que
Israel deveria ser "recolocado" nos Estados Unidos –
uma forma simpática de apagar Israel do mapa do
Oriente Médio, exatamente como o Irã e seus
satélites (o Hamas, o Hizbullah) pretendem fazer
pela força das armas. Foi um mini-escândalo.
22. Agora, veio o escândalo maior: o ex-mayor
de Londres, Ken Livingstone, defendeu a camarada
e acrescentou alguns "pensamentos" sobre a
matéria. Hitler, disse ele, foi um grande apoiante do
projeto sionista.
27. Não vale a pena perder tempo com a
sabedoria de Livingstone: no "The Daily
Telegraph", o colunista Charles Moore lembrou
que essa fantasia nem sequer é original. Ela foi
produzida por Lenni Brennan no livro "Zionism in
the Age of Dictators", um livro que nenhum
historiador sério leva a sério.
34. O que interessa no escândalo em curso é
que ele permite ressuscitar todo o histórico anti-
semita de uma parte da esquerda britânica – e, já
agora, da esquerda europeia.
38. Sobre o anti-semitismo da direita, há poucas
dúvidas e poucas surpresas: o ódio aos judeus
sempre fez parte da cartilha mais radical. Mas na
história desta vergonha, o mundo esquece por vezes
como o anti-semitismo também marchou com a
esquerda.
44. Karl Marx, nas suas tiradas anti-capitalistas,
nunca poupou o seu próprio povo – um povo de
trambicagens que alimentavam a máquina
capitalista e retardavam a revolução.
Stalin, apesar da retórica anti-fascista,
também contribuiu com deportações e execuções
para dizimar a espécie dentro e fora da União
Soviética.
52. E, no contexto da Guerra Fria, a dicotomia
"exploradores" e "explorados" – ou, como Charles
Moore prefere, entre "colonialistas" e
"colonizados" – assentou como uma luva nas
interpretações simplórias sobre o conflito israelo
palestino.
58. Você pode não saber nada sobre o conflito –
origens, guerras, "acordos de paz" etc. Mas uma
coisa você sabe: Israel "explora"; os "palestinos"
são "explorados". Fim de discussão.
62. Foi assim que se chegou ao irracionalismo de hoje: com o álibi de "Israel", o mais antigo ódio
do mundo pode ser exercido de consciência limpa.
Até porque "anti-sionismo" é diferente de "anti-
semitismo", certo?
67. Em teoria, com certeza. Mas, na prática,
muitos dos "anti-sionistas" não discutem
racionalmente o conflito entre Israel e os palestinos
com o mesmo tom com que dissertam sobre
conflitos territoriais entre a Índia e o Paquistão;
entre a Rússia e os chechenos; entre a China e o
Tibete; e etc. etc.
No meio de dezenas de conflitos territoriais,
Israel apaixona as plateias porque Israel, bem vistas
as coisas, tem judeus lá dentro.
COUTINHO, João Pereira. Folha de S. Paulo, 2/5/2016.
Assinale a opção cuja ideia indicada entre parênteses está em desacordo com o valor do conectivo destacado nos excertos retirados do texto I.
Texto I para as questões de 1 a 7.
Judeus, solitários & fantasmas
1. Será que o anti-semitismo ainda surpreende
alguém? Eu julgava que não. Lembrando as célebres
palavras do satirista Karl Kraus (1874-1936) sobre
a Viena do seu tempo ("O anti-semitismo é tão
comum que até os judeus o praticam"), deixei de
prestar atenção aos delírios anti-semitas que se
produzem todos os dias. Caso contrário, seria
impossível ler jornais ou assistir a programas de
TV. O anti-semitismo é tão comum que toda gente
o pratica.
12. Errei. Parcialmente, mas errei. Afinal, ainda
há surpresas. O Reino Unido está em chamas com
os escândalos das sucessivas afirmações anti-
semitas no Partido Trabalhista.
16. Tempos atrás, uma deputada afirmou que
Israel deveria ser "recolocado" nos Estados Unidos –
uma forma simpática de apagar Israel do mapa do
Oriente Médio, exatamente como o Irã e seus
satélites (o Hamas, o Hizbullah) pretendem fazer
pela força das armas. Foi um mini-escândalo.
22. Agora, veio o escândalo maior: o ex-mayor
de Londres, Ken Livingstone, defendeu a camarada
e acrescentou alguns "pensamentos" sobre a
matéria. Hitler, disse ele, foi um grande apoiante do
projeto sionista.
27. Não vale a pena perder tempo com a
sabedoria de Livingstone: no "The Daily
Telegraph", o colunista Charles Moore lembrou
que essa fantasia nem sequer é original. Ela foi
produzida por Lenni Brennan no livro "Zionism in
the Age of Dictators", um livro que nenhum
historiador sério leva a sério.
34. O que interessa no escândalo em curso é
que ele permite ressuscitar todo o histórico anti-
semita de uma parte da esquerda britânica – e, já
agora, da esquerda europeia.
38. Sobre o anti-semitismo da direita, há poucas
dúvidas e poucas surpresas: o ódio aos judeus
sempre fez parte da cartilha mais radical. Mas na
história desta vergonha, o mundo esquece por vezes
como o anti-semitismo também marchou com a
esquerda.
44. Karl Marx, nas suas tiradas anti-capitalistas,
nunca poupou o seu próprio povo – um povo de
trambicagens que alimentavam a máquina
capitalista e retardavam a revolução.
Stalin, apesar da retórica anti-fascista,
também contribuiu com deportações e execuções
para dizimar a espécie dentro e fora da União
Soviética.
52. E, no contexto da Guerra Fria, a dicotomia
"exploradores" e "explorados" – ou, como Charles
Moore prefere, entre "colonialistas" e
"colonizados" – assentou como uma luva nas
interpretações simplórias sobre o conflito israelo
palestino.
58. Você pode não saber nada sobre o conflito –
origens, guerras, "acordos de paz" etc. Mas uma
coisa você sabe: Israel "explora"; os "palestinos"
são "explorados". Fim de discussão.
62. Foi assim que se chegou ao irracionalismo de hoje: com o álibi de "Israel", o mais antigo ódio
do mundo pode ser exercido de consciência limpa.
Até porque "anti-sionismo" é diferente de "anti-
semitismo", certo?
67. Em teoria, com certeza. Mas, na prática,
muitos dos "anti-sionistas" não discutem
racionalmente o conflito entre Israel e os palestinos
com o mesmo tom com que dissertam sobre
conflitos territoriais entre a Índia e o Paquistão;
entre a Rússia e os chechenos; entre a China e o
Tibete; e etc. etc.
No meio de dezenas de conflitos territoriais,
Israel apaixona as plateias porque Israel, bem vistas
as coisas, tem judeus lá dentro.
COUTINHO, João Pereira. Folha de S. Paulo, 2/5/2016.
Considerando os aspectos da coesão textual no texto I, assinale a opção em que a segunda expressão não faz remissão à primeira.
Texto I para as questões de 1 a 7.
Judeus, solitários & fantasmas
1. Será que o anti-semitismo ainda surpreende
alguém? Eu julgava que não. Lembrando as célebres
palavras do satirista Karl Kraus (1874-1936) sobre
a Viena do seu tempo ("O anti-semitismo é tão
comum que até os judeus o praticam"), deixei de
prestar atenção aos delírios anti-semitas que se
produzem todos os dias. Caso contrário, seria
impossível ler jornais ou assistir a programas de
TV. O anti-semitismo é tão comum que toda gente
o pratica.
12. Errei. Parcialmente, mas errei. Afinal, ainda
há surpresas. O Reino Unido está em chamas com
os escândalos das sucessivas afirmações anti-
semitas no Partido Trabalhista.
16. Tempos atrás, uma deputada afirmou que
Israel deveria ser "recolocado" nos Estados Unidos –
uma forma simpática de apagar Israel do mapa do
Oriente Médio, exatamente como o Irã e seus
satélites (o Hamas, o Hizbullah) pretendem fazer
pela força das armas. Foi um mini-escândalo.
22. Agora, veio o escândalo maior: o ex-mayor
de Londres, Ken Livingstone, defendeu a camarada
e acrescentou alguns "pensamentos" sobre a
matéria. Hitler, disse ele, foi um grande apoiante do
projeto sionista.
27. Não vale a pena perder tempo com a
sabedoria de Livingstone: no "The Daily
Telegraph", o colunista Charles Moore lembrou
que essa fantasia nem sequer é original. Ela foi
produzida por Lenni Brennan no livro "Zionism in
the Age of Dictators", um livro que nenhum
historiador sério leva a sério.
34. O que interessa no escândalo em curso é
que ele permite ressuscitar todo o histórico anti-
semita de uma parte da esquerda britânica – e, já
agora, da esquerda europeia.
38. Sobre o anti-semitismo da direita, há poucas
dúvidas e poucas surpresas: o ódio aos judeus
sempre fez parte da cartilha mais radical. Mas na
história desta vergonha, o mundo esquece por vezes
como o anti-semitismo também marchou com a
esquerda.
44. Karl Marx, nas suas tiradas anti-capitalistas,
nunca poupou o seu próprio povo – um povo de
trambicagens que alimentavam a máquina
capitalista e retardavam a revolução.
Stalin, apesar da retórica anti-fascista,
também contribuiu com deportações e execuções
para dizimar a espécie dentro e fora da União
Soviética.
52. E, no contexto da Guerra Fria, a dicotomia
"exploradores" e "explorados" – ou, como Charles
Moore prefere, entre "colonialistas" e
"colonizados" – assentou como uma luva nas
interpretações simplórias sobre o conflito israelo
palestino.
58. Você pode não saber nada sobre o conflito –
origens, guerras, "acordos de paz" etc. Mas uma
coisa você sabe: Israel "explora"; os "palestinos"
são "explorados". Fim de discussão.
62. Foi assim que se chegou ao irracionalismo de hoje: com o álibi de "Israel", o mais antigo ódio
do mundo pode ser exercido de consciência limpa.
Até porque "anti-sionismo" é diferente de "anti-
semitismo", certo?
67. Em teoria, com certeza. Mas, na prática,
muitos dos "anti-sionistas" não discutem
racionalmente o conflito entre Israel e os palestinos
com o mesmo tom com que dissertam sobre
conflitos territoriais entre a Índia e o Paquistão;
entre a Rússia e os chechenos; entre a China e o
Tibete; e etc. etc.
No meio de dezenas de conflitos territoriais,
Israel apaixona as plateias porque Israel, bem vistas
as coisas, tem judeus lá dentro.
COUTINHO, João Pereira. Folha de S. Paulo, 2/5/2016.
Com base na norma-padrão da língua escrita, analise as propostas de alteração do texto I:
I. Caso reescrevêssemos o 9º parágrafo retirando o adjunto adverbial “nas suas tiradas anticapitalistas”, assim o registraríamos: “Karl Marx, nunca poupou o seu próprio povo – um povo de trambicagens que alimentavam a máquina capitalista e retardavam a revolução”.
II. Em 2 de maio de 2016, data de publicação do artigo “Judeus, solitários & fantasmas”, Ken Livingstone era o único ex-mayor (ex-prefeito) de Londres. O cargo de mayor (prefeito) da capital londrina foi criado em 2000. Na data presente, são dois os ex-mayors (ex-prefeitos) de Londres: Kevin Livingstone e Boris Johnson, este último governou a capital londrina até 8 de maio de 2016. Com base nessas informações, se o artigo em questão fosse escrito hoje, as vírgulas a separar o nome “Ken Livingstone” deveriam ser suprimidas, de modo que a 1ª frase do 5º parágrafo fosse assim registrada: Agora, veio o escândalo maior: o exmayor de Londres Ken Livingstone defendeu a camarada e acrescentou alguns “pensamentos” sobre a matéria.
III. No 2º parágrafo, além de adaptar o texto à nova Ortografia Oficial, os parênteses poderiam ser substituídos por travessões, o que não implicaria a exclusão da vírgula presente na linha 6, de modo que a 2ª frase do parágrafo fosse assim registrada: Lembrando as célebres palavras do satirista Karl Kraus (1874-1936) sobre a Viena do seu tempo – “O antissemitismo é tão comum que até os judeus o praticam” –, deixei de prestar atenção aos delírios antissemitas que se produzem todos os dias.
IV. A vírgula que isola o adjunto adverbial “Agora” (linha 22) pode ser retirada sem prejuízo para a correção do texto.
V. Nas linhas 38-40, além de adequar o texto à nova Ortografia Oficial, poderíamos, sem prejuízo para a coerência e a norma-padrão, substituir os dois pontos por vírgula e empregar a conjunção “tendo em vista que”, de modo que a frase fosse assim registrada: “Sobre o antissemitismo da direita, há poucas dúvidas e poucas surpresas, tendo em vista que o ódio aos judeus sempre fez parte da cartilha mais radical”.
Assinale a alternativa correta:
Texto I para as questões de 1 a 7.
Judeus, solitários & fantasmas
1. Será que o anti-semitismo ainda surpreende
alguém? Eu julgava que não. Lembrando as célebres
palavras do satirista Karl Kraus (1874-1936) sobre
a Viena do seu tempo ("O anti-semitismo é tão
comum que até os judeus o praticam"), deixei de
prestar atenção aos delírios anti-semitas que se
produzem todos os dias. Caso contrário, seria
impossível ler jornais ou assistir a programas de
TV. O anti-semitismo é tão comum que toda gente
o pratica.
12. Errei. Parcialmente, mas errei. Afinal, ainda
há surpresas. O Reino Unido está em chamas com
os escândalos das sucessivas afirmações anti-
semitas no Partido Trabalhista.
16. Tempos atrás, uma deputada afirmou que
Israel deveria ser "recolocado" nos Estados Unidos –
uma forma simpática de apagar Israel do mapa do
Oriente Médio, exatamente como o Irã e seus
satélites (o Hamas, o Hizbullah) pretendem fazer
pela força das armas. Foi um mini-escândalo.
22. Agora, veio o escândalo maior: o ex-mayor
de Londres, Ken Livingstone, defendeu a camarada
e acrescentou alguns "pensamentos" sobre a
matéria. Hitler, disse ele, foi um grande apoiante do
projeto sionista.
27. Não vale a pena perder tempo com a
sabedoria de Livingstone: no "The Daily
Telegraph", o colunista Charles Moore lembrou
que essa fantasia nem sequer é original. Ela foi
produzida por Lenni Brennan no livro "Zionism in
the Age of Dictators", um livro que nenhum
historiador sério leva a sério.
34. O que interessa no escândalo em curso é
que ele permite ressuscitar todo o histórico anti-
semita de uma parte da esquerda britânica – e, já
agora, da esquerda europeia.
38. Sobre o anti-semitismo da direita, há poucas
dúvidas e poucas surpresas: o ódio aos judeus
sempre fez parte da cartilha mais radical. Mas na
história desta vergonha, o mundo esquece por vezes
como o anti-semitismo também marchou com a
esquerda.
44. Karl Marx, nas suas tiradas anti-capitalistas,
nunca poupou o seu próprio povo – um povo de
trambicagens que alimentavam a máquina
capitalista e retardavam a revolução.
Stalin, apesar da retórica anti-fascista,
também contribuiu com deportações e execuções
para dizimar a espécie dentro e fora da União
Soviética.
52. E, no contexto da Guerra Fria, a dicotomia
"exploradores" e "explorados" – ou, como Charles
Moore prefere, entre "colonialistas" e
"colonizados" – assentou como uma luva nas
interpretações simplórias sobre o conflito israelo
palestino.
58. Você pode não saber nada sobre o conflito –
origens, guerras, "acordos de paz" etc. Mas uma
coisa você sabe: Israel "explora"; os "palestinos"
são "explorados". Fim de discussão.
62. Foi assim que se chegou ao irracionalismo de hoje: com o álibi de "Israel", o mais antigo ódio
do mundo pode ser exercido de consciência limpa.
Até porque "anti-sionismo" é diferente de "anti-
semitismo", certo?
67. Em teoria, com certeza. Mas, na prática,
muitos dos "anti-sionistas" não discutem
racionalmente o conflito entre Israel e os palestinos
com o mesmo tom com que dissertam sobre
conflitos territoriais entre a Índia e o Paquistão;
entre a Rússia e os chechenos; entre a China e o
Tibete; e etc. etc.
No meio de dezenas de conflitos territoriais,
Israel apaixona as plateias porque Israel, bem vistas
as coisas, tem judeus lá dentro.
COUTINHO, João Pereira. Folha de S. Paulo, 2/5/2016.
A partir da leitura do texto I, assinale a opção incorreta.
Texto I para as questões de 1 a 7.
Judeus, solitários & fantasmas
1. Será que o anti-semitismo ainda surpreende
alguém? Eu julgava que não. Lembrando as célebres
palavras do satirista Karl Kraus (1874-1936) sobre
a Viena do seu tempo ("O anti-semitismo é tão
comum que até os judeus o praticam"), deixei de
prestar atenção aos delírios anti-semitas que se
produzem todos os dias. Caso contrário, seria
impossível ler jornais ou assistir a programas de
TV. O anti-semitismo é tão comum que toda gente
o pratica.
12. Errei. Parcialmente, mas errei. Afinal, ainda
há surpresas. O Reino Unido está em chamas com
os escândalos das sucessivas afirmações anti-
semitas no Partido Trabalhista.
16. Tempos atrás, uma deputada afirmou que
Israel deveria ser "recolocado" nos Estados Unidos –
uma forma simpática de apagar Israel do mapa do
Oriente Médio, exatamente como o Irã e seus
satélites (o Hamas, o Hizbullah) pretendem fazer
pela força das armas. Foi um mini-escândalo.
22. Agora, veio o escândalo maior: o ex-mayor
de Londres, Ken Livingstone, defendeu a camarada
e acrescentou alguns "pensamentos" sobre a
matéria. Hitler, disse ele, foi um grande apoiante do
projeto sionista.
27. Não vale a pena perder tempo com a
sabedoria de Livingstone: no "The Daily
Telegraph", o colunista Charles Moore lembrou
que essa fantasia nem sequer é original. Ela foi
produzida por Lenni Brennan no livro "Zionism in
the Age of Dictators", um livro que nenhum
historiador sério leva a sério.
34. O que interessa no escândalo em curso é
que ele permite ressuscitar todo o histórico anti-
semita de uma parte da esquerda britânica – e, já
agora, da esquerda europeia.
38. Sobre o anti-semitismo da direita, há poucas
dúvidas e poucas surpresas: o ódio aos judeus
sempre fez parte da cartilha mais radical. Mas na
história desta vergonha, o mundo esquece por vezes
como o anti-semitismo também marchou com a
esquerda.
44. Karl Marx, nas suas tiradas anti-capitalistas,
nunca poupou o seu próprio povo – um povo de
trambicagens que alimentavam a máquina
capitalista e retardavam a revolução.
Stalin, apesar da retórica anti-fascista,
também contribuiu com deportações e execuções
para dizimar a espécie dentro e fora da União
Soviética.
52. E, no contexto da Guerra Fria, a dicotomia
"exploradores" e "explorados" – ou, como Charles
Moore prefere, entre "colonialistas" e
"colonizados" – assentou como uma luva nas
interpretações simplórias sobre o conflito israelo
palestino.
58. Você pode não saber nada sobre o conflito –
origens, guerras, "acordos de paz" etc. Mas uma
coisa você sabe: Israel "explora"; os "palestinos"
são "explorados". Fim de discussão.
62. Foi assim que se chegou ao irracionalismo de hoje: com o álibi de "Israel", o mais antigo ódio
do mundo pode ser exercido de consciência limpa.
Até porque "anti-sionismo" é diferente de "anti-
semitismo", certo?
67. Em teoria, com certeza. Mas, na prática,
muitos dos "anti-sionistas" não discutem
racionalmente o conflito entre Israel e os palestinos
com o mesmo tom com que dissertam sobre
conflitos territoriais entre a Índia e o Paquistão;
entre a Rússia e os chechenos; entre a China e o
Tibete; e etc. etc.
No meio de dezenas de conflitos territoriais,
Israel apaixona as plateias porque Israel, bem vistas
as coisas, tem judeus lá dentro.
COUTINHO, João Pereira. Folha de S. Paulo, 2/5/2016.
Com relação ao valor semântico das palavras e expressões empregadas no texto, assinale a opção incorreta.
Texto I para as questões de 1 a 7.
Judeus, solitários & fantasmas
1. Será que o anti-semitismo ainda surpreende
alguém? Eu julgava que não. Lembrando as célebres
palavras do satirista Karl Kraus (1874-1936) sobre
a Viena do seu tempo ("O anti-semitismo é tão
comum que até os judeus o praticam"), deixei de
prestar atenção aos delírios anti-semitas que se
produzem todos os dias. Caso contrário, seria
impossível ler jornais ou assistir a programas de
TV. O anti-semitismo é tão comum que toda gente
o pratica.
12. Errei. Parcialmente, mas errei. Afinal, ainda
há surpresas. O Reino Unido está em chamas com
os escândalos das sucessivas afirmações anti-
semitas no Partido Trabalhista.
16. Tempos atrás, uma deputada afirmou que
Israel deveria ser "recolocado" nos Estados Unidos –
uma forma simpática de apagar Israel do mapa do
Oriente Médio, exatamente como o Irã e seus
satélites (o Hamas, o Hizbullah) pretendem fazer
pela força das armas. Foi um mini-escândalo.
22. Agora, veio o escândalo maior: o ex-mayor
de Londres, Ken Livingstone, defendeu a camarada
e acrescentou alguns "pensamentos" sobre a
matéria. Hitler, disse ele, foi um grande apoiante do
projeto sionista.
27. Não vale a pena perder tempo com a
sabedoria de Livingstone: no "The Daily
Telegraph", o colunista Charles Moore lembrou
que essa fantasia nem sequer é original. Ela foi
produzida por Lenni Brennan no livro "Zionism in
the Age of Dictators", um livro que nenhum
historiador sério leva a sério.
34. O que interessa no escândalo em curso é
que ele permite ressuscitar todo o histórico anti-
semita de uma parte da esquerda britânica – e, já
agora, da esquerda europeia.
38. Sobre o anti-semitismo da direita, há poucas
dúvidas e poucas surpresas: o ódio aos judeus
sempre fez parte da cartilha mais radical. Mas na
história desta vergonha, o mundo esquece por vezes
como o anti-semitismo também marchou com a
esquerda.
44. Karl Marx, nas suas tiradas anti-capitalistas,
nunca poupou o seu próprio povo – um povo de
trambicagens que alimentavam a máquina
capitalista e retardavam a revolução.
Stalin, apesar da retórica anti-fascista,
também contribuiu com deportações e execuções
para dizimar a espécie dentro e fora da União
Soviética.
52. E, no contexto da Guerra Fria, a dicotomia
"exploradores" e "explorados" – ou, como Charles
Moore prefere, entre "colonialistas" e
"colonizados" – assentou como uma luva nas
interpretações simplórias sobre o conflito israelo
palestino.
58. Você pode não saber nada sobre o conflito –
origens, guerras, "acordos de paz" etc. Mas uma
coisa você sabe: Israel "explora"; os "palestinos"
são "explorados". Fim de discussão.
62. Foi assim que se chegou ao irracionalismo de hoje: com o álibi de "Israel", o mais antigo ódio
do mundo pode ser exercido de consciência limpa.
Até porque "anti-sionismo" é diferente de "anti-
semitismo", certo?
67. Em teoria, com certeza. Mas, na prática,
muitos dos "anti-sionistas" não discutem
racionalmente o conflito entre Israel e os palestinos
com o mesmo tom com que dissertam sobre
conflitos territoriais entre a Índia e o Paquistão;
entre a Rússia e os chechenos; entre a China e o
Tibete; e etc. etc.
No meio de dezenas de conflitos territoriais,
Israel apaixona as plateias porque Israel, bem vistas
as coisas, tem judeus lá dentro.
COUTINHO, João Pereira. Folha de S. Paulo, 2/5/2016.
Com base no texto I, assinale a opção correta.
Texto I para as questões de 1 a 7.
Judeus, solitários & fantasmas
1. Será que o anti-semitismo ainda surpreende
alguém? Eu julgava que não. Lembrando as célebres
palavras do satirista Karl Kraus (1874-1936) sobre
a Viena do seu tempo ("O anti-semitismo é tão
comum que até os judeus o praticam"), deixei de
prestar atenção aos delírios anti-semitas que se
produzem todos os dias. Caso contrário, seria
impossível ler jornais ou assistir a programas de
TV. O anti-semitismo é tão comum que toda gente
o pratica.
12. Errei. Parcialmente, mas errei. Afinal, ainda
há surpresas. O Reino Unido está em chamas com
os escândalos das sucessivas afirmações anti-
semitas no Partido Trabalhista.
16. Tempos atrás, uma deputada afirmou que
Israel deveria ser "recolocado" nos Estados Unidos –
uma forma simpática de apagar Israel do mapa do
Oriente Médio, exatamente como o Irã e seus
satélites (o Hamas, o Hizbullah) pretendem fazer
pela força das armas. Foi um mini-escândalo.
22. Agora, veio o escândalo maior: o ex-mayor
de Londres, Ken Livingstone, defendeu a camarada
e acrescentou alguns "pensamentos" sobre a
matéria. Hitler, disse ele, foi um grande apoiante do
projeto sionista.
27. Não vale a pena perder tempo com a
sabedoria de Livingstone: no "The Daily
Telegraph", o colunista Charles Moore lembrou
que essa fantasia nem sequer é original. Ela foi
produzida por Lenni Brennan no livro "Zionism in
the Age of Dictators", um livro que nenhum
historiador sério leva a sério.
34. O que interessa no escândalo em curso é
que ele permite ressuscitar todo o histórico anti-
semita de uma parte da esquerda britânica – e, já
agora, da esquerda europeia.
38. Sobre o anti-semitismo da direita, há poucas
dúvidas e poucas surpresas: o ódio aos judeus
sempre fez parte da cartilha mais radical. Mas na
história desta vergonha, o mundo esquece por vezes
como o anti-semitismo também marchou com a
esquerda.
44. Karl Marx, nas suas tiradas anti-capitalistas,
nunca poupou o seu próprio povo – um povo de
trambicagens que alimentavam a máquina
capitalista e retardavam a revolução.
Stalin, apesar da retórica anti-fascista,
também contribuiu com deportações e execuções
para dizimar a espécie dentro e fora da União
Soviética.
52. E, no contexto da Guerra Fria, a dicotomia
"exploradores" e "explorados" – ou, como Charles
Moore prefere, entre "colonialistas" e
"colonizados" – assentou como uma luva nas
interpretações simplórias sobre o conflito israelo
palestino.
58. Você pode não saber nada sobre o conflito –
origens, guerras, "acordos de paz" etc. Mas uma
coisa você sabe: Israel "explora"; os "palestinos"
são "explorados". Fim de discussão.
62. Foi assim que se chegou ao irracionalismo de hoje: com o álibi de "Israel", o mais antigo ódio
do mundo pode ser exercido de consciência limpa.
Até porque "anti-sionismo" é diferente de "anti-
semitismo", certo?
67. Em teoria, com certeza. Mas, na prática,
muitos dos "anti-sionistas" não discutem
racionalmente o conflito entre Israel e os palestinos
com o mesmo tom com que dissertam sobre
conflitos territoriais entre a Índia e o Paquistão;
entre a Rússia e os chechenos; entre a China e o
Tibete; e etc. etc.
No meio de dezenas de conflitos territoriais,
Israel apaixona as plateias porque Israel, bem vistas
as coisas, tem judeus lá dentro.
COUTINHO, João Pereira. Folha de S. Paulo, 2/5/2016.
Em relação ao texto I, assinale a opção incorreta.
Com a criação do Imperial Instituto dos Meninos Cegos, hoje Instituto Benjamin Constant, esse sistema inventado por Louis Braille, em 1825, foi utilizado em nosso país, na sua forma original, até a década de 40 do século XX. Em que ano foi adotado no Brasil o Sistema Braille?
Nas organizações, negociar deve fazer parte das habilidades de gestores das diferentes áreas. Há vários fatores que podem interferir em um processo de negociação e, em muitos casos, gerar situações de conflito. Analise os itens a seguir.
I. A prioridade do profissional de administração deve ser o “ganha-ganha”, ou seja, uma negociação que, como resultado, traz ganhos para sua organização e não traz perdas ou ganhos para o outro lado.
II. O negociador precisa de foco e, para ter sucesso, deve pensar apenas em seus interesses. As necessidades do outro, mesmo que importantes, não devem ser consideradas em uma negociação.
III. Na negociação, o conflito cognitivo ocorre quando existem diferenças de ideias e valores.
Pode-se afirmar que:
A Teoria Neoclássica teve importantes pensadores como Peter F. Drucker, Harold Koontz e outros. Podemos considerar como uma das principais características da Teoria Neoclássica, exceto:
Nas questões que avaliam os conhecimentos de noções de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras, que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse e que teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá- la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Ao tentar gravar um vídeo em um pen drive utilizando um computador com o Windows, um funcionário verificou que a ação não foi possível por não haver espaço suficiente disponível. Para verificar o espaço utilizado e o disponível no pen drive identificado pela letra H, o funcionário deverá:
Nas questões que avaliam os conhecimentos de noções de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras, que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse e que teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá- la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
No fragmento de texto a seguir, digitado no Microsoft Word 2010 em português, aparecem várias marcas de parágrafo e símbolos de formatação que normalmente ficam ocultos.
Para ocultar essas marcas e esses símbolos deve-se clicar na ferramenta:
Nas questões que avaliam os conhecimentos de noções de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras, que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse e que teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá- la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Os componentes de hardware como placas de rede, de vídeo, teclado, mouse, processador, entre outros, se comunicam com o Windows por meio de um software chamado de driver. Para instalar, atualizar ou modificar os drivers dos componentes de hardware e solucionar problemas, utiliza-se o recurso do Windows:
Nas questões que avaliam os conhecimentos de noções de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras, que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse e que teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá- la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Considere o seguinte caso:
Uma pequena empresa possui cinco funcionários que necessitam utilizar um software para gerar folha de pagamento, mas não possui recursos financeiros para comprar a licença de uso nem equipamentos necessários para sua utilização. Como uma solução acessível e viável, encontrou um fornecedor de software de folha de pagamento que trabalha com o modelo SaaS, cobrando apenas pelo número de funcionários que utiliza o software e pelo tempo de utilização. Assim, a empresa pagará apenas pelo uso do software, não se preocupando com hardware, instalação, atualização e manutenção, que fica por conta do fornecedor.
Pode-se concluir corretamente que a empresa optou pela utilização de recursos de computação em nuvem que utiliza:
Nas questões que avaliam os conhecimentos de noções de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras, que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse e que teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá- la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Uma rede de computadores classe C com IP 192.168.2.0 possui máscara 255.255.255.224, que equivale, em números binários, a 11111111.11111111.11111111.11100000. Pode-se concluir corretamente que essa máscara de rede é:
Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.
A crise política no Brasil
interfere nas decisões das empresas e organizações?
Todas as mudanças que ocorrem, nos ambientes internos ou externos de uma empresa, podem influenciar suas decisões e seu futuro. Podemos apontar como fatores internos a estrutura organizacional, o setor pessoal do RH, o setor financeiro, o setor de produção. Já no ambiente externo, podem- se apontar os concorrentes, os fornecedores, os consumidores, o mercado dos produtos e serviços, as instituições financeiras, entre outros.
O ambiente externo, podemos chamá-lo de Ambiente de Tarefa. Esse é o espaço no qual a empresa atua e está inserida. Dessa maneira, dentro do Ambiente de Tarefa encontramos: clientes, fornecedores, órgãos reguladores, parceiros estratégicos, distribuidores e concessionários e os sindicatos de empregados.
Além disso, destacam-se as forças tecnológicas, os fatores econômicos, legais e socioculturais. O ambiente geral da organização é constituído de forças externas sobre as quais a organização não tem poder de decisão. A empresa não tem poder de decidir ou de escolher como os agentes e as situações externas irão influenciar suas atividades ou interagir com elas.
No caso brasileiro, principalmente desde as grandes manifestações pelo Passe Livre em 2013, percebe-se uma mudança no quadro econômico brasileiro. Em comparação com janeiro de 2015, a baixa do IBC-Br na série observada foi de 8,12%. O IBC é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central. Esse declínio causou um saldo negativo na geração de empregos, tanto em 2015 quanto em 2016. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, até novembro de 2015, já tinham sido fechados 945.363 postos de trabalho com carteira assinada. Em meio a essa situação, encontra-se um clima em que é incerto investir e as empresas acabam não arriscando neste momento.
Encontramos, assim, como externos a essas empresas, os fatores políticos e econômicos, influenciando a contratação, a demissão, as vendas, os produtos e os serviços. Também se percebe a retração nas atividades dos investidores internacionais, que se preocupam com o mercado incerto brasileiro.
A política brasileira está em um momento de crise e instabilidade. A força desse fator externo é tão grande que impacta a vida das pessoas, tanto em relação a seus empregos quanto a suas vidas.
Dessa maneira, podemos afirmar haver indícios que comprovam que a crise política interfere na decisão das empresas e das organizações. A dimensão de seu impacto está na compra de matérias-primas, na produção de produtos e serviços, nas contratações, nas demissões e na oferta de produtos e serviços.
( www.portaleducacao.com.br)
Assinale a alternativa em que o penúltimo parágrafo do texto tenha sido corretamente reescrito, mantendo-se o sentido original e respeitando a Norma Culta escrita da Língua Portuguesa.
Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.
A crise política no Brasil
interfere nas decisões das empresas e organizações?
Todas as mudanças que ocorrem, nos ambientes internos ou externos de uma empresa, podem influenciar suas decisões e seu futuro. Podemos apontar como fatores internos a estrutura organizacional, o setor pessoal do RH, o setor financeiro, o setor de produção. Já no ambiente externo, podem- se apontar os concorrentes, os fornecedores, os consumidores, o mercado dos produtos e serviços, as instituições financeiras, entre outros.
O ambiente externo, podemos chamá-lo de Ambiente de Tarefa. Esse é o espaço no qual a empresa atua e está inserida. Dessa maneira, dentro do Ambiente de Tarefa encontramos: clientes, fornecedores, órgãos reguladores, parceiros estratégicos, distribuidores e concessionários e os sindicatos de empregados.
Além disso, destacam-se as forças tecnológicas, os fatores econômicos, legais e socioculturais. O ambiente geral da organização é constituído de forças externas sobre as quais a organização não tem poder de decisão. A empresa não tem poder de decidir ou de escolher como os agentes e as situações externas irão influenciar suas atividades ou interagir com elas.
No caso brasileiro, principalmente desde as grandes manifestações pelo Passe Livre em 2013, percebe-se uma mudança no quadro econômico brasileiro. Em comparação com janeiro de 2015, a baixa do IBC-Br na série observada foi de 8,12%. O IBC é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central. Esse declínio causou um saldo negativo na geração de empregos, tanto em 2015 quanto em 2016. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, até novembro de 2015, já tinham sido fechados 945.363 postos de trabalho com carteira assinada. Em meio a essa situação, encontra-se um clima em que é incerto investir e as empresas acabam não arriscando neste momento.
Encontramos, assim, como externos a essas empresas, os fatores políticos e econômicos, influenciando a contratação, a demissão, as vendas, os produtos e os serviços. Também se percebe a retração nas atividades dos investidores internacionais, que se preocupam com o mercado incerto brasileiro.
A política brasileira está em um momento de crise e instabilidade. A força desse fator externo é tão grande que impacta a vida das pessoas, tanto em relação a seus empregos quanto a suas vidas.
Dessa maneira, podemos afirmar haver indícios que comprovam que a crise política interfere na decisão das empresas e das organizações. A dimensão de seu impacto está na compra de matérias-primas, na produção de produtos e serviços, nas contratações, nas demissões e na oferta de produtos e serviços.
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No quinto parágrafo, aparece a palavra "se", em destaque no texto. A que classe gramatical ela pertence, no contexto em que aparece?
Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.
A crise política no Brasil
interfere nas decisões das empresas e organizações?
Todas as mudanças que ocorrem, nos ambientes internos ou externos de uma empresa, podem influenciar suas decisões e seu futuro. Podemos apontar como fatores internos a estrutura organizacional, o setor pessoal do RH, o setor financeiro, o setor de produção. Já no ambiente externo, podem- se apontar os concorrentes, os fornecedores, os consumidores, o mercado dos produtos e serviços, as instituições financeiras, entre outros.
O ambiente externo, podemos chamá-lo de Ambiente de Tarefa. Esse é o espaço no qual a empresa atua e está inserida. Dessa maneira, dentro do Ambiente de Tarefa encontramos: clientes, fornecedores, órgãos reguladores, parceiros estratégicos, distribuidores e concessionários e os sindicatos de empregados.
Além disso, destacam-se as forças tecnológicas, os fatores econômicos, legais e socioculturais. O ambiente geral da organização é constituído de forças externas sobre as quais a organização não tem poder de decisão. A empresa não tem poder de decidir ou de escolher como os agentes e as situações externas irão influenciar suas atividades ou interagir com elas.
No caso brasileiro, principalmente desde as grandes manifestações pelo Passe Livre em 2013, percebe-se uma mudança no quadro econômico brasileiro. Em comparação com janeiro de 2015, a baixa do IBC-Br na série observada foi de 8,12%. O IBC é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central. Esse declínio causou um saldo negativo na geração de empregos, tanto em 2015 quanto em 2016. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, até novembro de 2015, já tinham sido fechados 945.363 postos de trabalho com carteira assinada. Em meio a essa situação, encontra-se um clima em que é incerto investir e as empresas acabam não arriscando neste momento.
Encontramos, assim, como externos a essas empresas, os fatores políticos e econômicos, influenciando a contratação, a demissão, as vendas, os produtos e os serviços. Também se percebe a retração nas atividades dos investidores internacionais, que se preocupam com o mercado incerto brasileiro.
A política brasileira está em um momento de crise e instabilidade. A força desse fator externo é tão grande que impacta a vida das pessoas, tanto em relação a seus empregos quanto a suas vidas.
Dessa maneira, podemos afirmar haver indícios que comprovam que a crise política interfere na decisão das empresas e das organizações. A dimensão de seu impacto está na compra de matérias-primas, na produção de produtos e serviços, nas contratações, nas demissões e na oferta de produtos e serviços.
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No quarto parágrafo, aparece a palavra "Segundo", em destaque no texto. A que classe gramatical ela pertence, no contexto em que aparece?