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Q3805691 Português

    Se a nossa existência não tem por fim imediato a dor, pode-se dizer que não tem razão alguma de ser no mundo. Porque é absurdo admitir que a dor sem fim que nasce da miséria inerente à vida e enche o mundo seja apenas um puro acidente, e não o próprio fim. Cada desgraça particular parece, é certo, uma exceção, mas a desgraça geral é a regra.

    Assim como um regato corre sem ímpetos enquanto não encontra obstáculos, do mesmo modo, na natureza animal, a vida corre inconsciente e descuidosa quando coisa alguma se lhe opõe à vontade. Se a atenção desperta, é porque a vontade não era livre e se produziu algum choque. Tudo o que se ergue em frente da nossa vontade, tudo o que a contraria ou lhe resiste, isto é, tudo o que há de desagradável e de doloroso, sentimo-lo ato contínuo e muito nitidamente. Não nos atentamos à saúde geral do nosso corpo, mas notamos o ponto ligeiro onde o sapato nos molesta; não apreciamos o conjunto próspero dos nossos negócios, e só pensamos numa ninharia insignificante que nos desgosta. – O bem-estar e a felicidade são, portanto, negativos, só a dor é positiva.

    Não conheço nada mais absurdo que a maior parte dos sistemas metafísicos, que explicam o mal como uma coisa negativa; só ele, pelo contrário, é positivo, visto que se faz sentir… O bem, a felicidade, a satisfação são negativos, porque não fazem senão suprimir um desejo e terminar um desgosto.

    Acrescente-se a isso que, em geral, achamos as alegrias abaixo da nossa expectativa, ao passo que as dores a excedem sobremaneira.

    Se quereis num momento esclarecer-vos a esse respeito, e saber se o prazer é superior ao desgosto, ou se apenas se compensam, comparai a impressão do animal que devora outro com a impressão do que é devorado.




SCHOPENHAUER, Arthur. As dores do mundo. Tradução de Jair Barboza. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p. 1.

No trecho de Schopenhauer: "O bem, a felicidade, a satisfação são negativos", assinale a alternativa que interpreta corretamente o papel das vírgulas na frase.
Alternativas
Q3805690 Português

    Se a nossa existência não tem por fim imediato a dor, pode-se dizer que não tem razão alguma de ser no mundo. Porque é absurdo admitir que a dor sem fim que nasce da miséria inerente à vida e enche o mundo seja apenas um puro acidente, e não o próprio fim. Cada desgraça particular parece, é certo, uma exceção, mas a desgraça geral é a regra.

    Assim como um regato corre sem ímpetos enquanto não encontra obstáculos, do mesmo modo, na natureza animal, a vida corre inconsciente e descuidosa quando coisa alguma se lhe opõe à vontade. Se a atenção desperta, é porque a vontade não era livre e se produziu algum choque. Tudo o que se ergue em frente da nossa vontade, tudo o que a contraria ou lhe resiste, isto é, tudo o que há de desagradável e de doloroso, sentimo-lo ato contínuo e muito nitidamente. Não nos atentamos à saúde geral do nosso corpo, mas notamos o ponto ligeiro onde o sapato nos molesta; não apreciamos o conjunto próspero dos nossos negócios, e só pensamos numa ninharia insignificante que nos desgosta. – O bem-estar e a felicidade são, portanto, negativos, só a dor é positiva.

    Não conheço nada mais absurdo que a maior parte dos sistemas metafísicos, que explicam o mal como uma coisa negativa; só ele, pelo contrário, é positivo, visto que se faz sentir… O bem, a felicidade, a satisfação são negativos, porque não fazem senão suprimir um desejo e terminar um desgosto.

    Acrescente-se a isso que, em geral, achamos as alegrias abaixo da nossa expectativa, ao passo que as dores a excedem sobremaneira.

    Se quereis num momento esclarecer-vos a esse respeito, e saber se o prazer é superior ao desgosto, ou se apenas se compensam, comparai a impressão do animal que devora outro com a impressão do que é devorado.




SCHOPENHAUER, Arthur. As dores do mundo. Tradução de Jair Barboza. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p. 1.

Observe os trechos retirados de As Dores do Mundo, e analise a função gramatical dos termos destacados:


1. “Se a nossa existência não tem por fim imediato a dor...”


2. “Não nos atentamos à saúde geral do nosso corpo...”


3. “Se quereis num momento esclarecer-vos a esse respeito...”



Assinale a alternativa que apresenta corretamente a análise funcional dos termos destacados.

Alternativas
Q3805689 Português

    Se a nossa existência não tem por fim imediato a dor, pode-se dizer que não tem razão alguma de ser no mundo. Porque é absurdo admitir que a dor sem fim que nasce da miséria inerente à vida e enche o mundo seja apenas um puro acidente, e não o próprio fim. Cada desgraça particular parece, é certo, uma exceção, mas a desgraça geral é a regra.

    Assim como um regato corre sem ímpetos enquanto não encontra obstáculos, do mesmo modo, na natureza animal, a vida corre inconsciente e descuidosa quando coisa alguma se lhe opõe à vontade. Se a atenção desperta, é porque a vontade não era livre e se produziu algum choque. Tudo o que se ergue em frente da nossa vontade, tudo o que a contraria ou lhe resiste, isto é, tudo o que há de desagradável e de doloroso, sentimo-lo ato contínuo e muito nitidamente. Não nos atentamos à saúde geral do nosso corpo, mas notamos o ponto ligeiro onde o sapato nos molesta; não apreciamos o conjunto próspero dos nossos negócios, e só pensamos numa ninharia insignificante que nos desgosta. – O bem-estar e a felicidade são, portanto, negativos, só a dor é positiva.

    Não conheço nada mais absurdo que a maior parte dos sistemas metafísicos, que explicam o mal como uma coisa negativa; só ele, pelo contrário, é positivo, visto que se faz sentir… O bem, a felicidade, a satisfação são negativos, porque não fazem senão suprimir um desejo e terminar um desgosto.

    Acrescente-se a isso que, em geral, achamos as alegrias abaixo da nossa expectativa, ao passo que as dores a excedem sobremaneira.

    Se quereis num momento esclarecer-vos a esse respeito, e saber se o prazer é superior ao desgosto, ou se apenas se compensam, comparai a impressão do animal que devora outro com a impressão do que é devorado.




SCHOPENHAUER, Arthur. As dores do mundo. Tradução de Jair Barboza. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p. 1.

No trecho, Schopenhauer faz uso de expressões figuradas para intensificar o sentido filosófico de sua argumentação sobre a dor e a existência. Considerando o texto, qual dos trechos abaixo apresenta o uso evidente de linguagem literária?
Alternativas
Q3805688 Português

    Se a nossa existência não tem por fim imediato a dor, pode-se dizer que não tem razão alguma de ser no mundo. Porque é absurdo admitir que a dor sem fim que nasce da miséria inerente à vida e enche o mundo seja apenas um puro acidente, e não o próprio fim. Cada desgraça particular parece, é certo, uma exceção, mas a desgraça geral é a regra.

    Assim como um regato corre sem ímpetos enquanto não encontra obstáculos, do mesmo modo, na natureza animal, a vida corre inconsciente e descuidosa quando coisa alguma se lhe opõe à vontade. Se a atenção desperta, é porque a vontade não era livre e se produziu algum choque. Tudo o que se ergue em frente da nossa vontade, tudo o que a contraria ou lhe resiste, isto é, tudo o que há de desagradável e de doloroso, sentimo-lo ato contínuo e muito nitidamente. Não nos atentamos à saúde geral do nosso corpo, mas notamos o ponto ligeiro onde o sapato nos molesta; não apreciamos o conjunto próspero dos nossos negócios, e só pensamos numa ninharia insignificante que nos desgosta. – O bem-estar e a felicidade são, portanto, negativos, só a dor é positiva.

    Não conheço nada mais absurdo que a maior parte dos sistemas metafísicos, que explicam o mal como uma coisa negativa; só ele, pelo contrário, é positivo, visto que se faz sentir… O bem, a felicidade, a satisfação são negativos, porque não fazem senão suprimir um desejo e terminar um desgosto.

    Acrescente-se a isso que, em geral, achamos as alegrias abaixo da nossa expectativa, ao passo que as dores a excedem sobremaneira.

    Se quereis num momento esclarecer-vos a esse respeito, e saber se o prazer é superior ao desgosto, ou se apenas se compensam, comparai a impressão do animal que devora outro com a impressão do que é devorado.




SCHOPENHAUER, Arthur. As dores do mundo. Tradução de Jair Barboza. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p. 1.

No trecho, Arthur Schopenhauer apresenta sua visão sobre o sofrimento e a felicidade humana. Considerando o conjunto de ideias do texto, o autor defende que: 
Alternativas
Q3805687 Pedagogia

Leia o texto abaixo para responder às questão:


Governo institui nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva


    O governo federal publicou nesta terça-feira (21/10/25) um decreto que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e, paralelamente, cria a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. O objetivo do documento é fortalecer a inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e aqueles com altas habilidades ou superdotação.

    A nova política visa garantir que esses alunos sejam incluídos em turmas regulares e escolas comuns em todos os níveis de ensino. Segundo o pedagogo e ativista pelo direito das pessoas com deficiência, Ivan Baron, o decreto estabelece um marco que organiza as iniciativas da área para combater a discriminação e a evasão escolar desse público.


Princípios e Suporte Especializado


    Entre os princípios fundamentais da nova política estão a garantia de acessibilidade e o desenvolvimento de tecnologias assistivas. Baron considerou que o decreto reflete um investimento do Ministério da Educação (MEC) na implementação de salas de recursos multifuncionais e na formação de professores.

    O pedagogo destaca que a política oferece um reforço crucial para que alunos com deficiência estudem nas turmas regulares, atuando no suporte para o atendimento educacional especializado. O atendimento educacional especializado é definido pelo decreto como uma atividade pedagógica complementar ou suplementar à escolarização. Esse serviço deve estar integrado ao projeto político-pedagógico das escolas e contar com a participação da família e dos estudantes. O texto enfatiza que a matrícula neste serviço especializado não substitui a matrícula na classe comum.


Foco na Formação e Governança


    A nova política estabelece que os professores do atendimento especializado devem possuir formação inicial para a docência e, preferencialmente, formação específica em educação especial inclusiva.

    Ivan Baron avaliou que o decreto inova ao criar a rede de governança e ao definir com mais clareza o papel do professor do atendimento especializado e dos profissionais de apoio. A criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva é vista pelo ativista como a garantia de que as diretrizes se concretizem nas escolas. “Ou seja, não é só papel”, afirmou Baron, indicando um compromisso com a implementação prática da inclusão.



(Por Luiz Claudio Ferreira. https://www.msn.com/pt-br/noticias/noticias/governo-institui-nova-pol%C3%ADtica-nacional-de-educa%C3%A7%C3%A3oespecial-inclusiva. 23/10/2025)

A partir do texto, interpreta-se que o papel da escola diante da inclusão de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades/superdotação é compreendido como:
Alternativas
Q3805686 Pedagogia

Leia o texto abaixo para responder às questão:


Governo institui nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva


    O governo federal publicou nesta terça-feira (21/10/25) um decreto que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e, paralelamente, cria a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. O objetivo do documento é fortalecer a inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e aqueles com altas habilidades ou superdotação.

    A nova política visa garantir que esses alunos sejam incluídos em turmas regulares e escolas comuns em todos os níveis de ensino. Segundo o pedagogo e ativista pelo direito das pessoas com deficiência, Ivan Baron, o decreto estabelece um marco que organiza as iniciativas da área para combater a discriminação e a evasão escolar desse público.


Princípios e Suporte Especializado


    Entre os princípios fundamentais da nova política estão a garantia de acessibilidade e o desenvolvimento de tecnologias assistivas. Baron considerou que o decreto reflete um investimento do Ministério da Educação (MEC) na implementação de salas de recursos multifuncionais e na formação de professores.

    O pedagogo destaca que a política oferece um reforço crucial para que alunos com deficiência estudem nas turmas regulares, atuando no suporte para o atendimento educacional especializado. O atendimento educacional especializado é definido pelo decreto como uma atividade pedagógica complementar ou suplementar à escolarização. Esse serviço deve estar integrado ao projeto político-pedagógico das escolas e contar com a participação da família e dos estudantes. O texto enfatiza que a matrícula neste serviço especializado não substitui a matrícula na classe comum.


Foco na Formação e Governança


    A nova política estabelece que os professores do atendimento especializado devem possuir formação inicial para a docência e, preferencialmente, formação específica em educação especial inclusiva.

    Ivan Baron avaliou que o decreto inova ao criar a rede de governança e ao definir com mais clareza o papel do professor do atendimento especializado e dos profissionais de apoio. A criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva é vista pelo ativista como a garantia de que as diretrizes se concretizem nas escolas. “Ou seja, não é só papel”, afirmou Baron, indicando um compromisso com a implementação prática da inclusão.



(Por Luiz Claudio Ferreira. https://www.msn.com/pt-br/noticias/noticias/governo-institui-nova-pol%C3%ADtica-nacional-de-educa%C3%A7%C3%A3oespecial-inclusiva. 23/10/2025)

Com base no texto, e considerando uma leitura crítica das intenções subjacentes às políticas públicas educacionais, é possível interpretar que os objetivos do governo federal com a instituição da nova política transcendem a mera regulamentação normativa, buscando
Alternativas
Q3805685 Português

Leia o texto abaixo para responder às questão:


Governo institui nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva


    O governo federal publicou nesta terça-feira (21/10/25) um decreto que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e, paralelamente, cria a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. O objetivo do documento é fortalecer a inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e aqueles com altas habilidades ou superdotação.

    A nova política visa garantir que esses alunos sejam incluídos em turmas regulares e escolas comuns em todos os níveis de ensino. Segundo o pedagogo e ativista pelo direito das pessoas com deficiência, Ivan Baron, o decreto estabelece um marco que organiza as iniciativas da área para combater a discriminação e a evasão escolar desse público.


Princípios e Suporte Especializado


    Entre os princípios fundamentais da nova política estão a garantia de acessibilidade e o desenvolvimento de tecnologias assistivas. Baron considerou que o decreto reflete um investimento do Ministério da Educação (MEC) na implementação de salas de recursos multifuncionais e na formação de professores.

    O pedagogo destaca que a política oferece um reforço crucial para que alunos com deficiência estudem nas turmas regulares, atuando no suporte para o atendimento educacional especializado. O atendimento educacional especializado é definido pelo decreto como uma atividade pedagógica complementar ou suplementar à escolarização. Esse serviço deve estar integrado ao projeto político-pedagógico das escolas e contar com a participação da família e dos estudantes. O texto enfatiza que a matrícula neste serviço especializado não substitui a matrícula na classe comum.


Foco na Formação e Governança


    A nova política estabelece que os professores do atendimento especializado devem possuir formação inicial para a docência e, preferencialmente, formação específica em educação especial inclusiva.

    Ivan Baron avaliou que o decreto inova ao criar a rede de governança e ao definir com mais clareza o papel do professor do atendimento especializado e dos profissionais de apoio. A criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva é vista pelo ativista como a garantia de que as diretrizes se concretizem nas escolas. “Ou seja, não é só papel”, afirmou Baron, indicando um compromisso com a implementação prática da inclusão.



(Por Luiz Claudio Ferreira. https://www.msn.com/pt-br/noticias/noticias/governo-institui-nova-pol%C3%ADtica-nacional-de-educa%C3%A7%C3%A3oespecial-inclusiva. 23/10/2025)

No texto, o conceito de inclusão é articulado a diferentes dimensões do processo educativo. Considerando as informações apresentadas, é possível inferir que, no contexto do decreto, a inclusão escolar é compreendida como:
Alternativas
Q3805684 Português

Leia o texto abaixo para responder às questão:


Governo institui nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva


    O governo federal publicou nesta terça-feira (21/10/25) um decreto que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e, paralelamente, cria a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. O objetivo do documento é fortalecer a inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e aqueles com altas habilidades ou superdotação.

    A nova política visa garantir que esses alunos sejam incluídos em turmas regulares e escolas comuns em todos os níveis de ensino. Segundo o pedagogo e ativista pelo direito das pessoas com deficiência, Ivan Baron, o decreto estabelece um marco que organiza as iniciativas da área para combater a discriminação e a evasão escolar desse público.


Princípios e Suporte Especializado


    Entre os princípios fundamentais da nova política estão a garantia de acessibilidade e o desenvolvimento de tecnologias assistivas. Baron considerou que o decreto reflete um investimento do Ministério da Educação (MEC) na implementação de salas de recursos multifuncionais e na formação de professores.

    O pedagogo destaca que a política oferece um reforço crucial para que alunos com deficiência estudem nas turmas regulares, atuando no suporte para o atendimento educacional especializado. O atendimento educacional especializado é definido pelo decreto como uma atividade pedagógica complementar ou suplementar à escolarização. Esse serviço deve estar integrado ao projeto político-pedagógico das escolas e contar com a participação da família e dos estudantes. O texto enfatiza que a matrícula neste serviço especializado não substitui a matrícula na classe comum.


Foco na Formação e Governança


    A nova política estabelece que os professores do atendimento especializado devem possuir formação inicial para a docência e, preferencialmente, formação específica em educação especial inclusiva.

    Ivan Baron avaliou que o decreto inova ao criar a rede de governança e ao definir com mais clareza o papel do professor do atendimento especializado e dos profissionais de apoio. A criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva é vista pelo ativista como a garantia de que as diretrizes se concretizem nas escolas. “Ou seja, não é só papel”, afirmou Baron, indicando um compromisso com a implementação prática da inclusão.



(Por Luiz Claudio Ferreira. https://www.msn.com/pt-br/noticias/noticias/governo-institui-nova-pol%C3%ADtica-nacional-de-educa%C3%A7%C3%A3oespecial-inclusiva. 23/10/2025)

Considerando as falas e análises de Ivan Baron apresentadas no texto, é possível interpretar que sua postura em relação ao decreto do governo federal revela
Alternativas
Q3805683 Português

Leia o texto abaixo para responder às questão:


Governo institui nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva


    O governo federal publicou nesta terça-feira (21/10/25) um decreto que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e, paralelamente, cria a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. O objetivo do documento é fortalecer a inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e aqueles com altas habilidades ou superdotação.

    A nova política visa garantir que esses alunos sejam incluídos em turmas regulares e escolas comuns em todos os níveis de ensino. Segundo o pedagogo e ativista pelo direito das pessoas com deficiência, Ivan Baron, o decreto estabelece um marco que organiza as iniciativas da área para combater a discriminação e a evasão escolar desse público.


Princípios e Suporte Especializado


    Entre os princípios fundamentais da nova política estão a garantia de acessibilidade e o desenvolvimento de tecnologias assistivas. Baron considerou que o decreto reflete um investimento do Ministério da Educação (MEC) na implementação de salas de recursos multifuncionais e na formação de professores.

    O pedagogo destaca que a política oferece um reforço crucial para que alunos com deficiência estudem nas turmas regulares, atuando no suporte para o atendimento educacional especializado. O atendimento educacional especializado é definido pelo decreto como uma atividade pedagógica complementar ou suplementar à escolarização. Esse serviço deve estar integrado ao projeto político-pedagógico das escolas e contar com a participação da família e dos estudantes. O texto enfatiza que a matrícula neste serviço especializado não substitui a matrícula na classe comum.


Foco na Formação e Governança


    A nova política estabelece que os professores do atendimento especializado devem possuir formação inicial para a docência e, preferencialmente, formação específica em educação especial inclusiva.

    Ivan Baron avaliou que o decreto inova ao criar a rede de governança e ao definir com mais clareza o papel do professor do atendimento especializado e dos profissionais de apoio. A criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva é vista pelo ativista como a garantia de que as diretrizes se concretizem nas escolas. “Ou seja, não é só papel”, afirmou Baron, indicando um compromisso com a implementação prática da inclusão.



(Por Luiz Claudio Ferreira. https://www.msn.com/pt-br/noticias/noticias/governo-institui-nova-pol%C3%ADtica-nacional-de-educa%C3%A7%C3%A3oespecial-inclusiva. 23/10/2025)

Com base na leitura do texto “Governo institui nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva”, infere-se que o decreto mencionado busca:
Alternativas
Q3802461 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Uma granja suinícola comercial busca otimizar a produtividade e minimizar impactos ambientais na produção de leitões desde o nascimento até o abate. Levando em conta as práticas recomendadas de manejo na maternidade e creche, estratégias nutricionais para leitões e sistemas de manejo e aproveitamento de dejetos, podemos afirmar, EXCETO que:
Alternativas
Q3802459 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O sucesso da bovinocultura leiteira depende diretamente da eficiência do manejo reprodutivo, da nutrição adequada por meio de sistemas de pastejo bem manejados e da oferta de volumosos de qualidade durante o período de escassez de forragem, como na entressafra. Nesse contexto, o técnico agrícola deve dominar os princípios de manejo das pastagens, a conservação de forragens e as práticas de reprodução controlada. Com base nesses aspectos, podemos afirmar que:
I - A silagem de milho é uma das mais indicadas para vacas leiteiras por apresentar elevada digestibilidade e bom teor energético, devendo ser ensilada no ponto de grãos farináceos e compactada adequadamente para evitar perdas por fermentação indesejável.
II - O sistema de pastejo rotacionado possibilita melhor aproveitamento da forragem e maior produção de leite por hectare, pois permite o descanso e a rebrota da pastagem, mantendo o equilíbrio entre oferta e consumo de forragem.
III - A inseminação artificial em bovinos leiteiros é uma prática reprodutiva eficiente, pois permite o uso de material genético superior e o controle sanitário reprodutivo, além de favorecer o melhoramento genético do rebanho.
IV - O pastejo contínuo é o mais indicado para vacas leiteiras de alta produção, pois promove melhor controle do consumo de forragem, maior uniformidade do pasto e evita o superpastejo e a compactação do solo.
Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q3802458 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A produção sustentável e competitiva de cafezais exige conhecimento integrado sobre genética, mudas, preparo de solo, implantação e manejo. Considerando Coffea arabica e Coffea canephora (conilon/robusta), podemos afirmar que:
I - A identificação correta da espécie e do cultivar (taxonomia e diversidade genética) é fundamental para recomendações de altitude, espaçamento e manejo; além disso, o uso de cultivares clonais resistentes a pragas e doenças é estratégia eficaz para reduzir riscos fitossanitários e aumentar a uniformidade de produção.
II - A produção de mudas em viveiro deve seguir normas técnicas que garantam sanidade, vigor e conformidade (controle de substrato, seleção de sementes/estacas, sulcos/vaidade, manejo de irrigação no viveiro e quarentena), pois mudas de qualidade são determinantes para a sobrevivência e o desempenho inicial do cafeeiro em campo.
III - Para manter as características superiores de uma cultivar comercial (produção e qualidade de bebida), a propagação por sementes é o método preferível, pois preserva fielmente o genótipo da planta-mãe e garante uniformidade varietal no pomar.
IV - O espaçamento e a poda influenciam diretamente a microclimatologia da planta (ventilação e luminosidade), a extração de nutrientes do solo e a incidência de pragas e doenças; portanto, escolhas de espaçamento, poda de formação e desbrote adequado são práticas integradas que afetam produtividade e sanidade do cafezal.
Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q3802456 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O conhecimento sobre a dinâmica dos nutrientes no solo e sua disponibilidade para as plantas é essencial para o manejo racional da fertilidade e para o uso sustentável dos recursos agrícolas. Levando em conta os fatores que influenciam o crescimento e o desenvolvimento das plantas, a nutrição mineral, a acidez e a matéria orgânica do solo, marque a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3802455 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O técnico agrícola responsável por uma propriedade de fruticultura tropical precisa planejar o cultivo de maracujá (Passiflora edulis f. flavicarpa) e abacaxi (Ananas comosus) visando à máxima produtividade e qualidade dos frutos. Considerando as exigências de clima, plantio, espaçamento e densidade, nutrição e adubação, irrigação, manejo fitossanitário, polinização e colheita, podemos afirmar:
I - O maracujazeiro adapta-se melhor a temperaturas médias entre 20 e 30 °C, necessitando de boa insolação e precipitação bem distribuída. Recomenda-se a implantação do pomar em solo profundo, fértil e bem drenado, realizando a adubação de plantio com matéria orgânica e fertilizantes fosfatados, de acordo com análise de solo.
II - No cultivo do maracujá, a polinização natural é geralmente suficiente para garantir alta produtividade, sendo desnecessária a intervenção manual. Já o abacaxi é uma espécie autopolinizada e não requer manejo específico para frutificação.
III - O abacaxizeiro apresenta bom desenvolvimento em regiões de clima tropical úmido, com temperaturas médias entre 24 °C e 30 °C e pluviosidade de 1.200 a 1.500 mm anuais. O espaçamento mais comum é de 0,90 m entre fileiras e 0,40 m entre plantas, podendo ser ajustado conforme a cultivar e o sistema de produção.
IV - Tanto o maracujazeiro quanto o abacaxizeiro necessitam de irrigação suplementar em períodos secos, priorizando-se sistemas localizados (gotejamento ou microaspersão). O manejo fitossanitário deve incluir o monitoramento constante de pragas e doenças, como a fusariose e a moscadas-frutas, com uso integrado de medidas preventivas e controle biológico quando possível.
Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3802454 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O sucesso na produção de hortaliças depende da integração de fatores relacionados à escolha da área, época de plantio, nutrição e adubação, irrigação e manejo fitossanitário. Considerando os princípios da Olericultura geral e as recomendações técnicas da EMBRAPA, podemos afirmar, EXCETO que: 
Alternativas
Q3802453 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O manejo de pragas, doenças e plantas invasoras em sistemas agroecológicos exige uma compreensão integrada dos processos ecológicos e produtivos, buscando manter o equilíbrio entre a cultura, o ambiente e os inimigos naturais. Tendo em conta os princípios da agroecologia e as práticas recomendadas por instituições brasileiras de pesquisa e extensão, marque a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3799211 Atualidades
Qual o deputado eleito Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil para o biênio 2025-2026? 
Alternativas
Q3799200 Matemática

Observe a tabela abaixo do MS Excel.


Imagem associada para resolução da questão


Marque a alternativa correta para o valor que será exibido na célula B4, considerando o cálculo da fórmula =MÉDIA(A1;B2) 

Alternativas
Q3799194 Noções de Informática
Sobre o word 2019 é incorreto afirmar que: 
Alternativas
Q3790610 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Segundo a Instrução Normativa Conjunta MAPA no 2/2018 que trata da rastreabilidade vegetal, esta será fiscalizada:
Alternativas
Respostas
441: A
442: B
443: E
444: D
445: A
446: C
447: B
448: E
449: D
450: D
451: C
452: A
453: C
454: A
455: C
456: B
457: A
458: B
459: B
460: D