Questões de Concurso Comentadas para intérprete de libras

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Q4046122 Português

O Texto 2 traz um trecho do diálogo entre o Jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som, GG Albuquerque, e a cantora, compositora, atriz e, como a própria se define, agitadora cultural, Linn da Quebrada. O Texto 3, por sua vez, traz um trecho da definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Leia os textos para responder à questão.



TEXTO 2:



“[...] GG Albuquerque - Esse disco você fala de ancestralidade e resgata figuras como Xica Manicongo [considerada a primeira travesti do Brasil]. Mas a ancestralidade também tem sido essa cerca pela qual o mercado inclui e exclui artistas negros, limitando a obra deles. E na música “Dispara”, você canta: “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós — é ancestral”. Me parece uma crítica a esse ideal mercantilizado de ancestralidade.


Linn da Quebrada - Sabe o que me lembrou isso? O texto da Jota Mombaça, o “Plantação Cognitiva”. Eu até abri aqui [no computador]. Ela cita um verso do Baco Exu do Blues em que ele fala: “Meus ancestrais todos foram vendidos, deve ser por isso que meu som vende”. E deve ser por isso que o meu som vende também. Esse verso que você citou é um que eu gosto muito. “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós” Gosto muito da impossibilidade da linguagem traduzir isso. Porque eu quero realmente dizer que eu não sei se vende a mim, se vende eu, se é capaz de me vender e se é capaz de nos vender. Porque eu quero instaurar o terreno do mistério… Eu percebo que quando nos atribuem todas essas categorizações — negra, trans, travesti, marginal, periférica — o que está à venda não é a minha música. Quando eles falam de música LGBT, música trans, música negra, eles não estão falando da minha música. Qual é a característica dessa música que faz ela ser trans? Essa música fala da minha narrativa, assim como as músicas heteronormativas falam das narrativas deles. O que eles estão categorizando e marcando com ferro em brasa mais uma vez é o meu corpo: trans, travesti, marginal periférica. E mais uma vez então o que está à venda sou eu. Nessa espiral do tempo, nessa ancestralidade presente que se traduz em mim, é o meu corpo que segue à venda. E por isso, isso é tão cruel. Porque fica indissociável separar o meu corpo do meu trabalho. O meu corpo se torna um trabalho. É o meu corpo, a minha vida que se torna vendável, rentável e lucrativa. Assim como os corpos da população negra que estavam ali rendidos nesses campos escravistas de plantação de algodão, de cana e tudo mais, agora é o meu corpo vendido nesse terreno de uma plantação cognitiva. E por isso essa reencenação escravista. É isso que eu me nego. E é isso que eu tô dizendo quando canto que “nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós”, porque eu me recuso a ser vendida nesse lugar porque eu preciso viver! Eu amo o meu trabalho, mas eu não sou o meu trabalho. Eu não sou o meu trabalho. Eu tenho muitas outras frequências e possibilidades para além do meu trabalho. Eu não quero ser esgotada. Se os nossos ancestrais sonharam com esse lugar que estamos ocupando hoje, eu não vou me permitir ser vendida mais uma vez e ser a minha própria moeda de troca. Eu preciso que a minha obra seja a tradução da minha generosidade para o mundo. É a minha obra, que não sou eu. E acho que de alguma forma é isso que eu tento instaurar com esses versos. [...]”


Fonte: https://volumemorto.com.br/entrevista-linn-da-quebrada-trava-linguas/



TEXTO 3:



“[...] conversa entre pessoas em local combinado para obtenção de maiores informações, esclarecimentos, avaliações, opiniões, etc., sobre pessoas ou instituições [...]. No discurso jornalístico, coleta de declarações, informações, opiniões tomadas por jornalista(s) para divulgação através dos meios de comunicação (imprensa falada, escrita, televisiva, interétnica).”


Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 

O texto em questão se constrói a partir do canal de comunicação que liga o emissor da mensagem ao receptor. Por se tratar de um diálogo, centra-se nos mecanismos conversacionais. Com base nisto, pode-se afirmar que, neste contexto, predomina o uso de qual função da linguagem?
Alternativas
Q4046120 Português

O Texto 2 traz um trecho do diálogo entre o Jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som, GG Albuquerque, e a cantora, compositora, atriz e, como a própria se define, agitadora cultural, Linn da Quebrada. O Texto 3, por sua vez, traz um trecho da definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Leia os textos para responder à questão.



TEXTO 2:



“[...] GG Albuquerque - Esse disco você fala de ancestralidade e resgata figuras como Xica Manicongo [considerada a primeira travesti do Brasil]. Mas a ancestralidade também tem sido essa cerca pela qual o mercado inclui e exclui artistas negros, limitando a obra deles. E na música “Dispara”, você canta: “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós — é ancestral”. Me parece uma crítica a esse ideal mercantilizado de ancestralidade.


Linn da Quebrada - Sabe o que me lembrou isso? O texto da Jota Mombaça, o “Plantação Cognitiva”. Eu até abri aqui [no computador]. Ela cita um verso do Baco Exu do Blues em que ele fala: “Meus ancestrais todos foram vendidos, deve ser por isso que meu som vende”. E deve ser por isso que o meu som vende também. Esse verso que você citou é um que eu gosto muito. “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós” Gosto muito da impossibilidade da linguagem traduzir isso. Porque eu quero realmente dizer que eu não sei se vende a mim, se vende eu, se é capaz de me vender e se é capaz de nos vender. Porque eu quero instaurar o terreno do mistério… Eu percebo que quando nos atribuem todas essas categorizações — negra, trans, travesti, marginal, periférica — o que está à venda não é a minha música. Quando eles falam de música LGBT, música trans, música negra, eles não estão falando da minha música. Qual é a característica dessa música que faz ela ser trans? Essa música fala da minha narrativa, assim como as músicas heteronormativas falam das narrativas deles. O que eles estão categorizando e marcando com ferro em brasa mais uma vez é o meu corpo: trans, travesti, marginal periférica. E mais uma vez então o que está à venda sou eu. Nessa espiral do tempo, nessa ancestralidade presente que se traduz em mim, é o meu corpo que segue à venda. E por isso, isso é tão cruel. Porque fica indissociável separar o meu corpo do meu trabalho. O meu corpo se torna um trabalho. É o meu corpo, a minha vida que se torna vendável, rentável e lucrativa. Assim como os corpos da população negra que estavam ali rendidos nesses campos escravistas de plantação de algodão, de cana e tudo mais, agora é o meu corpo vendido nesse terreno de uma plantação cognitiva. E por isso essa reencenação escravista. É isso que eu me nego. E é isso que eu tô dizendo quando canto que “nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós”, porque eu me recuso a ser vendida nesse lugar porque eu preciso viver! Eu amo o meu trabalho, mas eu não sou o meu trabalho. Eu não sou o meu trabalho. Eu tenho muitas outras frequências e possibilidades para além do meu trabalho. Eu não quero ser esgotada. Se os nossos ancestrais sonharam com esse lugar que estamos ocupando hoje, eu não vou me permitir ser vendida mais uma vez e ser a minha própria moeda de troca. Eu preciso que a minha obra seja a tradução da minha generosidade para o mundo. É a minha obra, que não sou eu. E acho que de alguma forma é isso que eu tento instaurar com esses versos. [...]”


Fonte: https://volumemorto.com.br/entrevista-linn-da-quebrada-trava-linguas/



TEXTO 3:



“[...] conversa entre pessoas em local combinado para obtenção de maiores informações, esclarecimentos, avaliações, opiniões, etc., sobre pessoas ou instituições [...]. No discurso jornalístico, coleta de declarações, informações, opiniões tomadas por jornalista(s) para divulgação através dos meios de comunicação (imprensa falada, escrita, televisiva, interétnica).”


Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 

Para construir sua crítica a “esse ideal mercantilizado de ancestralidade”, ao qual GG Albuquerque se refere, a compositora Linn da Quebrada, no verso citado pelo jornalista, lança mão de um recurso linguístico que, pela combinação do final de uma palavra com o início da seguinte pode-se perceber, pelo menos foneticamente, uma terceira palavra. Isso acontece em:
Alternativas
Q4046118 Português

O Texto 2 traz um trecho do diálogo entre o Jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som, GG Albuquerque, e a cantora, compositora, atriz e, como a própria se define, agitadora cultural, Linn da Quebrada. O Texto 3, por sua vez, traz um trecho da definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Leia os textos para responder à questão.



TEXTO 2:



“[...] GG Albuquerque - Esse disco você fala de ancestralidade e resgata figuras como Xica Manicongo [considerada a primeira travesti do Brasil]. Mas a ancestralidade também tem sido essa cerca pela qual o mercado inclui e exclui artistas negros, limitando a obra deles. E na música “Dispara”, você canta: “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós — é ancestral”. Me parece uma crítica a esse ideal mercantilizado de ancestralidade.


Linn da Quebrada - Sabe o que me lembrou isso? O texto da Jota Mombaça, o “Plantação Cognitiva”. Eu até abri aqui [no computador]. Ela cita um verso do Baco Exu do Blues em que ele fala: “Meus ancestrais todos foram vendidos, deve ser por isso que meu som vende”. E deve ser por isso que o meu som vende também. Esse verso que você citou é um que eu gosto muito. “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós” Gosto muito da impossibilidade da linguagem traduzir isso. Porque eu quero realmente dizer que eu não sei se vende a mim, se vende eu, se é capaz de me vender e se é capaz de nos vender. Porque eu quero instaurar o terreno do mistério… Eu percebo que quando nos atribuem todas essas categorizações — negra, trans, travesti, marginal, periférica — o que está à venda não é a minha música. Quando eles falam de música LGBT, música trans, música negra, eles não estão falando da minha música. Qual é a característica dessa música que faz ela ser trans? Essa música fala da minha narrativa, assim como as músicas heteronormativas falam das narrativas deles. O que eles estão categorizando e marcando com ferro em brasa mais uma vez é o meu corpo: trans, travesti, marginal periférica. E mais uma vez então o que está à venda sou eu. Nessa espiral do tempo, nessa ancestralidade presente que se traduz em mim, é o meu corpo que segue à venda. E por isso, isso é tão cruel. Porque fica indissociável separar o meu corpo do meu trabalho. O meu corpo se torna um trabalho. É o meu corpo, a minha vida que se torna vendável, rentável e lucrativa. Assim como os corpos da população negra que estavam ali rendidos nesses campos escravistas de plantação de algodão, de cana e tudo mais, agora é o meu corpo vendido nesse terreno de uma plantação cognitiva. E por isso essa reencenação escravista. É isso que eu me nego. E é isso que eu tô dizendo quando canto que “nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós”, porque eu me recuso a ser vendida nesse lugar porque eu preciso viver! Eu amo o meu trabalho, mas eu não sou o meu trabalho. Eu não sou o meu trabalho. Eu tenho muitas outras frequências e possibilidades para além do meu trabalho. Eu não quero ser esgotada. Se os nossos ancestrais sonharam com esse lugar que estamos ocupando hoje, eu não vou me permitir ser vendida mais uma vez e ser a minha própria moeda de troca. Eu preciso que a minha obra seja a tradução da minha generosidade para o mundo. É a minha obra, que não sou eu. E acho que de alguma forma é isso que eu tento instaurar com esses versos. [...]”


Fonte: https://volumemorto.com.br/entrevista-linn-da-quebrada-trava-linguas/



TEXTO 3:



“[...] conversa entre pessoas em local combinado para obtenção de maiores informações, esclarecimentos, avaliações, opiniões, etc., sobre pessoas ou instituições [...]. No discurso jornalístico, coleta de declarações, informações, opiniões tomadas por jornalista(s) para divulgação através dos meios de comunicação (imprensa falada, escrita, televisiva, interétnica).”


Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 

No diálogo supracitado, Linn da Quebrada responde à provocação do jornalista GG Albuquerque acerca de um verso de uma de suas canções. Nesta perspectiva, a fala da artista discute, além de outras questões:
Alternativas
Q4046117 Português

O Texto 2 traz um trecho do diálogo entre o Jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som, GG Albuquerque, e a cantora, compositora, atriz e, como a própria se define, agitadora cultural, Linn da Quebrada. O Texto 3, por sua vez, traz um trecho da definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Leia os textos para responder à questão.



TEXTO 2:



“[...] GG Albuquerque - Esse disco você fala de ancestralidade e resgata figuras como Xica Manicongo [considerada a primeira travesti do Brasil]. Mas a ancestralidade também tem sido essa cerca pela qual o mercado inclui e exclui artistas negros, limitando a obra deles. E na música “Dispara”, você canta: “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós — é ancestral”. Me parece uma crítica a esse ideal mercantilizado de ancestralidade.


Linn da Quebrada - Sabe o que me lembrou isso? O texto da Jota Mombaça, o “Plantação Cognitiva”. Eu até abri aqui [no computador]. Ela cita um verso do Baco Exu do Blues em que ele fala: “Meus ancestrais todos foram vendidos, deve ser por isso que meu som vende”. E deve ser por isso que o meu som vende também. Esse verso que você citou é um que eu gosto muito. “Nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós” Gosto muito da impossibilidade da linguagem traduzir isso. Porque eu quero realmente dizer que eu não sei se vende a mim, se vende eu, se é capaz de me vender e se é capaz de nos vender. Porque eu quero instaurar o terreno do mistério… Eu percebo que quando nos atribuem todas essas categorizações — negra, trans, travesti, marginal, periférica — o que está à venda não é a minha música. Quando eles falam de música LGBT, música trans, música negra, eles não estão falando da minha música. Qual é a característica dessa música que faz ela ser trans? Essa música fala da minha narrativa, assim como as músicas heteronormativas falam das narrativas deles. O que eles estão categorizando e marcando com ferro em brasa mais uma vez é o meu corpo: trans, travesti, marginal periférica. E mais uma vez então o que está à venda sou eu. Nessa espiral do tempo, nessa ancestralidade presente que se traduz em mim, é o meu corpo que segue à venda. E por isso, isso é tão cruel. Porque fica indissociável separar o meu corpo do meu trabalho. O meu corpo se torna um trabalho. É o meu corpo, a minha vida que se torna vendável, rentável e lucrativa. Assim como os corpos da população negra que estavam ali rendidos nesses campos escravistas de plantação de algodão, de cana e tudo mais, agora é o meu corpo vendido nesse terreno de uma plantação cognitiva. E por isso essa reencenação escravista. É isso que eu me nego. E é isso que eu tô dizendo quando canto que “nem tudo que vende vem de mim ou vem de nós”, porque eu me recuso a ser vendida nesse lugar porque eu preciso viver! Eu amo o meu trabalho, mas eu não sou o meu trabalho. Eu não sou o meu trabalho. Eu tenho muitas outras frequências e possibilidades para além do meu trabalho. Eu não quero ser esgotada. Se os nossos ancestrais sonharam com esse lugar que estamos ocupando hoje, eu não vou me permitir ser vendida mais uma vez e ser a minha própria moeda de troca. Eu preciso que a minha obra seja a tradução da minha generosidade para o mundo. É a minha obra, que não sou eu. E acho que de alguma forma é isso que eu tento instaurar com esses versos. [...]”


Fonte: https://volumemorto.com.br/entrevista-linn-da-quebrada-trava-linguas/



TEXTO 3:



“[...] conversa entre pessoas em local combinado para obtenção de maiores informações, esclarecimentos, avaliações, opiniões, etc., sobre pessoas ou instituições [...]. No discurso jornalístico, coleta de declarações, informações, opiniões tomadas por jornalista(s) para divulgação através dos meios de comunicação (imprensa falada, escrita, televisiva, interétnica).”


Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 

A partir da definição apresentada no Texto 3, podemos inferir que o Texto 2, no tocante à sua função social enquanto gênero textual, trata-se de um(a):
Alternativas
Q4046116 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

De acordo com o texto, sobre o slam, é CORRETO afirmar:



I- É uma modalidade artística que, por mais que se aproxime, difere de outras manifestações como o rap e o repente pela ausência do acompanhamento musical.


II- Por mais que seja uma manifestação artístico-cultural periférica, se elitiza a partir do momento que exige o registro copyright de suas composições.


III- Semelhante a outros gêneros artísticos – como o rap – o slam traz em sua dinâmica uma batalha por meio da composição de poesias feitas no improviso e com tempo livre de produção.


IV- O slam, além de um espaço de fala, é também um espaço de escuta em que as camadas periféricas e marginalizadas podem expressar, afirmar e aferir suas identidades.



Está CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q4046115 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

A expressão destacada em “Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, [o slam] virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos”, anaforicamente, faz referência a um sintagma já citado, trata-se do termo: 
Alternativas
Q4046114 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

Na oração “Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, [o slam] virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos”, a expressão em destaque funciona como:
Alternativas
Q4046113 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

A parassíntese é um processo de formação de palavras que consiste no acréscimo de um prefixo e de um sufixo ao radical de uma palavra primitiva, a exemplo do que ocorre em “invisibilizadas” (visível com o pref. -in e o suf. -vel sob a f. lat. -bil(i)- + -izadas). Processo semelhante ocorre em: 
Alternativas
Q4046111 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

O termo copyleft, de acordo com o texto, refere-se a uma produção artística: 
Alternativas
Q4046110 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

Das citações apresentadas no texto, qual delas melhor resume a ideia central pretendida pelo autor? 
Alternativas
Q4046109 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

Qual das assertivas abaixo melhor define o tema central do texto em questão? 
Alternativas
Q4007202 Legislação Federal
O Decreto 5626/05 regulamentou quais Leis brasileiras?
Alternativas
Q4007198 Legislação Federal
“Art. 14. As instituições federais de ensino devem garantir, obrigatoriamente, às pessoas surdas acesso à comunicação, à informação e à educação nos processos seletivos, nas atividades e nos conteúdos curriculares desenvolvidos em todos os níveis, etapas e modalidades de educação, desde a educação infantil até à superior. Estamos falando sobre: 
Alternativas
Q4007196 Legislação Federal
Qual foi o Decreto federal que determinou em 2005 a formação do profissional Intérprete, dos professores e instrutores de Língua Brasileira de Sinais - Libras? 
Alternativas
Q4007195 Pedagogia
De acordo com o Código de Ética do Profissional Intérprete, o(a) intérprete:
Alternativas
Q4007193 Legislação Federal
Em qual ano a Lei que regulamenta a profissão de Tradutor-Interprete da Língua Brasileira de Sinais – Libras foi assinada no Brasil?
Alternativas
Q4007192 Legislação Federal
Qual o número da Lei que regulamenta a profissão de Tradutor-Interprete da Língua Brasileira de Sinais - Libras? 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005915 Português
TEXTO III.


Jesse Koz e Shurastey e o valor da felicidade no trabalho


Não dá para esperar


A morte de Jesse Koz, um brasileiro que viajava pelo mundo de fusca com o seu cachorro comoveu milhões de pessoas. Jesse dizia que vivia uma vida que não queria viver. Passava todo seu tempo trabalhando dentro de uma loja em um shopping sem perspectivas e estava muito infeliz. Em um determinado momento, decidiu sair do emprego e abandonar a faculdade de educação física.


Vendeu as poucas coisas que tinha: um videogame, uma televisão, um micro-ondas e uma moto. Apurou R$ 10 mil e comprou um fusquinha. Pegou seu cachorro, o Shurastey, e saiu em uma viagem sem rumo. Sua aventura, infelizmente, não teve um final feliz, e Jesse e Shurastey morreram após acidente em uma estrada dos Estado Unidos, a caminho do Alasca. De acordo com uma amiga, Jesse sempre dizia que “a vida é mais do que ficar esperando”. Ele não esperou. Ele foi lá, ele viveu o que queria ter vivido.


Quem nunca pensou em mudar de vida? Viver uma grande transformação? E por que não colocamos esses planos em ação? São tantas as inseguranças e perguntas nesse caminho. “Será que vai dar certo?” “E se eu me arrepender?” “Não vou trocar o certo pelo duvidoso”. Temos tantos medos! É o que nos paralisa e acaba trazendo frustração para nossa vida pessoal e profissional.


Mas afinal, “o que é felicidade no trabalho?”. Você já deve ter ouvido a frase, atribuída ao sábio chinês Confúcio: “Faça o que você ama e não terá que trabalhar um dia”. Quando alguém gosta do que faz, se sente empolgado para realizar suas tarefas e cumprir as metas e não torce só pela chegada da sexta-feira e lamenta profundamente o fim do domingo.


É claro que não tem nenhum problema em querer ter um tempo livre, planejar o seu descanso, sonhar com o fim de semana, com as férias. O ponto de atenção é quando não sentimos mais nenhum interesse nas nossas realizações profissionais e passamos o tempo todo de olho no relógio, contando os minutos para ir embora. Cada hora no trabalho é um grande sacrifício e o estresse reflete na nossa saúde física e mental.


A boa notícia é que você pode sim ser feliz no seu trabalho, sem necessariamente ter que tomar uma atitude tão radical e abandonar tudo e sumir. Alcançar essa tão sonhada felicidade não é algo muito simples, mas possível.


O importante é entendermos que não é uma questão de ignorar os sentimentos ruins, mas mudarmos a nossa perspectiva, com rotinas e relações mais saudáveis. Um bom exemplo de como fazer isso é criando metas alcançáveis, aumentando o engajamento da sua equipe. Tente transformar sua rotina em algo divertido. Entender também que não estamos imunes aos problemas. Complicações irão surgir e a pressão não vai deixar de existir. Precisamos lutar para criar o melhor ambiente possível e esse é papel de todos, colaboradores, líderes e da empresa.


Que a história de Jesse e Shurastey desperte em todos nós o sentimento da urgência da felicidade. Precisamos ser felizes hoje e não quando o final de semana chegar, quando sairmos de férias ou, somente quando nos aposentarmos! Não podemos jogar na lata de lixo, todos os dias, 8 horas da nossa vida e sermos felizes apenas com o que sobrar.


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/open-mindbrazil/jesse-koz-e-shurastey-e-o-valor-da-felicidade-no-trabalho-1.2676954
Segundo as convenções ortográficas, as palavras paroxítonas terminadas em ditongo devem ser acentuadas. Assinale a alternativa cuja palavra em destaque exemplifica essa regra.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005914 Português
TEXTO III.


Jesse Koz e Shurastey e o valor da felicidade no trabalho


Não dá para esperar


A morte de Jesse Koz, um brasileiro que viajava pelo mundo de fusca com o seu cachorro comoveu milhões de pessoas. Jesse dizia que vivia uma vida que não queria viver. Passava todo seu tempo trabalhando dentro de uma loja em um shopping sem perspectivas e estava muito infeliz. Em um determinado momento, decidiu sair do emprego e abandonar a faculdade de educação física.


Vendeu as poucas coisas que tinha: um videogame, uma televisão, um micro-ondas e uma moto. Apurou R$ 10 mil e comprou um fusquinha. Pegou seu cachorro, o Shurastey, e saiu em uma viagem sem rumo. Sua aventura, infelizmente, não teve um final feliz, e Jesse e Shurastey morreram após acidente em uma estrada dos Estado Unidos, a caminho do Alasca. De acordo com uma amiga, Jesse sempre dizia que “a vida é mais do que ficar esperando”. Ele não esperou. Ele foi lá, ele viveu o que queria ter vivido.


Quem nunca pensou em mudar de vida? Viver uma grande transformação? E por que não colocamos esses planos em ação? São tantas as inseguranças e perguntas nesse caminho. “Será que vai dar certo?” “E se eu me arrepender?” “Não vou trocar o certo pelo duvidoso”. Temos tantos medos! É o que nos paralisa e acaba trazendo frustração para nossa vida pessoal e profissional.


Mas afinal, “o que é felicidade no trabalho?”. Você já deve ter ouvido a frase, atribuída ao sábio chinês Confúcio: “Faça o que você ama e não terá que trabalhar um dia”. Quando alguém gosta do que faz, se sente empolgado para realizar suas tarefas e cumprir as metas e não torce só pela chegada da sexta-feira e lamenta profundamente o fim do domingo.


É claro que não tem nenhum problema em querer ter um tempo livre, planejar o seu descanso, sonhar com o fim de semana, com as férias. O ponto de atenção é quando não sentimos mais nenhum interesse nas nossas realizações profissionais e passamos o tempo todo de olho no relógio, contando os minutos para ir embora. Cada hora no trabalho é um grande sacrifício e o estresse reflete na nossa saúde física e mental.


A boa notícia é que você pode sim ser feliz no seu trabalho, sem necessariamente ter que tomar uma atitude tão radical e abandonar tudo e sumir. Alcançar essa tão sonhada felicidade não é algo muito simples, mas possível.


O importante é entendermos que não é uma questão de ignorar os sentimentos ruins, mas mudarmos a nossa perspectiva, com rotinas e relações mais saudáveis. Um bom exemplo de como fazer isso é criando metas alcançáveis, aumentando o engajamento da sua equipe. Tente transformar sua rotina em algo divertido. Entender também que não estamos imunes aos problemas. Complicações irão surgir e a pressão não vai deixar de existir. Precisamos lutar para criar o melhor ambiente possível e esse é papel de todos, colaboradores, líderes e da empresa.


Que a história de Jesse e Shurastey desperte em todos nós o sentimento da urgência da felicidade. Precisamos ser felizes hoje e não quando o final de semana chegar, quando sairmos de férias ou, somente quando nos aposentarmos! Não podemos jogar na lata de lixo, todos os dias, 8 horas da nossa vida e sermos felizes apenas com o que sobrar.


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/open-mindbrazil/jesse-koz-e-shurastey-e-o-valor-da-felicidade-no-trabalho-1.2676954
Assinale a alternativa em que o verbo destacado possui a mesma transitividade do verbo presente no seguinte trecho do texto: “... para criar o melhor ambiente possível ...”. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005913 Português
TEXTO III.


Jesse Koz e Shurastey e o valor da felicidade no trabalho


Não dá para esperar


A morte de Jesse Koz, um brasileiro que viajava pelo mundo de fusca com o seu cachorro comoveu milhões de pessoas. Jesse dizia que vivia uma vida que não queria viver. Passava todo seu tempo trabalhando dentro de uma loja em um shopping sem perspectivas e estava muito infeliz. Em um determinado momento, decidiu sair do emprego e abandonar a faculdade de educação física.


Vendeu as poucas coisas que tinha: um videogame, uma televisão, um micro-ondas e uma moto. Apurou R$ 10 mil e comprou um fusquinha. Pegou seu cachorro, o Shurastey, e saiu em uma viagem sem rumo. Sua aventura, infelizmente, não teve um final feliz, e Jesse e Shurastey morreram após acidente em uma estrada dos Estado Unidos, a caminho do Alasca. De acordo com uma amiga, Jesse sempre dizia que “a vida é mais do que ficar esperando”. Ele não esperou. Ele foi lá, ele viveu o que queria ter vivido.


Quem nunca pensou em mudar de vida? Viver uma grande transformação? E por que não colocamos esses planos em ação? São tantas as inseguranças e perguntas nesse caminho. “Será que vai dar certo?” “E se eu me arrepender?” “Não vou trocar o certo pelo duvidoso”. Temos tantos medos! É o que nos paralisa e acaba trazendo frustração para nossa vida pessoal e profissional.


Mas afinal, “o que é felicidade no trabalho?”. Você já deve ter ouvido a frase, atribuída ao sábio chinês Confúcio: “Faça o que você ama e não terá que trabalhar um dia”. Quando alguém gosta do que faz, se sente empolgado para realizar suas tarefas e cumprir as metas e não torce só pela chegada da sexta-feira e lamenta profundamente o fim do domingo.


É claro que não tem nenhum problema em querer ter um tempo livre, planejar o seu descanso, sonhar com o fim de semana, com as férias. O ponto de atenção é quando não sentimos mais nenhum interesse nas nossas realizações profissionais e passamos o tempo todo de olho no relógio, contando os minutos para ir embora. Cada hora no trabalho é um grande sacrifício e o estresse reflete na nossa saúde física e mental.


A boa notícia é que você pode sim ser feliz no seu trabalho, sem necessariamente ter que tomar uma atitude tão radical e abandonar tudo e sumir. Alcançar essa tão sonhada felicidade não é algo muito simples, mas possível.


O importante é entendermos que não é uma questão de ignorar os sentimentos ruins, mas mudarmos a nossa perspectiva, com rotinas e relações mais saudáveis. Um bom exemplo de como fazer isso é criando metas alcançáveis, aumentando o engajamento da sua equipe. Tente transformar sua rotina em algo divertido. Entender também que não estamos imunes aos problemas. Complicações irão surgir e a pressão não vai deixar de existir. Precisamos lutar para criar o melhor ambiente possível e esse é papel de todos, colaboradores, líderes e da empresa.


Que a história de Jesse e Shurastey desperte em todos nós o sentimento da urgência da felicidade. Precisamos ser felizes hoje e não quando o final de semana chegar, quando sairmos de férias ou, somente quando nos aposentarmos! Não podemos jogar na lata de lixo, todos os dias, 8 horas da nossa vida e sermos felizes apenas com o que sobrar.


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/open-mindbrazil/jesse-koz-e-shurastey-e-o-valor-da-felicidade-no-trabalho-1.2676954
De acordo com o texto III, para ser feliz no trabalho, é necessário
Alternativas
Respostas
1281: A
1282: C
1283: E
1284: E
1285: E
1286: A
1287: D
1288: B
1289: D
1290: A
1291: B
1292: D
1293: A
1294: A
1295: B
1296: E
1297: A
1298: E
1299: D
1300: C