Questões de Concurso
Comentadas para diretor de escola
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Em observância ao artigo 1º do Decreto n. 7.611 de 2011, é possível observar alguns dispositivos legais pertinentes à Educação Especial, em que são definidas as diretrizes a serem observadas pelo Estado. No parágrafo IV, é ratificada a garantia de duas dimensões do ensino fundamental, em que são asseguradas adaptações razoáveis de acordo com as necessidades individuais. Uma dessas dimensões é a gratuidade e a outra foi destacada em qual alternativa?
A Educação Inclusiva vem ao encontro da observância de um dos direitos humanos assegurados constitucionalmente: direito à educação. Nesse sentido, tomando por base a obra intitulada: Caderno de Educação em Direitos Humanos, é possível ter uma dimensão mais aprofundada acerca das características por trás dos direitos humanos, o que auxilia a sistematização da proposta pedagógica mais inclusiva. Dentre as características dos direitos humanos, qual das alternativas posteriores refere-se ao “fato de que o decurso do tempo não pode elidir os direitos humanos”?
De acordo com Brasil (2014), “o PDDE Interativo é uma ferramenta de apoio à gestão escolar disponível no endereço eletrônico http://pddeinterativo.mec.gov.br para todas as escolas públicas do país. Ele foi desenvolvido pelo Ministério da Educação a partir da metodologia do programa PDE Escola e em parceria com as secretarias estaduais e municipais de educação. Seu objetivo principal é auxiliar a comunidade escolar a produzir um diagnóstico de sua realidade e a definir ações para aprimorar sua gestão e seu processo de ensino e aprendizagem”.
Em relação à estrutura dos perfis de acesso ao PDDE Interativo, qual das alternativas a seguir não tem caráter obrigatório?
De acordo com o BNCC, no desenvolvimento e/ou discussão de projetos, a ação de caráter individual ou cooperativa deve estar pautada na autonomia, responsabilidade e flexibilidade, sobretudo, quando as questões são consideradas de urgência social. Nesse sentido, o texto destaca as bases “em princípios” que configuram as questões de urgência social que compõem os projetos em questão, em que se valoriza a diversidade de opiniões de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza. A seguir, foram descritos esses princípios, porém um não aparece pelo referido documento, em relação ao assunto contextualizado, destaque-o:
Para planejar o Projeto Político-Pedagógico, é necessário discernir as principais etapas que fazem parte desse processo. Uma delas é o diagnóstico. Ao longo da construção do diagnóstico é estabelecido um paralelo entre o que é praticado na escola no momento atual e o que se define como intenções em um determinado “marco” definido em qual das alternativas a seguir?
A dinâmica escolar envolve uma complexidade de aspectos que corroboram para a consecução dos resultados almejados ou criam obstáculos para sua efetivação. Nesse sentido, é preciso ter em mente os instrumentos normativos que regulam, orientam, sistematizam e delineiam as ações a serem implementadas. Um desses documentos é a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Em conformidade com o texto da BNCC, marque V (verdadeiro) e F (falso) e, posteriormente, destaque a alternativa correspondente.
[ ] “A BNCC é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens obrigatórias que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica”.
[ ] “Orientada pelos princípios éticos, políticos e estéticos traçados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN), a BNCC soma-se aos propósitos que direcionam a educação brasileira para a formação humana integral e para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva”.
[ ] “Espera-se que a BNCC ajude a superar a fragmentação das políticas educacionais, enseje o fortalecimento do regime de colaboração entre as três esferas de governo e seja balizadora da qualidade da educação”.
[ ] “Em um país como o Brasil, com autonomia dos entes federados, acentuada diversidade cultural e profundas desigualdades sociais, a busca por equidade na educação demanda currículos que contemplem aspectos essenciais, no intuito de propor um currículo em âmbito nacional”.
Para entender a organização e gestão da escola, é possível reportar a literatura, no intuito de compreender os posicionamentos e as reflexões de autores renomados que analisam as variáveis intervenientes nesse processo. Assim, dentro das análises e constatações propostas por Libâneo, complete o excerto a seguir:
“As instituições escolares, por prevalecer nelas o elemento humano, precisam ser ______________ administradas, de modo que todos os seus integrantes canalizem esforços para a realização de objetivos educacionais, acentuando-se a necessidade da gestão participativa e da gestão da participação”.
De acordo com Libâneo, o planejamento escolar, dentro de uma visão sistêmica, fundamentada na teoria funcionalista, objetiva alcançar a estabilidade por meio de quatro fatores principais, descritos a seguir. Destaque a alternativa que não é mencionada pelo referido autor sobre o assunto em questão.
Considere as seguintes proposições:
• Todos os cirurgiões são médicos;
• Alguns médicos são professores;
• Nenhum cirurgião é professor;
Com base nos diagramas lógicos abaixo, onde o quadrado representa os cirurgiões, o círculo representa os médicos e o triângulo representa os professores, assinale aquele que melhor representa as proposições dadas:
Com relação ao Windows 7, analisar as afirmações a seguir e assinalar a única alternativa que apresenta uma sentença incorreta:
As teclas de atalhos do Windows 7 são utilizadas com o objetivo de dar maior agilidade nas tarefas executadas pelo usuário.
O comando CTRL + X pode ser utilizado para:
Considere os aplicativos e programas presentes no Windows 7 e assinale a única opção que faz referência a um programa padrão deste sistema operacional:
O Windows 7 permite que os seus usuários criem diferentes pastas em subdiretórios do sistema.
Para criar uma nova pasta no diretório “Downloads”, basta:
A figura abaixo mostra um gráfico em formato de setores circulares que representa duas quantidades, A e B.
O gráfico é formado por duas circunferências concêntricas, uma com raio medindo 1 cm e a outra com raio medindo 4 cm. Sabendo-se que a razão entre as áreas sombreadas referentes às quantidades A e B no gráfico é 1/3, indique a área sombreada da região A em cm2 . Considere π ≈ 3:
Assinale a alternativa em que a grafia da palavra dada está incorreta.
A alternativa em que a conjugação do verbo em destaque corresponde ao futuro do pretérito do modo indicativo é:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.
Caixinhas
Ninguém jamais ficou sabendo o que, exatamente, o Ramão fez para a mulher, mas um dia ela começou a colecionar caixinhas. Nunca fora de colecionar nada e, de repente, começou a juntar caixas, caixetas, potezinhos, estojos. Em pouco tempo, tinha uma coleção considerável. O próprio Ramão se interessou. Dizia:
— Mostre a sua coleção de caixas, Santinha.
E a Santinha mostrava para as visitas a sua coleção de caixas.
— Que beleza!
As caixas, caixinhas, caixetas, potes, potezinhos, estojos, baús cobriam algumas mesas e várias estantes. Era realmente uma beleza. Mas, estranhamente, a Santinha era a que menos se entusiasmava com a própria coleção. Os outros a admiravam, ela não dizia nada. Ou então fornecia alguma informação lacônica.
— Essa é chinesa.
Ou:
— É pedra-sabão.
Ninguém mais tinha problemas sobre o que dar para a Santinha no seu aniversário ou no Natal. Caixas. E as amigas competiam, cada uma querendo descobrir uma caixa mais exótica para a coleção da Santinha. Uma caixinha tão pequenininha que só cabia uma ervilha. Um baú laqueado que, supostamente, pertencera ao Conde d’Eu. Etc. etc.
O Ramão também contribuía. Quando saía em uma das suas viagens, nunca deixava de trazer uma caixinha para a Santinha. Que Santinha aceitava, sem dizer uma palavra, e acrescentava à sua coleção. E a coleção já cobria a casa inteira.
Quando a polícia, alertada pelos vizinhos, entrou na casa, viu o sangue, viu a Santinha sentada numa cadeira, muda, folheando a Amiga, mas a princípio não viu o Ramão. Só o viu quando começou a abrir as caixinhas. Havia um pouco do Ramão em cada caixinha. Até na que só cabia uma ervilha tinha um ossinho. Um fêmur estava no baú do Conde. E a Jacira ficou escandalizada quando soube que a cabeça do Ramão foi encontrada numa caixa de chapéu antiga que ela tinha trazido para a Santinha de Paris. Veja só, de Paris! Ninguém desculpou a Santinha, mas o consenso geral era de que alguma o Ramão tinha feito.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise o emprego da vírgula no seguinte excerto: “Os outros a admiravam, ela não dizia nada.” A vírgula é empregada pelo mesmo motivo em:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.
Caixinhas
Ninguém jamais ficou sabendo o que, exatamente, o Ramão fez para a mulher, mas um dia ela começou a colecionar caixinhas. Nunca fora de colecionar nada e, de repente, começou a juntar caixas, caixetas, potezinhos, estojos. Em pouco tempo, tinha uma coleção considerável. O próprio Ramão se interessou. Dizia:
— Mostre a sua coleção de caixas, Santinha.
E a Santinha mostrava para as visitas a sua coleção de caixas.
— Que beleza!
As caixas, caixinhas, caixetas, potes, potezinhos, estojos, baús cobriam algumas mesas e várias estantes. Era realmente uma beleza. Mas, estranhamente, a Santinha era a que menos se entusiasmava com a própria coleção. Os outros a admiravam, ela não dizia nada. Ou então fornecia alguma informação lacônica.
— Essa é chinesa.
Ou:
— É pedra-sabão.
Ninguém mais tinha problemas sobre o que dar para a Santinha no seu aniversário ou no Natal. Caixas. E as amigas competiam, cada uma querendo descobrir uma caixa mais exótica para a coleção da Santinha. Uma caixinha tão pequenininha que só cabia uma ervilha. Um baú laqueado que, supostamente, pertencera ao Conde d’Eu. Etc. etc.
O Ramão também contribuía. Quando saía em uma das suas viagens, nunca deixava de trazer uma caixinha para a Santinha. Que Santinha aceitava, sem dizer uma palavra, e acrescentava à sua coleção. E a coleção já cobria a casa inteira.
Quando a polícia, alertada pelos vizinhos, entrou na casa, viu o sangue, viu a Santinha sentada numa cadeira, muda, folheando a Amiga, mas a princípio não viu o Ramão. Só o viu quando começou a abrir as caixinhas. Havia um pouco do Ramão em cada caixinha. Até na que só cabia uma ervilha tinha um ossinho. Um fêmur estava no baú do Conde. E a Jacira ficou escandalizada quando soube que a cabeça do Ramão foi encontrada numa caixa de chapéu antiga que ela tinha trazido para a Santinha de Paris. Veja só, de Paris! Ninguém desculpou a Santinha, mas o consenso geral era de que alguma o Ramão tinha feito.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Em “Só o viu quando começou a abrir as caixinhas.”, o vocábulo “o” é um:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.
Caixinhas
Ninguém jamais ficou sabendo o que, exatamente, o Ramão fez para a mulher, mas um dia ela começou a colecionar caixinhas. Nunca fora de colecionar nada e, de repente, começou a juntar caixas, caixetas, potezinhos, estojos. Em pouco tempo, tinha uma coleção considerável. O próprio Ramão se interessou. Dizia:
— Mostre a sua coleção de caixas, Santinha.
E a Santinha mostrava para as visitas a sua coleção de caixas.
— Que beleza!
As caixas, caixinhas, caixetas, potes, potezinhos, estojos, baús cobriam algumas mesas e várias estantes. Era realmente uma beleza. Mas, estranhamente, a Santinha era a que menos se entusiasmava com a própria coleção. Os outros a admiravam, ela não dizia nada. Ou então fornecia alguma informação lacônica.
— Essa é chinesa.
Ou:
— É pedra-sabão.
Ninguém mais tinha problemas sobre o que dar para a Santinha no seu aniversário ou no Natal. Caixas. E as amigas competiam, cada uma querendo descobrir uma caixa mais exótica para a coleção da Santinha. Uma caixinha tão pequenininha que só cabia uma ervilha. Um baú laqueado que, supostamente, pertencera ao Conde d’Eu. Etc. etc.
O Ramão também contribuía. Quando saía em uma das suas viagens, nunca deixava de trazer uma caixinha para a Santinha. Que Santinha aceitava, sem dizer uma palavra, e acrescentava à sua coleção. E a coleção já cobria a casa inteira.
Quando a polícia, alertada pelos vizinhos, entrou na casa, viu o sangue, viu a Santinha sentada numa cadeira, muda, folheando a Amiga, mas a princípio não viu o Ramão. Só o viu quando começou a abrir as caixinhas. Havia um pouco do Ramão em cada caixinha. Até na que só cabia uma ervilha tinha um ossinho. Um fêmur estava no baú do Conde. E a Jacira ficou escandalizada quando soube que a cabeça do Ramão foi encontrada numa caixa de chapéu antiga que ela tinha trazido para a Santinha de Paris. Veja só, de Paris! Ninguém desculpou a Santinha, mas o consenso geral era de que alguma o Ramão tinha feito.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
As palavras “caixinhas” e “caixetas”, que ocorrem no texto, apresentam sufixos que indicam, similarmente:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.
Caixinhas
Ninguém jamais ficou sabendo o que, exatamente, o Ramão fez para a mulher, mas um dia ela começou a colecionar caixinhas. Nunca fora de colecionar nada e, de repente, começou a juntar caixas, caixetas, potezinhos, estojos. Em pouco tempo, tinha uma coleção considerável. O próprio Ramão se interessou. Dizia:
— Mostre a sua coleção de caixas, Santinha.
E a Santinha mostrava para as visitas a sua coleção de caixas.
— Que beleza!
As caixas, caixinhas, caixetas, potes, potezinhos, estojos, baús cobriam algumas mesas e várias estantes. Era realmente uma beleza. Mas, estranhamente, a Santinha era a que menos se entusiasmava com a própria coleção. Os outros a admiravam, ela não dizia nada. Ou então fornecia alguma informação lacônica.
— Essa é chinesa.
Ou:
— É pedra-sabão.
Ninguém mais tinha problemas sobre o que dar para a Santinha no seu aniversário ou no Natal. Caixas. E as amigas competiam, cada uma querendo descobrir uma caixa mais exótica para a coleção da Santinha. Uma caixinha tão pequenininha que só cabia uma ervilha. Um baú laqueado que, supostamente, pertencera ao Conde d’Eu. Etc. etc.
O Ramão também contribuía. Quando saía em uma das suas viagens, nunca deixava de trazer uma caixinha para a Santinha. Que Santinha aceitava, sem dizer uma palavra, e acrescentava à sua coleção. E a coleção já cobria a casa inteira.
Quando a polícia, alertada pelos vizinhos, entrou na casa, viu o sangue, viu a Santinha sentada numa cadeira, muda, folheando a Amiga, mas a princípio não viu o Ramão. Só o viu quando começou a abrir as caixinhas. Havia um pouco do Ramão em cada caixinha. Até na que só cabia uma ervilha tinha um ossinho. Um fêmur estava no baú do Conde. E a Jacira ficou escandalizada quando soube que a cabeça do Ramão foi encontrada numa caixa de chapéu antiga que ela tinha trazido para a Santinha de Paris. Veja só, de Paris! Ninguém desculpou a Santinha, mas o consenso geral era de que alguma o Ramão tinha feito.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
A palavra “lacônica”, empregada em “Ou então fornecia alguma informação lacônica.”, significa: