Questões de Concurso Comentadas para agente educador

Foram encontradas 206 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1192458 Pedagogia
Considerando que todos os profissionais da Unidade de Educação Infantil são educadores porque contribuem para a formação e crescimento das crianças, cuidando e educando-as, é correto afirmar que o Agente Educacional tem um papel fundamental como observador participativo que intervém para oferecer, em cada circunstância, os recursos necessários à atividade infantil, devendo
Alternativas
Q1192457 Noções de Informática

Um agente educacional que escolha enviar ao diretor da escola, por correio eletrônico, uma planilha de cálculos contendo uma lista de alunos e suas respectivas notas, deve usar o recurso de ___________ para adicionar a planilha de cálculos ao e-mail sendo preparado.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado.

Alternativas
Q1192456 Noções de Informática

A imagem a seguir mostra um slide sendo editado por meio do MS-PowerPoint 2010, em sua configuração padrão.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que correlaciona corretamente as palavras do slide com o respectivo alinhamento aplicado.

Alternativas
Q1192455 Noções de Informática

A planilha exibida a seguir está sendo editada por meio do MS-Excel 2010, em sua configuração padrão.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que contém a fórmula que deve ser colocada na célula D2, para que o valor resultante esteja de acordo com a planilha exibida.

Alternativas
Q1192454 Noções de Informática

Observe a imagem a seguir, que contém 3 nomes fictícios representando alunos e 3 números representando notas de tais alunos em um documento que está sendo editado por meio do MS-Word 2010, em sua configuração padrão.

Imagem 1 Imagem associada para resolução da questão


A separação entre o nome do aluno e sua nota, na Imagem 1, foi feita por meio de tabulação. A Imagem 2, a seguir, é o resultado da aplicação de um recurso do MS-Word 2010, sobre a Imagem 1, após selecionar todo o texto.


Imagem 2

Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que contém o recurso aplicado sobre a Imagem 1, para que passe a estar como o apresentado na Imagem 2.

Alternativas
Q1192453 Noções de Informática
Observe a imagem a seguir, retirada do MS-Windows 7, em sua configuração padrão, que mostra um ícone, em Modo de Exibição grande, de um arquivo chamado novo, cuja extensão não está sendo exibida.

Imagem associada para resolução da questão

Pela imagem exibida, o aplicativo acessório do MS-Windows 7 associado ao arquivo é o
Alternativas
Q1192452 Atualidades

A Turquia os considera terroristas e os acusa pelo atentado que matou 28 em Ancara nesta semana (o grupo PKK nega). Mesmo assim, o país deve intensificar os bombardeios aos aliados do PKK na Síria. Os EUA tentam convencer a Turquia a não fazer isso. Mas os turcos argumentam que terrorista é terrorista e que os EUA também deveriam romper com eles.

(Estadão, 20 fev.16. Disponível em:<http://goo.gl/K9bK8w> . Adaptado)


A notícia narra o conflito entre os turcos e os

Alternativas
Q1192451 Atualidades

O pré-candidato à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, causou controvérsia na noite de segunda-feira (7 de dezembro) ao defender a proibição da entrada de muçulmanos no país. A promessa de campanha, porém, nem de longe é a primeira controvérsia criada pelo bilionário americano e tampouco parece estar causando problemas junto ao eleitorado conservador - Trump lidera as pesquisas de intenção de voto na corrida pela vaga republicana às eleições de 2016.

(G1, 8 dez.15. Disponível em:<http://goo.gl/16WGDW> Adaptado)


Entre as polêmicas criadas por Trump, é correto identificar a promessa de

Alternativas
Q1192450 Atualidades

O empresário foi condenado, pelo juiz federal Sérgio Moro, a 19 anos e 4 meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa na Operação Lava Jato, nesta terça-feira, 8 de março.

(Estadão, 8 mar.16. Disponível em:<http://goo.gl/UrSXKO> Adaptado)


A notícia trata da condenação de um

Alternativas
Q1192449 Atualidades

O mercado financeiro refez suas previsões para a economia brasileira neste ano. As estimativas foram feitas na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (7 de março) pelo Banco Central, por meio do relatório de mercado, também conhecido como focus. O levantamento foi feito com mais de 100 instituições financeiras.

(G1, 7 mar.16. Disponível em:<http://goo.gl/g4jAfs> . Adaptado)


Entre as previsões para a economia neste ano, há uma indicação de

Alternativas
Q1192448 Conhecimentos Gerais

A Polícia Civil de Minas Gerais pediu, nesta terça-feira (23 de fevereiro), a prisão preventiva de seis funcionários da Samarco após concluir o primeiro inquérito que apura o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG).

(Folha, 23 fev.16. Disponível em:<http://goo.gl/doIH6a> . Adaptado)


Os funcionários foram indiciados sob suspeita de

Alternativas
Q1192437 Português

Leia o texto para responder à questão.

Comunhão

Os verdadeiros poetas não leem os outros poetas. O verdadeiros poetas leem os pequenos anúncios dos jornais.

(Mario Quintana. Sapato florido. São Paulo, Globo, 2005, p. 64)

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir.


______ poesia de Mario Quintana encanta os leitores devido ___ uma espontaneidade marcante, que se combina _____ uma ironia sutil e bem-humorada.

Alternativas
Q1192436 Português

Leia o texto para responder à questão.

Comunhão

Os verdadeiros poetas não leem os outros poetas. O verdadeiros poetas leem os pequenos anúncios dos jornais.

(Mario Quintana. Sapato florido. São Paulo, Globo, 2005, p. 64)

De acordo com o autor,
Alternativas
Q1192435 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância padrão.
Alternativas
Q1192434 Português

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Uma relação de comparação pode ser constatada no seguinte fragmento do texto:
Alternativas
Q1192433 Português

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Considere o trecho do quarto parágrafo:


Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando?


O texto permanecerá correto com o acréscimo de uma vírgula após o termo:

Alternativas
Q1192432 Português

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Um antônimo para insensatos, destacado no primeiro parágrafo, é:
Alternativas
Q1192431 Português

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Segundo o autor, os meninos eram “educados mal”, principalmente, porque
Alternativas
Q1192430 Português

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Na opinião do autor, os garotos gritavam de maneira excessiva
Alternativas
Ano: 2012 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1233408 Pedagogia
Educação Especial é uma modalidade educacional oferecida para pessoas com necessidades especiais. No que concerne a essa modalidade, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
181: B
182: E
183: C
184: D
185: B
186: A
187: A
188: E
189: B
190: C
191: D
192: A
193: C
194: A
195: B
196: B
197: D
198: E
199: E
200: D