Foram encontradas 39.079 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2355528 Matemática

Uma praça utilizada como rotatória será reformada e nela será construída uma pista para caminhada em forma de coroa circular, como na figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

 

Cada m2 da pista custará à prefeitura R$ 400,00. A praça possui 20 metros de raio, sendo que a parte interna à pista é um círculo de 15 metros de raio.

Quanto a prefeitura gastará com a pista, em reais, considerando a área do círculo igual a π(raio)2 e a aproximação π = 3?

Alternativas
Q2355524 Matemática
Um vereador alterna, em dias de trabalho, suas 8 camisas (Branca, Preta, Cinza, Azul, Vermelha, Bege, Roxa e Verde) e suas 4 gravatas (prateada, dourada, preta e rosa), escolhendo aleatoriamente a cada dia uma camisa e uma gravata antes de ir trabalhar.
Qual é a probabilidade de o vereador usar a camisa e a gravata da mesma cor?
Alternativas
Q2355519 Matemática
A Prefeitura Municipal de Campanha adquiriu itens de higiene pessoal para distribuir entre famílias cadastradas em programas de assistência. O tipo de item e a quantidade estão dispostos na tabela a seguir.
Imagem associada para resolução da questão


Serão formados kits idênticos de modo a beneficiar o máximo de famílias, cada uma recebendo um kit, ou seja, cada família receberá a mesma quantidade de sabonete, creme dental, papel higiênico e desodorante. No entanto, as quantidades desses itens, em cada kit, não será a mesma. Todo o material será distribuído, sem sobras.
Quantas famílias serão beneficiadas?
Alternativas
Q2355518 Português
Assinale a alternativa em que a partícula destacada é um pronome relativo. 
Alternativas
Q2355517 Português
Leia esta citação do poeta Fernando Pessoa.
“Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes.”
Assinale a alternativa em que a reescrita da citação, substituindo a forma de tratamento “tu” pela forma “você”, está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q2355515 Português
Leia o trecho a seguir.
Onda de calor
Uma massa de ar excepcionalmente quente deve fazer com que o Brasil enfrente temperaturas mais altas que o normal. De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45 ºC. [...]
Disponível em: www.bbc.com (adaptado).
Assinale a alternativa que dá sequência ao conteúdo desse trecho, mantendo a coerência de suas ideias.
Alternativas
Q2355514 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada não é um adjetivo. 
Alternativas
Q2355513 Português
Leia esta explicação:
Argumento circular é um tipo de falácia que consiste em justificar a conclusão que está sendo defendida usando a própria conclusão, com palavras um pouco diferentes. No argumento circular, nenhuma informação útil é acrescentada para sustentar a conclusão.
Podemos exemplificar a petição de princípio com exemplos como “Matar não é certo, logo matar não é certo”. Mas, quando ocorre realmente na argumentação, é frequente a conclusão apresentar algumas (por vezes consideráveis) modificações linguísticas, de forma a não parecer uma mera repetição. Por exemplo: “Matar seres humanos não é moralmente certo; logo matar pessoas é eticamente errado” ou “O boxe é um esporte inseguro e arriscado; logo, o boxe é perigoso”. [...]
Disponível em: www.filosofianaescola.com/falacias (adaptado).

Assinale a alternativa em que se verifica um exemplo de argumento circular.
Alternativas
Q2355512 Português
Assinale a alternativa em que o verbo “ver” foi corretamente empregado, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa
Alternativas
Q2355511 Português

INSTRUÇÃO: Leia a crônica a seguir para responder à questão


Existe lógica na língua?

Marcos Bagno


Dia desses, publiquei uma postagem em que me queixava das pessoas que fazem legendas para filmes e seriados por tentarem evitar a tal “mistura de pronomes” — uma falácia total — e escreverem coisas como “eu só queria ajudá-lo!” quando é um irmão falando para outro num momento de raiva. Escrevi que o mais natural e autêntico seria “eu só queria te ajudar!”. Eis senão quando uma pessoa argumentou nos comentários: “Pois parece a concordância mais lógica: tu-te, você-o...” Vamos deixar passar a “concordância” (porque não tem nada de “concordância” nesse caso, é correlação pronominal) para nos concentrarmos em lógica. Faz muitos séculos que se enraizou na cultura ocidental a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que, por isso, é preciso submeter a língua a essa suposta lógica. A consequência dessa ideia é que, segundo ela, qualquer desvio com relação a essa lógica constitui um erro no uso da língua, língua que deveria ser como um relógio que nunca se atrasa (e na própria etimologia da palavra relógio — o grego horo·logion — está bem escondida a lógica, a “lógica das horas”).


A palavra lógica deriva do grego lógos e é aí que tudo começa a se complicar. Por quê? Porque ao longo da história antiga, esse lógos foi definido e redefinido dezenas de vezes e adquiriu uma quantidade de sentidos de deixar a gente tonta (até sinônimo de “Deus” ele virou). O primeiro filósofo grego a utilizar o termo foi, ao que se sabe, Heráclito de Éfeso (c. 535-c. 475 aec), um autor de quem só temos fragmentos escritos, nenhuma obra completa. Pelo que se pode deduzir desses fragmentos, lógos para Heráclito era o “conjunto harmônico de leis que comandam o universo, formando uma inteligência cósmica onipresente que se plenifica no pensamento humano”, segundo aparece no dicionário Houaiss. Não é pouca coisa, né? O nosso pensamento seria a síntese, a consubstanciação dessa inteligência cósmica que é o lógos. De fato, para os filósofos gregos antigos, existia uma inter-relação entre a inteligência humana, a natureza e o universo. A inteligência humana (psykhe) se organizaria segundo as mesmas leis que governam a natureza (physis), a qual, por sua vez, se organizaria segundo as mesmas leis que regem o universo (kósmos). Desse modo, o pensamento só é adequado, correto e justo se for... lógico, isto é, se estiver de acordo com as leis da natureza e, um nível acima, com as leis do universo.


[...] é preciso abandonar a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que é preciso respeitá-la à risca. Até porque nessa ideia está embutida a concepção da língua como uma coisa-em-si, fora das pessoas que a falam. O funcionamento da língua decorre de processamentos cognitivos e de fatores socioculturais, já que somos seres gregários, vivemos em sociedade. A língua é, portanto, um dispositivo sociocognitivo. E esses processamentos cognitivos nada têm a ver com as formulações da lógica clássica. Sendo de caráter sociocognitivo, o fator mais importante, mais importantíssimo das línguas humanas é o uso, palavrinha curta mas que é responsável por tudo o que acontece numa língua. [...]


Disponível em: www.parabolablog.com.br.

Acesso em: 30 nov. 2023.

Assinale a alternativa que contém uma marca de opinião do autor do texto.
Alternativas
Q2355510 Português

INSTRUÇÃO: Leia a crônica a seguir para responder à questão


Existe lógica na língua?

Marcos Bagno


Dia desses, publiquei uma postagem em que me queixava das pessoas que fazem legendas para filmes e seriados por tentarem evitar a tal “mistura de pronomes” — uma falácia total — e escreverem coisas como “eu só queria ajudá-lo!” quando é um irmão falando para outro num momento de raiva. Escrevi que o mais natural e autêntico seria “eu só queria te ajudar!”. Eis senão quando uma pessoa argumentou nos comentários: “Pois parece a concordância mais lógica: tu-te, você-o...” Vamos deixar passar a “concordância” (porque não tem nada de “concordância” nesse caso, é correlação pronominal) para nos concentrarmos em lógica. Faz muitos séculos que se enraizou na cultura ocidental a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que, por isso, é preciso submeter a língua a essa suposta lógica. A consequência dessa ideia é que, segundo ela, qualquer desvio com relação a essa lógica constitui um erro no uso da língua, língua que deveria ser como um relógio que nunca se atrasa (e na própria etimologia da palavra relógio — o grego horo·logion — está bem escondida a lógica, a “lógica das horas”).


A palavra lógica deriva do grego lógos e é aí que tudo começa a se complicar. Por quê? Porque ao longo da história antiga, esse lógos foi definido e redefinido dezenas de vezes e adquiriu uma quantidade de sentidos de deixar a gente tonta (até sinônimo de “Deus” ele virou). O primeiro filósofo grego a utilizar o termo foi, ao que se sabe, Heráclito de Éfeso (c. 535-c. 475 aec), um autor de quem só temos fragmentos escritos, nenhuma obra completa. Pelo que se pode deduzir desses fragmentos, lógos para Heráclito era o “conjunto harmônico de leis que comandam o universo, formando uma inteligência cósmica onipresente que se plenifica no pensamento humano”, segundo aparece no dicionário Houaiss. Não é pouca coisa, né? O nosso pensamento seria a síntese, a consubstanciação dessa inteligência cósmica que é o lógos. De fato, para os filósofos gregos antigos, existia uma inter-relação entre a inteligência humana, a natureza e o universo. A inteligência humana (psykhe) se organizaria segundo as mesmas leis que governam a natureza (physis), a qual, por sua vez, se organizaria segundo as mesmas leis que regem o universo (kósmos). Desse modo, o pensamento só é adequado, correto e justo se for... lógico, isto é, se estiver de acordo com as leis da natureza e, um nível acima, com as leis do universo.


[...] é preciso abandonar a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que é preciso respeitá-la à risca. Até porque nessa ideia está embutida a concepção da língua como uma coisa-em-si, fora das pessoas que a falam. O funcionamento da língua decorre de processamentos cognitivos e de fatores socioculturais, já que somos seres gregários, vivemos em sociedade. A língua é, portanto, um dispositivo sociocognitivo. E esses processamentos cognitivos nada têm a ver com as formulações da lógica clássica. Sendo de caráter sociocognitivo, o fator mais importante, mais importantíssimo das línguas humanas é o uso, palavrinha curta mas que é responsável por tudo o que acontece numa língua. [...]


Disponível em: www.parabolablog.com.br.

Acesso em: 30 nov. 2023.

Releia o trecho a seguir.
“Faz muitos séculos que se enraizou na cultura ocidental a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que, por isso, é preciso submeter a língua a essa suposta lógica”.
As aspas que marcam a palavra em destaque têm como função
Alternativas
Q2355509 Português

INSTRUÇÃO: Leia a crônica a seguir para responder à questão


Existe lógica na língua?

Marcos Bagno


Dia desses, publiquei uma postagem em que me queixava das pessoas que fazem legendas para filmes e seriados por tentarem evitar a tal “mistura de pronomes” — uma falácia total — e escreverem coisas como “eu só queria ajudá-lo!” quando é um irmão falando para outro num momento de raiva. Escrevi que o mais natural e autêntico seria “eu só queria te ajudar!”. Eis senão quando uma pessoa argumentou nos comentários: “Pois parece a concordância mais lógica: tu-te, você-o...” Vamos deixar passar a “concordância” (porque não tem nada de “concordância” nesse caso, é correlação pronominal) para nos concentrarmos em lógica. Faz muitos séculos que se enraizou na cultura ocidental a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que, por isso, é preciso submeter a língua a essa suposta lógica. A consequência dessa ideia é que, segundo ela, qualquer desvio com relação a essa lógica constitui um erro no uso da língua, língua que deveria ser como um relógio que nunca se atrasa (e na própria etimologia da palavra relógio — o grego horo·logion — está bem escondida a lógica, a “lógica das horas”).


A palavra lógica deriva do grego lógos e é aí que tudo começa a se complicar. Por quê? Porque ao longo da história antiga, esse lógos foi definido e redefinido dezenas de vezes e adquiriu uma quantidade de sentidos de deixar a gente tonta (até sinônimo de “Deus” ele virou). O primeiro filósofo grego a utilizar o termo foi, ao que se sabe, Heráclito de Éfeso (c. 535-c. 475 aec), um autor de quem só temos fragmentos escritos, nenhuma obra completa. Pelo que se pode deduzir desses fragmentos, lógos para Heráclito era o “conjunto harmônico de leis que comandam o universo, formando uma inteligência cósmica onipresente que se plenifica no pensamento humano”, segundo aparece no dicionário Houaiss. Não é pouca coisa, né? O nosso pensamento seria a síntese, a consubstanciação dessa inteligência cósmica que é o lógos. De fato, para os filósofos gregos antigos, existia uma inter-relação entre a inteligência humana, a natureza e o universo. A inteligência humana (psykhe) se organizaria segundo as mesmas leis que governam a natureza (physis), a qual, por sua vez, se organizaria segundo as mesmas leis que regem o universo (kósmos). Desse modo, o pensamento só é adequado, correto e justo se for... lógico, isto é, se estiver de acordo com as leis da natureza e, um nível acima, com as leis do universo.


[...] é preciso abandonar a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que é preciso respeitá-la à risca. Até porque nessa ideia está embutida a concepção da língua como uma coisa-em-si, fora das pessoas que a falam. O funcionamento da língua decorre de processamentos cognitivos e de fatores socioculturais, já que somos seres gregários, vivemos em sociedade. A língua é, portanto, um dispositivo sociocognitivo. E esses processamentos cognitivos nada têm a ver com as formulações da lógica clássica. Sendo de caráter sociocognitivo, o fator mais importante, mais importantíssimo das línguas humanas é o uso, palavrinha curta mas que é responsável por tudo o que acontece numa língua. [...]


Disponível em: www.parabolablog.com.br.

Acesso em: 30 nov. 2023.

O texto defende a ideia de que
Alternativas
Q2355428 Nutrição
Os procedimentos operacionais padrões (POPs) são um documento que descreve, de forma objetiva, as instruções específicas e rotineiras para a manipulação de alimentos.

Em relação aos POPs, é correto afirmar:
Alternativas
Q2355427 Nutrição
Levando-se em consideração que as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) confeccionam uma realidade no quadro epidemiológico brasileiro, intervenções foram criadas a fim de prevenir essas patologias.

De acordo com as medidas relacionadas à essa temática, é correto afirmar:
Alternativas
Q2355426 Nutrição
Em relação às Boas Práticas de Fabricação e à garantia da segurança microbiológica dos alimentos, é correto afirmar:
Alternativas
Q2355425 Nutrição
Um dos métodos de motivação utilizados para a educação alimentar e nutricional é o modelo transteórico, que é dividido em estágios, na seguinte ordem: 
Alternativas
Q2355424 Nutrição
Levando em consideração a segurança alimentar no Brasil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2355423 Nutrição
Em relação ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), é correto afirmar:
Alternativas
Q2355422 Nutrição
Atualmente, é indiscutível que os problemas nutricionais no Brasil necessariamente devem ser contemplados com políticas e programas de alimentação e nutrição.

Nesse contexto, é correto afirmar:
Alternativas
Q2355421 Nutrição
Em relação à Segurança Alimentar e Nutricional, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
16221: D
16222: D
16223: C
16224: D
16225: C
16226: C
16227: B
16228: A
16229: A
16230: A
16231: A
16232: C
16233: C
16234: A
16235: B
16236: D
16237: B
16238: C
16239: D
16240: A