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Q3321800 Direito do Consumidor
A Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências.
(https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078compilado.htm)

Em conformidade com a Lei enunciada, marque a alternativa com o/os parágrafo (s) que não faze(m) parte do Art. 10. 

    Art. 10. O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança.
     § 1° O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem, deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários.
     § 2° Os anúncios publicitários a que se refere o parágrafo anterior serão veiculados na imprensa, rádio e televisão, às expensas do fornecedor do produto ou serviço.
    § 3° Sempre que tiverem conhecimento de periculosidade de produtos ou serviços à saúde ou segurança dos consumidores, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão informá-los a respeito.
     § 4º O fornecedor de produtos e serviços potencialmente nocivos ou perigosos à saúde ou segurança deverá informar, de maneira ostensiva e adequada, a respeito da sua nocividade ou periculosidade, sem prejuízo da adoção de outras medidas cabíveis em cada caso concreto. 
Alternativas
Q3321799 Nutrição
O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), no uso das atribuições que lhe são conferidas na Lei n° 6.583, de 20 de outubro de 1978, no Decreto n° 84.444, de 30 de janeiro de 1980, no Regimento Interno, ouvidos os Conselhos Regionais de Nutricionistas (CRN), e tendo em vista o que foi deliberado na 322ª Reunião Plenária Ordinária, realizada nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro de 2018; (...)
(https://www.cfn.org.br/wp-content/uploads/2018/04/codigo-de-etica.pdf) – (P.7/8)

Em conformidade com o “Código de Ética e de Conduta do Nutricionista”, marque a alternativa com um Artigo que não faz parte dos “Princípios Fundamentais”. 
Alternativas
Q3321798 Nutrição
A alimentação incorreta ou insuficiente pode causar doenças como: Anemia, Raquitismo e Avitaminose. Pode-se dizer que as chamadas doenças nutricionais são aquelas que se originam, mantêm-se em sua evolução ou curam-se pela ação preponderante da alimentação balanceada, harmônica e adequada. Há um grupo de doenças que se curam quase exclusivamente com a alimentação. Incluem-se nesse grupo muitas doenças do aparelho digestivo, do metabolismo, carências vitamínicas, carências ferroprivas, etc. Por meio da dietoterápica o método orienta sua ação propensa a modificar as alterações nutricionais que estão perturbadas pela doença. De acordo com a natureza da doença e com as exigências do organismo, podem-se prescrever vários tipos de alimentação com finalidade terapêutica. As alterações da nutrição podem ocorrer por diversos motivos como uma ingestão inadequada de nutrientes, por maus hábitos alimentares persistentes, ou a consequência de perturbações da digestão, absorção, utilização ou excreção.
(https://www.cesgv.com.br/doencas-nutricionais/) – (P.5/6)

Com base no conteúdo científico enunciado, analise as informações seguintes:

I – Moléstia ligada à carência da Vitamina C (ácido ascórbico) – durante a primeira infância. Idade de predileção compreendida e 06 e 18 meses. O fator etiológico fundamental é a escassez de ácido ascórbico na alimentação: leite esterilizado e outros alimentos cozidos, sem o necessário complemento de frutas frescas e cruas, em particular frutas cítricas. Diarreia (que prejudica a absorção da Vitamina C) e infecções prolongadas ou repetidas (que aumentam o seu consumo) são causas adjuvantes. O fator constitucional atua como causa predisponente.
II – Um dos estados mórbidos de maior incidência em nosso meio, nas classes pobres é a desnutrição, cujo sinal mais visível é, no começo, o emagrecimento, seguindo-se atraso do desenvolvimento psicomotor e alterações cada vez mais acentuada de todos os órgãos.

As informações contêm características que identificam, respectivamente:
Alternativas
Q3321797 Nutrição
A educação alimentar e nutricional (EAN) tem por finalidade contribuir para a promoção e a proteção da saúde, através de uma alimentação adequada e saudável, desempenhando crescimento e desenvolvimento humano conforme as políticas públicas em alimentação e nutrição, contribuindo de maneira significativa no controle do avanço da prevalência das doenças crônicodegenerativas. (PNAN, 2012).
(https://portal.unisepe.com.br/unifia/wpcontent/uploads/sites/10001/2018/06/032_importancia_educacao_al imentar_nutricional.pdf)

Nessa dimensão científica, análise as informações seguintes: 

I - A Organização Mundial da Saúde identificou a obesidade como um dos problemas mais graves do século XXI no que diz respeito à saúde pública, que normalmente afeta diversos países, mas se verifica mais acentuadamente em países em desenvolvimento.
II - É também uma doença multifatorial que está associada entre os fatores psicológicos, metabólicos, genético e principalmente ambiental.
III - Caracteriza-se também por um acúmulo excessivo de gordura corporal localizada ou generalizada, levando o indivíduo a vários riscos de saúde.
IV - A obesidade infantil é considerada uma doença mais grave do que em adulto, pelo fato das peculiaridades da faixa etária e o desenvolvimento físico e mental da criança, que, posteriormente, vem associada ao surgimento de diabetes, hipertensão e colesterol, devido ao consumo excessivo por alimentos ricos em gorduras saturadas, açúcares e sódio.

Marque a alternativa com a série correta.
Alternativas
Q3321796 Saúde Pública
As Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) vêm aumentando de modo significativo em nível mundial. Vários são os fatores que contribuem para a emergência dessas doenças, entre os quais destacam-se: o crescente aumento das populações; a existência de grupos populacionais vulneráveis ou mais expostos; o processo de urbanização desordenado e a necessidade de produção de alimentos em grande escala. Contribui, ainda, o deficiente controle dos órgãos públicos e privados no tocante à qualidade dos alimentos ofertados às populações. (...)
(https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_integrado_vigilancia_doencas_alimentos.pdf) – (P.12)

As DTAs podem se manifestar das seguintes formas:

I – Infecções transmitidas por alimentos: são doenças que resultam da ingestão de um alimento que contenha organismos prejudiciais à saúde. Exemplo: salmonelose, hepatite viral tipo A e toxoplasmose.
II – Intoxicações alimentares: ocorrem quando uma pessoa ingere alimentos com substâncias tóxicas, incluindo as toxinas produzidas por microrganismos, como bactérias e fungos. Exemplo: botulismo, intoxicação estafilocócica e toxinas produzidas por fungos.
III – Toxinfecção causada por alimentos: são doenças que resultam da ingestão de alimentos que apresentam organismos prejudiciais à saúde e que liberam substâncias tóxicas. Exemplo: cólera.
IV – Todas as DTAs têm os mesmo sintomas, tanto em crianças quanto em adultos, sempre apresentam dores abdominais, dor de cabeça, febre, alteração da visão, olhos inchados, vermelhos, boca seca, tonturas.

Marque a alternativa com a série correta. 
Alternativas
Q3321795 Nutrição
As principais complicações dos vários tipos de intervenção nutricional durante a hospitalização do paciente pediátrico são:

I – Terapia Nutricional Oral.
II – Terapia Nutricional Enteral.
III – Terapia Nutricional Parenteral (relacionada ao cateter ou relacionada às fórmulas parenterais)

(MAGNONI, Daniel & CUKIER, Celso. Nutrição Clínica. 2º Ed. ROCA. São Paulo. p. 129.)

Entre as complicações enunciadas, marque as que se relacionam com “Terapia Nutricional Oral”.
Alternativas
Q3321794 Nutrição
Analise as informações a seguir com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.

I – Em relação à administração da dieta, podese afirmar: deve-se iniciar com volume baixo e aumentar gradualmente, conforme seja a sua aceitação.
II – Em relação aos “Minerais recomendados nas Orientações dietéticas ao paciente cardiopata”, tem-se a indicação de: “Potássio: 90 a 100 mEq/dia.
III – No sistema circulatório materno não ocorre “diminuição do débito cardíaco”.
IV – Glutamina e arginina são consideradas nutrientes imunomoduladores. 
Alternativas
Q3321793 Nutrição
Os nutrientes podem ser classificados de acordo com a função que desempenham no organismo.
(...) – (https://pt.slideshare.net/slideshow/nutrientes ...)

Com respeito à “Função dos nutrientes”, analise o que se informa a seguir:

I – Essencialmente plástica, mas também podem ter, entre outras, função energética, de defesa ou hormonal. Estão presentes na carne, no leite e em seus derivados (queijo, iogurte, manteiga, entre outros). Estão presentes também nas leguminosas: (feijão, soja, lentilha, entre outros).
II – Têm função essencialmente reguladora. Agrupam-se de acordo com a sua solubilidade e dizem-se: hidrossolúveis e lipossolúveis.

As informações identificam, respectivamente:
Alternativas
Q3321792 Nutrição
Nos casos graves de disfagia, com alterações da musculatura da face, a boca torna-se seca durante a noite, pois permanece aberta por este período ou pela medicação em uso. Pode-se borrifá-la ou lavá-la com água morna ou usar “swabs” umedecidos.
(MAGNONI, Daniel & CUKIER, Celso. Nutrição Clínica. 2º Ed. ROCA. São Paulo. p. 456.)

Sobre dietas para disfagia, tem-se que:

I – Esta dieta consiste em fornecer alimentos que possam ser mastigados e deglutidos com pouco ou nenhum esforço.
II – Geralmente é normoglicídica, normoprotéica, normolipídica, tem consistência abrandada pela cocção e processos mecânicos com alimentos moídos, liquidificados, em forma de purê.
III – Geralmente as refeições todas são à base de quiabo, pela facilidade de deglutição.
IV – Não são permitidas texturas grossas e ásperas, frutas e hortaliças cruas, frutas oleaginosas, entre outras.
V – Os nutricionistas são orientados para indicar apenas sopas e/ou alimentos pastosos.

Marque a alternativa com a série correta.
Alternativas
Q3321790 Nutrição
Sobre a recomendação nutricional para um paciente com Insuficiência Renal Crônica (IRC), em hemodiálise três vezes por semana, candidato a TX renal, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3321789 Nutrição
Com relação ao metabolismo da água, analise as informações a seguir com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.

I - Os rins são a principal via reguladora do volume dos líquidos que lhe são inerentes.
II - A placenta é a principal via reguladora do volume dos líquidos que lhe são inerentes.
III - A placenta constitui uma pequena parte do local de transferência de água.
IV - Com o progredir da gestação, o líquido extracelular aumenta.
Alternativas
Q3321788 Nutrição
Quanto à utilização de calorimetria indireta como método e avaliação nutricional, tem-se que:

I - Mede o gasto energético basal necessário como combustível para funções básicas da vida diária em repouso em ambiente térmico neutro, 10 (dez) ou mais horas depois de comer.
II - Ajuda a estimar as necessidades calóricas, especialmente em pacientes que apresentam peso excessivo ou insuficiente significativo (com retenção hídrica significativa) ou estão em catabolismo significativo.
III - Não pode ser utilizado em pacientes com edema ou com hipertensão arterial sistêmica, em decorrência da retenção hídrica. Este fator pode alterar no resultado final.
IV - Mais tipicamente utilizado em um sistema de circuito aberto, no qual o paciente respira ar ambiente ou enriquecido com oxigênio (através de um ventilador ou máscara facial sem vazamento de ar).

Marque a alternativa com a série correta.
Alternativas
Q3321787 Nutrição
Sobre alterações fisiológicas que podem interferir na ingestão do Idoso, analise as informações a seguir com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.

I - Diminuição da sensibilidade gustativa e olfativa
II - Fatores psicossociais
III - Interação entre nutrientes e medicamentos
IV - Isolamento social e familiar
Alternativas
Q3320153 Farmácia
A interação fármaco-nutriente (FxN) consiste na relação entre o fármaco e o nutriente ou alimentos em geral, ou ainda entre o fármaco e o estado nutricional do indivíduo, podendo resultar em efeitos benéficos, adversos ou não causar nenhuma interferência (Ross et al 2016).

Sobre as interações fármaco-nutriente, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3319403 Português

Leia o Texto I e responda à questão:


Texto I



Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano



Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.


O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).


Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.


Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.


Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.


Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.


Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.


Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.


Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.


Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.



Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.

Substituindo “personagens” por “personagem” e “pai” por “pais”, o fragmento “No conto lido, as personagens estão passando por um momento difícil em sua vida financeira. O pai tem dívidas com credores, mas encara seus problemas com otimismo e criatividade”  recebeu nova redação, em consonância com as regras de concordância verbal e nominal prescritas pela gramática normativa, em:
Alternativas
Q3319402 Português

Leia o Texto I e responda à questão:


Texto I



Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano



Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.


O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).


Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.


Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.


Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.


Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.


Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.


Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.


Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.


Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.



Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.

Leia o fragmento e avalie as assertivas que seguem:

“Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais” ( 4º§) .

I - Substituindo o verbo “haver” pelo verbo “existir”, o verbo “existir” não será flexionado.
II - Substituindo o verbo “haver” pelo verbo “existir”, a forma verbal adequada é “existem”.
III - A forma verbal “representam” poderia ser substituída pela forma “representa”, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3319398 Português

Leia o Texto I e responda à questão:


Texto I



Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano



Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.


O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).


Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.


Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.


Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.


Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.


Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.


Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.


Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.


Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.



Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.

Releia o fragmento extraído do Texto I e analise as assertivas apresentadas em sequência. 

Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano
Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram  entre egressos de cursos de Medicina
Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria”.

I- Os termos “mulheres” e “médicas” constituem uma cadeia coesiva em torno do tema central do texto.
II- A repetição do termo “elas”, mencionado no fragmento duas vezes, é um recurso linguístico inadequado, haja vista que provoca repetição desnecessária.
III- O emprego do termo “elas” constitui uma retomada pronominal importante na recuperação de termos já mencionados.
IV- O emprego do termo “elas” constitui uma retomada por hipônimo, ou seja, de um termo geral para um específico, recurso que colabora para a interligação das partes do texto.
V- No fragmento “Na cidade de São Paulo, já são maioria”, há uma elipse do referente, recurso coesivo também importante na construção textual.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3319397 Português

Leia o Texto I e responda à questão:


Texto I



Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano



Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.


O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).


Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.


Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.


Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.


Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.


Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.


Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.


Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.


Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.



Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.

A oração “desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina” ( pode ser reorganizada, com 5º§) correção gramatical e atenção à delimitação dos constituintes oracionais, em:

I- As mulheres, são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina desde 2009.
II- As mulheres, desde 2009, são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina.
III- As mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina desde 2009.
IV- As mulheres desde 2009, são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina.

Está mantida a correção gramatical e a adequada delimitação dos constituintes oracionais em:
Alternativas
Q3319396 Português

Leia o Texto I e responda à questão:


Texto I



Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano



Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.


O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).


Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.


Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.


Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.


Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.


Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.


Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.


Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.


Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.



Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.

Assinale a alternativa que funciona como argumento de autoridade na construção argumentativa do Texto I.
Alternativas
Q3318186 Português
SABER SOBRE LER


(1º§) A leitura é uma função essencial na vida social, no entanto, vale ressaltar que, ler é muito mais do que decodificar. Ler é compreender, interpretar e interagir. Mas todas essas etapas são alcançadas gradativamente, é um processo de conhecimento de mundo linguístico e uma motivação à leitura, não apenas como obrigatoriedade, mas como fonte de descobertas, de muitas informações, de abstração e de deleite / prazer.

(2º§) A leitura é uma ação pessoal que informa, entretém e, em muitos casos, distrai.

(3º§) A leitura é tarefa individual, podendo expandir-se em tom coletivo, portanto, depende do objetivo que a ela se pode atribuir.

(4º§) A leitura é tão útil quanto necessária, além do mais, permite fantásticas viagens imaginárias. Quem lê, indiscutivelmente, consegue conquistar seu mundo, ampliando seus horizontes.

(5º§) A leitura não é uma tarefa fácil, e os resultados não são vistos de imediato, é preciso muitos exercícios de leitura, produção, reflexão, construção e interação. Devem-se traçar metas, objetivos para estimular a leitura, discutir os gêneros, contextualizar a leitura.

(6º§) Segundo CASSANY, D.; LUNA, M. y SANZ, G., há dois tipos de leitores, os leitores que entendem o texto, que são chamados de competentes, e os leitores com déficit de compreensão. O professor tem um papel fundamental neste processo, pois ele irá diagnosticar as dificuldades de compreensão dos seus alunos, permitindo selecionar e elaborar atividades e ações que, progressivamente, contribuirão para a formação de bons leitores.

(7º§) Todos sabemos que os meus avanços foram muitos no decorrer da proposta, estou aprendendo a desenvolver minha competência leitora, embora nunca cheguemos à perfeição. Contudo, a prática é ainda uma surpresa aparente, mesmo sabendo o que nos espera no âmbito profissional, acredito no sucesso de nossas crianças e agradeço pela oportunidade de aprender mais sobre o mundo da competência leitora, que por muitos ainda é desconhecido.

(8º§) Atente para as informações lidas e ajude, como for possível, a despertar o interesse das crianças pela leitura. Indique boas fontes bibliográficas e, certamente, você estará contribuindo para tão saudável e útil tarefa! 


( C A M P O S , L i d i a n e . S a b e r S o b r e L e r - 8 º E n c o n t r o P e d a g ó g i c o s o b r e e P r o d u ç ã o T e x t u a l ) (http://firblogleitura.blogspot.com/2007/06/h-muitas-armadilhas-no-mundo-e-preciso_07.html) – (Adaptado)
A frase: "Todos sabemos que os meus avanços foram muitos no decorrer da proposta" - está escrita com a figura de linguagem denominada de:  
Alternativas
Respostas
9301: A
9302: C
9303: E
9304: A
9305: C
9306: E
9307: D
9308: A
9309: C
9310: C
9311: A
9312: D
9313: E
9314: A
9315: B
9316: A
9317: E
9318: B
9319: D
9320: A