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(1) Objetivos Fundamentais. (2) Fundamentos.
( ) Os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa. ( ) Construir uma sociedade livre, justa e solidária. ( ) A dignidade da pessoa humana. ( ) Garantir o desenvolvimento nacional.
I. Em uma fórmula com mais de um operador, o operador de soma (+) tem maior prioridade do que o operador de exponenciação (^).
II. Em uma fórmula com mais de um operador, o operador de multiplicação (*) tem maior prioridade do que o operador de subtração (-).
III. Constantes são valores que não são calculados e, portanto, não são alterados. Expressões ou valores resultantes de expressões não são considerados constantes.
Estão CORRETOS:
( ) As milhares de crianças abandonadas encontraram um lar. ( ) Denunciaram muitas empresas fantasmas neste ano. ( ) É necessário, para conseguirmos boa expressão, dignidade.
Etarismo, o preconceito contra os idosos
No Brasil, o preconceito contra os idosos, chamado de “etarismo”, ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. Advindo de estereótipos que fazem parte da construção da sociedade, os preconceitos referem-se à saúde, à capacidade e ao empenho, à idade, à fragilidade, entre outros.
Algumas crenças fortalecem esses preconceitos, já que versam sobre premissas que não são verdadeiras, como: os idosos não podem trabalhar; as pessoas mais velhas são todas iguais e têm saúde debilitada; os idosos são frágeis; não conseguem resolver suas necessidades básicas; os mais velhos nada têm a contribuir; eles são um ônus econômico para a sociedade. Alguns desses juízos evidenciam uma discriminação a priori por parte da sociedade em relação aos idosos.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que no Brasil 13% da população tem mais de 60 anos, sendo que a partir de 2031 haverá mais idosos do que crianças e adolescentes, e em 2042 essa população alcançará o número de 57 milhões de brasileiros.
Esses números apontam a necessidade de olharmos para a velhice cada vez de modo mais positivo e real, valorizando todas as vantagens que esse período da vida traz para todos, seja por conta de maior conhecimento sobre a vida. É oportuno lembrar que a população idosa é heterogênea e que quando falamos de idoso, saber de qual idoso estamos tratando.
O estereótipo de que a idade é um empecilho afeta consideravelmente a vida das pessoas, fazendo com que elas sofram e se afastem do convívio social, ficando mais deprimidas e deixando até mesmo de cuidar de sua saúde.
Com o intuito de combater o preconceito contra os idosos, lembramos que o Estatuto do Idoso, definido pela Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, prevê uma série de normas com vistas à proteção e à defesa dos direitos da pessoa idosa.
Uma das formas mais adequadas de combater o etarismo é disseminar informações pertinentes ao tema, a fim de oportunizar que a população de maneira geral tenha conhecimento sobre a velhice.
Negar o envelhecimento de outras pessoas, discriminando-as por isso, é negar a própria vida, pois todos seguirão pelo mesmo caminho — o do envelhecimento que, aliás, é um privilégio.
(Fonte: SBGG — adaptado.)
Etarismo, o preconceito contra os idosos
No Brasil, o preconceito contra os idosos, chamado de “etarismo”, ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. Advindo de estereótipos que fazem parte da construção da sociedade, os preconceitos referem-se à saúde, à capacidade e ao empenho, à idade, à fragilidade, entre outros.
Algumas crenças fortalecem esses preconceitos, já que versam sobre premissas que não são verdadeiras, como: os idosos não podem trabalhar; as pessoas mais velhas são todas iguais e têm saúde debilitada; os idosos são frágeis; não conseguem resolver suas necessidades básicas; os mais velhos nada têm a contribuir; eles são um ônus econômico para a sociedade. Alguns desses juízos evidenciam uma discriminação a priori por parte da sociedade em relação aos idosos.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que no Brasil 13% da população tem mais de 60 anos, sendo que a partir de 2031 haverá mais idosos do que crianças e adolescentes, e em 2042 essa população alcançará o número de 57 milhões de brasileiros.
Esses números apontam a necessidade de olharmos para a velhice cada vez de modo mais positivo e real, valorizando todas as vantagens que esse período da vida traz para todos, seja por conta de maior conhecimento sobre a vida. É oportuno lembrar que a população idosa é heterogênea e que quando falamos de idoso, saber de qual idoso estamos tratando.
O estereótipo de que a idade é um empecilho afeta consideravelmente a vida das pessoas, fazendo com que elas sofram e se afastem do convívio social, ficando mais deprimidas e deixando até mesmo de cuidar de sua saúde.
Com o intuito de combater o preconceito contra os idosos, lembramos que o Estatuto do Idoso, definido pela Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, prevê uma série de normas com vistas à proteção e à defesa dos direitos da pessoa idosa.
Uma das formas mais adequadas de combater o etarismo é disseminar informações pertinentes ao tema, a fim de oportunizar que a população de maneira geral tenha conhecimento sobre a velhice.
Negar o envelhecimento de outras pessoas, discriminando-as por isso, é negar a própria vida, pois todos seguirão pelo mesmo caminho — o do envelhecimento que, aliás, é um privilégio.
(Fonte: SBGG — adaptado.)
Etarismo, o preconceito contra os idosos
No Brasil, o preconceito contra os idosos, chamado de “etarismo”, ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. Advindo de estereótipos que fazem parte da construção da sociedade, os preconceitos referem-se à saúde, à capacidade e ao empenho, à idade, à fragilidade, entre outros.
Algumas crenças fortalecem esses preconceitos, já que versam sobre premissas que não são verdadeiras, como: os idosos não podem trabalhar; as pessoas mais velhas são todas iguais e têm saúde debilitada; os idosos são frágeis; não conseguem resolver suas necessidades básicas; os mais velhos nada têm a contribuir; eles são um ônus econômico para a sociedade. Alguns desses juízos evidenciam uma discriminação a priori por parte da sociedade em relação aos idosos.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que no Brasil 13% da população tem mais de 60 anos, sendo que a partir de 2031 haverá mais idosos do que crianças e adolescentes, e em 2042 essa população alcançará o número de 57 milhões de brasileiros.
Esses números apontam a necessidade de olharmos para a velhice cada vez de modo mais positivo e real, valorizando todas as vantagens que esse período da vida traz para todos, seja por conta de maior conhecimento sobre a vida. É oportuno lembrar que a população idosa é heterogênea e que quando falamos de idoso, saber de qual idoso estamos tratando.
O estereótipo de que a idade é um empecilho afeta consideravelmente a vida das pessoas, fazendo com que elas sofram e se afastem do convívio social, ficando mais deprimidas e deixando até mesmo de cuidar de sua saúde.
Com o intuito de combater o preconceito contra os idosos, lembramos que o Estatuto do Idoso, definido pela Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, prevê uma série de normas com vistas à proteção e à defesa dos direitos da pessoa idosa.
Uma das formas mais adequadas de combater o etarismo é disseminar informações pertinentes ao tema, a fim de oportunizar que a população de maneira geral tenha conhecimento sobre a velhice.
Negar o envelhecimento de outras pessoas, discriminando-as por isso, é negar a própria vida, pois todos seguirão pelo mesmo caminho — o do envelhecimento que, aliás, é um privilégio.
(Fonte: SBGG — adaptado.)
• [...] ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. (1º parágrafo) • Algumas crenças fortalecem esses preconceitos já que versam [...] (2º parágrafo) • Advindo de estereótipos que fazem parte [...] (1º parágrafo)
Os termos sublinhados significam, CORRETA e respectivamente:
I. Na VPPB, ocorre o descolamento dos cristais de carbonato de cálcio do utrículo para os canais semicirculares, sendo considerada uma doença do sistema vestibular periférico. São descritos dois tipos de VPPB: a canalitíase (ou ductolitíase), que é a forma mais frequente, em que há fragmentos de cristais de carbonato de cálcio flutuando livremente na endolinfa do canal; e, a cupulolitíase, forma mais rara, na qual os fragmentos estão aderidos à cúpula do canal.
II. Na canalitíase, quando a cabeça é colocada na posição provocadora, os cristais de carbonato de cálcio deslocam-se com a endolinfa, empurrando a cúpula e aumentando o índice de disparo dos neurônios deste canal. A latência das respostas é associada ao tempo necessário para a deflação da cúpula pela atração da endolinfa. A redução dos sintomas ocorre à medida que a posição é mantida, pois há cessação do movimento da endolinfa.
III. Na cupulolitíase, os cristais de carbonato de cálcio estão aderidos à cúpula; desta maneira, ela permanece defletida por todo o tempo em que o paciente fica na posição que a provoca. O nistagmo e a vertigem continuam, mesmo que a intensidade possa decair ligeiramente devido à adaptação central.
Está correto o que se afirma em
I. As emissões otoacústicas podem ser espontâneas ou evocadas. As espontâneas são sons naturais emitidos pela cóclea na ausência de estímulo acústico e estão presentes em 50% dos indivíduos com audição normal. As evocadas são respostas cocleares geradas de acordo com o estímulo apresentado, sendo classificadas como transientes, estímulo-frequência e produto de distorção. Estão presentes em indivíduos que apresentam um funcionamento normal da cóclea e sua presença representa que a orelha média e a cóclea estão respondendo adequadamente ao estímulo.
II. A contração lenta é a base do mecanismo ativo induzido pelos deslocamentos dos estereocílios, sendo o suporte das emissões otoacústicas. A contração rápida controla a tonicidade das células ciliadas externas e regula as propriedades mecânicas da membrana basilar. O sistema aferente medial e as células ciliadas internas provocam o mecanismo das contrações rápidas e atenuam a contração lenta, ou seja, o amplificador coclear funciona como um amortecedor do amplificador, reduzindo, dessa forma, as emissões otoacústicas.
III. As emissões otoacústicas são um método objetivo, rápido e não invasivo, utilizado para monitorar a função coclear e apresenta maior sensibilidade para detectar lesão das células ciliadas internas. As EOA apresentam um diferencial no diagnóstico por se tratar de um teste prático que avalia a função coclear de forma segura, sendo sensível aos estágios iniciais de alterações na função coclear e, para qualquer diagnóstico precoce, é importante destacar que as emissões são registradas com limiar normal ou perda auditiva inferior a 40 dB.
Está correto o que se afirma em
( ) A relação s/z permite verificar a ocorrência do componente de hipercontração muscular e do componente de falta de coaptação das pregas vocais em pacientes com diagnóstico de disfonia funcional por uso incorreto da voz. ( ) Disfonias funcionais são alterações vocais que acompanham lesões benignas, decorrentes de comportamento vocal alterado ou inadequado, muitas vezes ocorrendo ou sendo agravadas pela presença de fatores orgânicos como os distúrbios alérgicos e ou digestivos. ( ) Os ataques vocais bruscos são caracterizados por adução glótica intensa ou precoce, com consequente aumento da pressão subglótica e ruído de impacto antes do início do som. Podem ser correlacionados com o esforço para se iniciar a emissão, dando indícios também sobre constrições do trato vocal e tipo de fechamento glótico. ( ) Há maior frequência de alteração vocal no sexo feminino. Há estudos que demonstram a ocorrência de mudanças significativas na configuração glótica das mulheres, durante a fonação prolongada com loudness elevada, possivelmente por diferenças constitucionais e anatômicas. ( ) O edema de Reinke é uma lesão difusa na camada profunda da prega vocal, caracterizada por escavações bilaterais, com imagem erosiva, de coloração esbranquiçada, com acúmulo de fluido, de modo regular, em alguma região da porção membranosa ou em toda ela. O edema inicial é avermelhado e consistente, aumentando de volume com o passar do tempo.
A sequência está correta em