Questões de Concurso Comentadas para fonoaudiólogo

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Ano: 2025 Banca: MARANATHA Assessoria Órgão: Prefeitura de Careaçu - MG Provas: MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Assistente Social | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Contador | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Educador Físico | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Enfermeiro | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Fisioterapeuta | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Farmacêutico | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Fonoaudiólogo | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Clínico Geral | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Pediatra | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Veterinário | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Pedagoga | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Educação Física | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Inglês | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Música | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Psicólogo 20 HS | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Nutricionista | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Terapeuta Ocupacional |
Q3162383 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.


Sobre pizzas e vacas

Comer é uma atividade social que vai muito além de saciar o apetite e tem provocado observações nem sempre sólidas sobre o caráter dos povos

Jaime Pinsky — Historiador e escritor, professor titular aposentado da Unicamp | 05/01/2025


   Fim de ano é aquele período em que a roupa começa a encolher, dizia minha mãe, rindo de suas amigas ao ouvi-las reclamar que não era justo existir um mês em que se come muito (dezembro), seguido de outro (janeiro, férias escolares) em que se coloca roupa de banho e os quilos adquiridos se revelam de modo inequívoco. Comer é uma atividade social que vai muito além de saciar o apetite e tem provocado observações nem sempre sólidas sobre o caráter dos povos. A cultura da pizza, comida encarregada de resolver o problema de grande parte dos habitantes deste planeta, é um exemplo de como uma generalização superficial pode estar equivocada. Claro, pois a pizza, ao que tudo indica, não é a melhor representação gastronômica da Itália, mesmo porque sua origem está na Índia ou no Oriente Médio, já que é nessas regiões do planeta em que o pão tem esse formato, redondo e chato, provável inspiração dos inventores da pizza.

   O mais fascinante, contudo, é a hipótese de um sociólogo brasileiro, já falecido, Gabriel Bolaffi, para o qual a pizza era um produto consumido apenas no sul da península, e sua expansão pela Itália toda teve a ver com a invasão dos americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Os soldados ianques, à medida que avançavam para o norte, solicitavam aqueles discos práticos e saborosos, mas que não eram produzidos em outras regiões. Como os soldados tinham apetite, dólares e armas, donos de bares e pequenos restaurantes trataram de preparar as próprias pizzas, para alegria dos americanos. Assim, graças aos soldados estrangeiros, a pizza deixou de ser uma comida regional e tornou-se um verdadeiro símbolo nacional. Com a volta dos exércitos vencedores ao continente americano, a pizza tornou-se uma necessidade gastronômica também nos Estados Unidos, devidamente adaptada ao duvidoso gosto dos "gringos", que a devoram em pé, na rua, sem o uso de talheres, acompanhada de refrigerante em vez de vinho e preparada com queijo com sabor de plástico... Mas, de qualquer forma, baseada naquela encontrada pelos soldados em solo italiano.

   O fato é que "comidas típicas" não são tão típicas assim, mas, por se apresentarem como tal, representam com dignidade, maior ou menor, seus supostos criadores. As famosas alheiras portuguesas, por exemplo, foram criadas por necessidade, não por prazer, alegria ou fome. Conta-se que o governo português, aliado da Igreja, desconfiava das pessoas que não comiam linguiça — provável indício de que mantinham clandestinamente práticas judaicas ou muçulmanas. Portugal, é importante ressaltar, estava preocupado em fazer uma espécie de "limpeza religiosa", acabando com resquícios não cristãos na sua população (século 16). E o governo morria de medo de avanços econômicos que pudessem ameaçar a estrutura de poder arcaica existente. Os judeus consumiam as alheiras e ostentavam fileiras de carne de aves e legumes temperados com alho para mostrar sua suposta adesão ao cristianismo quando, na verdade, não passavam de cristãos novos mal resolvidos, que tinham nojo da carne de porco, mas fingiam comê-la para não serem executados nas fogueiras da Inquisição e do retrógrado governo lusitano após terríveis torturas. Assim teria surgido essa linguiça sem carne de porco…

   Vindo para o nosso continente, vale a pena recordar a história que o jornalista Ariel Palacios nos conta sobre a carne de vaca, símbolo gastronômico dos nossos vizinhos, em seu delicioso livro “Os argentinos”. Para início de conversa, Ariel nos lembra que a vaca não é argentina, nem sequer americana, mas foi trazida para a Argentina, via Brasil, várias décadas após a chegada de Cabral. Durante anos, os bovinos passearam sossegados entre os Andes e o Atlântico, sem que suas virtudes alimentícias fossem percebidas. Só então a vaca se tornaria um verdadeiro símbolo nacional. Segundo Palacios, os argentinos estão dispostos até a discutir se Pelé foi melhor do que Maradona, mas não admitem colocar em questão a superioridade de suas vacas. Para dizer a verdade, e que me perdoem os ótimos criadores que temos no Brasil, muitos brasileiros, como eu, concordam com eles.

PINSKY, Jaime. Sobre pizzas e vacas. Correio Braziliense, 05 de janeiro de 2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/01/7026305-sobrepizzas-e-vacas.html. Acesso em: 05 jan. 2025. Adaptado.
Em qual dos trechos a seguir a palavra ou a expressão sublinhada NÃO veicula uma opinião do autor do texto?  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MARANATHA Assessoria Órgão: Prefeitura de Careaçu - MG Provas: MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Assistente Social | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Contador | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Educador Físico | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Enfermeiro | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Fisioterapeuta | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Farmacêutico | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Fonoaudiólogo | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Clínico Geral | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Pediatra | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Veterinário | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Pedagoga | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Educação Física | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Inglês | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Música | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Psicólogo 20 HS | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Nutricionista | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Terapeuta Ocupacional |
Q3162382 Português
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Sobre pizzas e vacas

Comer é uma atividade social que vai muito além de saciar o apetite e tem provocado observações nem sempre sólidas sobre o caráter dos povos

Jaime Pinsky — Historiador e escritor, professor titular aposentado da Unicamp | 05/01/2025


   Fim de ano é aquele período em que a roupa começa a encolher, dizia minha mãe, rindo de suas amigas ao ouvi-las reclamar que não era justo existir um mês em que se come muito (dezembro), seguido de outro (janeiro, férias escolares) em que se coloca roupa de banho e os quilos adquiridos se revelam de modo inequívoco. Comer é uma atividade social que vai muito além de saciar o apetite e tem provocado observações nem sempre sólidas sobre o caráter dos povos. A cultura da pizza, comida encarregada de resolver o problema de grande parte dos habitantes deste planeta, é um exemplo de como uma generalização superficial pode estar equivocada. Claro, pois a pizza, ao que tudo indica, não é a melhor representação gastronômica da Itália, mesmo porque sua origem está na Índia ou no Oriente Médio, já que é nessas regiões do planeta em que o pão tem esse formato, redondo e chato, provável inspiração dos inventores da pizza.

   O mais fascinante, contudo, é a hipótese de um sociólogo brasileiro, já falecido, Gabriel Bolaffi, para o qual a pizza era um produto consumido apenas no sul da península, e sua expansão pela Itália toda teve a ver com a invasão dos americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Os soldados ianques, à medida que avançavam para o norte, solicitavam aqueles discos práticos e saborosos, mas que não eram produzidos em outras regiões. Como os soldados tinham apetite, dólares e armas, donos de bares e pequenos restaurantes trataram de preparar as próprias pizzas, para alegria dos americanos. Assim, graças aos soldados estrangeiros, a pizza deixou de ser uma comida regional e tornou-se um verdadeiro símbolo nacional. Com a volta dos exércitos vencedores ao continente americano, a pizza tornou-se uma necessidade gastronômica também nos Estados Unidos, devidamente adaptada ao duvidoso gosto dos "gringos", que a devoram em pé, na rua, sem o uso de talheres, acompanhada de refrigerante em vez de vinho e preparada com queijo com sabor de plástico... Mas, de qualquer forma, baseada naquela encontrada pelos soldados em solo italiano.

   O fato é que "comidas típicas" não são tão típicas assim, mas, por se apresentarem como tal, representam com dignidade, maior ou menor, seus supostos criadores. As famosas alheiras portuguesas, por exemplo, foram criadas por necessidade, não por prazer, alegria ou fome. Conta-se que o governo português, aliado da Igreja, desconfiava das pessoas que não comiam linguiça — provável indício de que mantinham clandestinamente práticas judaicas ou muçulmanas. Portugal, é importante ressaltar, estava preocupado em fazer uma espécie de "limpeza religiosa", acabando com resquícios não cristãos na sua população (século 16). E o governo morria de medo de avanços econômicos que pudessem ameaçar a estrutura de poder arcaica existente. Os judeus consumiam as alheiras e ostentavam fileiras de carne de aves e legumes temperados com alho para mostrar sua suposta adesão ao cristianismo quando, na verdade, não passavam de cristãos novos mal resolvidos, que tinham nojo da carne de porco, mas fingiam comê-la para não serem executados nas fogueiras da Inquisição e do retrógrado governo lusitano após terríveis torturas. Assim teria surgido essa linguiça sem carne de porco…

   Vindo para o nosso continente, vale a pena recordar a história que o jornalista Ariel Palacios nos conta sobre a carne de vaca, símbolo gastronômico dos nossos vizinhos, em seu delicioso livro “Os argentinos”. Para início de conversa, Ariel nos lembra que a vaca não é argentina, nem sequer americana, mas foi trazida para a Argentina, via Brasil, várias décadas após a chegada de Cabral. Durante anos, os bovinos passearam sossegados entre os Andes e o Atlântico, sem que suas virtudes alimentícias fossem percebidas. Só então a vaca se tornaria um verdadeiro símbolo nacional. Segundo Palacios, os argentinos estão dispostos até a discutir se Pelé foi melhor do que Maradona, mas não admitem colocar em questão a superioridade de suas vacas. Para dizer a verdade, e que me perdoem os ótimos criadores que temos no Brasil, muitos brasileiros, como eu, concordam com eles.

PINSKY, Jaime. Sobre pizzas e vacas. Correio Braziliense, 05 de janeiro de 2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/01/7026305-sobrepizzas-e-vacas.html. Acesso em: 05 jan. 2025. Adaptado.
Observe as vírgulas sinalizadas nos excertos a seguir.
I. Vindo para o nosso continente, vale a pena recordar a história que o jornalista Ariel Palacios nos conta sobre a carne de vaca[,] símbolo gastronômico dos nossos vizinhos[,] em seu delicioso livro “Os argentinos”.
II. Segundo Palacios, os argentinos estão dispostos até a discutir se Pelé foi melhor do que Maradona[,] mas não admitem colocar em questão a superioridade de suas vacas.
Assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso das vírgulas destacadas em cada um dos excertos.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MARANATHA Assessoria Órgão: Prefeitura de Careaçu - MG Provas: MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Assistente Social | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Contador | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Educador Físico | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Enfermeiro | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Fisioterapeuta | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Farmacêutico | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Fonoaudiólogo | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Clínico Geral | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Pediatra | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Veterinário | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Pedagoga | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Educação Física | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Inglês | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Música | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Psicólogo 20 HS | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Nutricionista | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Terapeuta Ocupacional |
Q3162381 Português
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Sobre pizzas e vacas

Comer é uma atividade social que vai muito além de saciar o apetite e tem provocado observações nem sempre sólidas sobre o caráter dos povos

Jaime Pinsky — Historiador e escritor, professor titular aposentado da Unicamp | 05/01/2025


   Fim de ano é aquele período em que a roupa começa a encolher, dizia minha mãe, rindo de suas amigas ao ouvi-las reclamar que não era justo existir um mês em que se come muito (dezembro), seguido de outro (janeiro, férias escolares) em que se coloca roupa de banho e os quilos adquiridos se revelam de modo inequívoco. Comer é uma atividade social que vai muito além de saciar o apetite e tem provocado observações nem sempre sólidas sobre o caráter dos povos. A cultura da pizza, comida encarregada de resolver o problema de grande parte dos habitantes deste planeta, é um exemplo de como uma generalização superficial pode estar equivocada. Claro, pois a pizza, ao que tudo indica, não é a melhor representação gastronômica da Itália, mesmo porque sua origem está na Índia ou no Oriente Médio, já que é nessas regiões do planeta em que o pão tem esse formato, redondo e chato, provável inspiração dos inventores da pizza.

   O mais fascinante, contudo, é a hipótese de um sociólogo brasileiro, já falecido, Gabriel Bolaffi, para o qual a pizza era um produto consumido apenas no sul da península, e sua expansão pela Itália toda teve a ver com a invasão dos americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Os soldados ianques, à medida que avançavam para o norte, solicitavam aqueles discos práticos e saborosos, mas que não eram produzidos em outras regiões. Como os soldados tinham apetite, dólares e armas, donos de bares e pequenos restaurantes trataram de preparar as próprias pizzas, para alegria dos americanos. Assim, graças aos soldados estrangeiros, a pizza deixou de ser uma comida regional e tornou-se um verdadeiro símbolo nacional. Com a volta dos exércitos vencedores ao continente americano, a pizza tornou-se uma necessidade gastronômica também nos Estados Unidos, devidamente adaptada ao duvidoso gosto dos "gringos", que a devoram em pé, na rua, sem o uso de talheres, acompanhada de refrigerante em vez de vinho e preparada com queijo com sabor de plástico... Mas, de qualquer forma, baseada naquela encontrada pelos soldados em solo italiano.

   O fato é que "comidas típicas" não são tão típicas assim, mas, por se apresentarem como tal, representam com dignidade, maior ou menor, seus supostos criadores. As famosas alheiras portuguesas, por exemplo, foram criadas por necessidade, não por prazer, alegria ou fome. Conta-se que o governo português, aliado da Igreja, desconfiava das pessoas que não comiam linguiça — provável indício de que mantinham clandestinamente práticas judaicas ou muçulmanas. Portugal, é importante ressaltar, estava preocupado em fazer uma espécie de "limpeza religiosa", acabando com resquícios não cristãos na sua população (século 16). E o governo morria de medo de avanços econômicos que pudessem ameaçar a estrutura de poder arcaica existente. Os judeus consumiam as alheiras e ostentavam fileiras de carne de aves e legumes temperados com alho para mostrar sua suposta adesão ao cristianismo quando, na verdade, não passavam de cristãos novos mal resolvidos, que tinham nojo da carne de porco, mas fingiam comê-la para não serem executados nas fogueiras da Inquisição e do retrógrado governo lusitano após terríveis torturas. Assim teria surgido essa linguiça sem carne de porco…

   Vindo para o nosso continente, vale a pena recordar a história que o jornalista Ariel Palacios nos conta sobre a carne de vaca, símbolo gastronômico dos nossos vizinhos, em seu delicioso livro “Os argentinos”. Para início de conversa, Ariel nos lembra que a vaca não é argentina, nem sequer americana, mas foi trazida para a Argentina, via Brasil, várias décadas após a chegada de Cabral. Durante anos, os bovinos passearam sossegados entre os Andes e o Atlântico, sem que suas virtudes alimentícias fossem percebidas. Só então a vaca se tornaria um verdadeiro símbolo nacional. Segundo Palacios, os argentinos estão dispostos até a discutir se Pelé foi melhor do que Maradona, mas não admitem colocar em questão a superioridade de suas vacas. Para dizer a verdade, e que me perdoem os ótimos criadores que temos no Brasil, muitos brasileiros, como eu, concordam com eles.

PINSKY, Jaime. Sobre pizzas e vacas. Correio Braziliense, 05 de janeiro de 2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/01/7026305-sobrepizzas-e-vacas.html. Acesso em: 05 jan. 2025. Adaptado.
Quais foram as principais estratégias argumentativas adotadas pelo articulista para explicitar os dados sobre pratos típicos dos países citados? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MARANATHA Assessoria Órgão: Prefeitura de Careaçu - MG Provas: MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Assistente Social | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Contador | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Educador Físico | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Enfermeiro | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Fisioterapeuta | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Farmacêutico | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Fonoaudiólogo | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Clínico Geral | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Pediatra | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Médico Veterinário | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Pedagoga | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Educação Física | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Inglês | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Professor de Música | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Psicólogo 20 HS | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Nutricionista | MARANATHA Assessoria - 2025 - Prefeitura de Careaçu - MG - Terapeuta Ocupacional |
Q3162380 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.


Sobre pizzas e vacas

Comer é uma atividade social que vai muito além de saciar o apetite e tem provocado observações nem sempre sólidas sobre o caráter dos povos

Jaime Pinsky — Historiador e escritor, professor titular aposentado da Unicamp | 05/01/2025


   Fim de ano é aquele período em que a roupa começa a encolher, dizia minha mãe, rindo de suas amigas ao ouvi-las reclamar que não era justo existir um mês em que se come muito (dezembro), seguido de outro (janeiro, férias escolares) em que se coloca roupa de banho e os quilos adquiridos se revelam de modo inequívoco. Comer é uma atividade social que vai muito além de saciar o apetite e tem provocado observações nem sempre sólidas sobre o caráter dos povos. A cultura da pizza, comida encarregada de resolver o problema de grande parte dos habitantes deste planeta, é um exemplo de como uma generalização superficial pode estar equivocada. Claro, pois a pizza, ao que tudo indica, não é a melhor representação gastronômica da Itália, mesmo porque sua origem está na Índia ou no Oriente Médio, já que é nessas regiões do planeta em que o pão tem esse formato, redondo e chato, provável inspiração dos inventores da pizza.

   O mais fascinante, contudo, é a hipótese de um sociólogo brasileiro, já falecido, Gabriel Bolaffi, para o qual a pizza era um produto consumido apenas no sul da península, e sua expansão pela Itália toda teve a ver com a invasão dos americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Os soldados ianques, à medida que avançavam para o norte, solicitavam aqueles discos práticos e saborosos, mas que não eram produzidos em outras regiões. Como os soldados tinham apetite, dólares e armas, donos de bares e pequenos restaurantes trataram de preparar as próprias pizzas, para alegria dos americanos. Assim, graças aos soldados estrangeiros, a pizza deixou de ser uma comida regional e tornou-se um verdadeiro símbolo nacional. Com a volta dos exércitos vencedores ao continente americano, a pizza tornou-se uma necessidade gastronômica também nos Estados Unidos, devidamente adaptada ao duvidoso gosto dos "gringos", que a devoram em pé, na rua, sem o uso de talheres, acompanhada de refrigerante em vez de vinho e preparada com queijo com sabor de plástico... Mas, de qualquer forma, baseada naquela encontrada pelos soldados em solo italiano.

   O fato é que "comidas típicas" não são tão típicas assim, mas, por se apresentarem como tal, representam com dignidade, maior ou menor, seus supostos criadores. As famosas alheiras portuguesas, por exemplo, foram criadas por necessidade, não por prazer, alegria ou fome. Conta-se que o governo português, aliado da Igreja, desconfiava das pessoas que não comiam linguiça — provável indício de que mantinham clandestinamente práticas judaicas ou muçulmanas. Portugal, é importante ressaltar, estava preocupado em fazer uma espécie de "limpeza religiosa", acabando com resquícios não cristãos na sua população (século 16). E o governo morria de medo de avanços econômicos que pudessem ameaçar a estrutura de poder arcaica existente. Os judeus consumiam as alheiras e ostentavam fileiras de carne de aves e legumes temperados com alho para mostrar sua suposta adesão ao cristianismo quando, na verdade, não passavam de cristãos novos mal resolvidos, que tinham nojo da carne de porco, mas fingiam comê-la para não serem executados nas fogueiras da Inquisição e do retrógrado governo lusitano após terríveis torturas. Assim teria surgido essa linguiça sem carne de porco…

   Vindo para o nosso continente, vale a pena recordar a história que o jornalista Ariel Palacios nos conta sobre a carne de vaca, símbolo gastronômico dos nossos vizinhos, em seu delicioso livro “Os argentinos”. Para início de conversa, Ariel nos lembra que a vaca não é argentina, nem sequer americana, mas foi trazida para a Argentina, via Brasil, várias décadas após a chegada de Cabral. Durante anos, os bovinos passearam sossegados entre os Andes e o Atlântico, sem que suas virtudes alimentícias fossem percebidas. Só então a vaca se tornaria um verdadeiro símbolo nacional. Segundo Palacios, os argentinos estão dispostos até a discutir se Pelé foi melhor do que Maradona, mas não admitem colocar em questão a superioridade de suas vacas. Para dizer a verdade, e que me perdoem os ótimos criadores que temos no Brasil, muitos brasileiros, como eu, concordam com eles.

PINSKY, Jaime. Sobre pizzas e vacas. Correio Braziliense, 05 de janeiro de 2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/01/7026305-sobrepizzas-e-vacas.html. Acesso em: 05 jan. 2025. Adaptado.
Segundo as informações do texto, 
Alternativas
Q3161642 Fonoaudiologia
No contexto das políticas de saúde mental brasileiras, o transtorno do espectro do autismo (TEA) é considerado um agravo de início muito precoce, sendo, portanto, incluído na categoria dos transtornos do desenvolvimento. Este termo descreve um quadro caracterizado por alterações qualitativas na interação social, nos processos cognitivos, no comportamento, na comunicação e na linguagem, com início desde a primeiríssima infância. De acordo com as diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), especificamente na “Linha de cuidado às pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo e seus familiares”, os transtornos mentais são definidos como:
Alternativas
Q3161641 Fonoaudiologia
O sistema estomatognático é composto por tecidos moles e duros, além de sistemas nervoso, vascular e linfático, os quais se interrelacionam de maneira complexa. A harmonia entre os componentes deste sistema é mantida por um equilíbrio de pressões nas estruturas ósseas e musculares, o que facilita o desempenho adequado das funções de sucção, respiração, mastigação, deglutição e fala, além de assegurar a posição habitual da cabeça, língua e lábios (Marchesan, 2004). A avaliação miofuncional orofacial realizada pelo fonoaudiólogo é uma etapa crucial no diagnóstico, sendo essencial para o prognóstico e para o sucesso de qualquer tratamento. A partir dessa avaliação, é possível compreender as características anatômicas e funcionais do sistema estomatognático, além de possibilitar o estabelecimento de um plano terapêutico e a definição sobre a necessidade de encaminhamentos.

Considerando o exposto, avalie as afirmações a seguir:

I. A Avaliação em Motricidade Orofacial envolve a observação e mensuração da postura corporal, da análise facial quanto à simetria, tensão e repouso dos lábios e língua, da respiração, deglutição e fala, além da identificação de hábitos como morder os lábios, umedecer os lábios e apertar os dentes.
II. A avaliação abrange as características craniofaciais, com o objetivo de estabelecer o perfil facial, classificando-o como mesocefálico, braquicefálico e/ou dólicocefálico, considerando aspectos verticais, perfil reto, côncavo, convexo ou biprotruso, além da intensidade do desvio em relação à severidade das proporções maxilo-mandibulares.
III. A avaliação inclui a verificação da integridade das estruturas e da musculatura dos lábios, bochechas, mento, língua, soalho bucal, palato duro e mole, amígdalas palatinas, gengivas e mucosas jugais, em relação à sua postura, forma, simetria, tônus, tensão, sinais em mucosa, presença de nódulos e resistência. Além disso, por meio da palpação, deve-se avaliar a presença de dor e a contração dos músculos temporais e masseteres.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3161640 Fonoaudiologia
O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite, instituído pelo Decreto nº 7.612/2011, reafirmou o compromisso do Brasil com as diretrizes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promovida pela Organização das Nações Unidas. O país tem progredido na oferta de recursos que garantam o pleno exercício da capacidade legal das pessoas com deficiência e na promoção da igualdade de oportunidades, assegurando que a deficiência não seja um obstáculo para a concretização de sonhos, desejos e projetos de vida.

Considerando essas informações e a perspectiva da inclusão plena das pessoas com deficiência em todas as esferas da vida social, avalie as afirmações a seguir.
I. Unidades Básicas de Saúde são locais de acesso prioritário à pessoa com deficiência, dada sua proximidade geográfica e sociocultural com a comunidade que a circunda.
II. Programas educacionais especiais para pessoas com deficiência proporcionam redução da segregação desses indivíduos na sociedade produtiva e devem ser implementados de maneira complementar ou suplementar ao ensino regular.
III. Articulação intersetorial é fundamental para ampliar o alcance das ações nas áreas de educação, saúde, trabalho e emprego, lazer, cultura, transporte e moradia, além de potencializar o desenvolvimento da pessoa deficiente. 

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3161639 Fonoaudiologia
As interações sociais em crianças com desenvolvimento típico de audição e linguagem são predominantemente baseadas em diálogos. Já na criança com deficiência auditiva, mesmo quando apresenta maturidade cognitiva e afetiva comparável à de seus pares ouvintes, as situações de interação dialógica podem ser prejudicadas devido à falta de contato e estímulo linguístico nos primeiros anos de vida, em razão da privação sensorial auditiva e da ininteligibilidade da fala. Esses cenários resultam em dificuldades na compreensão das situações relatadas, tanto no ambiente terapêutico quanto no cotidiano. A seguir, são apresentadas algumas estratégias terapêuticas. Avalie as afirmações abaixo:

I. A deficiência auditiva em crianças é irreversível, e a única estratégia terapêutica possível é o uso de aparelhos auditivos.
II. A participação da família no processo terapêutico facilita o conhecimento das rotinas, hábitos, preferências, facilidades e dificuldades das crianças.
III. O desenvolvimento das habilidades auditivas e de linguagem oral de forma prazerosa, realista e contextualizada pode ser potencializado pelo uso de ferramentas específicas, jogos simbólicos e recursos audiovisuais.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3161638 Fonoaudiologia
A sífilis congênita é transmitida da mãe para o bebê pela disseminação do Treponema pallidum através do sangue. A infecção pode ocorrer em qualquer estágio da gestação, sendo o risco maior em gestantes com sífilis primária ou secundária. A ausência de tratamento para a sífilis materna pode levar a complicações como aborto, morte fetal, parto prematuro, recém-nascido com sinais clínicos de sífilis congênita ou, mais frequentemente, um bebê aparentemente saudável que manifesta sintomas mais tarde. Na forma precoce da sífilis congênita, os sinais aparecem até os 2 anos de idade, enquanto na forma tardia, os sintomas surgem após esse período.

Em relação à audição e à sífilis congênita, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I. A criança nascida de mãe com diagnóstico de sífilis e diagnosticada com sífilis congênita deve ser submetida à avaliação em dois momentos para que haja a alta audiológica: primeiro, ao nascimento, mediante triagem auditiva, e aos 6 meses de idade, incluindo exames comportamentais, eletroacústicos e eletrofisiológicos.
Porque
II. A perda auditiva e as alterações de linguagem podem ocorrer tardiamente e de modo abrupto ou progressivo, sendo que a perda auditiva do tipo sensorioneural pode ser uni ou bilateral, de grau leve até severo, com possibilidade de flutuação auditiva acompanhada de vertigem.

A respeito das asserções, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3161637 Fonoaudiologia
Com base na Lei Federal n° 8080, compreende-se por vigilância sanitária o conjunto de ações destinadas a eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde, bem como intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse à saúde. Essa definição inclui o controle de bens de consumo, em todas as etapas e processos, desde a produção até o consumo, além do controle da prestação de serviços que estejam direta ou indiretamente relacionados à saúde. A biossegurança, por sua vez, consiste em um conjunto de medidas funcionais e fundamentais nos serviços de saúde, destinadas a prevenir, controlar, proteger ou eliminar riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, promovendo a qualidade de vida, a saúde humana e a preservação do meio ambiente.

Dessa forma, as medidas de precaução padrão incluem:

I. A imunização dos profissionais da área da saúde, a higienização adequada das mãos e o uso correto de equipamentos de proteção individual (EPIs).
II. O manejo adequado de resíduos de serviços de saúde e o correto processamento de superfícies e artigos.
III. A adoção de medidas de vigilância epidemiológica e controle da poluição ambiental em instituições de saúde.

Com base nas afirmações acima, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3161636 Fonoaudiologia
A Fonoaudiologia já acumula mais de 30 anos de atuação junto a teleoperadores. Durante esse período, a área evoluiu acompanhando o crescimento anual, por cerca de duas décadas, de mais de 20% no setor, proporcionando maior inserção de jovens no mercado de trabalho, muitos deles sem experiência prévia.

Considerando o contexto, qual é o papel do fonoaudiólogo nessa área?
Alternativas
Q3161635 Fonoaudiologia
As fissuras lábio-palatinas (FLP) são malformações congênitas de etiologia multifatorial, envolvendo fatores genéticos e ambientais. Essas anomalias representam as malformações congênitas mais prevalentes na região facial e decorre da interrupção nos processos de fusão craniofaciais embrionárias responsáveis pela formação do palato primário e secundário, processo que ocorre entre a quarta e a décima segunda semana de gestação. Com base nessas informações, selecione a alternativa que descreve corretamente as alterações típicas associadas às FLP na audição e na fala de crianças.
Alternativas
Q3161634 Fonoaudiologia
No desenvolvimento infantil, quando se observa prejuízo na execução do planejamento e programação motora da fala, sem comprometimentos neuromusculares, caracteriza-se a Apraxia de Fala na Infância (AFI). Conforme a American Speech-Language-Hearing Association (ASHA), a AFI é um distúrbio neurológico que impacta a precisão e a consistência dos movimentos necessários para a produção da fala, na ausência de déficits neuromusculares, como reflexos anormais ou paralisia. A literatura apresenta diversos sinais clínicos associados a esse transtorno dos sons da fala, sendo consenso entre os autores:
Alternativas
Q3161633 Fonoaudiologia
A alta hospitalar de recém-nascidos e lactentes está diretamente relacionada à capacidade de realizar a função alimentar de forma segura. Nas últimas décadas, houve um aumento significativo nas pesquisas voltadas à avaliação da prontidão desses pacientes para a alimentação, com a utilização de instrumentos cada vez mais sensíveis. O estudo da anatomofisiologia da sucção e deglutição tema amplamente investigado desde a década de 1950, tem contribuído de maneira relevante para esse campo.

Com base nessas informações, selecione a alternativa correta:
Alternativas
Q3161491 Fonoaudiologia
O sistema respiratório desempenha um papel crucial na produção da voz, fornecendo o suporte aéreo necessário para a fonação. Qual estrutura atua como principal fonte de vibração para a produção vocal?
Alternativas
Q3161490 Fonoaudiologia
No manejo de disfagias, exames complementares podem exigir anestesia leve. Qual exame fonoaudiológico pode requerer sedação em situações específicas?
Alternativas
Q3161489 Fonoaudiologia
Os distúrbios de sucção, deglutição e mastigação podem impactar o desenvolvimento infantil. Qual prática é indicada para avaliar a deglutição em um recém-nascido com suspeita de disfagia?
Alternativas
Q3161488 Fonoaudiologia
As funções estomatognáticas incluem sucção, mastigação e deglutição. Qual das alterações abaixo está relacionada a uma disfunção miofuncional? 
Alternativas
Q3161487 Fonoaudiologia
As disartrias afetam a musculatura envolvida na produção da fala. Qual característica é comum em pacientes com disartria?
Alternativas
Q3161486 Fonoaudiologia
A seleção e adaptação de próteses auditivas requerem conhecimentos específicos. Ao adaptar uma prótese auditiva, é importante:
Alternativas
Respostas
4341: B
4342: A
4343: B
4344: D
4345: A
4346: B
4347: D
4348: D
4349: D
4350: B
4351: A
4352: D
4353: A
4354: D
4355: B
4356: B
4357: A
4358: A
4359: D
4360: B