Questões de Concurso Comentadas para arquiteto

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Q1207908 Arquitetura
O Plano Diretor de um município estabelece as condições para o desenvolvimento das cidades, garantindo inclusive a função social da propriedade urbana.
Anteponha V (verdadeiro) e F (falso) às alternativas abaixo. O Plano Diretor é:
( ) uma lei aprovada pela Câmara de Vereadores, sem a participação da comunidade.
( ) um pacto estabelecido pelos administradores municipais com a população.
( ) obrigatório para as cidades com mais de 20.000 habitantes.
( ) obrigatório para todas as cidades situadas em regiões metropolitanas, como também as integrantes de áreas dE especial interesse turístico.
A sequência CORRETA de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1200897 Português
                                                                                                    A gente decide
No dia dos seus 102 anos, uma adorável matriarca está sentada junto à mesa de sua cozinha, rodeada de filhas e amigas. Ela corta os quiabos que serão preparados e servidos mais tarde aos visitantes, como de costume. Entrevistada, diz ao jornalista: “A vida, a gente é que decide. Eu escolhi a felicidade”.
A aniversariante, dona Canô, mãe de Bethânia, minha irmã querida, naturalmente não quis dizer que “escolher a felicidade” é viver sem problemas, sem dramas pessoais ou as dores do mundo. Nem quer dizer ser irresponsável, eternamente infantil. Ao contrário, a entrevistada falou em “decidir” e “escolher”. Apesar de fatalidades como a doença, e a morte, o desemprego, as perdas amorosas, a falta do dinheiro essencial à dignidade, podemos decidir que tudo fica como está ou vai melhorar, dentro do que podemos. Posso optar por me sentir injustiçada, ficando amarga e sombria; posso escolher acreditar no ser humano e em alguma coisa maior do que toda a nossa humana circunstância: posso buscar sempre alguma claridade, e colaborar com ela. Dentro de minhas limitações pessoais e de minha condição individual, eu faço diferença, todos fazemos.
Desse início pessoal, passo ao mais geral: leio que 40% dos nossos jovens e crianças vivem abaixo da linha de pobreza: que o desemprego é uma calamidade, a violência cresce a cada dia e o analfabetismo não diminui; que crianças continuam, aos milhares e milhares, brincando no barro feito terra e esgoto. Leio, vejo e sei que milhares e milhares de velhos vivem em condições sub-humanas, pois sua aposentadoria é miserável, o serviço de saúde pública também, morre-se em corredores de hospitais ou em filas de postos de saúde, onde médicos exaustos e pessimamente pagos, fazem muito mais do que podem.
Não vou recitar a ladainha de que as circunstâncias não justificam euforia nem ufanismo simplesmente porque nós não decidimos algo melhor do que isso que escrevi acima, e todo o resto que qualquer um conhece – e apesar disso continuamos deitando a cabeça no travesseiro toda noite e dormindo quem sabe até bem.
Tenho medo do ufanismo: ele pode ser burro e cego. Olimpíada no Brasil, Copa do Mundo no Brasil, tudo bem: mas eu preferia que antes disso a gente tivesse resolvido os gravíssimos e tristes problemas, tão dramáticos, de comida, saúde, educação, moradia, decência e dignidade de boa parte do povo brasileiro que agora samba e celebra porque teremos Copa, teremos Olimpíada, teremos festa.
Sei que este não é um artigo simpático. Certamente não é alegrinho. Realmente ele trata do que não decidimos, ou decidimos mal, ou decidimos não decidir, como, por exemplo, exigir líderes mais sensatos, mais presentes, mais realistas, mais dignos em todos os níveis. Podíamos decidir ser mais respeitados enquanto povo, mais olhados enquanto gente, mais seguros e mais protegidos enquanto sociedade.
Ou isso a gente não decide porque nem sabe das coisas, pois não se informa, não sabe ler, se sabe ler não costuma, nem o jornal esquecido no banco do ônibus. Onde o povo carrega doença e dor, descrença e desalento, mas também, aqui e ali, leva um jornal para saber onde afinal vivemos, em quem afinal podemos acreditar, e o que afinal deveríamos esperar. Indagados, os mais desassistidos dirão que Deus é quem sabe, Deus decide, a quem ama Deus faz sofrer – frase de imensurável crueldade.
Ou será melhor nem saber nem aprender a ler, nem pegar a folha de jornal, nem ouvir o noticioso no radinho de pilha. Basta saber que sempre há em algum canto motivo para um breve ou longo carnaval, celebrando alguma coisa que possivelmente não vai encher nem o nosso bolso nem a barriga de nossos filhos, nem construir uma casa decente, nem botar esgoto, nem cuidar da nossa saúde, nem amparar nossos velhos, nem coisa nenhuma que seja forte, firme, boa e real. Porque, infelizmente, por aqui ainda decidimos pouco, e poucas vezes decidimos bem. Não porque Deus quis assim, mas porque a gente nem ao menos sabe por onde começar. (LUFT, Lya. A gente decide. VEJA. 21 out.2009.p.26.)
“Tenho medo do ufanismo: ele pode ser burro e cego. Olimpíada no Brasil, Copa do Mundo no Brasil, tudo bem: mas eu preferia que antes disso a gente tivesse resolvido os gravíssimos e tristes problemas, tão dramáticos, de comida, saúde...” A palavra em destaque representa, no sexto parágrafo, uma relação de:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1200655 Antropologia
O Parque Nacional Serra da Capivara se localiza ao Sul do Estado do Piauí. Possui vários sítios arqueológicos e o Museu do Homem Americano. Atualmente é considerado área de maior concentração de sítios pré-históricos do continente americano e Patrimônio Cultural da Humanidade - UNESCO. Contém a maior quantidade de pinturas primitivas sobre rocha do mundo. Estudos científicos confirmam que a Serra da Capivara foi densamente povoada em períodos pré–históricos. Os artefatos encontrados remontam presença registrada há 50.000 anos. Atualmente, existe intenso debate no campo da arqueologia, tendo em vista que a datação acima indicada rompe o paradigma defendido por arqueólogos americanos e europeus que indicava a ocupação das terras do continente americano há aproximadamente 11.000 anos.
Com base nas informações acima, indique o nome do(a) arqueólogo(a) responsável por esta importante descoberta.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Palhoça - SC
Q1195014 Arquitetura
O peitoril é um detalhe que protege a fachada da ação das intempéries e que deve ser devidamente projetado. Recomenda-se que o peitoril avance na lateral para dentro da alvenaria, ressalte o plano da fachada, apresente um canal inferior chamado pingadeira e tenha um caimento mínimo.
Esse caimento e esse avanço devem ser, respectivamente, de:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Ituporanga - SC
Q1194193 Português
Leia a notícia:
Em SP, poluição mata mais que trânsito.
2 de julho de 2008, por Andréa Bordinhão
Nos dias de maior poluição na cidade de São Paulo, de cada dez pessoas infartadas, uma sofre o ataque por causa da má qualidade do ar. A cada cem casos de câncer de pulmão na capital paulista, oito são por causa da poluição. Os dados foram apresentados pelo médico patologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, professor titular do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP e pesquisador do Laboratório de Poluição Atmosférica da Universidade, Paulo Hilário Saldiva. As estatísticas foram colhidas ao longo de anos de pesquisas desenvolvidas pelos profissionais do laboratório e publicadas em revistas especializadas
Fonte: Revista Veja. Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-saude/sp-poluicao-mata-mais-transito-342796.shtml.
Analise as afirmações abaixo relacionadas ao assunto abordado pela Revista Veja:
1. Nas grandes cidades, como São Paulo, a poluição constitui um grave problema de saúde pública.
2. Como uma solução para a poluição das grandes cidades, o governo deveria estimular o transporte individual.
3. As doenças causadas pela poluição são capazes de levar à morte as pessoas mais suscetíveis.
4. Segundo muitos especialistas, uma das soluções possíveis para os problemas gerados pela poluição nas grandes cidades seria a redução do tráfego de veículos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmações corretas.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: SESPA-PA
Q1193438 Arquitetura
Sobre questões ambientais urbanas, especificamente no que diz respeito à definição de áreas de proteção, planejamento urbano e enchentes, é apropriado, tecnicamente e socialmente, considerar que: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FUNRIO Órgão: MJSP
Q1190809 Arquitetura
De acordo com a Lei no 8.666/93, que estabelece normas para licitações e contratos da Administração Pública NÃO são considerados serviços técnicos especializados os trabalhos relativos a: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Parauapebas - PA
Q1188737 Arquitetura
Suponha edificação de pequeno porte, com sistema construtivo de fundação em sapatas, estrutura em concreto armado convencional, usinado, vedações em alvenaria de tijolos de barro e cobertura em telhas de barro, estruturada em madeira. Em termos genéricos e usuais, consagrados pela execução de obra civil para edificações com as características descritas, assinale a alternativa mais apropriada quanto ao seu pré-dimensionamento estrutural, em concreto armado:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Ponta Grossa - PR
Q1185456 Administração Financeira e Orçamentária
Assinale a alternativa correta. De acordo com a Lei Complementar nº 101/2000, a concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária da qual decorra renúncia de receita deverá estar acompanhada de
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: Prefeitura de Caruaru - PE
Q1182813 Arquitetura
Novas metrópoles enfrentam velhos problemas
A industrialização do país, após a era JK, promoveu um crescente processo de urbanização e consequente aumento das principais cidades brasileiras. Em 1950, apenas São Paulo e Rio de Janeiro tinham mais de 1 milhão de habitantes. Em quatro décadas, 13 cidades do Brasil atingiram esse patamar. Com o aumento do tamanho das cidades, surgiram novas metrópoles. Além da região metropolitana de São Paulo, que abrange 39 municípios, e da do Rio de Janeiro, que engloba 21 cidades, existem hoje, no Brasil, outras dez grandes metrópoles. Juntas, elas abrigam 33,6% da população brasileira.
Um dos problemas enfrentados pelos grandes centros metropolitanos é a alta demanda pela sua infraestrutura hospitalar. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a demanda pela infraestrutura na área de saúde adquire escala geométrica. Lá, havia, em 1999, 145 hospitais particulares, 37 estaduais e 17 municipais. Apesar de a Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelecer como padrão aceitável o número de 4,5 leitos para cada mil habitantes, São Paulo tinha naquele ano apenas 3,7. E isso, contando apenas a população da capital, que atende a demanda de grande parte da sua região metropolitana. No ABC paulista, onde a demanda de municípios vizinhos com menos estrutura também é grande, o número de leitos em hospitais públicos aumentou 73%, de 1990 a 1997. Mesmo assim, apenas São Caetano do Sul possui o número de leitos recomendado pela OMS.
Outro grande problema das metrópoles brasileiras, que diz respeito à ocupação espacial, é o da habitação. Segundo a Prefeitura Municipal de São Paulo, entre 1973 e 1987, enquanto a população total do município cresceu 60%, o número de residentes em favelas aumentou mais de 100%. Em 1996, 7,61% dos paulistanos residia em favelas. No Rio de Janeiro, de acordo com o IBGE, os favelados passaram de 7,13 % da população, em 1950, para 17,57%, em 1991. No Rio de Janeiro, as favelas representam 35% da área total da cidade.
A favelização é um dos fatores responsáveis pelo que os pesquisadores chamam de “polarização social”. Com base em dados estatísticos do IBGE, os pesquisadores do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR/UFRJ) Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro e Luciana Corrêa do Lago defendem que enquanto 63,2% da população dos bairros possui pelo menos oito anos de estudo, 74,2% dos residentes em favelas estudaram no máximo sete anos. Nos postos de emprego, 34,5% dos moradores de bairro são trabalhadores de classe média, 23,1% são proletários do setor terciário, 13% são trabalhadores de elite e 12,4% são operários. Nas favelas, 33,5% são proletários do setor terciário, 27,8% são operários, 17,1% estão em subempregos e 15,2% são trabalhadores de classe média.
Para a jornalista carioca Ana Lúcia Vieira de Azevedo, a sustentabilidade das metrópoles só será possível com a descentralização da política urbana. "Cada bairro ou micro-região deveria ser uma estrutura administrativa com razoável autonomia", ela diz. Segundo Azevedo, essa autonomia seria suficiente para identificar, gerir e solucionar mais rapidamente os problemas da micro-região. O urbanista Eduardo Alva, no entanto, diz que a descentralização e a participação nas decisões têm que ser conquistadas pelas comunidades locais. Já a pesquisadora Regina Maria Prosperi Meyer, do Centro de Estudos da Metrópole, ligado à USP, diz que as políticas públicas nas metrópoles têm que abranger todos os municípios envolvidos. "O projeto desenvolvido em escala metropolitana é sempre impulsionado e sustentado por questões abrangentes, que só encontrarão respostas efetivas nessa escala", declara Meyer.
Texto disponível em: http://www.comciencia.br/reportagens/cidades/cid07.htm.  Acesso em 29/08/09. Adaptado.
No texto a “alta demanda pela infraestrutura hospitalar” e a “habitação” são utilizadas como exemplos, na defesa da seguinte tese:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1182354 Arquitetura
O pós-modernismo é considerado como uma:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Parauapebas - PA
Q1181341 Arquitetura
Considerando procedimentos padronizados de execução de alvenaria em blocos cerâmicos, é tecnicamente válido considerar que
Alternativas
Ano: 2008 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: CAERN
Q1227301 Arquitetura
Para aumentar a produtividade técnica, os softwares gráficos utilizados na área de arquitetura e engenharia permitem associações, objetivando extração de dados dos elementos gráficos para planilhas, como, por exemplo, as de orçamento. Para que isso seja possível, na fase de planejamento do trabalho gráfico é necessária a
Alternativas
Ano: 2007 Banca: CESGRANRIO Órgão: INEA-RJ
Q1236396 Arquitetura
Os indicadores de desenvolvimento sustentável do IBGE – Brasil 2004, em relação ao tratamento dos resíduos urbanos, mostram que
Alternativas
Q1226694 Arquitetura
Julgue o item a seguir, referentes a conhecimentos requeridos para a fiscalização de obras.
Meia-colher é uma ferramenta do pedreiro usada no canteiro de obra para os serviços de revestimento.
Alternativas
Q1226584 Arquitetura
Julgue o item a seguir, referentes a conhecimentos requeridos para a fiscalização de obras.
Sarrafo é qualquer pedaço de madeira com menos de 30 cm de largura. Entretanto, a nomenclatura pode variar conforme as dimensões: se tiver 20 cm poderá se chamar sarrafão e, caso sua largura seja de 5 cm, poderá ser, simplesmente, uma ripa.
Alternativas
Q1226496 Arquitetura
Julgue o item a seguir, referentes a conhecimentos requeridos para a fiscalização de obras.
As vigas devem ser descimbradas do centro para as extremidades; assim, ao se desformar uma viga, é terminantemente proibido retirar por último o escoramento de sua região central.
Alternativas
Q1226480 Arquitetura
Julgue o item a seguir, referentes a conhecimentos requeridos para a fiscalização de obras.
A curva ABC usada para administração de estoques, definição de políticas de vendas e programação da produção é uma relação de preços, tanto de insumos como de serviços, disposta do item de menor valor para o item de maior valor.
Alternativas
Q1226420 Arquitetura
Julgue o item a seguir, referentes a conhecimentos requeridos para a fiscalização de obras.
Os custos diretos de uma obra são aqueles oriundos da mão-de-obra aplicada, dos materiais utilizados, dos equipamentos empregados etc.
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FUNRIO Órgão: SUFRAMA
Q1220892 Arquitetura
O processo de impermeabilização indicado para situações em que a água exerce pressão sobre a estrutura de uma edificação, como no caso dos reservatórios d’água, é:
Alternativas
Respostas
14081: C
14082: D
14083: C
14084: E
14085: D
14086: B
14087: A
14088: B
14089: A
14090: E
14091: A
14092: D
14093: B
14094: C
14095: E
14096: C
14097: C
14098: E
14099: C
14100: E