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Existe atualmente um conceito que propõe uma arquitetura e um design mais centrados no ser humano e na sua diversidade. Estabelece critérios para que edificações, ambientes internos, urbanos e produtos atendam a um maior número de usuários, independentemente de suas características físicas, habilidades e faixa etária, favorecendo a biodiversidade humana e proporcionando uma melhor ergonomia para todos. Assim, foram definidos na Lei Federal n° 13.146 - inclusão da pessoa com deficiência - e Lei Federal n° 10.098 - normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade - sete princípios básicos: uso equitativo, uso flexível, uso simples e intuitivo, informação de fácil percepção, tolerância ao erro, baixo esforço físico e dimensão e espaço para aproximação e uso.
Qual o nome do referido conceito?
Conforme estabelece a Norma Brasileira da ABNT, NBR 9050 – acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos – parques, praças e locais turísticos que possuam pavimentação, mobiliário ou equipamentos edificados ou montados devem ser dotados de rotas acessíveis. Dentro dos itens abaixo apresentados é correto afirmar que são verdadeiros:
I - Nos locais onde as características ambientais sejam legalmente preservadas, deve-se buscar o máximo grau de acessibilidade com mínima intervenção no meio ambiente.
II - O piso das rotas acessíveis deve atender quanto à inclinação transversal da superfície que será de até 3 % para pisos externos pavimentados.
III - O piso das rotas acessíveis deve atender quanto à inclinação longitudinal da superfície que será inferior a 5 % para pisos externos pavimentados.
IV – O piso de rotas acessíveis que possuírem inclinações iguais ou superiores a 5 % são consideradas rampas.
V - Toda rampa deve possuir corrimão de duas alturas em cada lado da rampa, conforme detalhamento e especificações da Norma.
Como inspiração no paisagismo de parques, praças e jardins públicos do Brasil os projetos deveriam refletir, além da estrutura particular necessária, uma proposta que se remeta ao uso da grande diversidade da vegetação típica da flora brasileira.
Referência indiscutível como pintor, escultor, ceramista, tapeceiro, designer de joias, arquiteto e paisagista, na sua obra imprimiu novas tendências e conceitos. Particularmente foi a pintura que influenciou a criação de sua obra paisagista, definindo-se como "artista de jardim". As plantas baixas de seus projetos lembram a maioria das vezes telas abstratas, linhas orgânicas em contraponto à rigidez clássica dos jardins clássicos, nas quais os espaços criados privilegiam a formação de recantos e caminhos através dos elementos de vegetação nativa. Ficou conhecido e foi precursor pela sua preocupação ambiental e pela preocupação com a preservação da flora brasileira. Em seus projetos, cheios de criações e novos conceitos inovou ao usar plantas nativas do Brasil e isso se tornou sua característica marcante. Por esse motivo seu estilo tornou-se sinônimo do paisagismo brasileiro no mundo, sendo seu nome:
Estabelece o Plano Diretor do Município de Seara que toda construção, reconstrução, reforma, ampliação ou demolição efetuadas por particulares, entidades ou órgãos públicos, no Município de Seara, com exceção de demolição, será precedida dos seguintes atos administrativos:
I - Consulta de viabilidade técnica para construção.
II - Análise do projeto arquitetônico e hidrossanitário.
III - Parecer técnico arquitetônico.
IV - Aprovação dos projetos definitivos.
V - Alvará de construção - licenciamento da obra.
VI - Alinhamento para construção.
Acerca do tema, estão corretas as assertivas:
Conforme o Código de Obras do Município de Seara estabelece em seu artigo 234, todos os compartimentos deverão ter comunicação com o exterior, podendo acontecer esta de duas formas: direta ou indireta.
Com base na legislação em comento, é correto afirmar que compartimentos com comunicação indireta são definidos quando:
Com base na seguinte tabela gerada no Microsoft Excel:

Ao selecionar toda tabela, pedir para Copiar e acionar a opção Colar – Transpor (T), conforme representado na figura a seguir, na Célula D1:

Qual será o resultado do processo?
Fonte:http://www.aguas.sc.gov.br/jsmallfib_top/DHRI/bacias_hidrograficas/bacias_hidrograficas_sc.pdf
Santa Catarina está no topo do ranking de desenvolvimento humano e econômico. A qualidade de vida do estado é uma das maiores do país e o índice de expectativa de vida é superior à média nacional. Além disso, Santa Catarina tem a melhor distribuição de renda entre todos os estados brasileiros e os menores índices de pobreza, analfabetismo e violência. Nas últimas três décadas, a economia catarinense cresceu 340% e hoje o estado possui o 4° maior PIB per capita do Brasil. Segundo as estimativas do IBGE, com dados divulgados em julho do corrente ano, expectativa de vida a nível nacional e do estado de Santa Catarina, respectivamente está apresentada em:
Fonte: http://turismo.sc.gov.br/o-estado/ e https://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/santa-catarina-tem-a-maiorexpectativa-de-vida-ate-2060-segundo-ibge
Observe: “Fui me confessar ao mar. O que ele disse? Nada.” - Lygia Fagundes Telles -
A figura ou vício de linguagem observada na construção acima pode ser classificado como:
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/