Questões de Concurso Comentadas para farmacêutico

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Ano: 2023 Banca: Instituto Consulplan Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES Provas: Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional Especialista em Saúde C (PES-C) – Terapeuta Ocupacional | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Engenharia e Arquitetura (PEA) – Engenheiro de Tráfego | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional Especialista em Saúde B (PES-B) – Farmacêutico | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Especialidades B (PE-B) – Nutricionista | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Odontologia (PeO) – Odontólogo | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional Especialista em Assistência Social – A (PEAS-A) – Psicólogo | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional Especialista em Saúde A (PES-A) – Psicólogo | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Psiquiatra | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Cardiologista | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Clínico Geral 20h | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Clínico Geral 40h | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico do Trabalho | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Ginecologista | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Infectologista | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Ortopedista | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Pediatra |
Q2304244 Português
A mídia realmente tem o poder
de manipular as pessoas?

          À primeira vista, a resposta para a pergunta que intitula este artigo parece simples e óbvia: sim, a mídia é um poderoso instrumento de manipulação. A ideia de que o frágil cidadão comum é onipotente frente aos gigantescos e poderosos conglomerados da comunicação é bastante atrativa intelectualmente. Influentes nomes, como Adorno e Horkheimer, os primeiros pensadores a realizar análises mais sistemáticas sobre o tema, concluíram que os meios de comunicação em larga escala moldavam e direcionavam as opiniões de seus receptores. Segundo eles, o rádio torna todos os ouvintes iguais ao sujeitá-los, autoritariamente, aos idênticos programas das várias estações. No livro Televisão e Consciência de Classe, Sarah Chucid da Viá afirma que o vídeo apresenta um conjunto de imagens trabalhadas, cuja apreensão é momentânea, de forma a persuadir rápida e transitoriamente o grande público. Por sua vez, o psicólogo social Gustav Le Bon considerava que, nas massas, o indivíduo deixava de ser ele próprio para ser um autômato sem vontade e os juízos aceitos pelas multidões seriam sempre impostos e nunca discutidos. Assim, fomentou-se a concepção de que a mídia seria capaz de manipular incondicionalmente uma audiência submissa, passiva e acrítica.
          Todavia, como bons cidadãos céticos, devemos duvidar (ou ao menos manter certa ressalva) de preposições imediatistas e aparentemente fáceis. As relações entre mídia e público são demasiadamente complexas, vão muito além de uma simples análise behaviorista de estímulo/resposta. As mensagens transmitidas pelos grandes veículos de comunicação não são recebidas automaticamente e da mesma maneira por todos os indivíduos. Na maioria das vezes, o discurso midiático perde seu significado original na controversa relação emissor/receptor. Cada indivíduo está envolto em uma “bolha ideológica”, apanágio de seu próprio processo de individuação, que condiciona sua maneira de interpretar e agir sobre o mundo. Todos nós, ao entrarmos em contato com o mundo exterior, construímos representações sobre a realidade. Cada um de nós forma juízos de valor a respeito dos vários âmbitos do real, seus personagens, acontecimentos e fenômenos e, consequentemente, acreditamos que esses juízos correspondem à “verdade”. [...]
          Não obstante, a mídia é apenas um, entre vários quadros ou grupos de referência, aos quais um indivíduo recorre como argumento para formular suas opiniões. Nesse sentido, competem com os veículos de comunicação como quadros ou grupos de referência fatores subjetivos/psicológicos (história familiar, trajetória pessoal, predisposição intelectual), o contexto social (renda, sexo, idade, grau de instrução, etnia, religião) e o ambiente informacional (associação comunitária, trabalho, igreja). “Os vários tipos de receptor situam-se numa complexa rede de referências em que a comunicação interpessoal e a midiática se completam e modificam”, afirmou a cientista social Alessandra Aldé em seu livro: “A construção da política: democracia, cidadania e meios de comunicação de massa”. Evidentemente, o peso de cada quadro de referência tende a variar de acordo com a realidade individual. [...]
          Recorrendo ao pensamento de Saussure, é importante ressaltar que o cidadão comum não tem o domínio completo da estrutura linguística. Até um analfabeto funcional não representa um alvo completamente vulnerável à persuasão midiática, pois suas próprias dificuldades interpretativas o impedem de replicar fielmente qualquer tipo de discurso ideológico que seja oriundo dos meios de comunicação em larga escala. Como bem asseverou Muniz Sodré, a mídia não manipula, mas sugere determinadas pautas e, em última instância, cabe aos seus receptores aceitarem ou não. Os grandes veículos de comunicação podem até ter expectativas manipuladoras ou idealizar um modelo de público, mas a recepção de um enunciado sempre vai ser individualizada e recriada pelo sujeito.
(Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/
imprensa-em-questao/a-midia-realmente-tem-o-poder-de-manipular-
as-pessoas/. Francisco Fernandes Ladeira. Em: 14/04/2015. Edição 846.
Adaptado.)
De acordo com o apresentado no texto em análise, pode-se afirmar que o tema abordado está corretamente indicado em:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto Consulplan Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES Provas: Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional Especialista em Saúde C (PES-C) – Terapeuta Ocupacional | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Engenharia e Arquitetura (PEA) – Engenheiro de Tráfego | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional Especialista em Saúde B (PES-B) – Farmacêutico | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Especialidades B (PE-B) – Nutricionista | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Odontologia (PeO) – Odontólogo | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional Especialista em Assistência Social – A (PEAS-A) – Psicólogo | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional Especialista em Saúde A (PES-A) – Psicólogo | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Psiquiatra | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Cardiologista | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Clínico Geral 20h | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Clínico Geral 40h | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico do Trabalho | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Ginecologista | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Infectologista | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Ortopedista | Instituto Consulplan - 2023 - Prefeitura de Guarapari - ES - Profissional em Medicina (PeM) – Médico Pediatra |
Q2304243 Português
A mídia realmente tem o poder
de manipular as pessoas?

          À primeira vista, a resposta para a pergunta que intitula este artigo parece simples e óbvia: sim, a mídia é um poderoso instrumento de manipulação. A ideia de que o frágil cidadão comum é onipotente frente aos gigantescos e poderosos conglomerados da comunicação é bastante atrativa intelectualmente. Influentes nomes, como Adorno e Horkheimer, os primeiros pensadores a realizar análises mais sistemáticas sobre o tema, concluíram que os meios de comunicação em larga escala moldavam e direcionavam as opiniões de seus receptores. Segundo eles, o rádio torna todos os ouvintes iguais ao sujeitá-los, autoritariamente, aos idênticos programas das várias estações. No livro Televisão e Consciência de Classe, Sarah Chucid da Viá afirma que o vídeo apresenta um conjunto de imagens trabalhadas, cuja apreensão é momentânea, de forma a persuadir rápida e transitoriamente o grande público. Por sua vez, o psicólogo social Gustav Le Bon considerava que, nas massas, o indivíduo deixava de ser ele próprio para ser um autômato sem vontade e os juízos aceitos pelas multidões seriam sempre impostos e nunca discutidos. Assim, fomentou-se a concepção de que a mídia seria capaz de manipular incondicionalmente uma audiência submissa, passiva e acrítica.
          Todavia, como bons cidadãos céticos, devemos duvidar (ou ao menos manter certa ressalva) de preposições imediatistas e aparentemente fáceis. As relações entre mídia e público são demasiadamente complexas, vão muito além de uma simples análise behaviorista de estímulo/resposta. As mensagens transmitidas pelos grandes veículos de comunicação não são recebidas automaticamente e da mesma maneira por todos os indivíduos. Na maioria das vezes, o discurso midiático perde seu significado original na controversa relação emissor/receptor. Cada indivíduo está envolto em uma “bolha ideológica”, apanágio de seu próprio processo de individuação, que condiciona sua maneira de interpretar e agir sobre o mundo. Todos nós, ao entrarmos em contato com o mundo exterior, construímos representações sobre a realidade. Cada um de nós forma juízos de valor a respeito dos vários âmbitos do real, seus personagens, acontecimentos e fenômenos e, consequentemente, acreditamos que esses juízos correspondem à “verdade”. [...]
          Não obstante, a mídia é apenas um, entre vários quadros ou grupos de referência, aos quais um indivíduo recorre como argumento para formular suas opiniões. Nesse sentido, competem com os veículos de comunicação como quadros ou grupos de referência fatores subjetivos/psicológicos (história familiar, trajetória pessoal, predisposição intelectual), o contexto social (renda, sexo, idade, grau de instrução, etnia, religião) e o ambiente informacional (associação comunitária, trabalho, igreja). “Os vários tipos de receptor situam-se numa complexa rede de referências em que a comunicação interpessoal e a midiática se completam e modificam”, afirmou a cientista social Alessandra Aldé em seu livro: “A construção da política: democracia, cidadania e meios de comunicação de massa”. Evidentemente, o peso de cada quadro de referência tende a variar de acordo com a realidade individual. [...]
          Recorrendo ao pensamento de Saussure, é importante ressaltar que o cidadão comum não tem o domínio completo da estrutura linguística. Até um analfabeto funcional não representa um alvo completamente vulnerável à persuasão midiática, pois suas próprias dificuldades interpretativas o impedem de replicar fielmente qualquer tipo de discurso ideológico que seja oriundo dos meios de comunicação em larga escala. Como bem asseverou Muniz Sodré, a mídia não manipula, mas sugere determinadas pautas e, em última instância, cabe aos seus receptores aceitarem ou não. Os grandes veículos de comunicação podem até ter expectativas manipuladoras ou idealizar um modelo de público, mas a recepção de um enunciado sempre vai ser individualizada e recriada pelo sujeito.
(Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/
imprensa-em-questao/a-midia-realmente-tem-o-poder-de-manipular-
as-pessoas/. Francisco Fernandes Ladeira. Em: 14/04/2015. Edição 846.
Adaptado.)
De acordo com as informações e ideias trazidas ao texto, pode-se afirmar que, em relação à mídia e sua atuação na sociedade, há considerações que demonstram:
Alternativas
Q2303585 Farmácia
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:

O ______ é um exemplo de pó de origem vegetal.
Alternativas
Q2303584 Farmácia
A rotulagem adequada de medicamentos desempenha um papel fundamental na garantia da segurança, da eficácia e do uso correto desses produtos. Ela contribui para a prevenção de erros de medicação, facilitando a identificação correta do produto e fornecendo instruções claras de administração. Sobre a presença obrigatória de determinado item no rótulo de uma formulação farmacêutica, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2303583 Farmácia
Sobre medicamentos de uso tópico, analisar os itens abaixo:

I. Os medicamentos para uso tópico são sempre lipossolúveis.
II. Cremes são preparações semissólidas obtidas por meio de bases A/O ou O/A, com um ou mais princípios ativos ou aditivos dissolvidos ou dispersos na base adequada.
III. Géis são sistemas semissólidos que consistem em dispersões de pequenas ou grandes moléculas em um veículo líquido aquoso com um agente gelificante.
IV. Pastas são preparações semissólidas que contêm uma consistência firme.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q2303582 Farmácia
 Em relação ao antagonismo farmacológico, analisar os itens a seguir:

I. O antagonismo fisiológico ocorre quando dois agentes produzem efeitos fisiológicos opostos.
II. O antagonismo competitivo ocorre quando ambos os fármacos se ligam a receptores diferentes.
III. O antagonismo farmacocinético se caracteriza por um fármaco afetar a absorção, o metabolismo ou a eliminação de outro.
IV. O antagonismo fisiológico ocorre quando dois agentes produzem os mesmos efeitos fisiológicos.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q2303581 Farmácia
A distribuição de medicamentos é um processo crucial no sistema de saúde, garantindo o acesso seguro e eficiente de medicamentos à população. Dessa forma, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2303580 Farmácia
Quanto aos incentivos à assistência farmacêutica na atenção básica, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2303578 Farmácia
Em relação às cápsulas, analisar os itens abaixo:

I. A cápsula gelatinosa dura é a forma farmacêutica sólida oral de eleição na farmácia magistral.
II. O conteúdo das cápsulas pode ser sólido, líquido ou semissólido.
III. Para as cápsulas duras, quanto maior o algarismo designativo, menor a capacidade volumétrica da cápsula.
IV. As cápsulas moles são mais flexíveis que as duras, devido à presença de glicerina ou sorbitol.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q2303577 Farmácia
Sobre a Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT), assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2303575 Farmácia
Conforme o Código de Ética Profissional do Farmacêutico, sobre as infrações e as regras de aplicação das sanções disciplinares, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Àquele que continuar a exercer a profissão mesmo enquanto estiver sob a sanção disciplinar de suspensão será aplicada idêntica pena pelo prazo em dobro ao originalmente determinado.
( ) Os casos omissos serão resolvidos pelo Plenário do Conselho Federal de Farmácia.
Alternativas
Q2301594 Farmácia
Assinale a alternativa que apresenta uma condição capaz de reduzir a sensibilidade dos exames de detecção de sangue na urina.
Alternativas
Q2301593 Noções de Informática
Para evitar problemas de funcionalidade, o uso do Hórus deverá ocorrer por meio do seguinte navegador de internet:
Alternativas
Q2301592 Farmácia
O Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica (software Hórus) é disponibilizado pelo Ministério da Saúde de forma gratuita. São funcionalidades do Hórus, EXCETO:
Alternativas
Q2301591 Farmácia
Conforme as diretrizes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), uma preparação magistral pode ser definida como:
Alternativas
Q2301590 Farmácia
A Farmacoeconomia é uma ciência que incorpora conceitos de Economia na área da saúde. São métodos conhecidos e utilizados na Farmacoeconomia, EXCETO: 
Alternativas
Q2301588 Farmácia
Durante o preparo para a competição, um fisiculturista de 28 anos começou a apresentar febre. Preocupado com a situação, ele procurou atendimento médico imediato. Após a anamnese, o médico solicitou a avaliação de leucocitúria, a qual é detectada em amostras de:
Alternativas
Q2301587 Farmácia
Sobre as interações medicamentosas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2301586 Farmácia
Considere as informações apresentadas a seguir para a resolução da questão.


Ao paciente T.S., 19 anos, foi prescrito 1000 ml de solução glicofisiológica, cuja concentração é de 12% m/V. Contudo, na unidade havia disponível apenas soro fisiológico e ampolas (10 ml cada) de glicose a 50% m/V. 
Se utilizado um frasco de 1.000 mL de salina para diluição, certa quantidade de volume deverá ser descartada para que, após a adição da glicose (volume das ampolas), a concentração final seja de 12% m/V. O volume de soro fisiológico que deverá ser desprezado será de:
Alternativas
Q2301585 Farmácia
Considere as informações apresentadas a seguir para a resolução da questão.


Ao paciente T.S., 19 anos, foi prescrito 1000 ml de solução glicofisiológica, cuja concentração é de 12% m/V. Contudo, na unidade havia disponível apenas soro fisiológico e ampolas (10 ml cada) de glicose a 50% m/V. 
Para preparar a solução prescrita ao paciente T.S., o número de ampolas de glicose necessárias será de:
Alternativas
Respostas
15021: C
15022: D
15023: B
15024: D
15025: C
15026: B
15027: C
15028: A
15029: D
15030: C
15031: A
15032: B
15033: A
15034: D
15035: B
15036: A
15037: D
15038: B
15039: C
15040: B