Questões de Concurso Comentadas para jornalista

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Q198851 Legislação Federal
ulgue os itens seguintes, tendo por fundamento o Estatuto Social da EBC — Decreto n.º 6.689/2008.

No que diz respeito ao capital e às ações da EBC, dispõe o estatuto que cada ação ordinária confere ao seu titular direito a voto nas deliberações da Assembleia Geral, podendo ser acionistas da empresa as entidades da administração federal indireta, os estados, o Distrito Federal e os municípios, bem como suas entidades da administração indireta, tendo estas preferência na subscrição de novas ações, independentemente da quantidade de ações que possuírem.
Alternativas
Q198850 Legislação Federal
Com base na lei de criação da EBC — Lei n.º 11.652/2008 —,julgue os itens de 33 a 37.

A lei de regência impõe às prestadoras de serviços de televisão — seja por assinatura, seja de canais abertos — o dever de disponibilizar, em suas áreas de prestação de serviço, canais de programação e distribuição para serem utilizados pela EBC na divulgação de conteúdos da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, do Supremo Tribunal Federal e da emissora oficial da Procuradoria-Geral da República.
Alternativas
Q198849 Legislação Federal
Com base na lei de criação da EBC — Lei n.º 11.652/2008 —,julgue os itens de 33 a 37.

A EBC, consoante a lei que a criou, conta com uma Ouvidoria, presidida pelo ouvidor-geral, a quem compete exercer a crítica interna e externa da programação produzida ou veiculada pela empresa, em especial, no que se refere ao respeito aos princípios e objetivos dos serviços de radiodifusão pública. Durante o seu mandato, de dois anos, o ouvidor somente perderá o cargo por decisão do diretor-presidente da EBC, após aprovação do Conselho de Administração, por renúncia ou por decisão judicial definitiva.
Alternativas
Q198847 Legislação Federal
Com base na lei de criação da EBC — Lei n.º 11.652/2008 —,julgue os itens de 33 a 37.

Os princípios que regem a prestação dos serviços d radiodifusão pública por órgãos do Poder Executivo o mediante outorga a entidades de sua administração indiret incluem a prioridade sobre os sistemas privados e a nã discriminação religiosa, político-partidária, filosófica, étnica de gênero ou de opção sexual.
Alternativas
Q198833 Raciocínio Lógico
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Tendo como referência o texto acima, julgue os itens subsequentes

Suponha que X e Y representem, respectivamente, as proposições “A mente das crianças é uma tábula rasa sobre a qual os diversos conteúdos devem ser inscritos” e “A mente das crianças é um espaço em branco sobre o qual os diversos conteúdos devem ser inscritos”. Nesse caso, a proposição “A mente das crianças é uma tábula rasa, um espaço em branco sobre o qual os diversos conteúdos devem ser inscritos” estará corretamente simbolizada por XVY.
Alternativas
Q198832 Raciocínio Lógico
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Tendo como referência o texto acima, julgue os itens subsequentes

A proposição “Caso estudem em escola de ensino tradicional, quando fizerem vestibulares meus filhos serão aprovados, desde que não tenham problemas emocionais” é logicamente equivalente a “Meus filhos não estudam em escola de ensino tradicional, não farão vestibular, têm problemas emocionais ou serão aprovados no vestibular”.
Alternativas
Q198828 Redação Oficial
Cada um dos próximos itens apresenta um trecho de redação decorrespondência oficial, que deve ser julgado certo se atender aos requisitos de impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem,clareza, concisão, formalidade e uniformidade, ou errado, em caso contrário.

Em se tratando de matéria relativa a direito de veiculação de programas televisivos, insto contra a manifestação popular que o pleito seja decidido por plebiscito.
Alternativas
Q198826 Redação Oficial
Em documento destinado a governador ou a ministro de Estado, a cujos cargos correspondem o tratamento “Vossa Excelência”, deve-se tratá-los por “Senhor”.
Alternativas
Q198825 Redação Oficial
Julgue os itens subsequentes, relativos à redação de correspondências oficiais.

Nas comunicações oficiais, com exceção das assinadas pelo presidente da República, devem constar nome e cargo da autoridade que as expede.
Alternativas
Q198820 Português
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No que se refere às ideias do texto e à sua tipologia textual, julgue
os itens subsequentes.

Julgue os itens de 4 a 7, relativos a aspectos morfossintáticos e semânticos do texto.

Sem prejuízo para a correção gramatical do texto e o seu sentido original, feitas as necessárias adaptações na pontuação e no emprego de maiúscula e minúscula, os dois últimos períodos do primeiro parágrafo do texto poderiam ser unidos mediante o emprego da conjunção mas entre eles.
Alternativas
Q198819 Português
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No que se refere às ideias do texto e à sua tipologia textual, julgue
os itens subsequentes.

Julgue os itens de 4 a 7, relativos a aspectos morfossintáticos e semânticos do texto.

A retirada da vírgula empregada logo após “Heródoto” (L.22) prejudicaria a correção gramatical do texto
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: DETRAN-RS
Q1212243 Legislação de Trânsito
De acordo com a legislação de trânsito vigente, notadamente a chamada lei seca, julgue o próximo item.
A legislação de trânsito brasileira não prevê punição para pessoas que dirijam sob influência de substância psicoativa, salvo para o uso abusivo de álcool.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: DETRAN-RS
Q1212096 Legislação de Trânsito
Com relação à formação de condutores e ao processo de habilitação, julgue o item subsecutivo.
A formação de condutores deverá incluir, obrigatoriamente,cursos de direção defensiva, sinalização das vias, conceitos básicos de proteção ao meio ambiente relacionados ao trânsito e atendimento emergencial a vítimas de trânsito.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1208489 Jornalismo
Analise as afirmativas:
I. Torna um fato público através da informação, ou seja, de seu anúncio.
II. Detalha e contextualiza o fato.
III. Leva o leitor a uma análise crítica do acontecimento.
IV. Tem predominância da forma narrativa.
Sobre a notícia, é correto o que se afirma apenas na(s) alternativa(s): 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194243 Comunicação Social
Segundo KOPLIN e FERRARETO (1996), cada uma das três áreas de uma ACS possui tarefas e responsabilidades bem distintas. Sobre este tema, leia as assertivas a seguir:    I. Jornalismo – compreende o serviço de administração do fluxo de informações jornalísticas das fontes para os veículos, e vice-versa.  II. RP – realiza esforço contínuo para estabelecer e manter compreensão mútua entre uma organização pública ou privada e todos os grupos aos quais está ligada direta ou indiretamente.  III. Jornalismo – preocupa-se com a criação, planejamento e execução de programas de integração interna e externa.    Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194236 Jornalismo
Conforme os autores citados na questão, independente do modelo básico de relato, a reportagem pode variar os seus esquemas, ou planos, e as informações. Os tipos mais comuns de esquemas são:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194224 Comunicação Social
BELTRÃO e QUIRINO (2003) afirmam que, se o objetivo básico da comunicação é a promoção de condições para a realização do homem na sociedade, a comunicação de massa deve exercer quatro funções, classificadas de acordo com o conteúdo manifesto de suas mensagens. São elas:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194217 Relações Públicas
Segundo KOPLIN e FERRARETO (1996), a formação da opinião pública ou de correntes de opinião, efetiva-se em três níveis básicos. São eles:   
Alternativas
Respostas
8301: E
8302: E
8303: E
8304: E
8305: E
8306: C
8307: E
8308: C
8309: C
8310: E
8311: C
8312: A
8313: E
8314: E
8315: E
8316: A
8317: D
8318: E
8319: A
8320: A