Questões de Concurso Comentadas para jornalista

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Q198819 Português
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No que se refere às ideias do texto e à sua tipologia textual, julgue
os itens subsequentes.

Julgue os itens de 4 a 7, relativos a aspectos morfossintáticos e semânticos do texto.

A retirada da vírgula empregada logo após “Heródoto” (L.22) prejudicaria a correção gramatical do texto
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: DETRAN-RS
Q1212243 Legislação de Trânsito
De acordo com a legislação de trânsito vigente, notadamente a chamada lei seca, julgue o próximo item.
A legislação de trânsito brasileira não prevê punição para pessoas que dirijam sob influência de substância psicoativa, salvo para o uso abusivo de álcool.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: DETRAN-RS
Q1212096 Legislação de Trânsito
Com relação à formação de condutores e ao processo de habilitação, julgue o item subsecutivo.
A formação de condutores deverá incluir, obrigatoriamente,cursos de direção defensiva, sinalização das vias, conceitos básicos de proteção ao meio ambiente relacionados ao trânsito e atendimento emergencial a vítimas de trânsito.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1208489 Jornalismo
Analise as afirmativas:
I. Torna um fato público através da informação, ou seja, de seu anúncio.
II. Detalha e contextualiza o fato.
III. Leva o leitor a uma análise crítica do acontecimento.
IV. Tem predominância da forma narrativa.
Sobre a notícia, é correto o que se afirma apenas na(s) alternativa(s): 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194243 Comunicação Social
Segundo KOPLIN e FERRARETO (1996), cada uma das três áreas de uma ACS possui tarefas e responsabilidades bem distintas. Sobre este tema, leia as assertivas a seguir:    I. Jornalismo – compreende o serviço de administração do fluxo de informações jornalísticas das fontes para os veículos, e vice-versa.  II. RP – realiza esforço contínuo para estabelecer e manter compreensão mútua entre uma organização pública ou privada e todos os grupos aos quais está ligada direta ou indiretamente.  III. Jornalismo – preocupa-se com a criação, planejamento e execução de programas de integração interna e externa.    Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194236 Jornalismo
Conforme os autores citados na questão, independente do modelo básico de relato, a reportagem pode variar os seus esquemas, ou planos, e as informações. Os tipos mais comuns de esquemas são:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194224 Comunicação Social
BELTRÃO e QUIRINO (2003) afirmam que, se o objetivo básico da comunicação é a promoção de condições para a realização do homem na sociedade, a comunicação de massa deve exercer quatro funções, classificadas de acordo com o conteúdo manifesto de suas mensagens. São elas:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194217 Relações Públicas
Segundo KOPLIN e FERRARETO (1996), a formação da opinião pública ou de correntes de opinião, efetiva-se em três níveis básicos. São eles:   
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194215 Jornalismo
Para Sodré e Ferrari (1996), a prática contemporânea do jornalismo comporta uma variedade muito grande de tipos ou modelos de reportagem. Os autores apontam três modelos básicos:    I. Fact-story - Relato objetivo de acontecimentos que obedece na redação à forma de pirâmide invertida. Como na notícia, os fatos são narrados em sucessão, por ordem de importância.   II. Quote-story - Relato mais ou menos movimentado, que começa sempre pelo fato mais atraente, para ir descendo aos poucos na exposição dos detalhes.  III. Action-story - Relato documentado, que apresenta os elementos de maneira objetiva, acompanhado de citações que complementam e esclarecem o assunto tratado.    Quais estão corretas? 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194196 Jornalismo
Segundo Lage (2008), o surgimento e as modificações impostas ao trabalho jornalístico foram alterando suas características ao longo dos anos, até chegar ao formato atual. Leia as assertivas a seguir e assinale a afirmação correta.    
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194195 Jornalismo
Coletar e arquivar todo o material publicado sobre o assessorado ou que possa interessá-lo é a função principal da taxação, também conhecida por clipagem ou clipping. Ainda segundo os autores citados na questão 37, os principais tipos são:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194177 Jornalismo
Notícia e informação jornalística são abordadas por LAGE (2008), em alguns aspectos relacionados a seguir:     I. As notícias de interesse geral relevantes – fatos novos – são muitas em relação ao espaço global destinado à matéria jornalística.  II. A informação jornalística é o espaço privilegiado da reportagem especializada.  III. A notícia e a informação jornalística contêm, em geral, graus diferentes de profundidade no trato do assunto; a notícia é mais extensa, mais completa e a informação é mais breve, sumária.     Quais estão corretas? 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194175 Jornalismo
O mimetismo midiático (TÓFOLI, 2008), palavra originada do grego mimese que significa “imitação”, é prática comum no jornalismo do século XXI. A autora ressalva que não há como generalizar tal postura, mas aponta, pelo menos, três consequências do seu uso. São elas: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194160 Jornalismo
A existência de um acontecimento da atualidade, já transformado em notícia, pode servir de “gancho” para outro assunto ligado a ele. A estratégia de “atualizar” velhos fatos, dando-lhes novos enfoques, é denominada: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194137 Jornalismo
Ao material pago, veiculado sob a forma de matéria jornalística e muitas vezes produzido por assessores de imprensa sob encomenda das agências de publicidade, denominase
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194136 Jornalismo
No Jornalismo Online, segundo WARD (2007), para definir o valor da notícia será preciso identificar os desencadeadores que fazem um leitor pensar que algo é interessante. Segundo o autor, são fatores desencadeantes: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194118 Comunicação Social
Numa situação de crise, com objetivo de minimizar o efeito das notícias negativas a respeito da empresa/corporação, J. J. FORNI (2002) relaciona várias ações a serem desencadeadas. Em relação a isso, avalie as seguintes assertivas:    I. A estrutura de um Comitê de Crise pode variar, mas, em geral, inclui o presidente da organização (CEO), o departamento jurídico, as áreas de comunicação, o atendimento ao cliente, os recursos humanos e, naturalmente, o setor envolvido diretamente com o problema.   II. Na crise, é necessário eleger um único portavoz, que passe credibilidade, tenha treinamento para lidar com a imprensa e conheça profundamente a própria empresa e o problema.  III.  No auge da crise, os jornais e a TV podem não ser a melhor opção para comunicar-se, por exemplo: com empregados, analistas de mercado, parlamentares, investidores ou a comunidade atingida.    Quais estão corretas? 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1194108 Jornalismo
O release ou press-release é o material distribuído à imprensa para sugestão de pauta ou veiculação gratuita. Sobre essa ferramenta de comunicação é incorreto afirmar:
Alternativas
Respostas
8221: C
8222: A
8223: E
8224: E
8225: E
8226: A
8227: D
8228: E
8229: A
8230: A
8231: A
8232: E
8233: B
8234: B
8235: A
8236: B
8237: D
8238: D
8239: E
8240: B