Questões de Concurso Comentadas para jornalista

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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376983 Jornalismo
Uma característica das sociedades marcadas pelo domínio da oralidade primária é a(o)
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376982 Jornalismo
As tecnologias de gestão social do conhecimento, capazes de caracterizar as diversas sociedades ao longo do tempo, segundo Pierre Lévy, são
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376981 Jornalismo
Analise as seguintes afirmativas.

I- O Twitter é um microblog que funciona em formato de Rede Social, permitindo aos usuários enviar e ler atualizações pessoais de outros contatos, com limitação de 144 caracteres por twetts.

II- As atualizações pessoais postadas no Twitter, chamadas de Tweets, são instantaneamente exibidas na lista de Twetts de todos os usuários do microblog.

III- A taxa de desistência de novos usuários do Twitter é alta – cerca de 60%, devido ao desconhecimento das características específicas dessa Rede Social.

IV- O acoplamento de inúmeros aplicativos permite a participação sincrônica em múltiplas redes sociais e uma infinidade de formas personalizadas de interação em rede.

Estão corretos apenas os itens
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376979 Jornalismo
Para Chinem (2003), um press-release de qualidade deve
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376978 Jornalismo
Cabe ao assessor de imprensa
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376977 Relações Públicas
Associe as subdivisões da comunicação empresarial às suas respectivas funções.

SUBDIVISÕES DA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

(1) externa
(2) intrapessoal
(3) interfuncional
(4) interpessoal
(5) interna


FUNÇÕES

( ) relaciona-se com a transmissão de dados ou troca de informações entre uma área, divisão, unidade ou departamento.
( ) dirige-se a funcionários e colaboradores diretamente vinculados à empresa.
( ) refere-se ao diálogo interior em que se questionam as próprias concepções.
( ) volta-se para concorrentes, acionistas, mídia, órgãos públicos e sindicatos.

A sequência correta encontrada é

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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376976 Jornalismo
Conforme modelo proposto por Lasswell, citado por Matos (2009), um dos mais antigos e úteis formatos para se descrever o processo de comunicação é separá-lo em partes. São elas:
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376975 Jornalismo
O redator do texto jornalístico para Web deve fazer uso das seguintes técnicas, EXCETO:
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376974 Jornalismo
Segundo Pinho (2003), a Rede Mundial de Computadores possui características que a distingue dos demais canais de comunicação. São elas:

l- receptividade ativa e condicionantes fisiológicos;
ll- não-linearidade e impessoalidade;
lll- interatividade e custos de veiculação;
lV- instantaneidade e acessibilidade;
V- dirigibilidade e custos de produção.

Estão corretas apenas as afirmativas
Alternativas
Q376973 Noções de Informática
Para selecionar um texto a ser copiado no MS Office, Word 2007, utiliza-se o seguinte conjunto de teclas:
Alternativas
Q376970 Noções de Informática
Os protocolos de envio e recebimento de mensagens, em um serviço de correio eletrônico, são respectivamente,
Alternativas
Q376969 Noções de Informática
O programa Libre Office Calc permite realizar cálculos por meio de números e de fórmulas armazenadas em células. Considere A1=7, A2=5, A3=4, B1=9, B2=2, B3=1, e utilize a expressão =SOMA(A2:B3) O valor a ser calculado na célula C3 é
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Q376967 Direito Penal
Um determinado servidor público federal apropriou-se de recursos financeiros de que tinha a posse em razão do cargo que ocupava. Diante dessa situação, é correto afirmar que ele incorreu no crime denominado
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Q376966 Legislação Federal
Analise os conceitos que dispõem sobre a estrutura do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino, de acordo com a Lei 11.091/2005, e marque (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.

( ) Plano de carreira é o conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de gestão do órgão ou entidade.

( ) Nível de classificação é o conjunto de cargos em diferentes hierarquias, distribuídos a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas atribuições.

( ) Padrão de vencimento é a posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função do nível de capacitação, cargo e nível de classificação.

( ) Nível de capacitação é a posição do servidor na matriz hierárquica dos padrões de vencimento em decorrência da experiência profissional para o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso.

A sequência correta encontrada é
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Q376959 Redação Oficial
O vocativo foi utilizado de acordo com as normas de redação oficial em
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Q376958 Português
                       A língua não pode servir para a exclusão social

       Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
       Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
       É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
       Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.


A linguagem figurada foi utilizada para criticar o uso da língua como instrumento a serviço do preconceito socioeconômico em
Alternativas
Q376957 Português
                       A língua não pode servir para a exclusão social

       Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
       Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
       É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
       Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.


Considerando-se os argumentos do texto, o emprego do verbo “implicar”, no 3º parágrafo,
Alternativas
Q376956 Português
                       A língua não pode servir para a exclusão social

       Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
       Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
       É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
       Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.


Ordene a sequência argumentativa do texto.

( ) Crítica à dissimulação do discurso que valoriza a norma padrão em detrimento das variantes linguísticas.
( ) Valorização cultural de diversas linguagens e saberes.
( ) Exemplificação acerca dos modos linguísticos de distinção social.
( ) Exposição do uso da norma padrão como instrumento de poder e de exclusão social.

A ordem correta encontrada é
Alternativas
Q376955 Português
(...) diz Lemos. “Ao expor situações de precariedade, isso chama o poder público a ser responsabilizado e o incentiva a cumprir suas funções como esperado”. (linha 111)

O sentido da retextualização do discurso direto acima é preservado em:
Alternativas
Q376953 Português
A sequência tipológica do trecho foi corretamente identificada, entre parênteses, em
Alternativas
Respostas
7661: D
7662: A
7663: E
7664: E
7665: E
7666: C
7667: B
7668: B
7669: D
7670: A
7671: E
7672: C
7673: A
7674: E
7675: B
7676: E
7677: E
7678: D
7679: A
7680: B