Questões de Concurso Comentadas para analista legislativo - sistemas

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Q392477 Português
         A poderosa indústria da informação deve perceber, a qualquer momento, que entregou às redes sociais o seu potencial de irradiação e seu poder político. O início da Era Virtual coincidiu com o desabamento das ideologias que fomentavam a organização política de nações. As utopias que inspiravam os projetos coletivos foram aos poucos substituídas pela ênfase aos direitos do indivíduo. A internet materializou-se no momento em que o culto à individualidade chegava ao ápice.
         As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
         O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
         O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.

                                    (Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)


Assinale a alternativa que substitui, corretamente e sem alteração de sentido, os termos em destaque em:

A internet materializou-se no momento em que o culto à individualidade chegava ao ápice.

O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas e uma delas é o venerando jornalismo de qualidade.
Alternativas
Q392476 Português
         A poderosa indústria da informação deve perceber, a qualquer momento, que entregou às redes sociais o seu potencial de irradiação e seu poder político. O início da Era Virtual coincidiu com o desabamento das ideologias que fomentavam a organização política de nações. As utopias que inspiravam os projetos coletivos foram aos poucos substituídas pela ênfase aos direitos do indivíduo. A internet materializou-se no momento em que o culto à individualidade chegava ao ápice.
         As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
         O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
         O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.

                                    (Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)


Assinale a alternativa em que ocorre antonímia no par de frases.
Alternativas
Q392473 Português
         A poderosa indústria da informação deve perceber, a qualquer momento, que entregou às redes sociais o seu potencial de irradiação e seu poder político. O início da Era Virtual coincidiu com o desabamento das ideologias que fomentavam a organização política de nações. As utopias que inspiravam os projetos coletivos foram aos poucos substituídas pela ênfase aos direitos do indivíduo. A internet materializou-se no momento em que o culto à individualidade chegava ao ápice.
         As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
         O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
         O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.

                                    (Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)


Na frase do último parágrafo – O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. – observa-se expressão de sentido figurado, o que ocorre também em:
Alternativas
Q392472 Português
         A poderosa indústria da informação deve perceber, a qualquer momento, que entregou às redes sociais o seu potencial de irradiação e seu poder político. O início da Era Virtual coincidiu com o desabamento das ideologias que fomentavam a organização política de nações. As utopias que inspiravam os projetos coletivos foram aos poucos substituídas pela ênfase aos direitos do indivíduo. A internet materializou-se no momento em que o culto à individualidade chegava ao ápice.
         As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
         O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
         O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.

                                    (Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)


De acordo com o terceiro parágrafo, jornais e revistas aprenderam a
Alternativas
Q392471 Português
         A poderosa indústria da informação deve perceber, a qualquer momento, que entregou às redes sociais o seu potencial de irradiação e seu poder político. O início da Era Virtual coincidiu com o desabamento das ideologias que fomentavam a organização política de nações. As utopias que inspiravam os projetos coletivos foram aos poucos substituídas pela ênfase aos direitos do indivíduo. A internet materializou-se no momento em que o culto à individualidade chegava ao ápice.
         As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
         O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
         O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.

                                    (Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)


Eliminando-se os dois-pontos em – A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. (2.º parágrafo) – a frase assume versão correta, quanto ao sentido, em
Alternativas
Q392470 Português
         A poderosa indústria da informação deve perceber, a qualquer momento, que entregou às redes sociais o seu potencial de irradiação e seu poder político. O início da Era Virtual coincidiu com o desabamento das ideologias que fomentavam a organização política de nações. As utopias que inspiravam os projetos coletivos foram aos poucos substituídas pela ênfase aos direitos do indivíduo. A internet materializou-se no momento em que o culto à individualidade chegava ao ápice.
         As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
         O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
         O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.

                                    (Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)


Da leitura do primeiro parágrafo depreende-se:
Alternativas
Q392469 Português
         A poderosa indústria da informação deve perceber, a qualquer momento, que entregou às redes sociais o seu potencial de irradiação e seu poder político. O início da Era Virtual coincidiu com o desabamento das ideologias que fomentavam a organização política de nações. As utopias que inspiravam os projetos coletivos foram aos poucos substituídas pela ênfase aos direitos do indivíduo. A internet materializou-se no momento em que o culto à individualidade chegava ao ápice.
         As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
         O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
         O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.

                                    (Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)


Lendo-se o texto, conclui-se que o autor
Alternativas
Q379650 Direito Financeiro
Em uma situação hipotética, o Presidente da República, com base no disposto no art. 153, caput, inciso I, combinado com o § 1º desse mesmo artigo da Constituição Federal, reduziu a alíquota do Imposto de Importação.

A referida redução, que representa renúncia de receita tributária, foi feita sem estimativa do impacto orçamentá- rio-financeiro do montante de perda de receita e sem atender ao disposto na Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Levando em conta o que a Lei Complementar nº 101/00 estabelece a respeito da responsabilidade na gestão fiscal, essa redução
Alternativas
Q379643 Português
A frase em que as ideias estão expressas de modo claro e correto é:
Alternativas
Q370991 Programação
O .NET framework consiste em dois componentes principais. Um deles é a biblioteca de classes do framework. O outro, que gerencia a execução de memória, execução de thread, execução de código, verificação de segurança do código, compilação e outros serviços do sistema, é denominado
Alternativas
Q370986 Programação
Em JavaScript, há vários métodos pré-definidos para manipular valores em arrays. Dois destes métodos permitem adicionar e remover um elemento no final de uma array, respectivamente.

Considere a array a seguir:
var carros = ["Gol", "Palio", "Fiesta", "Onix"];

Para inserir o valor "HB20" no final da array carros e depois removê-lo utiliza-se, respectivamente, as instruções:
Alternativas
Q370985 Programação
Analise as arrays PHP abaixo:

I. $carros[0]="Palio";
$carros[1]="Onix";
$carros[2]="Gol";

II. $profissao['Pedro']="Estudante";
$profissao['Ana']="Cantora";
$profissao['Elisa']="Professora";

III. $carros = array(array("Palio",100,55),array("Onix",50,39),array("Gol",70,100));

IV. $nomes=array("Ana","Pedro","Elisa");

V. $categorias = array("animais"=>array("cachorro","gato","cavalo"),
"veiculos"=>array("ônibus"),"frutas"=>array("maçã","melão","abacaxi"));

VI. $teste=array("Pedro"=>"10","Ana"=>"9","Elisa"=>"43");

É correto afirmar que:
Alternativas
Q370982 Banco de Dados
No PostgreSQL os espaços de tabelas permitem aos administradores (superusuários) definir locais no sistema de arquivos onde os arquivos que representam objetos do banco de dados podem ser armazenados. Uma vez criado, o espaço de tabelas pode ser referenciado por seu nome ao criar os objetos do banco de dados. Para criar o espaço de tabelas teste no diretório /data/teste pertencendo ao usuário souza, utiliza-se a instrução:
Alternativas
Q370981 Banco de Dados
No PostgreSQL, quando um objeto do banco de dados é criado, é atribuído um dono ao mesmo. O dono é o usuário que executou o comando de criação. Para mudar o dono de uma tabela, índice, sequência ou visão deve ser utilizado o comando
Alternativas
Q370980 Banco de Dados
Em uma abordagem top-down, após a definição de um modelo de dados, aplica-se a normalização para se obter uma síntese dos dados, bem como uma decomposição das entidades e relacionamentos em elementos mais estáveis, tendo em vista sua implementação física em um banco de dados.

Com relação à normalização, analise o texto a seguir:

Cada ocorrência da chave primária deve corresponder a uma e somente uma informação de cada atributo, ou seja, a entidade não pode conter grupos repetitivos (multivalorados). Para se obter entidades nesta forma, é necessário decompor cada entidade não normalizada em tantas entidades quanto for o número de conjuntos de atributos repetitivos.


O texto define ;
Alternativas
Q370976 Banco de Dados
Em um banco de dados há duas tabelas, departamento e funcionario, cujos campos são:

Departamento:

DepNo - int - primary key - not null

DNome - varchar(50) - not null

DLocal - varchar(40)

Funcionario:

FunNo - int - primary key - not null

DepNo - int - foreign key - not null

FNome - varchar(50) - not null

FCargo - varchar(40)

FSal - double

Ambas as tabelas possuem muitos registros cadastrados, que não incluem valores nulos. Considere as instruções SQL a seguir:

I. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario INNER JOIN departamento ON funcionario.DepNo = departamento.DepNo;

II. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario, departamento where funcionario.DepNo = departamento.DepNo;

III. select f.FunNo, f.FNome, d.DNome from (select departamento.DepNo, departamento.DNome from departamento) as d, funcionario as f where d.DepNo = f.DepNo;

IV. select DISTINCT f.FunNo, f.FNome, d.DNome from funcionario f, departamento d;
Em uma operação na tabela departamento, foi digitada a seguinte instrução:

insert into departamento (DepNo, DNome) values(50,'Educação');

Ao fazer uma consulta na tabela, verificou-se que mesmo tendo sido especificado apenas a inclusão de valores nos campos DepNo e DNome, o campo DLocal recebeu o valor 'São Paulo'. Pode-se concluir que antes da digitação do comando insert, pode ter sido digitada a instrução:
Alternativas
Q370975 Banco de Dados
Em um banco de dados há duas tabelas, departamento e funcionario, cujos campos são:

Departamento:

DepNo - int - primary key - not null

DNome - varchar(50) - not null

DLocal - varchar(40)

Funcionario:

FunNo - int - primary key - not null

DepNo - int - foreign key - not null

FNome - varchar(50) - not null

FCargo - varchar(40)

FSal - double

Ambas as tabelas possuem muitos registros cadastrados, que não incluem valores nulos. Considere as instruções SQL a seguir:

I. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario INNER JOIN departamento ON funcionario.DepNo = departamento.DepNo;

II. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario, departamento where funcionario.DepNo = departamento.DepNo;

III. select f.FunNo, f.FNome, d.DNome from (select departamento.DepNo, departamento.DNome from departamento) as d, funcionario as f where d.DepNo = f.DepNo;

IV. select DISTINCT f.FunNo, f.FNome, d.DNome from funcionario f, departamento d;
Ao se criar uma estrutura de banco de dados complexa, envolvendo muitas tabelas com restrições de chave estrangeira, visões, gatilhos, funções, etc., cria-se, implicitamente, uma rede de dependências entre os objetos. Para garantir a integridade de toda a estrutura do banco de dados, muitos SGBDs não permitem remover um objeto quando há objetos que dependem do mesmo. Por exemplo, tentar remover a tabela departamento, onde a tabela funcionario depende dela, produz uma mensagem de erro semelhante a esta:

DROP TABLE departamento;

ERRO: não foi possível remover a tabela departamento porque outros objetos dependem dela.

Se não tiver importância remover todos os objetos dependentes, então poderá ser executado o comando DROP TABLE com uma cláusula que faz com que todos os objetos dependentes sejam removidos. A cláusula citada é a
Alternativas
Q370974 Banco de Dados
Em um banco de dados há duas tabelas, departamento e funcionario, cujos campos são:

Departamento:

DepNo - int - primary key - not null

DNome - varchar(50) - not null

DLocal - varchar(40)

Funcionario:

FunNo - int - primary key - not null

DepNo - int - foreign key - not null

FNome - varchar(50) - not null

FCargo - varchar(40)

FSal - double

Ambas as tabelas possuem muitos registros cadastrados, que não incluem valores nulos. Considere as instruções SQL a seguir:

I. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario INNER JOIN departamento ON funcionario.DepNo = departamento.DepNo;

II. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario, departamento where funcionario.DepNo = departamento.DepNo;

III. select f.FunNo, f.FNome, d.DNome from (select departamento.DepNo, departamento.DNome from departamento) as d, funcionario as f where d.DepNo = f.DepNo;

IV. select DISTINCT f.FunNo, f.FNome, d.DNome from funcionario f, departamento d;
Para excluir todos os funcionários que tenham o cargo (FCargo) iniciados por 'An' e salário (FSal) menor ou igual a 800, utiliza-se a instrução:
Alternativas
Q370973 Banco de Dados
Em um banco de dados há duas tabelas, departamento e funcionario, cujos campos são:

Departamento:

DepNo - int - primary key - not null

DNome - varchar(50) - not null

DLocal - varchar(40)

Funcionario:

FunNo - int - primary key - not null

DepNo - int - foreign key - not null

FNome - varchar(50) - not null

FCargo - varchar(40)

FSal - double

Ambas as tabelas possuem muitos registros cadastrados, que não incluem valores nulos. Considere as instruções SQL a seguir:

I. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario INNER JOIN departamento ON funcionario.DepNo = departamento.DepNo;

II. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario, departamento where funcionario.DepNo = departamento.DepNo;

III. select f.FunNo, f.FNome, d.DNome from (select departamento.DepNo, departamento.DNome from departamento) as d, funcionario as f where d.DepNo = f.DepNo;

IV. select DISTINCT f.FunNo, f.FNome, d.DNome from funcionario f, departamento d;
Para mudar o nome (FNome) e o cargo (FCargo), do funcionário de número (FunNo) igual a 7369, para 'Pedro' e 'Analista', respectivamente, utiliza-se a instrução:
Alternativas
Q370972 Banco de Dados
Em um banco de dados há duas tabelas, departamento e funcionario, cujos campos são:

Departamento:

DepNo - int - primary key - not null

DNome - varchar(50) - not null

DLocal - varchar(40)

Funcionario:

FunNo - int - primary key - not null

DepNo - int - foreign key - not null

FNome - varchar(50) - not null

FCargo - varchar(40)

FSal - double

Ambas as tabelas possuem muitos registros cadastrados, que não incluem valores nulos. Considere as instruções SQL a seguir:

I. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario INNER JOIN departamento ON funcionario.DepNo = departamento.DepNo;

II. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario, departamento where funcionario.DepNo = departamento.DepNo;

III. select f.FunNo, f.FNome, d.DNome from (select departamento.DepNo, departamento.DNome from departamento) as d, funcionario as f where d.DepNo = f.DepNo;

IV. select DISTINCT f.FunNo, f.FNome, d.DNome from funcionario f, departamento d;

Para mudar o nome da tabela funcionario para empregado no PostgreSQL, utiliza-se a instrução:
Alternativas
Respostas
61: B
62: A
63: E
64: A
65: A
66: D
67: D
68: E
69: E
70: D
71: C
72: E
73: A
74: B
75: E
76: C
77: B
78: B
79: A
80: E