Questões de Concurso
Comentadas para analista legislativo - sistemas
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As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.
(Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)
A internet materializou-se no momento em que o culto à individualidade chegava ao ápice.
O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas e uma delas é o venerando jornalismo de qualidade.
As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.
(Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)
As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.
(Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)
As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.
(Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)
As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.
(Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)
As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.
(Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)
As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.
(Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)
A referida redução, que representa renúncia de receita tributária, foi feita sem estimativa do impacto orçamentá- rio-financeiro do montante de perda de receita e sem atender ao disposto na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Levando em conta o que a Lei Complementar nº 101/00 estabelece a respeito da responsabilidade na gestão fiscal, essa redução
Considere a array a seguir:
var carros = ["Gol", "Palio", "Fiesta", "Onix"];
Para inserir o valor "HB20" no final da array carros e depois removê-lo utiliza-se, respectivamente, as instruções:
I. $carros[0]="Palio";
$carros[1]="Onix";
$carros[2]="Gol";
II. $profissao['Pedro']="Estudante";
$profissao['Ana']="Cantora";
$profissao['Elisa']="Professora";
III. $carros = array(array("Palio",100,55),array("Onix",50,39),array("Gol",70,100));
IV. $nomes=array("Ana","Pedro","Elisa");
V. $categorias = array("animais"=>array("cachorro","gato","cavalo"),
"veiculos"=>array("ônibus"),"frutas"=>array("maçã","melão","abacaxi"));
VI. $teste=array("Pedro"=>"10","Ana"=>"9","Elisa"=>"43");
É correto afirmar que:
Com relação à normalização, analise o texto a seguir:
Cada ocorrência da chave primária deve corresponder a uma e somente uma informação de cada atributo, ou seja, a entidade não pode conter grupos repetitivos (multivalorados). Para se obter entidades nesta forma, é necessário decompor cada entidade não normalizada em tantas entidades quanto for o número de conjuntos de atributos repetitivos.
O texto define ;
Departamento:
DepNo - int - primary key - not null
DNome - varchar(50) - not null
DLocal - varchar(40)
Funcionario:
FunNo - int - primary key - not null
DepNo - int - foreign key - not null
FNome - varchar(50) - not null
FCargo - varchar(40)
FSal - double
Ambas as tabelas possuem muitos registros cadastrados, que não incluem valores nulos. Considere as instruções SQL a seguir:
I. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario INNER JOIN departamento ON funcionario.DepNo = departamento.DepNo;
II. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario, departamento where funcionario.DepNo = departamento.DepNo;
III. select f.FunNo, f.FNome, d.DNome from (select departamento.DepNo, departamento.DNome from departamento) as d, funcionario as f where d.DepNo = f.DepNo;
IV. select DISTINCT f.FunNo, f.FNome, d.DNome from funcionario f, departamento d;
insert into departamento (DepNo, DNome) values(50,'Educação');
Ao fazer uma consulta na tabela, verificou-se que mesmo tendo sido especificado apenas a inclusão de valores nos campos DepNo e DNome, o campo DLocal recebeu o valor 'São Paulo'. Pode-se concluir que antes da digitação do comando insert, pode ter sido digitada a instrução:
Departamento:
DepNo - int - primary key - not null
DNome - varchar(50) - not null
DLocal - varchar(40)
Funcionario:
FunNo - int - primary key - not null
DepNo - int - foreign key - not null
FNome - varchar(50) - not null
FCargo - varchar(40)
FSal - double
Ambas as tabelas possuem muitos registros cadastrados, que não incluem valores nulos. Considere as instruções SQL a seguir:
I. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario INNER JOIN departamento ON funcionario.DepNo = departamento.DepNo;
II. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario, departamento where funcionario.DepNo = departamento.DepNo;
III. select f.FunNo, f.FNome, d.DNome from (select departamento.DepNo, departamento.DNome from departamento) as d, funcionario as f where d.DepNo = f.DepNo;
IV. select DISTINCT f.FunNo, f.FNome, d.DNome from funcionario f, departamento d;
DROP TABLE departamento;
ERRO: não foi possível remover a tabela departamento porque outros objetos dependem dela.
Se não tiver importância remover todos os objetos dependentes, então poderá ser executado o comando DROP TABLE com uma cláusula que faz com que todos os objetos dependentes sejam removidos. A cláusula citada é a
Departamento:
DepNo - int - primary key - not null
DNome - varchar(50) - not null
DLocal - varchar(40)
Funcionario:
FunNo - int - primary key - not null
DepNo - int - foreign key - not null
FNome - varchar(50) - not null
FCargo - varchar(40)
FSal - double
Ambas as tabelas possuem muitos registros cadastrados, que não incluem valores nulos. Considere as instruções SQL a seguir:
I. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario INNER JOIN departamento ON funcionario.DepNo = departamento.DepNo;
II. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario, departamento where funcionario.DepNo = departamento.DepNo;
III. select f.FunNo, f.FNome, d.DNome from (select departamento.DepNo, departamento.DNome from departamento) as d, funcionario as f where d.DepNo = f.DepNo;
IV. select DISTINCT f.FunNo, f.FNome, d.DNome from funcionario f, departamento d;
Departamento:
DepNo - int - primary key - not null
DNome - varchar(50) - not null
DLocal - varchar(40)
Funcionario:
FunNo - int - primary key - not null
DepNo - int - foreign key - not null
FNome - varchar(50) - not null
FCargo - varchar(40)
FSal - double
Ambas as tabelas possuem muitos registros cadastrados, que não incluem valores nulos. Considere as instruções SQL a seguir:
I. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario INNER JOIN departamento ON funcionario.DepNo = departamento.DepNo;
II. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario, departamento where funcionario.DepNo = departamento.DepNo;
III. select f.FunNo, f.FNome, d.DNome from (select departamento.DepNo, departamento.DNome from departamento) as d, funcionario as f where d.DepNo = f.DepNo;
IV. select DISTINCT f.FunNo, f.FNome, d.DNome from funcionario f, departamento d;
Departamento:
DepNo - int - primary key - not null
DNome - varchar(50) - not null
DLocal - varchar(40)
Funcionario:
FunNo - int - primary key - not null
DepNo - int - foreign key - not null
FNome - varchar(50) - not null
FCargo - varchar(40)
FSal - double
Ambas as tabelas possuem muitos registros cadastrados, que não incluem valores nulos. Considere as instruções SQL a seguir:
I. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario INNER JOIN departamento ON funcionario.DepNo = departamento.DepNo;
II. select funcionario.FunNo, funcionario.FNome, departamento.DNome from funcionario, departamento where funcionario.DepNo = departamento.DepNo;
III. select f.FunNo, f.FNome, d.DNome from (select departamento.DepNo, departamento.DNome from departamento) as d, funcionario as f where d.DepNo = f.DepNo;
IV. select DISTINCT f.FunNo, f.FNome, d.DNome from funcionario f, departamento d;
Para mudar o nome da tabela funcionario para empregado no PostgreSQL, utiliza-se a instrução: