Questões de Concurso
Comentadas para técnico em secretariado
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Ao avaliar o canal a ser utilizado para transmissão de uma comunicação, o técnico em secretariado deve analisar alguns pontos relevantes que o orientarão na escolha. Acerca desses pontos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É preciso avaliar a velocidade da transmissão no canal escolhido.
( ) A escolha depende da complexidade e volume das informações a serem transmitidas.
( ) O custo da comunicação não é importante, desde que a mensagem seja transmitida.
( ) Averiguar se há necessidade de confidencialidade da mensagem.
( ) É irrelevante o número de receptores a serem atingidos.
A sequência está correta em
Em relação ao aspecto do comportamento estudado pelas relações humanas, analise.
I. É uma construção mental falsa.
II. Estabelece critérios socialmente falsificados.
III. Baseia‐se em características não comprovadas e não demonstradas.
As características anteriores referem‐se a
A seguir estão representados um triângulo equilátero e um quadrado, cujos perímetros são iguais.
Se a diferença entre os lados dessas 2 figuras é igual a 3 cm, então, o perímetro de cada uma delas mede
Texto I
Energia nuclear: ontem e hoje
Guerra e paz
O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.
As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente” – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.
Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.
Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que funcionou por 50 anos.
(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)
Texto II
A reação brasileira
Ainda em 1954, foi lançado ao mar o primeiro submarino com propulsão nuclear, o Nautilus, dos EUA. Pouco depois, vieram navios como o Savannah (EUA, 1962) e o Otto Hahn (Alemanha, 1964) – este último era capaz de navegar impressionantes 40 mil km com apenas 2 kg de urânio‐235.
O Brasil reagiu a esses fatos. Aqui, foram criados, a partir de 1949, institutos e centros de pesquisa voltados fundamentalmente para as questões nucleares. Nessas instituições, tiveram lugar a construção e operação dos primeiros reatores nucleares do país, voltados tanto para a produção de radiofármacos quanto para a pesquisa e formação de pessoal especializado.
Em 1957, o primeiro reator nuclear da América Latina, o IEA‐R1, entrou em operação no então Instituto de Energia Atômica (IEA) – atualmente, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na Universidade de São Paulo.
Em 1960, começou a funcionar o reator Triga Mark‐1, no então Instituto de Pesquisas Radioativas (IPR) – hoje, Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) –, na Universidade Federal de Minas Gerais. Cinco anos depois, foi a vez, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do primeiro reator de pesquisa totalmente construído por empresa brasileira, o Argonauta, no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN).
Em 1988, o Brasil inaugurou seu primeiro reator nuclear genuinamente nacional, o Ipen/MB‐01, resultado de parceria entre pesquisadores do Ipen e da Marinha do Brasil. O objetivo primordial daquela máquina, além da pesquisa, é formar recursos humanos.
Atualmente, o Brasil conta com duas unidades nucleares de grande porte para geração de eletricidade: Angra I, em funcionamento há 30 anos, e Angra II, a partir de 2000. Também localizado em Angra dos Reis (RJ), o reator Angra III, em construção, está previsto para entrar em funcionamento em 2016.
(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)
Texto III
O presente e o futuro dos exames de imagem
Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).
Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração”, exemplifica o especialista.
(Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para‐especialistas‐medicina‐nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html.)
Texto IV para responder às questões de 16 a 20.
A rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada.
(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)
Considerando as relações de coerência estabelecidas por determinadas palavras, indique o par de trechos destacados (textos III e IV) cuja relação indicada pelos termos grifados é a mesma.
Texto I
Energia nuclear: ontem e hoje
Guerra e paz
O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.
As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente” – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.
Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.
Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que funcionou por 50 anos.
(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)
Texto II
A reação brasileira
Ainda em 1954, foi lançado ao mar o primeiro submarino com propulsão nuclear, o Nautilus, dos EUA. Pouco depois, vieram navios como o Savannah (EUA, 1962) e o Otto Hahn (Alemanha, 1964) – este último era capaz de navegar impressionantes 40 mil km com apenas 2 kg de urânio‐235.
O Brasil reagiu a esses fatos. Aqui, foram criados, a partir de 1949, institutos e centros de pesquisa voltados fundamentalmente para as questões nucleares. Nessas instituições, tiveram lugar a construção e operação dos primeiros reatores nucleares do país, voltados tanto para a produção de radiofármacos quanto para a pesquisa e formação de pessoal especializado.
Em 1957, o primeiro reator nuclear da América Latina, o IEA‐R1, entrou em operação no então Instituto de Energia Atômica (IEA) – atualmente, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na Universidade de São Paulo.
Em 1960, começou a funcionar o reator Triga Mark‐1, no então Instituto de Pesquisas Radioativas (IPR) – hoje, Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) –, na Universidade Federal de Minas Gerais. Cinco anos depois, foi a vez, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do primeiro reator de pesquisa totalmente construído por empresa brasileira, o Argonauta, no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN).
Em 1988, o Brasil inaugurou seu primeiro reator nuclear genuinamente nacional, o Ipen/MB‐01, resultado de parceria entre pesquisadores do Ipen e da Marinha do Brasil. O objetivo primordial daquela máquina, além da pesquisa, é formar recursos humanos.
Atualmente, o Brasil conta com duas unidades nucleares de grande porte para geração de eletricidade: Angra I, em funcionamento há 30 anos, e Angra II, a partir de 2000. Também localizado em Angra dos Reis (RJ), o reator Angra III, em construção, está previsto para entrar em funcionamento em 2016.
(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)
Texto III
O presente e o futuro dos exames de imagem
Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).
Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração”, exemplifica o especialista.
(Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para‐especialistas‐medicina‐nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html.)
Texto IV para responder às questões de 16 a 20.
A rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada.
(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)
Considerando que o poema “A rosa de Hiroshima”, de Vinicius de Moraes, faz uma referência ao uso da energia nuclear citado no texto I “Energia nuclear: ontem e hoje”, por ocasião da guerra, é correto afirmar que, em relação ao texto III “O presente e o futuro dos exames de imagem”, existe uma
Analise as assertivas sobre o tratamento de autoridades.
I. Em 3 de fevereiro de 2014, tomou posse o novo (1) Ministro da Educação, José Henrique Paim, em Brasília.
II. A campanha Great Britain, ambiciosa iniciativa mundial de marketing do governo britânico, fará um evento em parceria com o jornal Valor Econômico para apresentar as inovações desenvolvidas no Reino Unido para o setor automobilístico e está trazendo ao Brasil o (2) Príncipe Harry, que promoverá a campanha.
III. No dia 30 de abril de 2014, aconteceu a 52ª Assembleia Geral dos (3) Bispos do Brasil, ocorrido no Santuário Nacional de Aparecida, contando com a presença de mais de 300 religiosos.
IV. O (4) presidente da FIFA, Joseph Blatter, declarou estar otimista com a realização da copa no Brasil.
As abreviaturas corretas dos pronomes de tratamento para os cargos destacados são, respectivamente,
Para a organização de um evento, é fundamental identificar e definir seus pontos característicos. É necessário ter total clareza sobre o tipo de solenidade que se pretende realizar e a que tipo de público ela se dirige. Sobre os tipos de evento, leia a definição a seguir.
Exposição, discussão e conclusão de um determinado assunto para uma plateia. Pode ser conduzido por um especialista ou por um coordenador. Após a exposição, a plateia é dividida em grupos de discussão para elaboração de conclusões. Estas são reunidas pelo coordenador e resumidas em uma conclusão final com base nos encaminhamentos e contribuições da maioria.
Essa definição refere-se a um
Automação de escritórios é um termo que advém dos anos 70, nos EUA. Aqui no Brasil já existe, inclusive, o Curso Superior de Tecnologia em Automação de Escritórios e Secretariado.
Para uma melhor automatização de escritórios, o secretário deve
A escolha do método de arquivamento deve considerar as características dos documentos a serem classificados, identificando vários dos seus aspectos de consulta. Analise as formas de arquivamento e respectivos conceitos básicos a seguir.
I. Alfabético: quando o elemento principal para a recuperação da informação for o nome.
II. Geográfico: quando o elemento principal para a recuperação da informação for o local, ou seja, o endereço do lugar onde se arquiva os documentos.
III. Numérico Simples: quando o elemento principal para a recuperação da informação corresponder aos números do documento e da data de expedição.
IV. Ideográfico: quando o elemento principal para a recuperação da informação for o assunto. A ordenação dos assuntos deverá seguir a modalidade alfabética ou numérica.
Estão corretos os conceitos
“O desenvolvimento e a construção de imagem profissional adequada requerem posturas, hábitos e atitudes adequadas com a dinâmica do mundo empresarial. De forma que terão mais sucesso e destaque no mundo do trabalho os profissionais que sabem respeitar as regras da etiqueta corporativa.”
Fonte: http://www.saesp-sp.com.br/boletim-eletronico/95-postura-profissional. Acesso em mai. 2014
Nesse contexto, a Etiqueta Corporativa
A Reitoria do IFRN recebe diariamente um volume considerável de documentos oficiais dos diversos órgãos da Administração Pública. Um desses documentos faz uma consulta pela possibilidade de redistribuição, para o IFRN, de servidor lotado em outro Instituto Federal.
Considerando esse caso hipotético, os documentos oficiais recebido pelo Reitor e enviado como resposta à solicitação, devem ser, respectivamente,
Analise as seguintes atribuições sobre o exercício da profissão de secretário.
I. organização e manutenção dos arquivos de secretaria.
II. classificação, registro e distribuição da correspondência.
III. assistência e assessoramento direto a executivos.
IV. interpretação e sintetização de textos e documentos.
Nos termos da Lei nº 7.377, de 30 de setembro de 1985, são atribuições do Técnico de Secretariado aquelas apresentadas em
A Diretoria de Gestão de Pessoas do IFRN (DIGPE), localizada na Reitoria da Instituição, constantemente vem aprimorando suas diretrizes operacionais de funcionamento e precisa encaminhá-las às Coordenações de Gestão de Pessoas localizadas nos campi.
Considerando o caso hipotético, o diretor de Gestão de Pessoas deve utilizar como documento oficial, para transmitir as orientações.
O Colégio de Dirigentes, órgão integrante da administração superior do IFRN, tem funções normativas, consultivas e deliberativas sobre matéria administrativa, tais como:
- definir a distribuição interna de recursos;
- propor normas e ações para o aperfeiçoamento da gestão;
- analisar e propor ações que visem ao aperfeiçoamento da ação educativa da Instituição.
No final de cada encontro, é redigido um documento que contenha, de forma resumida e clara, as ações fundamentais dessas reuniões, denominado(a).
No dia 02 de outubro de 2013, a cidade de Ceará-Mirim recebeu a Presidenta da República Dilma Rousseff e o Reitor do IFRN, Belchior de Oliveira Rocha, para a inauguração de três novos campi do Instituto Federal: Ceará-Mirim, São Paulo do Potengi e Canguaretama. Na ocasião, também estiveram presentes várias autoridades do Estado, Município e regiões vizinhas que presenciaram o descerramento das placas de fundação das novas unidades.
Os Pronomes de Tratamento utilizados para a presidenta da república e para o reitor do IFRN são, respectivamente,