Questões de Concurso Comentadas para professor de educação básica

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Q2116820 Matemática
Um dos lados de um quadrado foi dividido em três partes de mesma medida, por meio de dois pontos, sendo P um desses pontos, e outro lado desse quadrado foi dividido em quatro partes de mesma medida, por meio de três pontos, sendo Q um desses pontos, conforme mostra a figura.
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O quadrilátero CDPQ, em que C e D são vértices do quadrado, tem 84 cm2 de área. Logo, o perímetro desse quadrado é 
Alternativas
Q2116819 Matemática
Uma pesquisa sobre o principal meio de locomoção em uma cidade foi feita com 200 moradores e alguns dos dados obtidos estão representados no gráfico, de maneira que cada entrevistado escolheu apenas um meio.
Imagem associada para resolução da questão



De acordo com o gráfico, o número de moradores que responderam que seu principal meio de locomoção é o transporte particular foi 
Alternativas
Q2116811 Português
Assinale a alternativa em que a frase está redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância da língua portuguesa. 
Alternativas
Q2116810 Português
Assinale a alternativa em que o termo entre parênteses substitui corretamente a expressão.
Alternativas
Q2116809 Português
    Se de uma coisa há certeza no cais, mas certeza absoluta, inabalável, é que o dr. Rodrigo é de família de marinheiros, seus pais, seus avós ou outros mais antigos cruzaram os mares nas embarcações, fizeram daquilo seu meio de vida. Porque essa é a única explicação para que um doutor, de diploma e quadro, largasse as ruas bonitas da cidade e viesse morar na beira do cais, numa casa tosca junto com livros, um gato e as garrafas de bebidas. Mal de amor não era. Dr. Rodrigo estava muito moço ainda para sofrer no peito um mal sem cura. Com certeza – repetiam os canoeiros – ele era de família de marítimos, voltara para o mar. E como era magro e fraco, incapaz de levar um saveiro pelas águas e suspender um saco cheio, tratava das moléstias dos marinheiros, dava vida aos que chegavam quase mortos das tempestades. E em geral era quem dava dinheiro para o enterro dos mais pobres, quem ajudava as viúvas. Tirava da cadeia aqueles que se embriagavam e eram presos. Muito fazia por eles e era estimado no cais, sua fama chegara mesmo a lugares aonde só chegava a fama dos marinheiros mais valentes. Outras coisas fazia, mas os marinheiros não tinham conhecimento. Talvez só dona Dulce soubesse que ele fazia poemas sobre o mar, porque ele achava a sua poesia fraca demais para o motivo. Também dona Dulce não compreendia perfeitamente por que ele morava ali, sendo rico e estimado na cidade lá em cima. Vestia uma roupa coçada, sem gravata, e quando não visitava os seus doentes (tinha muitos que nada lhe rendiam), fumava um cachimbo e olhava a paisagem sempre nova do mar.

(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008) 
O vocábulo em destaque foi empregado com valor de finalidade em:
Alternativas
Q2116808 Português
    Se de uma coisa há certeza no cais, mas certeza absoluta, inabalável, é que o dr. Rodrigo é de família de marinheiros, seus pais, seus avós ou outros mais antigos cruzaram os mares nas embarcações, fizeram daquilo seu meio de vida. Porque essa é a única explicação para que um doutor, de diploma e quadro, largasse as ruas bonitas da cidade e viesse morar na beira do cais, numa casa tosca junto com livros, um gato e as garrafas de bebidas. Mal de amor não era. Dr. Rodrigo estava muito moço ainda para sofrer no peito um mal sem cura. Com certeza – repetiam os canoeiros – ele era de família de marítimos, voltara para o mar. E como era magro e fraco, incapaz de levar um saveiro pelas águas e suspender um saco cheio, tratava das moléstias dos marinheiros, dava vida aos que chegavam quase mortos das tempestades. E em geral era quem dava dinheiro para o enterro dos mais pobres, quem ajudava as viúvas. Tirava da cadeia aqueles que se embriagavam e eram presos. Muito fazia por eles e era estimado no cais, sua fama chegara mesmo a lugares aonde só chegava a fama dos marinheiros mais valentes. Outras coisas fazia, mas os marinheiros não tinham conhecimento. Talvez só dona Dulce soubesse que ele fazia poemas sobre o mar, porque ele achava a sua poesia fraca demais para o motivo. Também dona Dulce não compreendia perfeitamente por que ele morava ali, sendo rico e estimado na cidade lá em cima. Vestia uma roupa coçada, sem gravata, e quando não visitava os seus doentes (tinha muitos que nada lhe rendiam), fumava um cachimbo e olhava a paisagem sempre nova do mar.

(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008) 
Um vocábulo empregado em sentido figurado, no contexto em que se encontra, está destacado em:
Alternativas
Q2116807 Português
    Se de uma coisa há certeza no cais, mas certeza absoluta, inabalável, é que o dr. Rodrigo é de família de marinheiros, seus pais, seus avós ou outros mais antigos cruzaram os mares nas embarcações, fizeram daquilo seu meio de vida. Porque essa é a única explicação para que um doutor, de diploma e quadro, largasse as ruas bonitas da cidade e viesse morar na beira do cais, numa casa tosca junto com livros, um gato e as garrafas de bebidas. Mal de amor não era. Dr. Rodrigo estava muito moço ainda para sofrer no peito um mal sem cura. Com certeza – repetiam os canoeiros – ele era de família de marítimos, voltara para o mar. E como era magro e fraco, incapaz de levar um saveiro pelas águas e suspender um saco cheio, tratava das moléstias dos marinheiros, dava vida aos que chegavam quase mortos das tempestades. E em geral era quem dava dinheiro para o enterro dos mais pobres, quem ajudava as viúvas. Tirava da cadeia aqueles que se embriagavam e eram presos. Muito fazia por eles e era estimado no cais, sua fama chegara mesmo a lugares aonde só chegava a fama dos marinheiros mais valentes. Outras coisas fazia, mas os marinheiros não tinham conhecimento. Talvez só dona Dulce soubesse que ele fazia poemas sobre o mar, porque ele achava a sua poesia fraca demais para o motivo. Também dona Dulce não compreendia perfeitamente por que ele morava ali, sendo rico e estimado na cidade lá em cima. Vestia uma roupa coçada, sem gravata, e quando não visitava os seus doentes (tinha muitos que nada lhe rendiam), fumava um cachimbo e olhava a paisagem sempre nova do mar.

(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008) 
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2116806 Português
Assinale a alternativa em que a frase foi redigida em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q2116805 Português
Assinale a alternativa em que foi estabelecida uma relação de causa.
Alternativas
Q2116804 Português
        Desculpe-me pelo trocadilho, caro leitor, mas muitos estudos no campo da nutrição são indigeríveis. Há os que sugerem que consumir um ovo por dia encurtaria nossa expectativa de vida em seis anos, e, por outro lado, os que apontam que ingerir 12 avelãs diariamente nos faria 12 anos mais longevos. Seriam esses resultados minimamente plausíveis?
    Tendo essa pergunta como pano de fundo, John Ioannidis, proeminente cientista de uma universidade americana, tem duramente criticado não somente os achados pouco admissíveis de famosos estudos nutricionais populacionais, mas especialmente suas falhas metodológicas.
     Segundo Ioannidis, as conclusões exorbitantes geradas por esses estudos devem-se, antes de tudo, a uma falha de análise e interpretação. Em geral, estudos populacionais são de natureza associativa, e a associação entre duas variáveis não necessariamente implica causalidade entre elas. Vejamos este exemplo. No passado, o consumo de café foi correlacionado com risco aumentado de câncer. À época, muitos concluíram que a bebida seria a responsável pela doença. As suspeitas somente seriam encerradas com a constatação de que o hábito de tomar um cafezinho frequentemente acompanha o do tabagismo – este sim o fator causal por trás da inverídica associação.

(Bruno Gualano. Por que o ovo que te faz bem hoje te mata amanhã. www1.folha.uol.com.br, 01.11.2021. Adaptado) 
No trecho – À época, muitos concluíram que a bebida seria a responsável pela doença. (3º parágrafo) –, a expressão destacada pode ser substituída, no contexto em que se encontra, sem prejuízo do sentido e da norma- -padrão, por: 
Alternativas
Q2116803 Português
        Desculpe-me pelo trocadilho, caro leitor, mas muitos estudos no campo da nutrição são indigeríveis. Há os que sugerem que consumir um ovo por dia encurtaria nossa expectativa de vida em seis anos, e, por outro lado, os que apontam que ingerir 12 avelãs diariamente nos faria 12 anos mais longevos. Seriam esses resultados minimamente plausíveis?
    Tendo essa pergunta como pano de fundo, John Ioannidis, proeminente cientista de uma universidade americana, tem duramente criticado não somente os achados pouco admissíveis de famosos estudos nutricionais populacionais, mas especialmente suas falhas metodológicas.
     Segundo Ioannidis, as conclusões exorbitantes geradas por esses estudos devem-se, antes de tudo, a uma falha de análise e interpretação. Em geral, estudos populacionais são de natureza associativa, e a associação entre duas variáveis não necessariamente implica causalidade entre elas. Vejamos este exemplo. No passado, o consumo de café foi correlacionado com risco aumentado de câncer. À época, muitos concluíram que a bebida seria a responsável pela doença. As suspeitas somente seriam encerradas com a constatação de que o hábito de tomar um cafezinho frequentemente acompanha o do tabagismo – este sim o fator causal por trás da inverídica associação.

(Bruno Gualano. Por que o ovo que te faz bem hoje te mata amanhã. www1.folha.uol.com.br, 01.11.2021. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que as vírgulas foram inseridas em um trecho do texto sem prejuízo da norma-padrão de pontuação:
Alternativas
Q2116802 Português
        Desculpe-me pelo trocadilho, caro leitor, mas muitos estudos no campo da nutrição são indigeríveis. Há os que sugerem que consumir um ovo por dia encurtaria nossa expectativa de vida em seis anos, e, por outro lado, os que apontam que ingerir 12 avelãs diariamente nos faria 12 anos mais longevos. Seriam esses resultados minimamente plausíveis?
    Tendo essa pergunta como pano de fundo, John Ioannidis, proeminente cientista de uma universidade americana, tem duramente criticado não somente os achados pouco admissíveis de famosos estudos nutricionais populacionais, mas especialmente suas falhas metodológicas.
     Segundo Ioannidis, as conclusões exorbitantes geradas por esses estudos devem-se, antes de tudo, a uma falha de análise e interpretação. Em geral, estudos populacionais são de natureza associativa, e a associação entre duas variáveis não necessariamente implica causalidade entre elas. Vejamos este exemplo. No passado, o consumo de café foi correlacionado com risco aumentado de câncer. À época, muitos concluíram que a bebida seria a responsável pela doença. As suspeitas somente seriam encerradas com a constatação de que o hábito de tomar um cafezinho frequentemente acompanha o do tabagismo – este sim o fator causal por trás da inverídica associação.

(Bruno Gualano. Por que o ovo que te faz bem hoje te mata amanhã. www1.folha.uol.com.br, 01.11.2021. Adaptado) 
No trecho – Seriam esses resultados minimamente plausíveis? (1º parágrafo) –, o vocábulo destacado, no contexto em que se encontra, tem como antônimo:
Alternativas
Q2116801 Português
        Desculpe-me pelo trocadilho, caro leitor, mas muitos estudos no campo da nutrição são indigeríveis. Há os que sugerem que consumir um ovo por dia encurtaria nossa expectativa de vida em seis anos, e, por outro lado, os que apontam que ingerir 12 avelãs diariamente nos faria 12 anos mais longevos. Seriam esses resultados minimamente plausíveis?
    Tendo essa pergunta como pano de fundo, John Ioannidis, proeminente cientista de uma universidade americana, tem duramente criticado não somente os achados pouco admissíveis de famosos estudos nutricionais populacionais, mas especialmente suas falhas metodológicas.
     Segundo Ioannidis, as conclusões exorbitantes geradas por esses estudos devem-se, antes de tudo, a uma falha de análise e interpretação. Em geral, estudos populacionais são de natureza associativa, e a associação entre duas variáveis não necessariamente implica causalidade entre elas. Vejamos este exemplo. No passado, o consumo de café foi correlacionado com risco aumentado de câncer. À época, muitos concluíram que a bebida seria a responsável pela doença. As suspeitas somente seriam encerradas com a constatação de que o hábito de tomar um cafezinho frequentemente acompanha o do tabagismo – este sim o fator causal por trás da inverídica associação.

(Bruno Gualano. Por que o ovo que te faz bem hoje te mata amanhã. www1.folha.uol.com.br, 01.11.2021. Adaptado) 
O trocadilho a que o autor se refere no início do texto diz respeito 
Alternativas
Q2116800 Português
        Desculpe-me pelo trocadilho, caro leitor, mas muitos estudos no campo da nutrição são indigeríveis. Há os que sugerem que consumir um ovo por dia encurtaria nossa expectativa de vida em seis anos, e, por outro lado, os que apontam que ingerir 12 avelãs diariamente nos faria 12 anos mais longevos. Seriam esses resultados minimamente plausíveis?
    Tendo essa pergunta como pano de fundo, John Ioannidis, proeminente cientista de uma universidade americana, tem duramente criticado não somente os achados pouco admissíveis de famosos estudos nutricionais populacionais, mas especialmente suas falhas metodológicas.
     Segundo Ioannidis, as conclusões exorbitantes geradas por esses estudos devem-se, antes de tudo, a uma falha de análise e interpretação. Em geral, estudos populacionais são de natureza associativa, e a associação entre duas variáveis não necessariamente implica causalidade entre elas. Vejamos este exemplo. No passado, o consumo de café foi correlacionado com risco aumentado de câncer. À época, muitos concluíram que a bebida seria a responsável pela doença. As suspeitas somente seriam encerradas com a constatação de que o hábito de tomar um cafezinho frequentemente acompanha o do tabagismo – este sim o fator causal por trás da inverídica associação.

(Bruno Gualano. Por que o ovo que te faz bem hoje te mata amanhã. www1.folha.uol.com.br, 01.11.2021. Adaptado) 
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2116799 Português
Está redigida segundo a norma-padrão do emprego do vocábulo porque a frase: 
Alternativas
Q2116798 Português
Imagem associada para resolução da questão

O trecho – Quando um garoto cresce, ele deixa de ser um garoto pra se tornar uma outra coisa diferente (1º quadro) – pode assim ser reescrito sem prejuízo da norma- -padrão e do sentido original: 
Alternativas
Q2116797 Português
Imagem associada para resolução da questão 
A partir da leitura da tira, é correto afirmar que
Alternativas
Q2116796 Pedagogia
O respeito à singularidade e ao ritmo de cada criança é um princípio norteador do documento Orientação Curricular da Educação Infantil (Secretaria Municipal de Educação de Rio Claro). Nele, propõe­se uma prática que favorece esse respeito, descrita como “o oferecimento simultâneo de várias atividades que podem ser realizadas individualmente ou em pequenos grupos, propiciando a participação ativa das crianças nesta organização”.
A qual prática se refere o documento?
Alternativas
Q2116795 Pedagogia
Com base no artigo 6o da Lei Municipal nº 3.777/2007 de Rio Claro, assinale a alternativa que identifica correta e respectivamente a que se refere o trecho legal e a quem sua gestão compete: tem “a finalidade de aprimoramento dos métodos de gestão, valorização do Profissional do Magistério, melhoria da qualidade e eficiência do serviço público e para fins de evolução funcional”.
Alternativas
Q2116794 Pedagogia
A Resolução CNE/CP nº 1/2004 institui diretrizes para a educação das relações étnico­raciais e para o ensino de história e cultura afro­brasileira e africana. Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação compatível ao que estabelece o documento. 
Alternativas
Respostas
1281: A
1282: D
1283: D
1284: B
1285: D
1286: A
1287: A
1288: E
1289: E
1290: E
1291: C
1292: C
1293: B
1294: E
1295: D
1296: D
1297: B
1298: A
1299: D
1300: E