Foram encontradas 3.788 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3031437 Português

O Texto III é uma tira a seguir. Leia-a atentamente para responder a questão.

Texto III


                              

Disponível em: https://www.instagram.com/p/C87vmlEPJmS/?img_index=1. Acesso em: 15 jul. 2024.  

Leia o período composto presente no primeiro quadrinho:


Perco o amigo, mas não perco a piada.


A oração em destaque é CORRETAMENTE classificada como:  

Alternativas
Q3031436 Português

O Texto III é uma tira a seguir. Leia-a atentamente para responder a questão.

Texto III


                              

Disponível em: https://www.instagram.com/p/C87vmlEPJmS/?img_index=1. Acesso em: 15 jul. 2024.  

Acerca da tira, analise as assertivas abaixo.


I- A pergunta de Dolores no último quadrinho dispara o efeito de humor da tira.


II- O valor argumentativo de Então no segundo quadrinho desvincula a pergunta de Dolores à afirmação de Dona Anésia no primeiro quadrinho e estabelece a noção semântica de tempo.


III- A pergunta de Dolores no segundo quadrinho investe a afirmação de Dona Anésia no primeiro quadrinho de um valor semântico de contradição.


IV- A partícula expletiva É que no terceiro quadrinho tem o valor de realce e não exerce nenhuma função sintática.


V- No último quadrinho, o enunciado “É que você é à prova de piadas”, caso se troque prova por teste, considerando-se apenas o aspecto da regência, não ocorre a presença de preposição antes do artigo . o.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3031434 Português

O texto II, um meme, deve ser lido para responder a questão. 

Texto II

 

                                      

             Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/106890191135095194/. Acesso em: 15 jul. 2024       

Considerando o uso linguístico do meme, é CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3031432 Português

Leia atentamente o texto I para responder a questão. 


Texto I - MEMÓRIA: ESQUECER PARA LEMBRAR 


Nossas cabeças estão cada vez mais cheias. Ao mesmo tempo, esquecemos cada vez mais coisas. A explicação disso acaba de ser descoberta – e é surpreendente


Por Bruno Garattoni e Gisela Blanco 


Atualizado em 31 mar. 2017, 11h56 - Publicado em 5 fev. 2011, 22h00  


    Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer.

     [...] Por que esquecemos quando queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça. Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar.

     As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. [...] 

    “Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, a dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos [...]. Ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. [...]

GAROTTINI, Bruno; BLANCO, Gisele, Memória: esquecer para lembrar. 31 mar. 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/memoria-esquecer-para-Memória: lembrar. Acesso em: 15 jul. 2024. Adaptado.

A locução ou seja , presente no período “A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ou seja ou seja ajuda a recordar outras”, exerce a função de:

Alternativas
Q3031431 Português

Leia atentamente o texto I para responder a questão. 


Texto I - MEMÓRIA: ESQUECER PARA LEMBRAR 


Nossas cabeças estão cada vez mais cheias. Ao mesmo tempo, esquecemos cada vez mais coisas. A explicação disso acaba de ser descoberta – e é surpreendente


Por Bruno Garattoni e Gisela Blanco 


Atualizado em 31 mar. 2017, 11h56 - Publicado em 5 fev. 2011, 22h00  


    Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer.

     [...] Por que esquecemos quando queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça. Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar.

     As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. [...] 

    “Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, a dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos [...]. Ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. [...]

GAROTTINI, Bruno; BLANCO, Gisele, Memória: esquecer para lembrar. 31 mar. 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/memoria-esquecer-para-Memória: lembrar. Acesso em: 15 jul. 2024. Adaptado.

No tocante aos aspectos estruturais e semânticos do texto, considere as assertivas que se seguem.

 

I- O substantivo Beleza (terceiro parágrafo), no terceiro parágrafo, instaura um registro de linguagem impróprio ao propósito comunicativo da reportagem.


II- No texto, as expressões E ai e Beleza (terceiro parágrafo) são expressões do registro informal da linguagem e são empregadas  para deixar o texto mais atraente para o seu público-alvo.


III- O pronome demonstrativo Isso (em todo texto) não tem participação na sequenciação textual.


IV- A expressão dia-a-dia (quarto parágrafo) não está escrita corretamente. 


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3031430 Português

Leia atentamente o texto I para responder a questão. 


Texto I - MEMÓRIA: ESQUECER PARA LEMBRAR 


Nossas cabeças estão cada vez mais cheias. Ao mesmo tempo, esquecemos cada vez mais coisas. A explicação disso acaba de ser descoberta – e é surpreendente


Por Bruno Garattoni e Gisela Blanco 


Atualizado em 31 mar. 2017, 11h56 - Publicado em 5 fev. 2011, 22h00  


    Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer.

     [...] Por que esquecemos quando queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça. Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar.

     As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. [...] 

    “Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, a dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos [...]. Ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. [...]

GAROTTINI, Bruno; BLANCO, Gisele, Memória: esquecer para lembrar. 31 mar. 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/memoria-esquecer-para-Memória: lembrar. Acesso em: 15 jul. 2024. Adaptado.

A partir da leitura do texto, considere as seguintes assertivas:


I- A ideia central da reportagem é que esquecer é um mau sinal para o cérebro.


II- A presença de argumentos de autoridade no texto reforça a ideia central de que esquecer, na verdade, é parte integrante de uma memória funcional.


III- De acordo com o texto, se todas as memórias fossem permanentes, o indivíduo poderia sofrer efeitos psicológicos graves.


IV- O texto defende que a vida moderna não tem relação com a crescente incidência de esquecimento que experimentamos.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q2657449 Pedagogia
Tendo como referência a BNCC, Maldaner, Boer e Rosa apresentam o histórico do ensino de Ciências e elencam vários aspectos que são relevantes a serem considerados para o trabalho em sala de aula.
Em relação ao artigo “Ensino de Ciências nos Anos Iniciais: perspectivas históricas e práticas” (2023), assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2657448 Pedagogia
Paulo Freire, em “Professora, sim; tia, não: cartas a quem ousa ensinar” (1997), esclarece que a tarefa da ensinante, que é também aprendiz, sendo prazerosa, é igualmente exigente.
Para o autor, a tarefa de ensinar exige: 
Alternativas
Q2657447 Pedagogia
De acordo com Jungles (2022), na escola, a participação dos pais contribui para que conheçam as melhores formas de auxiliar seus filhos nas atividades de aprendizagem, a partir do desenvolvimento de uma relação construtiva com os professores, que os oriente a dar conta de sua parte nessa tarefa. Ao evidenciar que existem diferentes formas de engajamento, por meio das quais as famílias podem exercer sua parceria com as instituições escolares, são apresentados tipos de envolvimento.

A esse respeito, relacione a COLUNA II com a COLUNA I, associando os tipos de envolvimento e suas características.

COLUNA I
1. Tomada de decisão

2. Aprendizagem em casa
3. Voluntariado
4. Parentalidade

COLUNA II
(    ) Ocorre quando as escolas incluem os pais nas suas decisões e procuram desenvolver lideranças representativas das famílias em prol da parceria em diferentes espaços de debates e deliberações – fóruns, comitês, agremiações, conselhos, times de ação, entre outros.
(    ) Ocorre quando há envolvimento dos pais nas atividades escolares dos filhos. Para que isso ocorra, informações, ideias ou formação devem ser fornecidas pela escola para educar as famílias sobre como ajudar os alunos em casa, com os deveres e outras atividades, além de contribuir para a tomada de decisões e planejamento relacionados ao currículo escola.
(    ) Ocorre quando as práticas familiares e o ambiente doméstico apoiam as crianças em seu papel estudantil ao longo de todo seu processo acadêmico. Compreende, também, informações e subsídios que as famílias possam fornecer à escola com o objetivo de auxiliar os professores a entender melhor os seus filhos e seu contexto familiar.
(    ) Ocorre quando educadores, alunos e famílias recrutam e organizam a ajuda e o apoio dos pais em assembleias, apresentações, eventos esportivos, cerimônias, premiações, comemorações e outros eventos, além de contarem com os pais como recursos importantes para contribuir com suas habilidades ou auxiliar em alguma transformação física na escola.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2657446 Pedagogia
Na obra “Desenvolvimento e aprendizagem” (Carvalho; Sales; Guimarães, 2002), um dos capítulos se destina a discutir a experiência de uma creche no que tange à organização do trabalho pedagógico.
Em relação às reuniões pedagógicas, é correto afirmar que 
Alternativas
Q2657445 Pedagogia
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais, a Educação Básica é direito universal e alicerce indispensável para a capacidade de exercer, em plenitude, o direto à cidadania.
Em relação às etapas correspondentes aos diferentes momentos constitutivos do desenvolvimento educacional, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2657444 Pedagogia
Ao realizar a leitura do Referencial Curricular dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, uma professora observou que poderia desenvolver diversos trabalhos, a partir de parlendas, quadras, quadrinhas, trava-línguas, canções e cantigas, para sua turma do 2º ano.
Esses gêneros textuais estão previstos em qual campo de atuação?
Alternativas
Q2657442 Pedagogia
Buscando orientar o trabalho em sala de aula, a BNCC estabelece as competências para o Ensino Fundamental. No que se refere à Língua Portuguesa, analise as competências indicadas a seguir.

I. Reconhecer a língua como meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que pertencem.
II. Empregar, nas interações sociais, a variedade e o estilo de linguagem adequado à situação comunicativa, ao interlocutor e ao gênero textual.
III. Demonstrar atitude respeitosa diante de variedades linguísticas, rejeitando preconceitos linguísticos.
IV. Analisar argumentos e opiniões manifestados em interações sociais e nos meios de comunicação, posicionando-se criticamente em relação a conteúdos discriminatórios que ferem direitos humanos e ambientais.

Estão corretas as competências
Alternativas
Q2657440 Pedagogia
De acordo com a obra de Morin “Os sete saberes necessários à Educação do Futuro” (2000), constituem-se eixos e, ao mesmo tempo, caminhos que se abrem a todos os que pensam e fazem educação, e que estão preocupados com o futuro das crianças e adolescentes, exceto:
Alternativas
Q2628971 Noções de Informática

Acerca do MS-Windows 7, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:


I - É uma unidade de armazenamento de dados identificada por um nome e uma localização em um sistema de arquivos.


II - É uma estrutura organizacional usada para armazenar e organizar arquivos no sistema de arquivos de um computador.

Alternativas
Q2628970 Noções de Informática

No contexto do Microsoft Word, "legendas" e "índices" são elementos utilizados para melhorar a estrutura e a acessibilidade de documentos longos, como relatórios, teses ou manuais. Assim, analise:


I - As legendas no Word referem-se a rótulos ou descrições associados a figuras, tabelas, gráficos ou outros elementos visuais em um documento.

II - Um índice no Word é uma lista organizada de termos, palavras-chave ou itens específicos contidos no documento, juntamente com as páginas em que podem ser encontrados.

Alternativas
Q2628969 Noções de Informática

Sobre o uso do MS-Word 2016, analise os conceitos a seguir:


1. É uma unidade de texto organizada em uma estrutura lógica e coesa. Geralmente, inicia-se com uma nova linha e pode incluir várias frases relacionadas a um tópico específico.

2. Refere-se ao estilo e design do texto, incluindo características como tipo de letra, tamanho, negrito, itálico, sublinhado, entre outros.

3. Referem-se à disposição física do conteúdo na página, dividindo-a em seções para melhorar o design e a legibilidade.


Acerca dos conceitos trazidos, é possível afirmar corretamente:

Alternativas
Q2628968 Noções de Informática

Acerca das funções do MS-PowerPoint 2016, analise as afirmações a seguir:


( ) O Microsoft PowerPoint é uma ferramenta de apresentação.

( ) Cada slide pode conter texto, imagens, gráficos e outros elementos visuais.

( ) Para apresentar dados de forma organizada, é possível inserir tabelas e gráficos diretamente nos slides.


Indique V para verdadeiro e F para falso.

Alternativas
Q2628966 Matemática

Carlos aplicou um capital de R$ 10.000,00 em um investimento a uma taxa de juros de 5% ao mês, em regime de juros simples. Depois de cinco meses, a taxa de juros foi aumentada para 6%, sem alterar o capital inicial. Qual é o montante de Carlos após 10 meses (totais) com esse investimento?

Alternativas
Respostas
281: D
282: E
283: B
284: E
285: D
286: B
287: B
288: B
289: C
290: C
291: B
292: A
293: D
294: C
295: E
296: E
297: B
298: A
299: A
300: A