Questões de Concurso Comentadas para auditor fiscal

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Q1155682 Noções de Informática

Avalie as afirmações a seguir a respeito da utilização de Estilos no Microsoft Word 2016.


I - O mesmo Estilo pode ser aplicado a diferentes parágrafos.

II - O Microsoft Word permite que o usuário crie seus próprios estilos.

III - O tipo de estilo Caractere afeta a aparência do texto, incluindo o tamanho da fonte e a orientação de página.

IV - O tipo de estilo Parágrafo afeta a aparência do texto, incluindo o tamanho da fonte e o espaçamento entre linhas.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q1155681 Noções de Informática

O recurso de Controlar Alterações, do Microsoft Word 2016, permite a um usuário controlar as modificações em um documento texto. A imagem a seguir apresenta uma lista de opções, acessíveis no grupo Controle da guia Revisão, que permite a um usuário escolher a forma como alterações no documento serão visualizadas.


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Captura de tela parcial do Microsoft Word 2016.


Associe corretamente a opção à sua respectiva função.


Opções

(1) Todas as marcações

(2) Sem marcação

(3) Original


Funções

( ) Exibir os detalhes de todas as alterações.

( ) Exibir o documento como se todas as alterações tivessem sido removidas.

( ) Exibir o documento como se todas as alterações se tornassem permanentes.


A sequência correta dessa associação é

Alternativas
Q1155680 Noções de Informática

Um usuário, utilizando o Windows 10 em um computador, abriu a caixa de diálogo Propriedades da Lixeira, clicando com o botão direito do mouse sobre a Lixeira na Área de Trabalho.


A esse respeito, é correto afirmar que essa caixa de diálogo permite ao usuário

Alternativas
Q1155679 Noções de Informática

Um usuário, utilizando o Explorador de Arquivos do Windows 10, deseja encontrar os arquivos que estão localizados dentro da pasta Documentos e que foram modificados no dia anterior.


Uma maneira correta de encontrar tais arquivos é selecionar a pasta Documentos e, na Caixa de Pesquisa, digitar

Alternativas
Q1155678 Noções de Informática

O recurso Histórico de Arquivos, do Windows 10, permite realizar cópias de segurança (backup) de arquivos.


Considerando-se que esse recurso esteja ativado, uma maneira correta de exibir as versões anteriores de um arquivo, utilizando o Explorador de Arquivos, é clicar com o botão direito do mouse sobre o arquivo e, em seguida, clicar em

Alternativas
Q1155669 Redação Oficial

No artigo 37 da Constituição Federal há um princípio do qual decorrem dois aspectos: o primeiro indica a obrigatoriedade de que a administração pública tenha como norte o interesse público; o segundo determina a abstração da subjetividade.

Esse princípio constitucional, segundo o Manual de Redação da Presidência da República, justifica que a redação oficial deve ter como atributo(s)

Alternativas
Q1155668 Português

 A flor e a náusea


               Preso à minha classe e a algumas roupas,

vou de branco pela rua cinzenta.

            Melancolias, mercadorias espreitam-me.

Devo seguir até o enjoo?            

Posso, sem armas, revoltar-me?


Olhos sujos no relógio da torre  

                       Não, o tempo não chegou de completa justiça.

                                    O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações

  e espera.                                     

 O tempo pobre, o poeta pobre    

fundem-se no mesmo impasse.


                           Em vão me tento explicar, os muros são surdos.

                    Sob a pele das palavras há cifras e códigos.

                 O sol consola os doentes e não os renova.

                              As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas

   sem ênfase.                                  


     Vomitar esse tédio sobre a cidade.

      Quarenta anos e nenhum problema

 resolvido, sequer colocado.       

         Nenhuma carta escrita nem recebida.

       Todos os homens voltam para casa.

          Estão menos livres mas levam jornais

                     e soletram o mundo, sabendo que o perdem.


     Crimes da terra, como perdoá-los?

            Tomei parte em muitos, outros escondi.

           Alguns achei belos, foram publicados.

       Crimes suaves, que ajudam a viver.

                  Ração diária de erro, distribuída em casa.

Os ferozes padeiros do mal.    

Os ferozes leiteiros do mal.     


           Pôr fogo em tudo, inclusive em mim.

                     Ao menino de 1918 chamavam anarquista.

           Porém meu ódio é o melhor de mim.

   Com ele me salvo                      

                  e dou a poucos uma esperança mínima.


   Uma flor nasceu na rua!           

                                Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do

tráfego.                                 

Uma flor ainda desbotada     

      ilude a polícia, rompe o asfalto.

                                  Façam completo silêncio, paralisem os negócios,

  garanto que uma flor nasceu.


Sua cor não se percebe.      

Suas pétalas não se abrem.

   Seu nome não está nos livros.

        É feia. Mas é realmente uma flor.


                                      Sento-me no chão da capital do país às cinco horas

                                 da tarde e lentamente passo a mão nessa forma

  insegura.                               

                                             Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.

                            Pequenos pontos brancos movem-se no mar,

         galinhas em pânico.                      

                                        É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo

 e o ódio.                                

ANDRADE, Carlos Drummond de. A rosa do povo. São Paulo: Círculo do Livro, 1987. p. 13-14.

De acordo com a norma-padrão, a ênclise, colocação do pronome após o verbo, é obrigatória somente no seguinte verso:
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Q1155667 Português

 A flor e a náusea


               Preso à minha classe e a algumas roupas,

vou de branco pela rua cinzenta.

            Melancolias, mercadorias espreitam-me.

Devo seguir até o enjoo?            

Posso, sem armas, revoltar-me?


Olhos sujos no relógio da torre  

                       Não, o tempo não chegou de completa justiça.

                                    O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações

  e espera.                                     

 O tempo pobre, o poeta pobre    

fundem-se no mesmo impasse.


                           Em vão me tento explicar, os muros são surdos.

                    Sob a pele das palavras há cifras e códigos.

                 O sol consola os doentes e não os renova.

                              As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas

   sem ênfase.                                  


     Vomitar esse tédio sobre a cidade.

      Quarenta anos e nenhum problema

 resolvido, sequer colocado.       

         Nenhuma carta escrita nem recebida.

       Todos os homens voltam para casa.

          Estão menos livres mas levam jornais

                     e soletram o mundo, sabendo que o perdem.


     Crimes da terra, como perdoá-los?

            Tomei parte em muitos, outros escondi.

           Alguns achei belos, foram publicados.

       Crimes suaves, que ajudam a viver.

                  Ração diária de erro, distribuída em casa.

Os ferozes padeiros do mal.    

Os ferozes leiteiros do mal.     


           Pôr fogo em tudo, inclusive em mim.

                     Ao menino de 1918 chamavam anarquista.

           Porém meu ódio é o melhor de mim.

   Com ele me salvo                      

                  e dou a poucos uma esperança mínima.


   Uma flor nasceu na rua!           

                                Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do

tráfego.                                 

Uma flor ainda desbotada     

      ilude a polícia, rompe o asfalto.

                                  Façam completo silêncio, paralisem os negócios,

  garanto que uma flor nasceu.


Sua cor não se percebe.      

Suas pétalas não se abrem.

   Seu nome não está nos livros.

        É feia. Mas é realmente uma flor.


                                      Sento-me no chão da capital do país às cinco horas

                                 da tarde e lentamente passo a mão nessa forma

  insegura.                               

                                             Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.

                            Pequenos pontos brancos movem-se no mar,

         galinhas em pânico.                      

                                        É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo

 e o ódio.                                

ANDRADE, Carlos Drummond de. A rosa do povo. São Paulo: Círculo do Livro, 1987. p. 13-14.

Nos versos transcritos, todas as palavras em destaque estão sujeitas à mesma regra de acentuação, EXCETO
Alternativas
Q1155666 Português

 A flor e a náusea


               Preso à minha classe e a algumas roupas,

vou de branco pela rua cinzenta.

            Melancolias, mercadorias espreitam-me.

Devo seguir até o enjoo?            

Posso, sem armas, revoltar-me?


Olhos sujos no relógio da torre  

                       Não, o tempo não chegou de completa justiça.

                                    O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações

  e espera.                                     

 O tempo pobre, o poeta pobre    

fundem-se no mesmo impasse.


                           Em vão me tento explicar, os muros são surdos.

                    Sob a pele das palavras há cifras e códigos.

                 O sol consola os doentes e não os renova.

                              As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas

   sem ênfase.                                  


     Vomitar esse tédio sobre a cidade.

      Quarenta anos e nenhum problema

 resolvido, sequer colocado.       

         Nenhuma carta escrita nem recebida.

       Todos os homens voltam para casa.

          Estão menos livres mas levam jornais

                     e soletram o mundo, sabendo que o perdem.


     Crimes da terra, como perdoá-los?

            Tomei parte em muitos, outros escondi.

           Alguns achei belos, foram publicados.

       Crimes suaves, que ajudam a viver.

                  Ração diária de erro, distribuída em casa.

Os ferozes padeiros do mal.    

Os ferozes leiteiros do mal.     


           Pôr fogo em tudo, inclusive em mim.

                     Ao menino de 1918 chamavam anarquista.

           Porém meu ódio é o melhor de mim.

   Com ele me salvo                      

                  e dou a poucos uma esperança mínima.


   Uma flor nasceu na rua!           

                                Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do

tráfego.                                 

Uma flor ainda desbotada     

      ilude a polícia, rompe o asfalto.

                                  Façam completo silêncio, paralisem os negócios,

  garanto que uma flor nasceu.


Sua cor não se percebe.      

Suas pétalas não se abrem.

   Seu nome não está nos livros.

        É feia. Mas é realmente uma flor.


                                      Sento-me no chão da capital do país às cinco horas

                                 da tarde e lentamente passo a mão nessa forma

  insegura.                               

                                             Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.

                            Pequenos pontos brancos movem-se no mar,

         galinhas em pânico.                      

                                        É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo

 e o ódio.                                

ANDRADE, Carlos Drummond de. A rosa do povo. São Paulo: Círculo do Livro, 1987. p. 13-14.

Por trazer à tona a visão subjetiva do eu lírico sobre o seu meio, a função da linguagem predominante no poema é a
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Q1143654 Raciocínio Lógico

Em um restaurante a quilo são oferecidos 5 tipos de comida sem glúten e 8 tipos com glúten. Uma pessoa deseja montar uma marmita com 3 tipos distintos de comida, de maneira que no máximo uma contenha glúten.

Quantas marmitas diferentes esta pessoa pode montar, obedecendo às restrições descritas anteriormente?

Alternativas
Q1143651 Português
Assinale a alternativa correta quanto à análise morfológica do termo sublinhado.
Alternativas
Q1143650 Português

Leia o texto para responder à questão.



Um dia, numa expedição na África, um cachorrinho começa a brincar de caçar mariposas e quando se dá conta já está muito longe do grupo do safari. Nisso vê bem perto uma pantera correndo em sua direção.

Ao perceber que a pantera vai devorá-lo pensa rápido no que fazer. Vê uns ossos de um animal morto e se coloca a mordê-los. Então, quando a pantera está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:

“Ah, que delícia esta pantera que acabo de comer!”

A pantera para bruscamente e sai apavorada correndo do cachorrinho, pensando:

“Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também!”

Um macaco que estava trepado em uma árvore perto e que havia visto a cena, sai correndo atrás da pantera para lhe contar como ela foi enganada pelo cachorro. O macaco alcança a pantera e lhe conta toda a história. Então, a pantera furiosa diz:

“Cachorro maldito! Vai me pagar!

Agora vamos ver quem come quem!”

“Depressa!”, disse o macaco. “Vamos alcançá-lo”.

E saem correndo para buscar o cachorrinho.

O cachorrinho vê que a pantera vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas.

“Ah, macaco desgraçado! O que faço agora?”, pensa o cachorrinho.

Ao invés de sair correndo, o cachorrinho fica de costas como se não estivesse vendo nada e, quando a pantera está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:

“Maldito macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei me trazer outra pantera e ele ainda não voltou!”


autor desconhecido

Assinale a alternativa correta em relação ao texto 2.
Alternativas
Q1143648 Português
Considerando que na Semântica a relação de sentido entre as palavras pode ser classificada em: sinonímia, antonímia, paronímia, hiperonímia e hiponímia, assinale a alternativa que em que essa relação, posta em 1 e 2, está corretamente indicada.
Alternativas
Q1143647 Português

Escolha a palavra adequada, colocada entre parênteses, de modo a estabelecer a correta coesão textual.


Imagem associada para resolução da questão Para expressar uma condição: (Quando/Se) vocês arrumarem o quarto, terão uma surpresa.

Imagem associada para resolução da questão Para expressar simples adição de ações: Não quero saber de política (nem/apenas) de entender de filosofia.

Imagem associada para resolução da questão Para expressar oposição: Meu colega aceitou o novo emprego, (porquanto/porém) não está feliz.

Imagem associada para resolução da questão Para expressar contradição: (Embora/Ao passo que) estivesse atrasado, parou para ver a cena.

Imagem associada para resolução da questão Para estabelecer finalidade: Fiz um sinal (afim de que/que) lhe calasse.


Assinale a alternativa que indica as palavras corretas, de cima para baixo.

Alternativas
Q1143646 Português

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) considerando o meme.

Imagem associada para resolução da questão


( ) O texto da propaganda inicia com um adjunto adverbial de tempo.

( ) O primeiro período colocado depois da imagem tem sentido de explicação.

( ) O termo “logo” é uma conjunção coordenativa com valor de conclusão.

( ) A expressão “mais velho” completa o sentido do verbo “estar”; é, pois, um objeto direto.

( ) O sujeito em todas as orações do “meme” é classificado como implícito ou subentendido, mas a imagem altera essa classificação para “sujeito simples”, pois por ela (a imagem) ele se torna visível.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1143645 Português
Assinale a alternativa correta, considerando as frases: “Meu primo, que mora em Itajaí, veio me visitar” e “Meu primo que mora em Itajaí, veio me visitar”.
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Q1143644 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão

Naquela mulata estava o grande mistério, a síntese das impressões que1 ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que2 o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que3 se não torce a nenhuma planta; era o veneno e era o açúcar gostoso; era o sapoti mais doce que4 o mel e era a castanha de caju, que abre feridas com seu azeite de fogo; ela era a cobra verde…


Aluísio Azevedo. O cortiço

Considerando que um recurso coesivo no texto 1, representado pela palavra “que”, é usada cinco vezes, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1143643 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão

Naquela mulata estava o grande mistério, a síntese das impressões que1 ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que2 o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que3 se não torce a nenhuma planta; era o veneno e era o açúcar gostoso; era o sapoti mais doce que4 o mel e era a castanha de caju, que abre feridas com seu azeite de fogo; ela era a cobra verde…


Aluísio Azevedo. O cortiço

Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto 1.
Alternativas
Q1143642 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão

Naquela mulata estava o grande mistério, a síntese das impressões que1 ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que2 o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que3 se não torce a nenhuma planta; era o veneno e era o açúcar gostoso; era o sapoti mais doce que4 o mel e era a castanha de caju, que abre feridas com seu azeite de fogo; ela era a cobra verde…


Aluísio Azevedo. O cortiço

Analise as afirmativas feitas sobre o texto 1.


1. As palavras “ardente, calor, vermelho, aroma, quente, palmeira, virginal, veneno, açúcar, gostoso, mel, azeite, fogo, cobra” trazem conotações de prazer e erotismo na descrição da mulata.

2. A descrição da mulata também evoca sensações gustativas.

3. Considerando-se que “sapoti” é descrito como mais doce que o mel, tem-se que ele é um doce semelhante a ele, apenas menos adocicado.

4. Azeite é veneno e abriu feridas de fogo no personagem masculino citado no texto.

5. O verbo “atordoara” está no pretérito mais- -que-perfeito do indicativo e, como tal, expressa um fato ocorrido antes de outro fato já terminado. Pode ser substituído por “tinha atordoado”.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1142767 Raciocínio Lógico
Analise a seguinte construção da tabela-verdade:
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa que substitui corretamente o símbolo de interrogação.
Alternativas
Respostas
4201: E
4202: B
4203: C
4204: E
4205: E
4206: C
4207: C
4208: D
4209: B
4210: C
4211: B
4212: E
4213: E
4214: A
4215: A
4216: B
4217: A
4218: E
4219: D
4220: C