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Q3834929 Farmácia
Um técnico em farmácia atende um paciente idoso que utiliza diversos medicamentos contínuos e que relata estar sentindo tonturas após iniciar um novo remédio por conta própria. Ao analisar o caso, o profissional suspeita que o efeito de um fármaco pode ter sido alterado pela presença do outro, o que exige orientação adequada ao farmacêutico responsável. Assinale a alternativa que define corretamente esse evento clínico.
Alternativas
Q3834928 Farmácia
A eliminação dos fármacos do organismo é essencial para interromper seu efeito terapêutico e evitar a acumulação tóxica. Embora ocorra por diversas vias, existe um órgão principal responsável pela excreção da maioria dos compostos hidrossolúveis e seus metabólitos. Assinale a alternativa que indica corretamente esse órgão. 
Alternativas
Q3834927 Farmácia
Após ser absorvido, o fármaco é transportado pelo sangue para os tecidos do corpo, processo conhecido como distribuição. Sobre os fatores que afetam a distribuição, analise as afirmativas a seguir:

I- A ligação do fármaco às proteínas plasmáticas, como a albumina, mantém uma parte do medicamento inativa temporariamente.
II- Órgãos muito vascularizados, como coração, fígado e rins, recebem o fármaco mais rapidamente do que tecidos pouco irrigados.
III- A barreira hematoencefálica facilita a entrada de qualquer medicamento no sistema nervoso central, sem restrições.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3834926 Farmácia
A absorção é a passagem do fármaco do local de administração para a corrente sanguínea, sendo influenciada pela via de administração e pela forma farmacêutica. Acerca desse processo, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

( ) A administração intravenosa geralmente confere biodisponibilidade máxima, pois não há fase de absorção.
( ) Soluções aquosas tendem a ser absorvidas mais rapidamente do que comprimidos, que precisam se desintegrar.
( ) A via sublingual evita o efeito de primeira passagem hepático, permitindo absorção rápida.
( ) A presença de alimentos no estômago nunca interfere na absorção de medicamentos administrados por via oral.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3834925 Farmácia
Para que um fármaco atinja seu local de ação, ele precisa atravessar diversas barreiras biológicas, como a parede do intestino ou as membranas celulares, movendo-se de um local para outro. Assinale a alternativa que indica o mecanismo de transporte mais comum para a maioria dos fármacos, que ocorre a favor do gradiente de concentração e não gasta energia. 
Alternativas
Q3834924 Farmácia
O estudo da farmacologia é dividido classicamente em duas grandes áreas que explicam a interação entre o fármaco e o corpo. Uma delas estuda "o que o organismo faz com o fármaco", incluindo processos de absorção, distribuição, metabolismo e excreção. Assinale a alternativa que apresenta o nome correto dessa área de estudo. 
Alternativas
Q3834923 Farmácia
Todo medicamento possui potencial para gerar efeitos benéficos (terapêuticos) e efeitos nocivos (adversos), sendo necessário avaliar cuidadosamente se o uso é justificável para a condição do paciente. Assinale a alternativa que denomina corretamente a relação entre o efeito positivo esperado e a possibilidade de danos causados pelo tratamento. 
Alternativas
Q3834922 Farmácia
Na farmacologia, as substâncias podem ativar ou bloquear receptores no organismo. Considere um medicamento, como a naloxona, que se liga aos receptores opioides sem ativá-los, impedindo que a droga de abuso (como a heroína) se ligue e exerça seu efeito, sendo muito usada em overdoses. Analise as afirmativas a seguir:

I- A substância que se liga ao receptor e o ativa, mimetizando o efeito da substância endógena, é chamada de agonista.
II- A substância que se liga ao receptor mas não o ativa, impedindo a ligação do agonista, é chamada de antagonista.
III- Agonistas sempre inibem as funções celulares, enquanto antagonistas sempre as estimulam.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3834921 Farmácia
Para que um medicamento exerça seu efeito terapêutico, suas moléculas precisam, na maioria das vezes, ligar-se a componentes específicos das células do organismo, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Assinale a alternativa que apresenta o nome da estrutura celular especializada em reconhecer e ligar-se ao fármaco para iniciar a resposta biológica.
Alternativas
Q3834920 Farmácia
A atenção farmacêutica é um conceito de prática profissional em que o paciente é o principal beneficiário das ações do farmacêutico e de sua equipe. Acerca dos objetivos e características dessa prática, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

( ) A atenção farmacêutica busca a prevenção, detecção e resolução de problemas relacionados a medicamentos.
( ) O foco principal da atenção farmacêutica é garantir a venda máxima de medicamentos disponíveis na farmácia.
( ) A promoção do uso racional de medicamentos é um dos pilares fundamentais da atenção farmacêutica.
( ) A atenção farmacêutica dispensa a interação com outros profissionais de saúde, sendo exclusiva da farmácia.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:  
Alternativas
Q4035062 Gestão de Pessoas
Para que o trabalho em equipe em uma farmácia seja produtivo e harmonioso, é necessário que seus membros compartilhem objetivos comuns e compreendam seus papéis e responsabilidades, colaborando para a segurança do paciente e a qualidade do serviço. No entanto, conflitos interpessoais podem surgir, prejudicando o ambiente de trabalho. Acerca da gestão de conflitos no trabalho em equipe, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Ignorar um conflito interpessoal entre dois membros da equipe é uma estratégia eficaz a longo prazo, pois permite que os envolvidos resolvam suas diferenças sozinhos, sem a interferência de um gestor.

(__)A mediação de conflitos deve focar na busca por culpados, expondo o erro de um dos lados para que sirva de exemplo aos demais membros da equipe e evite a repetição do problema.

(__)Uma abordagem construtiva para a gestão de conflitos envolve ouvir ativamente as partes envolvidas, promover um diálogo focado no problema e não nas pessoas, e buscar uma solução colaborativa que atenda aos objetivos da equipe.

(__)Conflitos de ideias ou de tarefas, quando bem gerenciados, podem ser benéficos para a equipe, pois estimulam a discussão de diferentes pontos de vista, a criatividade e a busca por melhores soluções para os problemas.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4035061 Farmácia
A segurança no ambiente de trabalho da farmácia é primordial, especialmente quando há manipulação de substâncias químicas e aplicação de injetáveis. O uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é uma medida de barreira essencial para prevenir acidentes e a exposição a riscos químicos e biológicos. Acerca do uso de EPIs em farmácia, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O jaleco de mangas longas, confeccionado em tecido resistente, é um EPI de uso obrigatório nas áreas técnicas da farmácia, devendo ser utilizado fechado para proteger a pele e a roupa do profissional.

(__)Luvas de procedimento são necessárias para a aplicação de medicamentos injetáveis, devendo ser trocadas a cada paciente e descartadas imediatamente após o uso em lixo apropriado para resíduo biológico.

(__)O uso de máscaras cirúrgicas e óculos de proteção é obrigatório durante a manipulação de pós, como na reconstituição de suspensões ou no preparo de cápsulas, para evitar a inalação de partículas e a exposição da mucosa ocular.

(__)As luvas de procedimento podem ser lavadas e reutilizadas até três vezes se não apresentarem furos ou rasgos visíveis, como forma de reduzir custos e o impacto ambiental.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4035054 Saúde Pública
A organização do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil é fundamentada em um conjunto de princípios e diretrizes que norteiam todas as ações e serviços de saúde, buscando garantir o direito universal à saúde conforme previsto na Constituição Federal de 1988. A compreensão aprofundada desses princípios é essencial para a atuação de qualquer profissional de saúde inserido no sistema, pois eles definem a lógica de funcionamento desde a atenção primária até os serviços de alta complexidade. Diante do exposto, assinale a alternativa que descreve corretamente um dos princípios doutrinários do SUS.
Alternativas
Q4035049 Comunicação Social
A comunicação eficaz no ambiente de trabalho é um pilar para o bom funcionamento das equipes, a segurança dos processos e a qualidade do atendimento ao público. No contexto de uma farmácia, falhas na comunicação podem levar a erros graves. Considerando os elementos e as barreiras do processo de comunicação, analise as afirmativas a seguir:


I.O ruído, no processo de comunicação, refere-se exclusivamente a sons ou barulhos ambientais que dificultam a audição da mensagem, não abrangendo fatores psicológicos ou semânticos.

II.O feedback é o elemento que fecha o ciclo da comunicação, permitindo ao emissor verificar se o receptor compreendeu a mensagem conforme o pretendido, sendo essencial para a confirmação de instruções e procedimentos.

III.A comunicação não verbal, que inclui postura, gestos e expressões faciais, frequentemente transmite mais informações sobre atitudes e sentimentos do que a comunicação verbal, impactando significativamente o relacionamento interpessoal.


Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4035036 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
Outros locais iranianos, "como Pasárgada, Yazd e Isfahan", também estão em risco.
Sintaticamente, a expressão destacada na frase trata-se de:
Alternativas
Q4035035 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio.
A alternativa que contém um termo formado por adjetivo e substantivo é, respectivamente:
Alternativas
Q4035034 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
No auge, o Império Persa se estendia da Líbia "à Índia", e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase:
Alternativas
Q4035033 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.

O fenômeno, quase imperceptível, só "se torna" visível quando surgem rachaduras nas construções.

A colocação pronominal destacada na frase denomina-se:

Alternativas
Q4035032 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
O texto aborda a situação crítica enfrentada pelo Irã devido ao afundamento do solo, que ameaça importantes sítios históricos, como Persépolis.
De acordo com o texto base, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4035031 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, "afundam" dezenas de centímetros por ano.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
Alternativas
Respostas
221: C
222: E
223: B
224: C
225: B
226: D
227: E
228: A
229: D
230: A
231: D
232: B
233: D
234: C
235: A
236: D
237: D
238: D
239: B
240: D