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Q963058 Comunicação Social
Zanotti (1999) diz que a produção de títulos de textos informativos deve ser encarada, pelos profissionais da comunicação social, como algo mais nobre do que a simples aplicação de algumas regras básicas, pois ao profissional cabe sintetizar em uma frase a notícia que tem em mãos e que deseja revelar ao seu leitor. Aponte as principais regras básicas para elaboração do título:
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Q963057 Comunicação Social
O processo de produção gráfica requer, do profissional, conhecimentos em design gráfico, ou seja, deve dominar as teorias e técnicas que reveste a comunicação visual. Trata-se de um processo de dar ordem estrutural e uma forma à informação visual, trabalhando frequentemente a relação de imagem e texto, podendo ser aplicada a vários meios de comunicação, sejam eles impressos, digitais, audiovisuais, entre outros. São áreas de atuação do desing gráfico:
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Q963056 Comunicação Social
De acordo com a lei nº 4680, de 18 de junho de 1965, Art.17º, os preceitos, também entendidos como Código de Ética dos Profissionais da Propaganda, dizem que NÃO é permitido:
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Q963055 Jornalismo
A Ética Jornalística é a deontologia ou conjunto de normas e procedimentos éticos que regem a atividade do jornalismo. Embora não institucionalizadas pelo Estado, estas normas são consolidadas em códigos de ética que variam de acordo com cada país. De acordo com art. 9º da Federação Nacional do Jornalismo – Fenaj - é dever do jornalista:
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Q963054 Jornalismo
A comunicação que ocorre no âmbito interno das organizações deve ser planejada estrategicamente. Sempre pensada como uma via de mão dupla, a comunicação interna visa informar os funcionários deixando claro porque algumas decisões são tomadas. Além disso, se bem planejada, ela promove a integração entre as áreas e se constitui em um agente humanizador das relações de trabalho. A comunicação interna possui dois canais: o formal e o informal. São canais formais:
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Q963053 Comunicação Social
A linguagem da publicidade é centrada no receptor e foca um estilo de comunicação apelativa ou conativa. A função apelativa ou conativa é facilmente identificada pois:
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Q963052 Jornalismo
O media training, também conhecido como treinamento de imprensa, visa preparar os porta-vozes de organizações, com o objetivo de aperfeiçoar sua capacidade de se relacionar com os jornalistas, seja para dar entrevistas em eventos ou em encontros de relacionamento ou, ainda, a qualquer momento em que são procurados por profissionais de veículos de comunicação. Assinale as cinco razões para participar deste treinamento.
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Q963051 Jornalismo
De modo geral, as novas tecnologias de comunicação e informação estão associadas à interatividade e a quebra com o modelo comunicacional um-todos, onde a informação é transmitida de modo unidirecional, adotando o modelo todos-todos, em que aqueles que integram redes de conexão operacionalizadas por meio das NTIC fazem parte do envio e do recebimento das informações. Aponte a caracaterística (de um sistema, equipamento, programa, etc.) que deve funcionar em interação com o usuário, ou seja, com a participação deste a cada etapa, por meio de comandos diante do repertório de opções disponíveis.
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Q963050 Comunicação Social
Uma das principais funções do assessor de imprensa (AI) é aproximar profissionais que atuam em meios de comunicação à realidade das organizações/empresas, com notícias e, principalmente, informações de interesse público. É impossível para os meios de comunicação ficarem sabendo de tudo o que ocorre em entidades privadas e organismos governamentais sem a ajuda de um Assessor de Imprensa. Porém, para o Assessor de Imprensa poder estabelecer relações sólidas e confiáveis, com os meios de comunicação e seus agentes, com o objetivo de se tornar fonte de informação respeitada e requisitada, deve fazer uso de meios de ferramentas específicos da área. Assinale os meios e ferramentas que devem ser utilizados pelo AI.
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Q963049 Jornalismo
A comunicação organizacional integrada (COI) surgiu com o objetivo de unir as diversas atividades comunicacionais dentro de uma organização ou empresa. Para Kunsch (1997), a comunicação integrada permite o estabelecimento de uma política global em função de uma maior coerência entre os programas comunicacionais. O modelo proposto pela autora traz benefícios às organizações, tanto em nível de relacionamentos como em rentabilidade que impulsiona o negócio, pois proporciona uma linguagem comum e um comportamento homogêneo, além de evitar as sobreposições de tarefas. Porém, dois princípios básicos são fundamentais para o funcionamento da comunicação organizacional integrada:
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Q963048 Comunicação Social
Os principais e mais usados gêneros jornalísticos adotados na imprensa, no rádio, na televisão e na webjornalismo são: informativo, interpretativo, opinativo e de entretenimento. O primeiro é caracterizado por uma produção textual com informações que visam esclarecer a sociedade sobre algo que ocorreu ou está sendo debatido. O segundo possuem uma natureza analítica. O terceiro busca a persuasão e a estrutura da mensagem é determinada por variáveis controladas pela instituição jornalística e o quarto visa à satisfação pessoal e boa disposição e também pode ser uma forma de desenvolvimento cultural e intelectual. Faz parte do gênero informativo:
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Q963047 Comunicação Social
A informação é essencial para qualquer organização. Sem informação, organização alguma sobrevive e, para tanto, a presença de uma assessoria de comunicação social é o primeiro passo para a organização se posicionar na sociedade, a começar pelos funcionários/servidores. Porém, não basta sustentar uma excelente estrutura de comunicação e esquecer questões básicas, no âmbito interno. São formas e meios fundamentais de comunicação do Assessor de Imprensa para com o público interno:
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Q963046 Comunicação Social
A história do homem é a história da comunicação. Estima–se que ele começa a escrever há 5 mil anos (50 séculos). A descoberta da tipografia (Gutenberg, em 1445) significou a multiplicação e o barateamento dos escritos, marco que dá início a era da Comunicação Social. Entre os meios de comunicação mais usados para transmitir a informação e a construção de relacionamentos estão:
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Q963045 Banco de Dados
Em um banco de dados relacional, o conjunto formado por um ou mais campos capazes de identificar unicamente uma tupla pertencente a uma tabela de dados, é conhecido como:
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Q963044 Noções de Informática

No processo de modelagem de banco de dados, uma das técnicas mais utilizadas é a diagramação do modelo Entidade - Relacionamento. Neste diagrama são representadas diversas informações úteis para a posterior implementação do banco de dados em um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD). Analise as seguintes afirmações sobre o modelo Entidade - Relacionamento e marque a alternativa correta.


1. As entidades são representadas por retângulos e posteriormente serão implementadas no SGBD através de tabelas.

2. Os atributos são informações referentes às entidades e serão representados através de tuplas nas tabelas.

3. No diagrama Entidade - Relacionamento os chamados relacionamentos são representados através de losangos e criam sempre uma relação "um para um" entre duas entidades.

Alternativas
Q963043 Noções de Informática
Com relação ao sistema operacional MS-DOS, marque a opção INCORRETA.
Alternativas
Q963042 Noções de Informática

Sobre os sistemas operacionais se suas atribuições, analise as opções abaixo e marque a opção correta.


1. Gerenciam a utilização da memória.

2. Controlam a execução de processos e aplicações.

3. Gerenciam o uso dos dispositivos de entrada e saída.

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Q963039 Matemática

Dada a sequência de figuras abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Quantos retângulos e quantos triângulos haverá na vigésima figura se a garota mantiver o padrão da sequência ilustrada.

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Q963031 Português

                                              TEXTO I

                                             Meu valor


      Como todo homem tem seu preço e a corrupção é o que mais dá dinheiro no Brasil, hoje, decidi calcular o meu valor para o caso de quererem me comprar. É bom ter o nosso preço na ponta da língua e sempre atualizado, pois – para usar a frase-lema do Brasil dos nossos dias – nunca se sabe.

      Nossa autoavaliação deve ser objetiva. Costumamos nos dar mais valor do que realmente temos e há o perigo de, por uma questão de amor próprio, nos colocarmos fora do mercado. Também tendemos a valorizar coisas que, no mundo eminentemente prático da corrupção, não valem muito, como bons hábitos de higiene e a capacidade de mexer as orelhas. O que vale é o que podemos oferecer para o lucro imediato de quem nos comprar.

      As pessoas se queixam da falta de ética no Brasil e não se dão conta de que isso se deve à pouca oportunidade que o brasileiro comum tem de escolher ser ético ou não. Eu tenho tanto direito a ser corrupto quanto qualquer outro cidadão, mas não tenho oportunidade de sequer ouvir uma proposta para decidir se aceito. A corrupção continua ao alcance apenas de uns poucos privilegiados. Por que só uma pequena casta pode decidir se vai ter um comportamento ético enquanto a maioria permanece condenada à ética compulsória, por falta de alternativas? Quando me perguntam se sou ético, a única resposta que posso dar é a mesma que dou quando me perguntam se gosto do vinho Chateau Petrus: não sei. Nunca provei.

      Quem me comprar pode não lucrar com minhas conexões no governo ou com o conteúdo, inclusive, dos meus bolsos. Mas e o casco? Quanto me dão pelo vasilhame? Pagando agora eu garanto a entrega do corpo na hora da minha morte, com os sapatos de brinde. Tenho muitos anos de uso, mas todos os sistemas em razoável estado de conservação, precisando apenas de alguns ajustes das partes que se deterioraram com o tempo. Meus cabelos são poucos, mas os que ficaram são da melhor qualidade, do contrário não teriam ficado. Não dão para uma peruca inteira, mas ainda dão para um bom bigode.

      Meu cérebro, vendido à ciência, daria para alimentar vários ratos de laboratório durante semanas. Prejudicaria um pouco seu desempenho no labirinto, mas em compensação eles saberiam toda a letra do bolero No Sé Tú. Minhas entranhas dariam um bom preço em qualquer feira de órgãos usados, dependendo, claro, do poder de persuasão do leiloeiro (“Leve um sistema cardiovascular e eu incluo uma caixa de Isordil!”). Meu apêndice, por exemplo, nunca foi usado.

      Tudo calculado, descontada a depreciação, devo estar valendo aí uns, deixa ver… Mas é melhor não me anunciar. Vai que aparece um corruptor em potencial e eu descubra que não só não valho nada como estou lhe devendo.

                                                                          Luís Fernando Veríssimo

http://contobrasileiro.com.br/meu-valor-cronica-de-luis-fernando-verissimo/

Ao analisar a oração “Meu apêndice, por exemplo, nunca foi usado”, percebe-se que:
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Q963029 Português

                                              TEXTO I

                                             Meu valor


      Como todo homem tem seu preço e a corrupção é o que mais dá dinheiro no Brasil, hoje, decidi calcular o meu valor para o caso de quererem me comprar. É bom ter o nosso preço na ponta da língua e sempre atualizado, pois – para usar a frase-lema do Brasil dos nossos dias – nunca se sabe.

      Nossa autoavaliação deve ser objetiva. Costumamos nos dar mais valor do que realmente temos e há o perigo de, por uma questão de amor próprio, nos colocarmos fora do mercado. Também tendemos a valorizar coisas que, no mundo eminentemente prático da corrupção, não valem muito, como bons hábitos de higiene e a capacidade de mexer as orelhas. O que vale é o que podemos oferecer para o lucro imediato de quem nos comprar.

      As pessoas se queixam da falta de ética no Brasil e não se dão conta de que isso se deve à pouca oportunidade que o brasileiro comum tem de escolher ser ético ou não. Eu tenho tanto direito a ser corrupto quanto qualquer outro cidadão, mas não tenho oportunidade de sequer ouvir uma proposta para decidir se aceito. A corrupção continua ao alcance apenas de uns poucos privilegiados. Por que só uma pequena casta pode decidir se vai ter um comportamento ético enquanto a maioria permanece condenada à ética compulsória, por falta de alternativas? Quando me perguntam se sou ético, a única resposta que posso dar é a mesma que dou quando me perguntam se gosto do vinho Chateau Petrus: não sei. Nunca provei.

      Quem me comprar pode não lucrar com minhas conexões no governo ou com o conteúdo, inclusive, dos meus bolsos. Mas e o casco? Quanto me dão pelo vasilhame? Pagando agora eu garanto a entrega do corpo na hora da minha morte, com os sapatos de brinde. Tenho muitos anos de uso, mas todos os sistemas em razoável estado de conservação, precisando apenas de alguns ajustes das partes que se deterioraram com o tempo. Meus cabelos são poucos, mas os que ficaram são da melhor qualidade, do contrário não teriam ficado. Não dão para uma peruca inteira, mas ainda dão para um bom bigode.

      Meu cérebro, vendido à ciência, daria para alimentar vários ratos de laboratório durante semanas. Prejudicaria um pouco seu desempenho no labirinto, mas em compensação eles saberiam toda a letra do bolero No Sé Tú. Minhas entranhas dariam um bom preço em qualquer feira de órgãos usados, dependendo, claro, do poder de persuasão do leiloeiro (“Leve um sistema cardiovascular e eu incluo uma caixa de Isordil!”). Meu apêndice, por exemplo, nunca foi usado.

      Tudo calculado, descontada a depreciação, devo estar valendo aí uns, deixa ver… Mas é melhor não me anunciar. Vai que aparece um corruptor em potencial e eu descubra que não só não valho nada como estou lhe devendo.

                                                                          Luís Fernando Veríssimo

http://contobrasileiro.com.br/meu-valor-cronica-de-luis-fernando-verissimo/

As vírgulas empregadas no período “Tudo calculado, descontada a depreciação, devo estar valendo aí uns” foram necessárias para
Alternativas
Respostas
441: D
442: A
443: C
444: B
445: C
446: D
447: B
448: A
449: C
450: B
451: D
452: A
453: D
454: C
455: D
456: B
457: A
458: D
459: C
460: D