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Q856313 Português

Para responder a questão, leia o fragmento a seguir, retirado do texto.

Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos.

O uso do advérbio “especialmente” indica que a questão do lixo é um problema
Alternativas
Q856312 Português
                         O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
                                                                                                                                   Bruno Calixto

Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado. "O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável. Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.

Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
Sobre o texto em estudo, é correto afirmar:
Alternativas
Q856311 Português
                         O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
                                                                                                                                   Bruno Calixto

Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado. "O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável. Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.

Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
O principal objetivo da pesquisa de Izabelle Vieira é
Alternativas
Q856310 Português
                         O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
                                                                                                                                   Bruno Calixto

Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado. "O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável. Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.

Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
Para a nova classe média, o desenvolvimento sustentável é
Alternativas
Q856309 Português
                         O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
                                                                                                                                   Bruno Calixto

Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado. "O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável. Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.

Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
De acordo com o texto, a nova classe média é representada por
Alternativas
Q771881 Conhecimentos Gerais
“O Programa ‘Mulheres Mil’ possibilita que mulheres moradoras de comunidades com baixo índice de desenvolvimento humano, sem o pleno acesso aos serviços públicos básicos, ou integrantes dos Territórios da Cidadania, tenham uma formação educacional, profissional e tecnológica, que permita sua elevação de escolaridade, emancipação e acesso ao mundo do trabalho, por meio do estímulo ao empreendedorismo, às formas associativas solidárias e à empregabilidade”. São vários os objetivos desse programa, menos:
Alternativas
Q758350 Administração Financeira e Orçamentária
No Brasil, são classificadas como receitas de capital:
Alternativas
Q758349 Administração Financeira e Orçamentária
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, princípios orçamentários no Brasil.
Alternativas
Q758348 Administração Geral

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Atitudes que Don Drapper, de Mad Men, deveria ter hoje 

Não há nada de errado em gostar do autoritário protagonista de Mad Men – desde que seu estilo não o influencie.

  O cotidiano de uma grande agência publicitária cravada na Madison Avenue, coração de Nova York, em plenos anos 60 é o ponto de partida da série americana Mad Men para mostrar os desafios, aspirações e todo ambiente que envolvia os executivos da época. [...] 

  Protagonista da história e diretor de criação da agência, Don Draper, interpretado pelo ator Jon Hamm, vive um mundo de mentiras, sustentado por suas crises pessoais e de identidade que o deixam ao léu de uma sociedade mutante, onde ele tem de lidar com esposa, filhos, amante e um passado pesado, sem deixar de ser um dos mais brilhantes publicitários de seu tempo. [...].

  Apesar das décadas de distância entre os gestores retratados em Mad Men com os gestores atuais das empresas, alguns resquícios dos personagens da série parecem bem contemporâneos. “Ainda assim é inegável o quanto os líderes evoluíram de lá para cá”, diz Fátima Motta, professora doutora do Núcleo de Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM.

  Abaixo, ela lista atitudes exigidas dos bons líderes de hoje, em contraste com o perfil dos executivos da década de 60. 

Menos autoritarismo

  Na década de 60, imperava a gestão autoritária, onde os chefes ditavam o lado a ser seguido por todos, sem que os funcionários pudessem acatar ou questionar nenhuma ordem. Esse líder aos poucos evoluiu para um gestor baseado em metas e resultados. “Influenciadas pelos métodos de gestão competitiva dos americanos, na década de 80 as empresas passaram a instaurar um clima de concorrência, onde só havia espaço para os melhores e todos queriam sê-lo a qualquer custo”, diz Gilberto Cavicchioli, especialista em gestão de pessoas. [...] 
Mais questionamentos

  Uma das principais funções dos líderes de hoje é reter talentos. Se em algumas cenas de Mad Men fica claro que os funcionários têm medo de perder seus empregos, nos ambientes corporativos de hoje o desafio é manter os melhores talentos na empresa.

  [...] “Hoje, os bons líderes e profissionais sabem que é preciso fazer um bom trabalho para galgar espaço na carreira e saber trabalhar em equipe”, afirma Fátima. Concordar com o chefe o tempo todo também pode ser prejudicial. “Para o gestor é importante ter ao seu lado pessoas que lhe mostrem coisas diferentes, que tenham coragem de discordar e de pensar fora da caixa, coisas que um funcionário puxa-saco não trará”, diz ela.
Menos barreira

  Hoje, a vida pessoal e a profissional dos executivos se misturam pelos novos caminhos de relação e interatividade trazidas com o avanço da tecnologia. Um cenário impensável no ambiente vivido pelos executivos da década de 60. “Seria impossível viver dessa maneira naquela época em que as máximas eram ter de deixar os problemas fora da empresa, já que ali era lugar para se trabalhar e não de ter amigos e expressar opiniões", afirma a professora.

  Essa conexão de pessoas e ideias dá aos profissionais a chance de ser realmente quem se é o tempo todo, no trabalho ou fora dele. Por outro lado, também exige dos profissionais o cuidado de discernir suas opiniões e saber o que vale ou não divulgar nas mídias sociais. “Para o gestor fica mais fácil conhecer bem seus pares e, ao mesmo tempo, saber quanto o subordinado está alinhado com as propostas da empresa”, diz Cavicchioli.
Avaliação igualitária

  Não importa se o funcionário tem anos de casa ou se ele acabou de chegar. Se é homem ou mulher, sua preferência sexual ou classe econômica. O bom gestor contemporâneo avalia todos iguais, da mesma maneira.Sem esquecer de deixar claro que isso faz parte das regras do jogo. “Isso é um fator determinante até mesmo para os profissionais se manterem na empresa e se esforçarem para entregar os resultados”, afirma Fátima. [...] 

Mutação constante

  Nessa mutação constante do cenário em que vivemos hoje, com alterações mais rápidas dos ambientes do que as sofridas em décadas atrás, alguns gestores e empresas estão atrasados, concorda a professora. “Será preciso que a gestão dessas empresas ainda atrasadas evoluam e atendam as novas necessidades do mercado mais cedo ou mais tarde", afirma Fátima. 

(VAZ, Tatiana. Revista Exame. Disponível em http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias. Acesso em 12/10/2012. Adaptado.)
As atitudes apresentadas no texto, em relação à atualidade, podem ser consideradas como características de que modelo de gestão?
Alternativas
Q758347 Administração Geral

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Atitudes que Don Drapper, de Mad Men, deveria ter hoje 

Não há nada de errado em gostar do autoritário protagonista de Mad Men – desde que seu estilo não o influencie.

  O cotidiano de uma grande agência publicitária cravada na Madison Avenue, coração de Nova York, em plenos anos 60 é o ponto de partida da série americana Mad Men para mostrar os desafios, aspirações e todo ambiente que envolvia os executivos da época. [...] 

  Protagonista da história e diretor de criação da agência, Don Draper, interpretado pelo ator Jon Hamm, vive um mundo de mentiras, sustentado por suas crises pessoais e de identidade que o deixam ao léu de uma sociedade mutante, onde ele tem de lidar com esposa, filhos, amante e um passado pesado, sem deixar de ser um dos mais brilhantes publicitários de seu tempo. [...].

  Apesar das décadas de distância entre os gestores retratados em Mad Men com os gestores atuais das empresas, alguns resquícios dos personagens da série parecem bem contemporâneos. “Ainda assim é inegável o quanto os líderes evoluíram de lá para cá”, diz Fátima Motta, professora doutora do Núcleo de Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM.

  Abaixo, ela lista atitudes exigidas dos bons líderes de hoje, em contraste com o perfil dos executivos da década de 60. 

Menos autoritarismo

  Na década de 60, imperava a gestão autoritária, onde os chefes ditavam o lado a ser seguido por todos, sem que os funcionários pudessem acatar ou questionar nenhuma ordem. Esse líder aos poucos evoluiu para um gestor baseado em metas e resultados. “Influenciadas pelos métodos de gestão competitiva dos americanos, na década de 80 as empresas passaram a instaurar um clima de concorrência, onde só havia espaço para os melhores e todos queriam sê-lo a qualquer custo”, diz Gilberto Cavicchioli, especialista em gestão de pessoas. [...] 
Mais questionamentos

  Uma das principais funções dos líderes de hoje é reter talentos. Se em algumas cenas de Mad Men fica claro que os funcionários têm medo de perder seus empregos, nos ambientes corporativos de hoje o desafio é manter os melhores talentos na empresa.

  [...] “Hoje, os bons líderes e profissionais sabem que é preciso fazer um bom trabalho para galgar espaço na carreira e saber trabalhar em equipe”, afirma Fátima. Concordar com o chefe o tempo todo também pode ser prejudicial. “Para o gestor é importante ter ao seu lado pessoas que lhe mostrem coisas diferentes, que tenham coragem de discordar e de pensar fora da caixa, coisas que um funcionário puxa-saco não trará”, diz ela.
Menos barreira

  Hoje, a vida pessoal e a profissional dos executivos se misturam pelos novos caminhos de relação e interatividade trazidas com o avanço da tecnologia. Um cenário impensável no ambiente vivido pelos executivos da década de 60. “Seria impossível viver dessa maneira naquela época em que as máximas eram ter de deixar os problemas fora da empresa, já que ali era lugar para se trabalhar e não de ter amigos e expressar opiniões", afirma a professora.

  Essa conexão de pessoas e ideias dá aos profissionais a chance de ser realmente quem se é o tempo todo, no trabalho ou fora dele. Por outro lado, também exige dos profissionais o cuidado de discernir suas opiniões e saber o que vale ou não divulgar nas mídias sociais. “Para o gestor fica mais fácil conhecer bem seus pares e, ao mesmo tempo, saber quanto o subordinado está alinhado com as propostas da empresa”, diz Cavicchioli.
Avaliação igualitária

  Não importa se o funcionário tem anos de casa ou se ele acabou de chegar. Se é homem ou mulher, sua preferência sexual ou classe econômica. O bom gestor contemporâneo avalia todos iguais, da mesma maneira.Sem esquecer de deixar claro que isso faz parte das regras do jogo. “Isso é um fator determinante até mesmo para os profissionais se manterem na empresa e se esforçarem para entregar os resultados”, afirma Fátima. [...] 

Mutação constante

  Nessa mutação constante do cenário em que vivemos hoje, com alterações mais rápidas dos ambientes do que as sofridas em décadas atrás, alguns gestores e empresas estão atrasados, concorda a professora. “Será preciso que a gestão dessas empresas ainda atrasadas evoluam e atendam as novas necessidades do mercado mais cedo ou mais tarde", afirma Fátima. 

(VAZ, Tatiana. Revista Exame. Disponível em http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias. Acesso em 12/10/2012. Adaptado.)
O atendimento das necessidades do mercado é visto como o ponto principal para o sucesso da administração de uma empresa. Sobre o assunto, é correto afirmar:
Alternativas
Q758346 Administração Geral

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Atitudes que Don Drapper, de Mad Men, deveria ter hoje 

Não há nada de errado em gostar do autoritário protagonista de Mad Men – desde que seu estilo não o influencie.

  O cotidiano de uma grande agência publicitária cravada na Madison Avenue, coração de Nova York, em plenos anos 60 é o ponto de partida da série americana Mad Men para mostrar os desafios, aspirações e todo ambiente que envolvia os executivos da época. [...] 

  Protagonista da história e diretor de criação da agência, Don Draper, interpretado pelo ator Jon Hamm, vive um mundo de mentiras, sustentado por suas crises pessoais e de identidade que o deixam ao léu de uma sociedade mutante, onde ele tem de lidar com esposa, filhos, amante e um passado pesado, sem deixar de ser um dos mais brilhantes publicitários de seu tempo. [...].

  Apesar das décadas de distância entre os gestores retratados em Mad Men com os gestores atuais das empresas, alguns resquícios dos personagens da série parecem bem contemporâneos. “Ainda assim é inegável o quanto os líderes evoluíram de lá para cá”, diz Fátima Motta, professora doutora do Núcleo de Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM.

  Abaixo, ela lista atitudes exigidas dos bons líderes de hoje, em contraste com o perfil dos executivos da década de 60. 

Menos autoritarismo

  Na década de 60, imperava a gestão autoritária, onde os chefes ditavam o lado a ser seguido por todos, sem que os funcionários pudessem acatar ou questionar nenhuma ordem. Esse líder aos poucos evoluiu para um gestor baseado em metas e resultados. “Influenciadas pelos métodos de gestão competitiva dos americanos, na década de 80 as empresas passaram a instaurar um clima de concorrência, onde só havia espaço para os melhores e todos queriam sê-lo a qualquer custo”, diz Gilberto Cavicchioli, especialista em gestão de pessoas. [...] 
Mais questionamentos

  Uma das principais funções dos líderes de hoje é reter talentos. Se em algumas cenas de Mad Men fica claro que os funcionários têm medo de perder seus empregos, nos ambientes corporativos de hoje o desafio é manter os melhores talentos na empresa.

  [...] “Hoje, os bons líderes e profissionais sabem que é preciso fazer um bom trabalho para galgar espaço na carreira e saber trabalhar em equipe”, afirma Fátima. Concordar com o chefe o tempo todo também pode ser prejudicial. “Para o gestor é importante ter ao seu lado pessoas que lhe mostrem coisas diferentes, que tenham coragem de discordar e de pensar fora da caixa, coisas que um funcionário puxa-saco não trará”, diz ela.
Menos barreira

  Hoje, a vida pessoal e a profissional dos executivos se misturam pelos novos caminhos de relação e interatividade trazidas com o avanço da tecnologia. Um cenário impensável no ambiente vivido pelos executivos da década de 60. “Seria impossível viver dessa maneira naquela época em que as máximas eram ter de deixar os problemas fora da empresa, já que ali era lugar para se trabalhar e não de ter amigos e expressar opiniões", afirma a professora.

  Essa conexão de pessoas e ideias dá aos profissionais a chance de ser realmente quem se é o tempo todo, no trabalho ou fora dele. Por outro lado, também exige dos profissionais o cuidado de discernir suas opiniões e saber o que vale ou não divulgar nas mídias sociais. “Para o gestor fica mais fácil conhecer bem seus pares e, ao mesmo tempo, saber quanto o subordinado está alinhado com as propostas da empresa”, diz Cavicchioli.
Avaliação igualitária

  Não importa se o funcionário tem anos de casa ou se ele acabou de chegar. Se é homem ou mulher, sua preferência sexual ou classe econômica. O bom gestor contemporâneo avalia todos iguais, da mesma maneira.Sem esquecer de deixar claro que isso faz parte das regras do jogo. “Isso é um fator determinante até mesmo para os profissionais se manterem na empresa e se esforçarem para entregar os resultados”, afirma Fátima. [...] 

Mutação constante

  Nessa mutação constante do cenário em que vivemos hoje, com alterações mais rápidas dos ambientes do que as sofridas em décadas atrás, alguns gestores e empresas estão atrasados, concorda a professora. “Será preciso que a gestão dessas empresas ainda atrasadas evoluam e atendam as novas necessidades do mercado mais cedo ou mais tarde", afirma Fátima. 

(VAZ, Tatiana. Revista Exame. Disponível em http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias. Acesso em 12/10/2012. Adaptado.)
O texto desenvolve seu ponto de vista baseado em elementos de comparação entre a realidade de gestão na década de 60 e na atualidade. Em relação a essa mudança de comportamento administrativo, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q758344 Administração Geral
Uma das técnicas mais utilizadas para a garantia de um ambiente de trabalho organizado e produtivo é o método “5S”, sobre o qual é correto afirmar:
Alternativas
Q758343 Ética na Administração Pública

O Código de Ética Profissional do Servidor Público Federal é um guia de conduta profissional e pessoal, a que os servidores públicos estão submetidos. Sobre o dever do servidor público, analise as afirmativas.

I - Exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim ou procurando prioritariamente resolver situações procrastinatórias.

II - Ser probo, reto, leal e justo, demonstrando toda a integridade do seu caráter, escolhendo sempre, quando estiver diante de duas opções, a melhor e a mais vantajosa para o bem comum.

III - Permitir que interesses de ordem pessoal influenciem no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores.

IV - Agir com cortesia e urbanidade, respeitando a capacidade e as limitações individuais de todos os usuários do serviço público.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q758342 Atendimento ao Público
Para desenvolver um atendimento de excelência em uma instituição pública, é necessário adotar atitudes como:
Alternativas
Q758341 Administração Geral
Constata-se no atual contexto econômico o aumento da demanda por trabalho em equipe, o que requer novos comportamentos e habilidades de convivência interpessoal e novas medidas de gestão. A postura indispensável do líder para o bom funcionamento de uma equipe é:
Alternativas
Q758340 Gestão de Pessoas
No ambiente de trabalho, há atividades predeterminadas a serem executadas de modo coletivo e é nesse cenário que as relações interpessoais desenvolvem-se decorrentes do processo de interação. Sobre o relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q758339 Arquivologia
Nas instituições, o protocolo é o órgão responsável pela concentração das atividades de controle da documentação. Qual rotina NÃO é considerada atribuição do protocolo?
Alternativas
Q758338 Arquivologia
No desenvolvimento de atividades administrativas, foi designada ao Assistente em Administração a tarefa de organizar o arquivo corrente do seu setor. Após analisar a natureza dos documentos a serem arquivados, o servidor elegeu o método alfabético para executar essa tarefa. Utilizando-se desse método, as pastas de Adelaide Patrícia Santos, Mônica Laura Antunes, Adair José Costa e João Paulo Silva deverão ser arquivadas na seguinte ordem:
Alternativas
Q758337 Redação Oficial
Suponha que, no desempenho do cargo na Universidade Federal de Mato Grosso, o Assistente em Administração tenha direito ao auxílio pré-escolar. A solicitação desse benefício deve ser feita por meio de
Alternativas
Q758336 Redação Oficial

Sobre o documento Ata, analise as afirmativas.

I - Registro minucioso, claro e fiel das ocorrências de uma reunião de pessoas para um determinado fim previamente divulgado.

II - Por se tratar de documento de valor jurídico, deve ser lavrada de forma que nada lhe poderá ser acrescentado ou modificado.

III - O tempo verbal utilizado é o pretérito perfeito do indicativo.

IV - Ao constatar erro durante a escrita da ata, emprega-se a frase “Em tempo: onde se lê...., leia-se....”, retificando assim a informação registrada.

Estão corretas as afirmativas 

Alternativas
Respostas
9841: B
9842: C
9843: D
9844: B
9845: D
9846: C
9847: A
9848: B
9849: C
9850: D
9851: D
9852: B
9853: A
9854: A
9855: C
9856: D
9857: C
9858: A
9859: B
9860: B