Questões de Concurso Comentadas para arquiteto urbanista

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Q323323 Arquitetura
Considerando os parâmetros antropométricos da NBR 9050:2004 corrigida em 2005 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), utilizando-se o módulo de referência (MR), para se projetar o espaço mínimo necessário para três cadeiras de rodas, são necessárias uma profundidade de 1,20 m e uma largura total mínima, em metros, de
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Q323320 Arquitetura
O conjunto de funções e necessidades, sujeito a mudanças culturais e temporais, que norteia uma concepção do projeto de arquitetura, é designado como
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Q323319 Arquitetura
Qual dos gráficos, utilizados como ferramenta de projeto para os arquitetos, visa a identificar pontos de conflito e sobreposições de circulação?
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Q323317 Arquitetura
De acordo com a NBR 14371:1999 (Forros de PVC rígido para instalação em obra – Procedimento), após a instalação do sistema de sustentação de um forro de PVC rígido, deve-se realizar o ensaio de verificação do desempenho
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Q323316 Arquitetura
Segundo a NM 293:2004 (Terminologia de vidros planos e dos componentes acessórios à sua aplicação), o defeito oriundo da imperfeição de acabamento da borda é denominado
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Q323315 Arquitetura
Os laminados melamínicos de alta resistência para pisos devem ser armazenados APENAS na posição
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Q323314 Arquitetura
Em uma viga de concreto armado, a principal função dos estribos é resistir aos esforços
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Q323312 Arquitetura
A iluminação geral ou suplementar deve ser projetada e instalada de forma a evitar
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Q323311 Arquitetura
Uma viga em balanço, de comprimento L, sujeita a um carregamento distribuído em toda a sua extensão, tem seu momento máximo
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Q323310 Arquitetura
Em um sistema hiperestático, o número de equações é, em relação ao número de incógnitas,
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Q323309 Segurança e Saúde no Trabalho
O uso adequado da iluminação zenital em áreas de trabalho é conveniente porque
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Q323307 Arquitetura
Dentre as diversas peças que constituem a tesoura do telhado, o frechal pode ser definido como peça
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Q323306 Arquitetura
Um telhado ou cobertura ecológica que empregue o sistema laminar permite o uso de águas
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Q323305 Arquitetura
As vagas para estacionamento de veículos que conduzam ou sejam conduzidos por pessoas com deficiência devem, de acordo com a NBR 9050:2004 ( Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos ), contar, no mínimo, com um espaço adicional de circulação, quando afastadas da faixa de travessia de pedestres, com a largura, em metros, de
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Q323304 Arquitetura
De acordo com a NBR 13532:1995 – Elaboração de projetos de edificações – Arquitetura, são etapas sequenciais de execução da atividade técnica do projeto de arquitetura:
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Q200993 Inglês
                                                               Off the Deep End in Brazil
                                                                        Gerald Herbert

With crude still hemorrhaging into the Gulf of Mexico, deep-water drilling might seem taboo just now. In fact, extreme oil will likely be the new normal. Despite the gulf tragedy, the quest for oil and gas in the most difficult places on the planet is just getting underway. Prospecting proceeds apace in the ultradeepwater reserves off the coasts of Ghana and Nigeria, the sulfur-laden depths of the Black Sea, and the tar sands of Venezuela’s Orinoco Basin. Brazil’s Petrobras, which already controls a quarter of global deepwater operations, is just starting to plumb its 9 to 15 billion barrels of proven reserves buried some four miles below the Atlantic. The reason is simple: after a century and a half of breakneck oil prospecting, the easy stuff is history. Blistering growth in emerging nations has turned the power grid upside down. India and China will consume 28 percent of global energy by 2030, triple the juice they required in 1990. China is set to overtake the U.S. in energy consumption by 2014. And now that the Great Recession is easing, the earth’s hoard of conventional oil is waning even faster. The International Energy Agency reckons the world will need to find 65 million additional barrels a day by 2030. If the U.S. offshore-drilling moratorium drags on, look for idled rigs heading to other shores. Available in: Retrieved on: June 19, 2011.
According to Text II, in spite of the oil spill disaster in the Gulf of Mexico,
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Q199939 Português
“Não me consta que já houvesse um 'diferenciado' negativamente marcado." (L. 18-19)

A respeito da ocorrência da forma verbal houvesse, desacada no trecho, teceram-se os seguintes comentários:

I - A forma verbal houvesse, nessa estrutura, tem valor de existisse, e se apresenta como verbo impessoal.

II - O verbo haver, quando impessoal, transmite sua impessoalidade a auxiliares.

III - A forma verbal houvesse, nesse trecho, desempenha uma função de verbo auxiliar.

É correto o que se afirma em
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Q199885 Inglês
                                                               Off the Deep End in Brazil
                                                                        Gerald Herbert

With crude still hemorrhaging into the Gulf of Mexico, deep-water drilling might seem taboo just now. In fact, extreme oil will likely be the new normal. Despite the gulf tragedy, the quest for oil and gas in the most difficult places on the planet is just getting underway. Prospecting proceeds apace in the ultradeepwater reserves off the coasts of Ghana and Nigeria, the sulfur-laden depths of the Black Sea, and the tar sands of Venezuela’s Orinoco Basin. Brazil’s Petrobras, which already controls a quarter of global deepwater operations, is just starting to plumb its 9 to 15 billion barrels of proven reserves buried some four miles below the Atlantic. The reason is simple: after a century and a half of breakneck oil prospecting, the easy stuff is history. Blistering growth in emerging nations has turned the power grid upside down. India and China will consume 28 percent of global energy by 2030, triple the juice they required in 1990. China is set to overtake the U.S. in energy consumption by 2014. And now that the Great Recession is easing, the earth’s hoard of conventional oil is waning even faster. The International Energy Agency reckons the world will need to find 65 million additional barrels a day by 2030. If the U.S. offshore-drilling moratorium drags on, look for idled rigs heading to other shores. Available in: Retrieved on: June 19, 2011.
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 Comparing Texts I and II,
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Q199881 Inglês
                                       
Based on the meanings in Text I, the two words are antonymous in
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Q199875 Português
                                                         PALAVRA PEJORATIVA
          O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo ressuscita o preconceito de classe


“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gente diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Higienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polê- mica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana. Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs e usuários do transporte público ressuscitou velhos preconceitos de classe, e pode deixar como lembran- ça a volta de um clichê: o termo “diferenciada”. A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de algo “especial”, “destacado” ou “diferente” (sempre para melhor). – Não me consta que já houvesse um “diferenciado” negativamente marcado. Não tenho nenhum conhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nascida da infeliz declaração – explica Maria Helena Moura Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e do Mackenzie. Para a professora, o termo pode até ganhar as ruas com o sentido negativo, mas não devido a um deslizamento semântico natural. Por natural, entenda-se uma direção semântica provocada pela configuração de sentido do termo originário. No verbo “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova acepção de “diferenciado” tenha vida longa. – Não deve vingar, a não ser como chiste, aquelas coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – emenda ela. [...] MURANO, Edgard. Disponível em: . Acesso em: 05 jul. 2011. Adaptado
Segundo os compêndios gramaticais, existem duas possibilidades de escritura da voz passiva no português. Na frase abaixo, encontra-se uma delas:
“A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil." (L. 13-14)
A outra possibilidade de escritura, na forma passiva, na qual o sentido NÃO se altera é:
Alternativas
Respostas
4881: C
4882: B
4883: D
4884: E
4885: D
4886: B
4887: E
4888: A
4889: A
4890: B
4891: C
4892: E
4893: A
4894: A
4895: D
4896: E
4897: C
4898: D
4899: C
4900: B