Questões de Concurso Comentadas para auxiliar de consultório dentário

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Q3639256 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Considere o vocábulo: “diminuindo” e marque a alternativa que apresenta o processo de formação desse vocábulo:
Alternativas
Q3639255 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Observe a separação das sílabas das palavras das alternativas a seguir e marque aquela cujas sílabas estão separadas corretamente:
Alternativas
Q3639254 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Considere os vocábulos das alternativas e marque aquela cujas palavras são todas polissílabas:
Alternativas
Q3639253 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Considere a frase: “Mas ele vendia bons cachorros-quentes”. Marque a alternativa que apresenta o modo e o tempo verbal no qual está flexionado o verbo “vendia”: 
Alternativas
Q3639252 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Considere a frase: “Tirou os cartazes da propaganda”. Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical dos vocábulos “Tirou”, “os”, “cartazes”, “propaganda”.
Alternativas
Q3639251 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Marque a alternativa cujos vocábulos são acentuados pela mesma regra de acentuação gráfica:
Alternativas
Q3639250 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Considere o trecho: “e o negócio prosperava”. O vocábulo prosperava pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3639249 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Considerando a temática do texto, marque a alternativa correta quanto à atitude que o vendedor deveria ter tido após as informações passadas por seu filho:
Alternativas
Q3639248 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Segundo o texto, as vendas foram aumentando e a condição de vida do vendedor melhorou. Esse fato se deu porque ele:
Alternativas
Q3639247 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
O fato de o vendedor colocar cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes revela que ele:  
Alternativas
Q3624493 Saúde Pública

No eu se refere aos recursos financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS), analise as afirmativas a seguir:


Para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados, Distrito Federal e Municípios, será utilizada a combinação dos seguintes critérios, segundo análise técnica de programas e projetos:


I. Perfil demográfico da região.

II. Perfil epidemiológico da população a ser coberta.

III. Perfil nutricional da população a ser coberta.


É correto o que se afirma

Alternativas
Q3624461 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Na rota do hidrogênio sustentável


 O Brasil está entre os países mais bem posicionados para a produção em larga escala de hidrogênio de baixa emissão de carbono, combustível com alto poder calorífico apontado como importante vetor para a transição energética. O país tem potencial técnico para gerar 1,8 gigatonelada de hidrogênio por ano, sendo por volta de 90% desse volume com uso de energias renováveis. Os dados integram o Plano Decenal de Expansão de Energia 2031, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME).


O estudo identifica diversas fontes e rotas tecnológicas para a produção de hidrogênio de baixo carbono, considerado por muitos especialistas o combustível do futuro, por sua capacidade de auxiliar na descarbonização do planeta. É esperado que ele venha a substituir o uso de combustíveis fósseis em setores da economia como o de transportes e de indústrias intensivas em energia (siderúrgicas, metalúrgicas e cimenteiras). Os combustíveis fósseis são responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa (GEE), associados ao aquecimento global e às mudanças climáticas.


Hidrogênio de baixa emissão de carbono é a nova terminologia empregada pela Agência Internacional de Energia (IEA) para designar o hidrogênio (H2) produzido por diferentes rotas com emissão nula ou reduzida de dióxido de carbono (CO2). Integram esse grupo o hidrogênio produzido a partir da reforma do etanol e de outros biocombustíveis ou biomassas (resíduos agrícolas ou florestais); o hidrogênio gerado a partir da eletrólise da água com uso de fontes renováveis (eólica, solar, hidráulica) ou de energia nuclear; o hidrogênio resultante do processo de reforma térmica do gás natural com captura, sequestro e uso de carbono (CCUS); o hidrogênio natural, que pode ser extraído do solo, entre outros.


De acordo com o Programa Nacional de Hidrogênio (PNH2), do governo federal, os projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono já anunciados somam cerca de US$ 30 bilhões. Analistas e pesquisadores do setor energético consultados por Pesquisa FAPESP mostram-se otimistas quanto ao protagonismo do país nesse novo mercado. "O Brasil reúne as condições necessárias para ser um dos líderes globais do setor", avalia o especialista em energias renováveis Ricardo Ruther, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenador de uma recém-inaugurada usina experimental de produção de hidrogênio verde (H2V) − o produzido por meio da eletrólise da água − da instituição.


"Temos abundância de fontes renováveis de energia eólica e solar, essenciais para a produção de hidrogênio sustentável; um mercado organizado, competitivo e dinâmico de geração de energia elétrica por fontes renováveis; um parque industrial que pode absorver a produção em larga escala de hidrogênio; e relativa proximidade com o mercado europeu, para onde o combustível será exportado", afirma.


A atenção que se dá ao hidrogênio combustível se explica pelo fato de seu poder calorífico ser cerca de três vezes superior ao do gás natural, da gasolina ou do diesel. Embora abundante no Universo, o hidrogênio raramente é achado de forma isolada, mas está presente no etanol (C2H6O), no metano (CH4) e em outros combustíveis fósseis, além da água (H2O). Para isolar a molécula de hidrogênio e utilizá-la como energia para mover veículos automotores ou em procedimentos industriais, esses compostos precisam ser submetidos a processos químicos.


Retirado e adaptado de: VASCONCELOS, Yuri. Na rota do hidrogênio sustentável. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/na-rota-do-hidrogeniosustentavel/ Acesso em: 08 nov., 2023. 

A partir da leitura atenta de "Na rota do hidrogênio sustentável", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)A Universidade Federal de Santa Catariana está confiante na produção de hidrogênio natural.


(__)Embora tenha alto valor calorífico, o hidrogênio é muito raramente encontrado na natureza.


(__)Já há proposições de projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono que somam bilhões de reais.


(__)Existem variados tipos de hidrogênio de baixa emissão. O que os diferencia entre si é a forma como são os meios de distribuição.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3620556 Odontologia
São considerados componentes constituintes do sistema estomatognático:
I. Ossos da face e pescoço.
II. Músculos faciais.
III. Articulação temporomandibular.
IV. Dentes.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3620555 Odontologia
Para a realização de um adequado isolamento de campo operatório, é importante selecionar o grampo ideal para cada procedimento. Nesses termos, quais grampos são ideais para isolar dentes molares completamente erupcionados?
Alternativas
Q3620554 Odontologia
A afta é uma lesão ulcerada que pode aparecer em diversas regiões da cavidade bucal e geralmente possui o centro esbranquiçado ou amarelado e as bordas avermelhadas. Entre os fatores frequentemente relacionados ao aparecimento das aftas, estão:
I. Ingestão de alimentos ácidos.
II. Deficiência do sistema imunológico.
III. Fatores emocionais como o estresse.
Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3620553 Odontologia
Limpeza é definida como a remoção de toda sujidade do material, reduzindo-se a carga microbiana. Uma limpeza bem realizada favorece o processo de desinfecção e esterilização. As soluções utilizadas no processo de limpeza são recomendadas pelo Ministério da Saúde e devem ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Sobre as características dessas soluções, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Aniônicos: na dissociação em solução aquosa, liberam íon com carga negativa; o mais utilizado é o alquil benzeno sulfonato de sódio.
( ) Alcalinos: removem matéria orgânica, mineral e vegetal.
( ) Enzimáticas: não é irritante, tem ação rápida, não é corrosiva, elimina odores biológicos, é biodegradável.
Alternativas
Q3620551 Odontologia
São processos que devem ser realizados antes de os materiais serem esterilizados em autoclave:
I. Enxague e lavagem manual.
II. Secagem.
III. Embalagem e selagem.
Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3620547 Segurança e Saúde no Trabalho
Quanto à classificação dos agentes biológicos, em conformidade com a NR 32 — Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde, é considerado agente emergente e oportunista:
Alternativas
Q3620539 Direito Constitucional
Conforme a Lei Orgânica do Município, sobre as causas da perda de mandato do Vereador, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Fixar residência fora do Município.
( ) Perder ou tiver suspensos os direitos políticos.
( ) Proceder de modo compatível com a dignidade da Câmara e com o decoro, a esta em sua conduta pública.
( ) Sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado.
Alternativas
Q3618636 Português
Por que o tédio pode ser bom para o cérebro?

        Se alguém te convidar simplesmente para sentar e não fazer nada, você certamente vai se lembrar da longa lista de tarefas pendentes à sua espera ou vai pensar em algo melhor para fazer.

        A sensação de que o dia não tem horas suficientes para fazer frente a todos os e-mails não lidos, resolver as pendências no trabalho ou se dedicar à família é algo corriqueiro.
    
        Soma-se a isso que, quando não estamos tentando dar conta dessas tarefas, pegamos nosso celular para ler algo online ou responder algum comentário nas redes sociais, em uma busca contínua por entretenimento.
    
        Poucas pessoas pensam no tédio como uma opção válida. Mas, segundo neurocientistas, o tédio, mesmo com sua má reputação, pode aumentar nossa criatividade, nosso comprometimento com as tarefas e nossa produtividade no trabalho.
    
        Um famoso experimento, publicado na revista Science, mostrou, inclusive, que existem pessoas que preferem levar um leve choque elétrico a ficar sozinhas com seus pensamentos.
    
        No experimento, os pesquisadores pediram a um grupo de pessoas que se sentasse em silêncio por 15 minutos em um quarto sem nada para fazer. Como alternativa, sua única opção era apertar um botão e receber um choque elétrico.
    
        Sofrer uma descarga elétrica é desagradável, mas muita gente, especialmente do sexo masculino, preferiu levar o choque a ser privada de estímulos sensoriais externos.
   
        Podemos considerar o tempo de inatividade, o tédio ou a ociosidade como uma limpeza mental: uma forma de liberar nossa mente da congestão cognitiva acumulada com o passar do tempo. Por isso, a questão não é tanto que precisamos nos deixar entediar — mas, sim, que precisamos de tempo vazio, ou menos cheio de coisas.
    
        Dormir é uma das formas que o cérebro tem de fazer uma limpeza depois de um dia inteiro, mas ele continua trabalhando. E o tédio também é importante para sua saúde.
    
        Na Itália, as pessoas têm isso muito claro. A expressão il dolce far niente (“a doçura de não fazer nada”) faz parte da cultura do país, onde o descanso, o prazer de ficar sem fazer nada, é parte da vida.
    
        Não se trata de fazer uma siesta, mas sim de algo mais profundo. Trata-se de deixar de lado o ritmo do dia a dia e dedicar um momento à introspecção, o relaxamento e a consciência de viver no momento presente.
    
        Portanto, agora você sabe: é importante cultivar o tédio, esse prazer de não fazer nada, e saber apreciá-lo.

(Fonte: BBC — adaptado.)
Leia a letra de música a seguir:
“Eu te desejo não parar tão cedo.
Pois toda idade tem prazer e medo
E com os que erram feio e bastante
Que você consiga ser tolerante. [...]
Desejo que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor pra recomeçar [...]”
(Frejat — Amor pra recomeçar)
As palavras em destaque são chamadas de verbos. Elas se referem a algo que:
Alternativas
Respostas
1941: A
1942: B
1943: A
1944: D
1945: A
1946: C
1947: B
1948: C
1949: A
1950: A
1951: B
1952: A
1953: D
1954: A
1955: D
1956: D
1957: D
1958: A
1959: B
1960: D