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Q3825921 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Analise o trecho abaixo, no tocante à sílaba tônica das palavras “invisível”, “longo” e “presença”.

    Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.
    E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.
Após análise, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3825920 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Considerando o contexto em que aparece no seguinte trecho: “A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.”, o vocábulo destacado em negrito classifica-se morfologicamente como:
Alternativas
Q3825919 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance.”, os termos destacados em negrito são, do ponto de vista morfológico, respectivamente:
Alternativas
Q3825918 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Analise as palavras retiradas do texto e assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, um dígrafo vocálico, um dígrafo consonantal e um ditongo decrescente nasal.
Alternativas
Q3825917 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
A partir da leitura do texto, é possível afirmar que:
Alternativas
Q3800416 Odontologia
As doenças cárie e periodontais figuram entre os agravos bucais mais frequentes e têm origem multifatorial, envolvendo higiene insuficiente, dieta inadequada e fatores comportamentais. A prevenção adequada exige ações contínuas de cuidado e acompanhamento profissional. Com base nessas premissas, analise as afirmativas a seguir:

I. A escovação diária, realizada ao menos duas vezes ao dia com dentifrício fluoretado, constitui medida central para reduzir o risco tanto de cárie quanto de inflamações gengivais.
II. A remoção mecânica da placa bacteriana com fio dental pode ser dispensada quando a pessoa escova corretamente, desde que não apresente sangramento gengival ou queixas periodontais.
III. A alimentação influencia diretamente o aparecimento da cárie, sendo importante evitar ingestão frequente de açúcares simples e carboidratos fermentáveis entre as refeições.
IV. A manutenção da saúde bucal não depende de consultas periódicas, desde que o indivíduo mantenha higiene caseira adequada e não apresente sintomas clínicos.
V. Há evidências de que tabagismo e consumo elevado de álcool não interferem de forma relevante na progressão das doenças periodontais.

Pode-se afirmar que 
Alternativas
Q3800415 Odontologia
Em um levantamento epidemiológico de saúde bucal, o Auxiliar de Consultório Dentário participa da coleta de dados utilizando métodos padronizados do SB Brasil. Durante a etapa de planejamento, identifica-se que a equipe apresenta alto risco de viés de calibração. Qual ação reduz significativamente esse problema?
Alternativas
Q3800414 Odontologia
No reprocessamento avançado de instrumentais odontológicos, diversos fatores influenciam a eficiência microbiológica, a integridade dos materiais e a rastreabilidade dos ciclos. De acordo com as normas técnicas, princípios de biossegurança e requisitos operacionais para esterilização por vapor saturado sob pressão, é correto afirmar que todas as alternativas apresentam procedimentos adequados, exceto:
Alternativas
Q3800413 Odontologia
Sobre as propriedades clínicas de materiais odontológicos amplamente utilizados na prática, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3800412 Odontologia
No processamento manual de filmes radiográficos, pequenas variações químicas e físico-operacionais alteram significativamente a qualidade da imagem final. Pode-se afirmar que a
Alternativas
Q3800411 Odontologia
Relacione os procedimentos às suas instrumentações específicas, considerando as variações técnicas de instrumentais e materiais utilizados na prática clínica:

Coluna 1
1. Moldagem anatômica com alta precisão de margens
2. Raspagem supragengival com remoção de cálculo aderido
3. Abertura coronária para acesso endodôntico
4. Inserção e condensação de materiais restauradores metálicos

Coluna 2
( ) Curetas universais ou foices, com lâmina ativa adaptada à superfície dental para remoção mecânica de cálculo supragengival.
( ) Broca esférica carbide ou diamantada, associada a colher de dentina para remoção de tecido cariado residual e acesso inicial coronário.
( ) Porta-amálgama, espátula de inserção e condensadores específicos para liga metálica com compactação incremental.
( ) Moldeira individual ou pré-formada associada a material elastomérico (hidrocolóide irreversível ou poliéters de alta estabilidade).

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q3800410 Odontologia
No contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da promoção da saúde bucal orientada pelos princípios da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) e pelas diretrizes de vigilância em saúde, analise as afirmativas a seguir:

I. A promoção da saúde bucal, quando alinhada à vigilância em saúde, pressupõe intersetorialidade e capacidade da equipe de mapear vulnerabilidades territoriais, integrando dados epidemiológicos ao planejamento local.
II. A educação em saúde, na perspectiva dialógica, deixa de ser atividade meramente informativa e passa a incorporar problematização crítica, motivo pelo qual sua realização não pode ser atribuída ao Auxiliar de Consultório Dentário, uma vez que esse profissional não integra a dimensão pedagógica ampliada do cuidado.
III. A atuação do Auxiliar de Consultório Dentário em ações de promoção da saúde bucal pode envolver atividades de busca ativa, orientação individual e participação em grupos educativos, desde que essas ações estejam integradas ao projeto terapêutico singular e supervisionadas pelo cirurgião-dentista.
IV. A promoção da saúde bucal na APS deve priorizar mudanças comportamentais individuais, pois, embora determinantes sociais influenciem o processo saúde–doença, intervenções coletivas não demonstram impacto significativo em desfechos populacionais.

Estão corretas: 
Alternativas
Q3800409 Odontologia
Uma paciente chega ao serviço com dor aguda e edema em região posterior inferior, relatando piora nas últimas horas. É correto afirmar que a conduta adequada do Auxiliar de Consultório Dentário é: 
Alternativas
Q3800408 Odontologia
Em levantamentos epidemiológicos padronizados (CPOD/ceod), a atuação do Auxiliar de Consultório Dentário envolve
Alternativas
Q3800407 Odontologia
Ao chegar para o trabalho, um Auxiliar de Consultório Dentário percebe que a estufa utilizadas para esterilizar instrumentos apresentou falha no ciclo anterior, interrompendo o processo antes do tempo previsto. O consultório possui atendimento agendado de urgência, em que serão necessários instrumentais críticos. Com base nos princípios de biossegurança qual deve ser a conduta adequada?
Alternativas
Q3800405 Atualidades
Segundo boletins oficiais da Defesa Civil, em 2024 o estado do Rio Grande do Sul foi atingido por chuvas intensas que resultaram em inundações, levando a milhões de pessoas afetadas. Em vista desse cenário, assinale a alternativa que apresenta incorreta informação sobre o episódio.
Alternativas
Q3800404 História e Geografia de Estados e Municípios
Nova Erechim está localizada: 
Alternativas
Q3800403 História e Geografia de Estados e Municípios
Uma professora da rede municipal está preparando um projeto sobre identidade cultural de Nova Erechim. Ela explica aos alunos que os primeiros colonizadores chegaram em 1952, vindos de Erechim (RS), descendentes de italianos e poloneses. Destaca que essas famílias trabalhavam com agricultura e extrativismo da erva-mate, e que tradições permanecem vivas nas rodas de chimarrão, no Festival João-de-Barro e no CTG do município. Qual proposta pedagógica apresenta maior alinhamento com a cultura local? 
Alternativas
Q3800402 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
O Município de Nova Erechim precisa nomear servidores para funções de chefia em uma nova estrutura administrativa. Considerando a Lei Complementar nº 126/2019, infere-se que
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Q3800401 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Um servidor recém-nomeado para cargo efetivo iniciou o estágio probatório no Município de Nova Erechim. Em sua primeira avaliação trimestral, a chefia imediata registrou que:

• o servidor chega ao trabalho sempre no horário, mas frequentemente deixa de seguir procedimentos internos simples, alegando que “prefere fazer do seu jeito”;
• quando surgem demandas fora da rotina, ele demonstra habilidade em resolver situações inesperadas sem depender de orientação superior;
• apesar disso, nos últimos meses entregou quantidade de tarefas inferior à média da equipe;
• mantém postura comprometida com a instituição e nunca deixou de assumir a responsabilidade por suas ações.

De acordo com a Lei Complementar nº 126/2019, é correto afirmar que a chefia deverá registrar desempenho insatisfatório principalmente nos critérios de:
Alternativas
Respostas
421: D
422: E
423: D
424: B
425: C
426: A
427: B
428: D
429: A
430: A
431: A
432: A
433: B
434: C
435: D
436: D
437: A
438: B
439: D
440: B