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Q3545390 Artes Plásticas
Em sua Teoria do Restauro, Cesare Brandi define a restauração como o “momento metodológico do reconhecimento da obra de arte, na sua consistência física e na sua dúplice polaridade estética e histórica, com vistas à sua transmissão para o futuro”. Pode-se afirmar, portanto, que, para Brandi: 
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Q3545387 Museologia
Um dos tratamentos profiláticos mais frequentes e necessários para os acervos é a higienização. Longe de ser uma tarefa simples que requer somente habilidades manuais como muitas vezes é entendida, a higienização é um processo que requer vasto conhecimento do conservador restaurador para a análise do estado de conservação do objeto bem como para a escolha de materiais e métodos compatíveis. Assinale a alternativa que apresenta um procedimento adequado para higienização. 
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Q3545386 Museologia
Os agentes físicos são responsáveis por danos verificados com muita frequência em acervos de suporte papel. Excetuando-se o roubo e o vandalismo, que são atos intencionais, o manuseio e acondicionamento incorretos podem resultar em danos para um documento ou artefato em suporte de papel. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a situação na qual o tipo de acondicionamento poderá gerar danos para o acervo. 
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Q3545385 Museologia
As condições climáticas tropicais favorecem sensivelmente a proliferação de insetos xilófagos e bibliófagos, bem como o crescimento de fungos e bolores, quando estes encontram condições propícias. Essa problemática é verificada já nos primeiros trabalhos publicados no Brasil acerca dos problemas de conservação dos acervos em papel enfrentados por bibliotecários e de outros profissionais envolvidos no estudo das espécies e de formas de contenção das infestações costumeiras. Assinale a alternativa que apresenta medidas de prevenção e controle efetivas contra o crescimento de fungos nos acervos em suporte papel. 
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Q3545384 Museologia
Entre os procedimentos de restauração de papel utilizados no projeto “Coleção Alberto Lamego do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP): recuperação, formação, digitalização e acesso”, está a velatura. Assinale a alternativa que descreve no que consiste este procedimento. 
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Q3545383 Museologia
A qualidade do ar nos ambientes de arquivos, museus e bibliotecas tem recebido cada vez mais atenção por parte dos pesquisadores e conservadores, pois os poluentes presentes no ar podem causar reações danosas para os materiais constituintes dos acervos. Assinale a alternativa correta em relação à qualidade do ar nos ambientes museológicos. 
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Q3545382 Museologia
Um dos procedimentos em tratamentos de restauração de papel é a reencolagem. Assinale a alternativa que melhor descreve este processo. 
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Q3545381 Museologia
   “O estabelecimento de um programa de conservação para acervos bibliográficos, documentais e museológicos exige conhecimentos multidisciplinares e diálogo constante com os vários setores institucionais, pois deve levar em consideração os múltiplos aspectos que interferem na preservação e segurança de um acervo. Atualmente, por exemplo, é impossível pensar em preservação sem considerar as tecnologias digitais, todavia, a estruturação de um acervo digital vai além da compra de equipamentos.”

LANNA, Ana Lúcia Duarte. Guia do IEB: o acervo do Instituto de Estudos Brasileiros. São Paulo: Instituto de Estudos Brasileiros, 2010. Pág. 41.

Assinale a alternativa que relaciona corretamente a digitalização com a preservação dos acervos:
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Q3545380 Museologia
   “As flutuações de temperatura e umidade relativa do ar são muito mais nocivas do que os índices superiores aos considerados ideais, desde que estáveis e constantes. Todos os materiais encontrados nos acervos são higroscópicos, isto é, absorvem e liberam umidade muito facilmente e, portanto, se expandem e se contraem com as variações de temperatura e umidade relativa do ar”.

CASSARES, Norma Cianflone. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial: 2000.

Assinale a alternativa que exemplifica corretamente os danos indicados pela autora
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Q3545375 História
O papel faz parte da história da humanidade há cerca de 2000 anos, tendo passado por inúmeras transformações em seu processo de produção. Do início das primeiras folhas obtidas pelos chineses através da maceração de restos de tecido, seguido pelo uso de outras fibras vegetais como o cânhamo, bambu e a amoreira, essa manufatura viajou através do oriente adquirindo características próprias pelas localidades por onde passava, de acordo com a disponibilidade de matéria prima. Chegou à Espanha em meados do século XI, e de lá espalhou-se por toda a Europa. Sobre o processo histórico da fabricação do papel é correto afirmar: 
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Q3545374 Museologia
As definições, nomenclaturas e alcance das medidas relacionadas a conservação êem sido objeto de constante discussão nos fóruns e associações ligadas à preservação do patrimônio cultural. A definição mais utilizada atualmente decorre da resolução "Terminology to characterize the conservation of tangible cultural heritage”, divulgada pelos membros do Comitê de Conservação do International Council of Museums (ICOM-CC), durante a Assembleia Geral da Conferência Trienal do ICOM-CC, ocorrida em Nova Deli em setembro de 2008. De acordo com esta definição: 
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Q3545351 Inglês
    Among my fellow punctuation nerds, I have a reputation as someone who does not see any use for semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has written a whole book about them: “Semicolon: The Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark.” 

    Watson, a historian and philosopher of science and a teacher of writing and the humanities—in other words, a Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking book that turns out to be a scholarly treatise on a sophisticated device that has contributed eloquence and mystery to Western civilization.

    The semicolon itself was a Renaissance invention. It first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus Manutius. “De Aetna,” Watson explains, was “an essay, written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose was to prolong a pause or create a more distinct separation between parts of a sentence. 

    The problem with the semicolon is not how it looks but what it does and how that has changed over time. In the old days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon: semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors came along and made themselves indispensable by punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses properly, such that punctuation served syntax.” That is, commas, semicolons, and colons were included in a sentence in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its elements, connecting them syntactically. One of the rules is that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed to be followed by a complete clause, capable of standing on its own. The semicolon can take the place of a conjunction, like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.


https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-thesemicolon. July 15, 2019. Adaptado. 
No texto, a expressão “deceptively playful-looking” (2º parágrafo) indica que o livro de Cecelia Watson 
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Q3545342 Português
    Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades. 

    Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos. 

    Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural. 

    A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.


Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado. 
No texto, a cultura é descrita como dinâmica, pois 
Alternativas
Q3544095 Zoologia
Dois modos de retração do pescoço caracterizam os quelônios: os Pleurodira, cuja retração é lateral, e os Cryptodira que o retraem verticalmente. Assinale a alternativa que apresenta apenas famílias de Pleurodira. 
Alternativas
Q3544094 Zoologia
Sabe-se hoje que os lagartos formam um grupo parafilético, pois não incluem as serpentes e anfisbenas, grupos com os quais partilham um ancestral comum. Do ponto de vista evolutivo, assinale a alternativa que apresenta a família que partilha parentesco mais próximo com as serpentes. 
Alternativas
Q3544093 Zoologia
Entre os anfíbios brasileiros várias espécies apresentam hábitos subterrâneos. Assinale a alternativa onde todas as famílias apresentam adultos com este modo de vida. 
Alternativas
Q3544092 Zoologia
Os Testudines são um grupo répteis caracterizados, entre outros caracteres, pela presença de carapaça e plastrão. Assinale a alternativa que reúne corretamente outras características típicas dos quelônios atuais. 
Alternativas
Q3544091 Zoologia
Ausência de sínfise mandibular, presença de uróstilo e dentição tecodonte são, nesta ordem, características de quais dos grupos abaixo listados?
Alternativas
Q3544090 Zoologia
Um pesquisador renomado está interessado em estudar algumas características da anatomia interna de uma espécie e escreve ao curador do museu pedindo acesso aos espécimes, destacando a necessidade de realizar procedimentos invasivos. A atitude correta do curador seria:
Alternativas
Q3544089 Zoologia
As cascavéis do gênero Crotalus e as corais verdadeiras do gênero Micrurus são serpentes peçonhentas caracterizadas, respectivamente, por dentição
Alternativas
Respostas
361: E
362: B
363: D
364: E
365: A
366: D
367: B
368: A
369: A
370: D
371: B
372: C
373: E
374: A
375: C
376: C
377: A
378: D
379: E
380: A