Questões de Concurso Comentadas para monitor de aluno

Foram encontradas 715 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3555915 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta.” Nesse excerto, verifica-se apenas a ocorrência de pronomes dos tipos:
Alternativas
Q3555914 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes.”
II. “A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro”
Nas sentenças I e II, a colocação pronominal em relação aos verbos ocorre, respectivamente, como:
Alternativas
Q3555913 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.” Nesse contexto, os verbos “mostraram”, “é” e “serve” estão conjugados, respectivamente, no(s) modo(s): 
Alternativas
Q3555912 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere as palavras I. extremamente, II. caribenhas e III. aprendizagem, que ocorrem no texto. Em relação à formação, as palavras dadas são formadas, respectivamente, pelo(s) processo(s) de:
Alternativas
Q3555911 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos.” Quanto às categorias gramaticais, as palavras “águas-vivas”, “aprender”, “através” e “de” classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
Q3555910 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
No excerto “A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza.”, a locução “no entanto” atua como:
Alternativas
Q3555909 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste.” A relação que se estabelece entre a primeira oração e o restante do período é de:
Alternativas
Q3555908 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
De acordo com o texto, o aprendizado associativo das águas-vivas da espécie Tripedalia Cystophora está associado ao seu sistema visual. Isso porque: 
Alternativas
Q2213209 Direito Constitucional

Segundo a Constituição Federal, a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais, dentre outros, pelo seguinte princípio: 

Alternativas
Q2213208 Direito Administrativo

Segundo a Lei de Improbidade Administrativa: “A ______________ de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração de imposto de renda e proventos de qualquer natureza, que tenha sido apresentada à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente”.



Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 

Alternativas
Q2213207 Legislação Estadual
De acordo com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Novo Cabrais, a vacância do cargo decorrerá de: 
Alternativas
Q2213206 Legislação Estadual
Segundo o Regime jurídico dos Servidores Públicos do Município de Novo Cabrais, o servidor cedido ao Município por outra entidade Pública para o exercício de cargo de confiança de _______________, será enquadrado na FG ou subsídio correspondente ao cargo.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 
Alternativas
Q2213205 Legislação Estadual
Segundo a Lei Orgânica de Novo Cabrais: As ações governamentais de assistência social serão descentralizadas e integradas, cabendo ao Município a coordenação e a execução dos respectivos programas, com a participação das entidades beneficentes de assistência social e das: 
Alternativas
Q2213204 Legislação Estadual
De acordo com a Lei Orgânica de Novo Cabrais, é considerado um dos símbolos do município: 
Alternativas
Q2213203 Legislação Estadual
Conforme a Lei Orgânica de Novo Cabrais, os recursos do Município serão destinados às escolas públicas, podendo ser dirigidos às _______________, definidas em Lei.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 
Alternativas
Q2213202 Legislação Estadual
De acordo com a Lei Orgânica de Novo Cabrais: “Aos ______________ municipais fica assegurada, na forma da Lei, uma remuneração especial, caso haja necessidade de deslocamento ou outra circunstância que dificulte o acesso ao local de trabalho”. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 
Alternativas
Q2213201 Legislação Estadual
Conforme o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Novo Cabrais, a capacidade e o desempenho do servidor público que estiver em estágio probatório será avaliada por Comissão Especial designada para esse fim, devendo ser observado, dentre outros, o seguinte requisito: 
Alternativas
Q2213200 Legislação Estadual
Conforme o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Novo Cabrais, a vacância do cargo decorrerá de, EXCETO: 
Alternativas
Q2213199 História e Geografia de Estados e Municípios
O município de Novo Cabrais faz divisa com que município ao Sul? 
Alternativas
Q2213198 Direito Constitucional
Dos Três Poderes presentes na administração do Estado Brasileiro, qual deles tem a função básica de legislar, isso é, propor leis? 
Alternativas
Respostas
561: A
562: B
563: D
564: A
565: A
566: B
567: A
568: C
569: A
570: B
571: D
572: D
573: B
574: B
575: E
576: D
577: B
578: E
579: C
580: A