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Q728466 Psicologia
Dois exemplos verídicos relatados em Livreto Informativo sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID//Escola Paulista de Medicina) ajudam a entender o efeito da maconha nas atividades diárias laborais: uma telefonista em um hotel (que ouvia um dado número pelo fone e no instante seguinte fazia a ligação), quando sob a ação da maconha, não era mais capaz de lembrar-se do número que acabara de ouvir; e um bancário que lia em uma lista o número de um documento que tinha de retirar de um arquivo, sob a ação da maconha já havia esquecido o número quando chegava em frente ao arquivo. Neste contexto, quanto aos efeitos na memória, eles se manifestam principalmente na chamada memória
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Q728465 Psicologia
Os sintomas apresentados no processo de Burnout podem ser subdivididos teoricamente em diferentes categorias. Encontram-se dentre os sintomas defensivos:
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Q728464 Psicologia
O agente estressor pode ter aspectos diversos e até mesmo ser benigno. O que o caracteriza como estressor é a necessidade de adaptação que acarreta. Podemos encontrar estressores físicos, cognitivos e emocionais. Os estressores cognitivos
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Q728463 Psicologia
Considerando os pressupostos da ergonomia, está INCORRETO afirmar que
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Q728462 Psicologia
Um psicólogo do TRT da 2ª Região foi solicitado a elaborar um documento fundamentado e resumido sobre uma questão focal do campo psicológico, cujo resultado pode ser indicativo ou conclusivo. Era necessário apresentar resposta esclarecedora, no campo do conhecimento psicológico, por meio de uma avaliação especializada, de uma “questão-problema”, visando a dirimir dúvidas que estivessem interferindo na decisão. Tratava-se, portanto, de uma resposta a uma consulta na área de sua competência. Destacando os aspectos relevantes e opinando a respeito, e considerando os quesitos apontados, o psicólogo, com fundamento em referencial teórico e científico, e respeitando os critérios existentes no Manual de Elaboração de Documentos Escritos (Resolução CFP nº 0007/2003, elaborou um documento composto por 4 (quatro) itens − 1. Identificação; 2. Exposição de motivos; 3. Análise; 4. Conclusão −, denominado 
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Q728461 Psicologia
O psicólogo, quando participar de greves ou paralisações, segundo o Código de Ética Profissional do Psicólogo, deve
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Q728460 Psicologia
A Terapia Interpessoal é uma forma de psicoterapia limitada no tempo (breve), foi inicialmente desenvolvida para tratar a fase aguda da depressão unipolar não-psicótica e está estruturada em três fases: inicial, intermediária e final. A fase intermediária é composta por
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Q728459 Psicologia
A alta em terapia cognitiva é dada quando o paciente se mostra capaz de utilizar os recursos adquiridos na terapia para solucionar problemas cotidianos, e quando está apto a identificar seus pensamentos e crenças
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Q728458 Psicologia
Para estudar o crescimento e as mudanças que ocorrem ao longo da vida, os psicólogos do desenvolvimento empregam alguns métodos de pesquisa. Há pesquisadores que examinam as mudanças no desenvolvimento observando ou realizando, ao mesmo tempo, testes com pessoas de diferentes faixas etárias, por exemplo. Podem estudar o desenvolvimento do pensamento lógico por meio da realização de testes com um grupo formado por crianças de 6 anos de idade, outro formado por crianças de 9 anos e um terceiro grupo de crianças de 12 anos, e assim buscar diferenças entre os grupos etários. Trata-se de um estudo
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Q728457 Psicologia
As afirmações “Não consigo imaginar que espécie de vida será a minha em dez anos” e “Não espero conseguir o que realmente quero” estão incluídas nas Escalas Beck, no questionário
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Q728456 Psicologia
Segundo o Manual do Teste de Apercepção TemáticaTAT, de Henry A. Murray, para o psicólogo trabalhar com o conteúdo das histórias, é recomendado o método de analisar cada evento sucessivo em relação à força ou às forças provenientes do herói; e à força ou às forças provenientes do meio, sendo a força daí originária denominada
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Q728455 Psicologia
A psicanálise humanista de Erich Fromm afirma que a separação entre a humanidade e o seu mundo natural produziu sentimentos de solidão e isolamento, uma condição chamada
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Q728454 Psicologia
Conforme a Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10, a Hipomania (F30.0) é um grau mais leve de mania (F30.1), na qual as anormalidades do humor e do comportamento são por demais persistentes e marcantes para serem incluídas sob
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Q728445 Direito Constitucional
É competência privativa da União legislar sobre as matérias de direito
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Q728441 Raciocínio Lógico
O número A é composto por 2000 algarismos, todos eles iguais a 1, e o número B é composto por 1000 algarismos, todos eles iguais a 3. Se o número C é igual à soma dos números A e B, então a soma de todos os algarismos que compõem C é igual a
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Q728428 Português

                                                 Diante do futuro

     Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:

      “Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estendese ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará − e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade − é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”

*Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.

(PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164) 

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se concordando com o elemento sublinhado na frase:
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Q728424 Português

                                                 Diante do futuro

     Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:

      “Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estendese ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará − e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade − é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”

*Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.

(PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164) 

Lima Barreto vale-se do texto de Guyau para defender a tese de que
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Q472283 Português
                                    Questão de gosto

            ;A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
            Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
            Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições
.

                                                (Emiliano Barreira, inédito)

Está plenamente adequada a correlação entre tempos e modos verbais em:
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Q472280 Português
                                    Questão de gosto

            ;A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
            Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
            Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições
.

                                                (Emiliano Barreira, inédito)

Definida como instância definitiva da mais rasa subjetividade, a questão de gosto opõe-se, terminantemente,
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Q472279 Português
                                          Diante do futuro


            Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
            “Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”


                              * Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
                              (PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)


A construção da frase eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar  permanecerá correta caso se substitua o elemento sublinhado por
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Respostas
2941: D
2942: C
2943: B
2944: C
2945: D
2946: A
2947: B
2948: E
2949: A
2950: C
2951: B
2952: E
2953: C
2954: D
2955: A
2956: D
2957: D
2958: A
2959: C
2960: C