Questões de Concurso Comentadas para analista - informática

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Q3964110 Noções de Informática
Um analista do SAAE utiliza planilhas do Microsoft Excel (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) para analisar dados operacionais e administrativos, realizando cálculos, validações lógicas e ajustes de apresentação textual em relatórios internos. Para isso, ele emprega o uso conjunto de funções do Excel em uma mesma fórmula. Sobre a combinação de funções matemáticas, lógicas e de formatação de texto no Microsoft Excel, é INCORRETO afirmar que as funções:
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Q3964109 Noções de Informática
No SAAE, relatórios técnicos e administrativos frequentemente passam por revisões sucessivas antes de sua publicação oficial, envolvendo contribuições de diferentes setores, como engenharia, operação e gestão. Para garantir rastreabilidade das alterações, transparência no processo de revisão e possibilidade de auditoria interna, é necessário utilizar um recurso específico do Microsoft Word. Considerando o uso do Microsoft Word para Windows (Configuração Padrão – Idioma Português- -Brasil), o recurso mais adequado para esse contexto é: 
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Q3964106 Matemática
Determinada companhia de saneamento organiza seus servidores em turnos de trabalho, identificados por letras de A a H, de modo que cada servidor seja alocado em apenas um turno. Considerando essa organização, assinale, a seguir, o número mínimo de servidores que a companhia deve ter para que seja garantido que ao menos 7 servidores estejam vinculados a um mesmo turno, independentemente da forma como a distribuição seja feita. 
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Q3964105 Raciocínio Lógico
Durante um programa interno de capacitação de determinada companhia de saneamento foram oferecidos 4 cursos técnicos.
Sabe-se que:

• 18 servidores concluíram todos os cursos;
• 30 servidores concluíram três ou mais cursos;
• 52 servidores concluíram exatamente dois cursos; e
• 120 servidores participaram de pelo menos um curso.

Com base nessas informações, quantos servidores realizaram apenas um curso?
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Q3964099 Raciocínio Lógico
Em uma pesquisa interna realizada por determinada companhia de saneamento, 200 servidores informaram com quais áreas trabalham: abastecimento de água (A), esgotamento sanitário (E) e drenagem urbana (D). Sabe-se que:

• Todos atuam em ao menos uma dessas áreas;
• Ninguém atua nas três;
• 30 atuam apenas em A;
• 50 atuam apenas em E;
• 20 atuam em A e D;
• 10 atuam em E e D; e
• O número de servidores que atuam em A e E corresponde a 20% dos que atuam em E.

Com base nessas informações, quantos servidores atuam apenas na área de drenagem urbana?
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Q3964098 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
No trecho “[...] mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis.” (4º§), a preposição em destaque estabelece uma relação semântica de: 
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Q3964097 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Em relação à concordância dos termos destacados nos trechos a seguir, assinale a afirmativa correta. 
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Q3964096 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
O 2º§ é formado por dois períodos. Para uni-los em um único período mantendo a relação semântica original e a correção gramatical, a conjunção ou locução conjuntiva que deve ser empregada entre eles é: 
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Q3964095 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Analise sintaticamente o trecho “Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos.” (5º§) e assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3964094 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Analise o trecho: “A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.” (4º§). No contexto em que é empregado, o termo “inação” exprime a ideia de:
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Q3964093 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
De acordo com as informações e a argumentação apresentadas no texto, a principal causa da ineficiência no enfrentamento das crises hídricas e climáticas reside no(a):
Alternativas
Q3636966 Segurança da Informação
Sobre a protocolo IPSec, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Garante que um invasor não pode interceptar um datagrama e tocá-lo de volta em algum momento posterior.
( ) Verifica se o conteúdo de um datagrama não foi alterado em trânsito, deliberadamente ou devido a erros aleatórios.
( ) Garante que sua política de VPN pode ser usada em toda a rede estendida a partir das suas configurações.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3636965 Segurança da Informação
Em relação ao Firmware, analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:

I. O Secure Boot é um recurso da Unified Extensible Firmware Interface (UEFI) que exige que todos os componentes de firmware e software de baixo nível sejam verificados antes do carregamento.

PORQUE

II. Mantém os resumos de assinantes confiáveis (chaves públicas e certificados) do firmware e dos módulos de código de software autorizados para interagir com o firmware da plataforma.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3636964 Sistemas Operacionais
Sobre o uso de diferentes modos de operação, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. O modo kernel permite que processos de usuário executem instruções privilegiadas, desde que estejam devidamente autenticados pelo sistema operacional.
II. O modo usuário restringe o acesso direto à memória e dispositivos de E/S, sendo projetado para minimizar o impacto de falhas ou comportamento malicioso.
III. A troca entre modo usuário e modo kernel é realizada por meio de interrupções, chamadas de sistema (syscalls) ou exceções.
IV. Todo o código do sistema operacional é executado no modo usuário para garantir que o hardware esteja protegido contra falhas críticas.
Alternativas
Q3636963 Segurança da Informação
Sobre os benefícios de segurança em virtualização, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. As VMs infectadas podem ser revertidas para um ponto no tempo.
II. Quando a VM não está infectada e estável, elas podem ser apagadas e recriadas com mais facilidade.
III. Se um invasor compromete um hypervisor, todas as VMs permanecem intactas, bem como os sistemas operacionais convidados.
IV. Os hypervisores também podem permitir que VMs se comuniquem entre si a partir de trocas na rede física, o que facilita a visualização do tráfego auxiliando na detecção de atividade suspeita.
Alternativas
Q3636962 Segurança da Informação
Qual das seguintes práticas é considerada essencial para proteger ambientes críticos contra ameaças físicas?
Alternativas
Q3636961 Segurança da Informação
Sobre a inteligência tática de ameaças, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) CISOs, CIOs e outros tomadores de decisão em segurança da informação utilizam essa inteligência para identificar agentes de ameaça com maior probabilidade de atacar suas organizações, tomando medidas preventivas por meio de controles de segurança e outras ações direcionadas a impedir esses ataques.
( ) Além de auxiliar as equipes de resposta a incidentes na filtragem de falsos positivos e na interceptação de ataques reais, a inteligência tática de ameaças também é empregada pelas equipes de caça a ameaças para rastrear APTs (Advanced Persistent Threats) e outros atacantes ativos, porém discretos.
( ) Os stakeholders utilizam essa inteligência para alinhar estratégias e investimentos mais amplos de gerenciamento de riscos organizacionais ao cenário de ameaças cibernéticas, garantindo decisões mais informadas e eficazes.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3636960 Sistemas Operacionais
Com base no script abaixo, desenvolvido a partir de Shell Script, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

ip -br a | grep UP
ss -tuln | grep LISTEN
cat /proc/sys/net/ipv4/ip_forward

( ) O comando ip -br a | grep UP lista todas as interfaces de rede que estão ativas no sistema.
( ) O comando ss -tuln | grep LISTEN exibe as conexões TCP e UDP atualmente estabelecidas com outros hosts.
( ) O arquivo /proc/sys/net/ipv4/ip_forward indica se o sistema está configurado para encaminhar pacotes IPv4.
( ) O script verifica se o firewall UFW está instalado e mostra seu status se disponível.
( ) O comando cat /proc/sys/net/ipv4/ip_forward retorna “1” quando o IP forwarding está desativado.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3636959 Segurança da Informação
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as seguintes certificações às suas respectivas definições.

Coluna 1

1. CISSP.
2. CEH.
3. Security+.
4. OSCP.
5. CISM.

Coluna 2

( ) É uma das certificações profissionais mais procuradas na indústria de segurança, foi criada para demonstrar que um profissional de segurança pode projetar, implementar e gerenciar um programa de segurança da informação.
( ) Oferece conhecimento aprofundado sobre o cenário atual de hacking, incluindo as técnicas, ferramentas e metodologias mais recentes utilizadas por cibercriminosos.
( ) Confirma as habilidades básicas necessárias para executar funções essenciais de segurança e fornece um padrão global para melhores práticas em segurança de redes e operações de TI.
( ) Demonstra as habilidades e o conhecimento necessários para atuar como testador de invasão.
( ) Indica expertise técnica e experiência em governança de segurança da informação, gestão de riscos de informação, desenvolvimento e gerenciamento de programas de segurança da informação, e gerenciamento de incidentes de segurança da informação.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3636958 Segurança da Informação
Para ajudar na detecção de ataque de maneira mais rápida, é essencial que as organizações invistam em ferramentas de Detecção e Resposta a Incidentes (EDR). São ferramentas EDR, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
21: D
22: D
23: C
24: C
25: D
26: B
27: D
28: A
29: C
30: B
31: D
32: E
33: B
34: D
35: D
36: B
37: D
38: B
39: E
40: E