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I. O Analista se insere no ambiente de trabalho em que o sistema será utilizado. O trabalho diário é observado e são anotadas as tarefas reais em que o sistema será utilizado. O principal objetivo da técnica é ajudar a descobrir requisitos de sistema implícitos, que refletem os processos reais, em vez de os processos formais, nos quais as pessoas estão envolvidas.
II. É composta de duas etapas principais: planejamento, que tem por objetivo elicitar e especificar os requisitos, e projeto, em que se lida com o projeto de software. Cada etapa consiste em três fases: a primeira cuida de organizar a equipe e fazer a preparação para a segunda fase, na qual é realizado um ou mais encontros estruturados, envolvendo desenvolvedores e usuários, em que os requisitos são desenvolvidos e documentados. A terceira fase tem por objetivo converter a informação da fase anterior em um documento de especificação de requisitos.
As técnicas I e II referem-se, respectivamente, a
O princípio ético que requer que o auditor observe a forma e a finalidade dos padrões de auditoria e de ética, considere os princípios de independência e objetividade, seja absolutamente honesto na realização de seu trabalho e na utilização dos recursos da EFS, mantenha impecáveis padrões de conduta profissional e tome decisões de acordo com o interesse público, é o princípio
Pais que vivem em bairros violentos de São Paulo chegam a comprometer 20% de sua renda para manter seus filhos em escolas privadas. O investimento faz sentido? A questão, por envolver múltiplas variáveis, é complexa, mas, se fizermos questão de extrair uma resposta simples, ela é "provavelmente sim". Uma série de estudos sugere que a influência de pais sobre o comportamento dos filhos, ainda que não chegue a ser nula, é menor do que a imaginada e se dá por vias diferentes das esperadas. Quem primeiro levantou essa hipótese foi a psicóloga Judith Harris no final dos anos 90.
Para Harris, os jovens vêm programados para ser socializados não pelos pais, como pregam nossas instituições e nossa cultura, mas pelos pares, isto é, pelas outras crianças com as quais convivem. Um dos muitos argumentos que ela usa para apoiar sua teoria é o fato de que filhos de imigrantes não terminam falando com a pronúncia dos genitores, mas sim com a dos jovens que os cercam.
As grandes aglomerações urbanas, porém, introduziram um problema. Em nosso ambiente ancestral, formado por bandos de no máximo 200 pessoas, o "cantinho" das crianças era heterogêneo, reunindo meninos e meninas de várias idades. Hoje, com escolas que reúnem centenas de alunos, o(a) garoto(a) tende a socializar-se mais com coleguinhas do mesmo sexo, idade e interesses. O resultado é formação de nichos com a exacerbação de características mais marcantes. Meninas se tornam hiperfemininas, e meninos, hiperativos. O mau aluno encontra outros maus alunos, que constituirão uma subcultura onde rejeitar a escola é percebido como algo positivo. O mesmo vale para a violência e drogas. Na outra ponta, podem surgir meios que valorizem a leitura e a aplicação nos estudos.
Nesse modelo, a melhor chance que os pais têm de influir é determinando a vizinhança em que seu filho vai viver e a escola que frequentará.
(Adaptado de: SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 7/12/2014)
A respeito do ordenamento constitucional em vigor no contexto do orçamento público, julgue o item subsecutivo.
A reserva de contingência, que é definida na Lei Orçamentária
Anual (LOA) e baseada na receita corrente líquida, não pode
ser utilizada para pagamento de restos a pagar que excederem
as disponibilidades de caixa ao final do exercício.
Com relação às características específicas do orçamento-programa, julgue o item seguinte.
O orçamento-programa deve expressar o produto final que,
quantificado como meta, representa o objetivo da ação pública,
ainda que a perspectiva do programa seja plurianual.
Ataques de buffer overflow não são evitados com a inspeção de cabeçalhos.
Ataques de negação de serviço volumétricos são prevenidos de maneira eficaz por filtros orientados a conteúdo.
O processo de tratamento e de resposta a incidentes de segurança da informação é independente da política de continuidade de negócio.
Realizar mais de uma vez as atividades de análise, avaliação e tratamento do risco, seguindo um enfoque interativo na execução das análises de riscos, assegura que riscos de alto impacto ou de alta probabilidade possam ser adequadamente avaliados.
Após análise e avaliação de riscos, caso as informações sejam insuficientes para se proceder ao tratamento do risco, deve-se executar novamente a análise e avaliação de riscos e revisar o contexto nas partes afetadas pelo escopo.
A proteção dos registros organizacionais e a manutenção da privacidade de informações pessoais são, do ponto de vista legal, controles essenciais para uma organização.
Um incidente de segurança da informação se caracteriza como um conjunto de eventos que podem, com qualquer probabilidade, comprometer as operações do negócio ou ameaçar a segurança da informação.
As ações referentes à segurança da informação devem focar estritamente a manutenção da confidencialidade e a integridade e disponibilidade da informação.
A gestão integrada de projetos, que mantém o uso documentado de esforços, prazos e riscos, é parte integrante do nível 2 do CMMI.