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Homem, 22 anos, sabidamente portador de Anemia Falciforme (Genótipo SS), é admitido na emergência com quadro de febre (38,5°C), dor torácica intensa e tosse produtiva há 12 horas. Ao exame físico: taquipneico (FR: 28 irpm), SatO2: 89% em ar ambiente, e presença de estertores crepitantes em base pulmonar direita. A radiografia de tórax revela um novo infiltrado alveolar no lobo inferior direito.
Além de oxigenioterapia e analgesia, qual é a conduta imediata adequada para o tratamento desse quadro de síndrome torácica aguda?
Mulher, 78 anos, com histórico de osteoartrite e hipertensão, queixa-se de insônia de início recente, tristeza e ansiedade após o falecimento de um familiar. A filha solicita uma medicação "para os nervos". Ao revisar o prontuário, você nota que a paciente já teve dois episódios de quedas no último ano; orienta, então, terapia cognitivo-comportamental e higiene do sono. Após alguns meses, retornam, dizendo não ter havido melhora e os sintomas persistem incômodos e atrapalhando a qualidade de vida.
Segundo os Critérios de Beers, qual conduta é a adequada nesse caso?
Idosa, 82 anos, com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica classificação GOLD 4E, em uso de formoterol, tiotrópio e budesonida (LABA+LAMA+ICS) em doses otimizadas, em uso de oxigenioterapia domiciliar, vacinação em dia, permanece com grande desconforto devido a uma dispneia de repouso.
Qual medicação pode ser prescrita para os cuidados paliativos e alívio da dispneia nesse caso?
Homem idoso, 69 anos, com doença renal crônica (TFG: 47 mL/min/1,73 m²), apresenta anemia normocrômica e normocítica (Hb 10,2 g/dL, VCM 90 fL, HCM 30 pg, CHCM 33 g/dL), assintomático, com taxas de reticulócitos, vitamina B12, ácido fólico, ferritina e índice de saturação de transferrina normais.
O tratamento indicado, nesse caso, é
Mulher, 35 anos, vegana e testemunha de Jeová, apresenta astenia e parestesia em membros inferiores. Diagnosticada com anemia megaloblástica (hemograma mostra hemoglobina de 8,2 g/dL, hematócrito 25%, VCM 118 fL, HCM e CHCM normais, RDW 19%).
Qual é o tratamento indicado para essa paciente?
Paciente, 21 anos, homem trans em uso atual de hormonização para afirmação de gênero, solicita procedimento de inserção de implante subdérmico de etonogestrel, mas tem dúvidas se essa é uma medicação de que pode fazer uso.
A orientação adequada para essa pessoa deve informar que a medicação é
Homem, 54 anos, em situação de rua, apresenta placas eritemato-descamativas pelo corpo em áreas fotoexpostas, diarreia crônica sanguinolenta, alucinações, delírios, ansiedade e desorientação em tempo e espaço. Testes rápidos de IST todos não reagentes.
Qual o diagnóstico desse paciente?
Homem, 21 anos, sem comorbidades, com febre alta há 2 dias, mialgia, astenia, cefaleia e dor retro-orbitária, sem sinais de alarme ou outras queixas. É realizada prova do laço, que vem positiva. PA: 115 x 72 mmHg. Hemograma mostra hematócrito normal e plaquetas de 90.000.
Qual a conduta indicada, além de dipirona ou paracetamol?
Homem, 67 anos, apresenta, há cerca de 6 meses, dor retroesternal desencadeada por emoções fortes e que demoram pelo menos 20 minutos para passar. A probabilidade pré-teste de essa dor torácica atípica ser uma doença arterial coronariana (DAC) é de 72%
Qual exame tem a melhor razão de verossimilhança e contribuirá para estabelecer o diagnóstico de DAC?
Homem, 45 anos, em tratamento para tuberculose pulmonar há 15 dias com o esquema RIPE (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol). Retorna à Unidade Básica de Saúde queixando-se de náuseas leves e dor epigástrica ocasional. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, anictérico, com discreta dor à palpação de epigástrio. Exames laboratoriais coletados no dia anterior mostram Transaminases (TGO e TGP) com valores 2 vezes acima do limite superior da normalidade.
Qual é a conduta indicada?
Jovem, 24 anos, apresenta-se com crise de enxaqueca intensa, sem melhora com uso domiciliar de dipirona 1 g VO e naproxeno 500 mg VO. Não houve melhora com medidas nãofarmacológicas e de hidratação intravenosa.
Qual é a opção terapêutica adequada para o manejo desse caso na urgência?
Homem, 32 anos, pesando 62 kg atualmente, com perda ponderal de 7 kg em 3 meses.
Quais diagnósticos diferenciais devem ser investigados inicialmente?
Mulher, 27 anos, trabalha como auxiliar de limpeza numa empresa privada. Apresenta, há algumas semanas, dor intensa no antebraço direito, principalmente ao segurar objetos, o que tem atrapalhado a realização das suas atividades laborais, sintomas que se associam com parestesias e paresia. Teste de Phalen e Tinel negativos, Teste de Finkelstein positivo.
Qual o diagnóstico dessa paciente?
Homem, 69 anos, apresenta-se no pronto-socorro com tontura persistente e sem fatores desencadeantes há um dia. É atendido e liberado com prescrição de betaistina 24 mg/dia. Retorna no dia seguinte com persistência da tontura, associada a náuseas. O Head Impulse Test vem normal. É possível visualizar um nistagmo bidirecional e um Teste de Skew com desvio vertical.
Qual o diagnóstico desse paciente?
Homem, 66 anos, previamente hígido, apresenta-se com poliúria, polidipsia e perda ponderal de 10 kg nos últimos meses, sem quaisquer outros sintomas. Medida de glicemia capilar de 389 mg/dL e PA: 112 x 78 mmHg no consultório.
Qual o tratamento indicado nesse caso?
Homem, 59 anos, está com tosse seca noturna há cerca de 3 meses, com dispneia aos médios esforços. Às vezes, chega a acordar no meio da noite com falta de ar, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente, FC: 122 bpm, PA: 185 x 110 mmHg e a radiografia de tórax evidencia derrame pleural bilateralmente e redistribuição cranial do fluxo venoso, sem outras alterações. Nega febre, dor torácica ou perda ponderal.
Qual o diagnóstico desse paciente?
Mulher, 62 anos, é levada à consulta por sua filha, pois está tendo problemas de memória importantes no último mês, esquecendo panelas no fogo e chegando a se perder no bairro onde mora há muitos anos. Na Escala Mini-mental, a paciente pontuou 15 pontos; na Escala de Lawton, pontuou 18 pontos, pois depende de ajuda parcial para todas as atividades instrumentais de vida diária, e não pontua na Escala de Katz, pois consegue realizar todas suas atividades básicas de vida diária.
Qual o diagnóstico dessa paciente?
I. Os cuidados pós-PCR concentram-se em reduzir as sequelas neurológicas e a disfunção dos órgãos, identificando e abordando qualquer causa reversível da PCR. O neuroprognóstico é um componente-chave dos cuidados pós-PCR, visando garantir a utilização adequada dos recursos, a decisão sobre a retirada do suporte de vida e a otimização dos desfechos do paciente.
II. Para cardioversão sincronizada de fibrilação atrial em adultos usando qualquer desfibrilador com forma de onda bifásica atualmente aprovado nos EUA, é aceitável uma configuração de energia inicial de pelo menos 200 J, que pode ser aumentada em caso de falha de choque, dependendo do tipo de desfibrilador bifásico utilizado.
III. Para a cardioversão sincronizada de flutter atrial em adultos, pode ser aceitável uma configuração de energia inicial de 200 J, que pode ser aumentada em caso de falha de choque, dependendo do tipo de desfibrilador bifásico utilizado.
IV. Quanto ao manejo inicial a bradicardia, em pacientes adultos com bradicardia persistente hemodinamicamente instável e refratária ao tratamento medicamentoso, é aceitável analisar a possibilidade de uso de um marcapasso transvenoso temporário para aumentar a frequência cardíaca e melhorar os sintomas.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. Quanto ao acesso vascular inicial, recomenda-se que os profissionais de saúde tentem primeiro estabelecer o acesso IV para administração de medicamentos em pacientes adultos em PCR.
II. A cardioversão sincronizada é recomendada para o tratamento agudo de pacientes adultos com taquicardia de complexo largo e instabilidade hemodinâmica.
III. A cardioversão sincronizada é recomendada para o tratamento agudo de pacientes hemodinamicamente estáveis com taquicardia de complexo largo quando as manobras vagais e a terapia farmacológica forem ineficazes ou contraindicadas.
IV. Para adultos em PCR, o uso de betabloqueadores, bretílio, procainamida ou sotalol para fibrilação ventricular/taquicardia ventricular sem pulso não responsiva à desfibrilação tem benefício incerto.
Assinale a alternativa CORRETA.