Questões de Concurso Comentadas para perito papiloscopista

Foram encontradas 149 questões

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Ano: 2012 Banca: NUCEPE Órgão: PC-PI Prova: NUCEPE - 2012 - PC-PI - Perito Papiloscopista |
Q503949 Geografia
A compreensão do processo de degradação do meio ambiente passa pela análise da interação entre ecologias natural e humana. Sobre esse assunto, analise as proposições abaixo.

1) Desde o aparecimento da Biosfera, o homem passou a se destacar dos demais seres vivos, pela sua capacidade de engenho e aprendizagem.
2) O homem, como consumidor, criou o ciclo humano de materiais à parte dos ciclos naturais, mas a manutenção desse ciclo humano depende da manutenção dos ciclos naturais.
3) Tanto o ciclo natural como o ciclo humano estão submetidos às leis da natureza e estas permanecem invariáveis ao longo do tempo.
4) As saídas dos ciclos naturais para abastecimento dos ciclos humanos mediante, por exemplo, a mineração, a pecuária, a agricultura e desmatamento, causam pressões que colaboram para a degradação ambiental.

Está(ão) correta(s):
Alternativas
Ano: 2012 Banca: NUCEPE Órgão: PC-PI Prova: NUCEPE - 2012 - PC-PI - Perito Papiloscopista |
Q503948 Geografia
Em 1997, em Kyoto, no Japão, líderes de 160 nações assinaram um protocolo que recebeu o nome da cidade. O que prevê esse Protocolo?
Alternativas
Ano: 2012 Banca: NUCEPE Órgão: PC-PI Prova: NUCEPE - 2012 - PC-PI - Perito Papiloscopista |
Q503946 Geografia
Um dos problemas ambientais mais sérios com que se defronta, nos dias atuais, a humanidade, é a poluição da atmosfera terrestre. Contudo, nem todas as camadas da atmosfera sofrem diretamente os efeitos dessa poluição. Em que camada da atmosfera se concentra a poluição do ar?
Alternativas
Ano: 2012 Banca: NUCEPE Órgão: PC-PI Prova: NUCEPE - 2012 - PC-PI - Perito Papiloscopista |
Q503945 Geografia
No contexto econômico e geopolítico mundial atual há uma necessidade dos estados nacionais construírem estratégias que objetivem fundamentalmente:

1) ampliar as trocas comerciais entre os países.
2) tornar suas economias menos competitivas, porém mais estáveis.
3) formalizar acordos de cooperação entre os países.
4) evitar inserção competitiva no âmbito da globalização, para não criar crises entre nações. 5) unificar as operações monetárias.

Estão corretas:
Alternativas
Q503937 Direito Processual Penal
Acerca da prova pericial em caso de morte violenta, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q503936 Direito Processual Penal
Acerca da prova pericial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q503935 Direito Processual Penal
Ainda sobre a prova, no Processo Penal Brasileiro, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q503934 Direito Processual Penal
Acerca da prova, no Processo Penal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q503914 Português
TEXTO 1

Uma língua, múltiplos falares

No Brasil, convivemos não somente com várias línguas que resistem, mas também com vários jeitos de falar. Os mais desavisados podem pensar que os mineiros, por exemplo, preferem abandonar algumas palavras no meio do caminho quando perguntam “ôndôtô?” ao invés de “onde eu estou?”. Igualmente famosos são os “s” dos cariocas ou o “oxente” dos baianos. Esses sotaques ou modos de falar resultam da interação da língua com uma realidade específica, com outras línguas e seus falantes.

Todas as línguas são em si um discurso sobre o indivíduo que fala, elas o identificam. A língua que eu uso para dizer quem eu sou já fala sobre mim; é, portanto, um instrumento de afirmação da identidade.

Desde suas origens, o Brasil tem uma língua dividida em falares diversos. Mesmo antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro já era multilíngue. Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas. O português trazido pelo colonizador tampouco era uma língua homogênea. Havia variações, dependendo da região de Portugal de onde ele vinha.

Há de se considerar também que a chegada de falantes de português acontece em diferentes etapas, em momentos históricos específicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, temos primeiramente o encontro linguístico de portugueses com índios e, além dos negros da África, vieram italianos, japoneses, alemães, árabes, todos com suas línguas. Daí que na mesma São Paulo podem-se encontrar modos de falar distintos, como o de Adoniram Barbosa, que eternizou em suas composições o sotaque típico de um filho de imigrantes italianos, ou o chamado erre retroflexo, aquele erre dobrado que, junto com a letra i, resulta naquele jeito de falar “cairne” e “poirta” característico do interior de São Paulo.

Independentemente dessas peculiaridades no uso da língua, o português, no imaginário, une. Na verdade, a construção das identidades nacionais modernas se baseou num imaginário de unidade linguística. É daí que surge o conceito de língua nacional, língua da nação, que pretensamente une a todos sob uma mesma cultura. Esta unidade se constitui a partir de instrumentos muito particulares, como gramáticas e dicionários, e de instituições como a escola.

No Brasil, hoje, o português é a língua oficial e também a língua materna da maioria dos brasileiros. Entretanto, nem sempre foi assim.

Patrícia Mariuzzo. Disponível em: http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=219. Acesso em 09/05/2012. Excerto adaptado.

Desde o título, o leitor do Texto 1 tem elementos para antecipar que ele trata:
Alternativas
Respostas
64: E
65: D
66: C
67: D
68: B
69: D
70: B
71: C
72: C